Ontem foi a formatura da Carina, minha primeira colega de turma a se formar na faculdade. Que tenso.
Acho que no primeiro casamento eu choro.
———
E as férias já estão acabando, que triste!
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:pululâncias em geral.
Ontem foi a formatura da Carina, minha primeira colega de turma a se formar na faculdade. Que tenso.
Acho que no primeiro casamento eu choro.
———
E as férias já estão acabando, que triste!
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:Aniversário, maioridade universal, 1.548.691 de coisas pra fazer, pra variar uma programação de tempo “alternativa”… aaaaaa!
Quinta feira, é nóis:

chaaaaaaaaaato…
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:Que jogo ridículo.
———
Acabou o período de provas.
E entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Favor aguardar posteriores notícias acerca das reavais.
Muito obrigada pelas manifestações de amor! E morram as pessoas que não se manifestaram! Hhahahhahahaha…
———-
Estava fuçando no orkut (lóóóógico!) e encontrei uma comunidade que repele determinado tipo de meninas. Certo. Fiquei curiosa, fui ver um tópico que explicava quem seriam essas meninas.
No que veio a resposta: “para você ter uma idéia, elas lembram uma doméstica que eu tive. Essas pessoas não se tocam que estão no lugar errado, é uma questão de cada um no seu lugar. Aposto que o pessoal dos Jardins também é mau-visto em alguns lugares.” Enfim, algo parecido com isso (não, não estou distorcendo).
Mais do que depressa, fechei a janela. Chocada. E esse será mais um dos meus textos que não terá o apoio das massas, porque no fundo no fundo boa parte das pessoas do mundo – e das pessoas que lêem o meu blog – pensa assim também.
Lembrou muito quando eu saía lá em Registro, e as pessoas comentavam que “ontem no RBBC tinha muita gente do Arapongal”. Não-registrenses: RBBC é uma balada e Arapongal é um bairro rural lá da terrinha; era uma forma depreciativa para se referir a pessoas feias, pobres e mal vestidas.
Porra. Sou contra, sabia? Sempre fui. Por que é que nós, brancos, classe média, estudantes do ensino privado, “limpinhos”, deveríamos ter mais direito que os outros de freqüentar baladas? O invasor é sempre o outro, claro (e isso na minha cabeça nerd me fez lembrar do direito penal do inimigo; não-futuros-juristas, nem queiram saber). Puro preconceito, retorno ao apartheid, e todas essas palavras escrotas que exprimem conceitos mais escrotos ainda.
No caso da comunidade, ainda está escrito na descrição: “os homens não podem nos confundir, meninas inteligentes, de família, bonitas, arrumadinhas, educadinhas, com “essas aí”".
Sabe por que precisa ter esse aviso? Porque muitas vezes os homens preferem “aquelas lá”. E sabe por que muitas vezes os homens preferem “aquelas lá”? Porque elas não são frescas, chatas e mimadas, como “essas aqui”. E, muitas vezes, porque elas pegam melhor; deve ser isso.
AHA! Descobri o porquê da comunidade: puro medo da concorrência.
Ow, fiquei nervosa.
PS: acabei de voltar de um ballet, e tinha uma mulher de uns quase 60 anos jogando cobrinha no celular, COM SOM, até a hora do espetáculo, enquanto suas acompanhantes conversavam.
É, realmente, existem lugares onde as pessoas dos Jardins são mal-vistas: os lugares os quais EU frequento (hhahahhaha, adoro fazer isso, construir toda uma base argumentativa e depois, em três linhas, perder a razão com um comentário estúpido). Nem preciso esclarecer que é brincadeira né, que estou fazendo isso exatamente para demonstrar como funciona o preconceito…
(sim, eu não saí normal do período de provas)
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags: