iG
iBest BrTurbo

Arquivo de dezembro, 2005

27/12/2005 - 01:54

Tô de férias.

Até a volta.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/12/2005 - 19:58

AIKILEGAL!

Teve colação na quinta-feira, a BAISF tocou no Credicard Hall. Ontem (sábado), teve formatura, no Expo Transamérica, e foi simplesmente a melhor balada do ano, com direito a Nádia pulando às sete da manhã, com total pique, pouca dor no pé, após muito (muito mesmo) vinho frisante mas nenhum (nenhum mesmo) sinal de embriaguez. Depois, jogo dos bambis em casa e Habib´s com a galera.

Cara, a vida é feita de pequenas coisas.

Sou uma diva! As meninas da BAISF…

Os “integrante inanimados” da BAISF

Alguns dos nossos queridos formandos: Iguito, Jabur, Priscila (mestre – aposentando – da BAISF), Júlio e Flavião.

Baile. Em sentido horário: Saulo, Adriano, Rafinha de canto, Maybi, Alice em pé, Natália, eu e Fausto.

Adriano e Rafinha comendo o pé da Maybi (é).

————-

E, só porque é minha preferida, pelo menos hoje:

Hoje você é quem manda, falou, tá falado, não tem discussão, não
A minha gente hoje anda falando de lado e olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado e inventou de inventar toda a escuridão
Você que inventou o pecado esqueceu-se de inventar o perdão

Apesar de você, amanhã há de ser outro dia
Eu pergunto a você onde vai se esconder da enorme euforia
Como vai proibir quando o galo insistir em cantar
Água nova brotando e a gente se amando sem parar

Quando chegar o momento, esse meu sofrimento vou cobrar com juros, juro
Todo esse amor reprimido, esse grito contido, esse samba no escuro
Você que inventou a tristeza, ora, tenha a fineza de desinventar
Você vai pagar e é dobrado cada lágrima rolada nesse meu penar

Apesar de você, amanhã há de ser outro dia
“Inda pago pra ver o jardim florescer qual você não queria
Você vai se amargar vendo o dia raiar sem lhe pedir licença
E eu vou morrer de rir, que esse dia há de vir antes do que você pensa

Apesar de você
Apesar de você, amanhã há de ser outro dia
Você vai ter que ver a manhã renascer e esbanjar poesia
Como vai se explicar vendo o céu clarear de repente, impunemente
Como vai abafar nosso coro a cantar na sua frente

Apesar de você

Apesar de você, amanhã há de ser outro dia
Você vai se dar mal, et cetera e tal…..

(laraiá, laraiá, laraiá… wishlist: DVDs do Chico)
——————-

Bom Natal!!!

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/12/2005 - 23:59

Férias! YEY!

—————-
Me, myself and espinhas

Acho que não há nada pior para uma pós-adolescente (?) como eu do que não se saber, não se conhecer.

Um dos grandes problemas meus tem sido esse: me surpreender reagindo a determinadas coisas de modo diferente, quando não oposto, ao modo que eu normalmente reagiria. Minhas ações não combinam com meus pensamentos, minha personalidade não combina com o que efetivamente demonstro ser.
Pelo menos, com o que eu acho que penso, com o que eu acho que sou.

Até o meu corpo eu desconheço. A configuração “antiga” (quadril largo, ombro estreito, cinturinha) mudou, e quando eu experimento roupas mais velhas percebo que elas não caem do mesmo jeito. E tem as espinhas: eu, que sempre tive pele de bebê, me descubro com as nojentinhas pipocando no rosto! Absurdo!

Pra dar um exemplo: eu sempre fui conhecida como uma pessoa de gênio difícil, ou, eufemisticamente, de “personalidade forte”… tinha poucos, mas bons amigos. Hoje em dia, tenho muitos conhecidos, que pouco conhecem de mim. Segundo a Maybi, isso é uma coisa boa, porque possibilita que mais pessoas se aproximem e conheçam a verdadeira “eu”. Pode até ser… mas será que não foi ao custo de perder potenciais fãs daquela personalidade marcante de antes? Será que vale a pena ser gostada por alguém que não me conhece? Será que eu ainda sou daquele jeito, só que amenizado, ou será que definitivamente eu mudei e me tornei mais palatável?

Porque pode ser que eu esteja apegada a uma imagem minha que não existe mais, uma imagem minha adolescente/criança que mudou. Apesar de não ser mais aquela, eu penso como aquela e me espanto ao ver que mudei. Entendeu? Eu não, hehehe, se entender me avisa.

Mudanças são sempre positivas, não é o que dizem? Talvez seja apenas uma questão de me acostumar.

Agora, as espinhas foi pura sacanagem.

(será que eu fui abduzida e voltei meio humana meio alien?)

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/12/2005 - 00:09

Eu jurei que não ia conectar, muito menos postar (sim, eu tenho problemas com a Internet), já que eu tenho – mais uma – prova amanhã… mas não resisti.

Estava pegando as folhas de História do Direito de dentro da minha pasta pra estudar, quando me deparei com os famosos bilhetes das meninas da frente. Vulgo eu, as Natálias e a Maybi. É um fenômeno engraçado, uma volta ao colegial (em alguns casos, como o da May, uma ida ao colegial, já que, acho eu, ela não tinha amigos, hauahuahua), em que nós piramos completamente, falamos absurdos, nos expomos, e…. comentamos a roupa da Paula Forgioni, nossa professora de direito comercial – by the way, muito obrigada pelo nabo de hoje!

Morri de dar risada aqui. E já senti saudade, pode? Eu sou uma franga mesmo.

Tops (pelo menos os publicáveis):

- Maybi: “A Natália G. é que nem o metrô ZL: quando chove, não funciona.”

- Natália: “Aliás, tava falando pra minha mãe… quero parar de comer carne… tá começando a fazer mal…”
Eu: “Ai, eu não quero parar nunca, carne é bom, só me fez mal quando eu morri.”

- Paula Forgioni: “… por isso que eu admito glosa à mão na prova…”
Nat. K: “melhor que a glosa oral na hora da prova…”
Eu, em ataque de riso, chamo a atenção da sala toda, da professora, fico vermelha, dou mais risada…..
Paula: “tudo bem aí?”

- Uma das quatro (melhor não identificar, rs), contando o que um amigo a informou: “Já pensou se a facul fica sabendo que o ____ tem pau pequeno? PS: pra mim, ele sempre teve cara de quem tem pau pequeno.”
Outra das quatro: “PÁRA! Eu não quero saber! Pôxa, só porque o cara tem uma minhoca em vez de uma cobra, problema dele!!!”

- Paula Forgioni, dando aula: “… blá blá, eles então fazem um acordo de acionistas…”
Maybi, ao ler algo surpreendente no bilhete: “Nããããão…!” (ou algum som parecido com isso).
Paula: “Não se preocupe, eles vão ficar bem!” (risos gerais da sala)

- Maybi: “Se eu conseguisse, faria um clone de mim.”
Nat. K: “Se eu conseguisse, faria um clone do Brad Pitt pra mim.”
Eu: “Se eu conseguisse, todos seriam um clone de mim.”
(seguido da minha tirinha preferida: “um dia eu acordei, e todos no mundo eram iguais a mim. Todos mesmo. Os homens, as mulheres, as crianças, os animais…. Foi então que eu percebi que o mundo estava salvo.”)
Natália G.: “Se eu conseguisse, todos os meus clones teriam direito a um clone do Johnny Depp, do Tom Cruise ou do Brad Pitt… ou – e principalmente – do Jude Law.”
Nat. K: “É, desculpe Nádia, mas tenho que te dizer: você tem problemas. Que tal procurar ajuda especializada?”

Hhaahhahahahahahhahahahhhahahahhahahahahahhahahaa…….. aiai.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
04/12/2005 - 20:26

Timão eô!

———

Putz… Provas. De novo. É incrível, todo ano tem, que inferno (ehhe). E eu aqui enrolando (e coçando). Queria escrever um post sobre algumas coisas q pensei nesse fim de semana, mas deu preguiça (também). Sei lá. Ao mesmo tempo que minha vida está interessantemente (?) boa, tem muita coisa mal-resolvida me enchendo o saco… Queria ser a velha-eu de novo. Ou não. Ou sim, talvez. Sei lá.

Ah, vai à merda. Sei lá quem, a quem servir a carapuça.

————

Só pra sua visita não ser muito inútil:
(agradecimentos ao Alan, funcionário do BB e uspiano zeelense):

Coisas do B.B

Há muito tempo, quando o Banco do Brasil era considerado o maior banco rural do mundo, mantinha em sua Carteira Agrícola um quadro de avaliadores (também conhecidos por “fiscais”) que eram pessoas com conhecimentos na área, contratadas para verificar “in loco” se os pedidos de financiamento estavam em ordem, etc, etc.

Ocorre que nem sempre eram pessoas com bom nível de escolaridade. O que valia era o conhecimento prático. Daí nos relatórios constarem algumas “batatadas” que alguns gaiatos, como não poderia deixar de ser, anotaram para gáudio de todos nós:

- “O sol castigou o mandiocal. Se não fosse esse gigante astro, as safras seriam de acordo com as chuvas que não vieram”.

- “Mutuário triste e solitário pelo abandono da mulher não pode produzir”.

- “Acho bom o Banco suspender o negócio do cliente para não ter aborrecimentos futuros”.

- “Vistoria perigosa. As chuvas pluviais da região inundaram o percurso, que foi todo feito a muito custo”.

- “Mutuário faleceu. Viúva continua com o negócio aberto”.

- “O contrato permanece na mesma, isto é, faltando fazer as cercas que ainda não ficaram prontas”.

- “Foi a vistoria feita a lombo de burro com quase 8 km”.

- “A máquina elétrica financiada era toda manual e velha”.

- “Financiado executou trabalho braçalmente e animalmente”.

- “O curral todo feito a capricho, bem parecendo um salão de baile a fantasia”.

- “Visitamos o açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava vazio”.

- “Os anexos seguem em separado”.

- “A lavoura nada produziu. Mutuário fugiu montado na garantia subsidiária”.

- “Era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse chovendo e eu andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus fiscal!”.

- “Tendo em vista que o mutuário adquiriu aparelhagem para inseminação artificial e que um dos touros holandeses morreu, sugerimos que se fizesse o treinamento de uma pessoa para tal função”.

- “Assunto: Cobra. Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de ter sido mordido pela epigrafada”.

(Fonte: anotações diversas de vários funcionários).

(epigrafada…. quáquáquá!)

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo