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Arquivo de outubro, 2005

30/10/2005 - 23:51

Melhorou.

Nesse fim de semana pude perceber, por conta própria, que há duas categorias de amigos pra mim: quem realmente gosta de mim e se importa comigo, e os “amigos naquelas”, hehe, aqueles que são amigos, mas naquelas… você não faz taaanta diferença assim na vida deles. As duas categorias me agradam, estão levemente misturadas, “blured” em algumas pessoas, mas perceber essa diferenciação me ajudou a entender muita coisa. Mesmo.

“Que morcego, nada. No mínimo é um quero-quero-quero”.

Hhahahahhahahha… aiai.

(ahn, a Maybi suicidou o blog dela. Eu tenho intenções de voltar a ter um blog impessoal, só com textos polêmicos (ou não) de opiniões minhas, e tal – acho que ninguém que lê atualmente pegou essa fase. Sei lá. Não sei se consigo, acostumei a desabafos.)

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/10/2005 - 01:01

Blé.

Tô de saco cheio de mim mesma. Queria poder sair de mim um pouco, dar umas voltas, ver como é ser outra pessoa, voltar a ser eu só depois de sentir saudadinha.

Porque tá chato. Desde a Peruada, insuportável. Não me aguento, cacete, Nádia pentelha! Taqueospa, viu…

E eu sei que a Maybi não gosta, mas dane-se ela, eu vou pôr música.

Cazuza – O Nosso Amor a Gente Inventa

O teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego, você não pode ver

Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
entre você e eu

O nosso amor a gente inventa, pra se distrair
E quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu
O nosso amor a gente inventa … inventa

Viver não é mais tão bacana, quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama, parece que fugiu de casa

Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açucar, dança sem par
Você podia ao menos me contar …
Uma história romântica … Ah!

(quando eu coloco música, Maybi e outros, é porque não consegui expressar de forma melhor… óbvio, claro… aieunãomesuporto)

Bah.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/10/2005 - 03:22

TALVEZ a expectativa seja realmente o melhor…. mas podemos ser só eu, meu humor horroroso, minha depressão iminente e meu azar em doses cavalares….

“era bem melhor quando todos me amavam”

(após uma certa melhora, pra fazer jus à semana…)

“Essa não foi qualquer Peruada. Foi A Peruada. Tocar com a BAISF (a bateria da São Francisco, para quem não conhece) na quarta, em pleno Pátio, no Grito do Peru. Cantar trovinhas, beber, pedir pizza e papear de madrugada nas Arcadas, de quinta pra sexta, na Vigília do Peru. E uma Peruada propriamente dita MUITO divertida (com algumas ressalvas importantes).

Putaqueopariu, que tesão!”
(retirada do blog do Adriano, www.euvioberropreto.blogspot.com )

Drino, Maybi, eu e Vitão (e o PERU, claro), no Grito do Peru, na quarta

Eu sendo chacoalhada na Vigília do Peru, na quinta, pelo Danibão, Adriano e Enéas (sim, nós dormimos na facul – sim, essa foto é bizarra)


Nosso bloco: Rafota, NatK, Judson (nosso cafetão), Maybi, Natália, Eu (sim, eu sou Nádia gostosa) e Mari Carrara


“Eu não dou. Vendo conforme a lei.” —> pela regulamentação da prostituição. “Sem regulamentação, só quem ganha é o cafetão”.

ESTRIBILHO: Vai vai vai começar a brincadeira,
tem cerveja de graça a tarde inteira,
vem soltar a lascívia acumulada,
vai vai vai começar a PERUADA.

Bebe bebe, vagabundo,
é melhor não estar desperto,
prá se a velha chegar junto,
enfrentar de peito aberto,
pois no meio da folia,
meio dia céu aberto,
uma neta que protesta,
vitupera sua nona,
que veio só dar carona
e resolveu ficar na festa.

(estribilho)

Quem se esquiva do dentista,
ou vê sangue e dá um salto,
tem chilique em lugar alto,
teme sapo de brinquedo,
em outubro vai ter medo,
no dia da PERUADA,
pois o centro é infestado,
de canhão de bruxa e dragao,
tem até mulher barbada,
neste circo disfarçado.

(estribilho)

Os vapores de cachaça,
fazem mudar todo mundo,
o careta é maconheiro,
o nerd é vagabundo,
o juiz é sem juízo,
o alegre é moribundo,
mas não vale este brocardio,
prá quem joga do outro lado,
o Vitão lançou o grito
e não deixou de ser viado.

(estribilho)

De terno, gravata e meia,
franciscano quer a morte,
ouve a turba, titubeia,
o instinto é mais forte,
bem na hora do batente
o estagiário some,
seu chefe fica valente,
mas por dentro se consome,
noutro tempo inconseqüente,
fora um ébrio de renome.

(estribilho)

Foi beijada a velha nona,
foi beijada a bailarina,
é beijada toda hora
a safada da Marina,
todo mundo se devora,
Pierrô e Colombina,
quem zerou até agora,
mesmo assim não desanima,
porque a festa só termina,
quando o dia for embora!

Vai vai vai terminar a brincadeira,
que a cerveja rolou a tarde inteira,
morre o sol faz-se sombra nas arcadas,
vai vai vai terminar a Peruada…

E PQP, eu tava gostosa.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/10/2005 - 22:21

Faltou humildade….

Sábado tomei coragem e resolvi dirigir em São Paulo. Domingo bati o carro.

Estava dando carona pro Drino, ia converter à esquerda em uma avenida de mão dupla, calculei mal e fui atingida pelo carro que vinha na outra mão. Ninguém se feriu, a não ser meu orgulho – ah, ganhei mais um roxo na canela também, que vi hoje.

Mas nossa. Que nervoso. O seguro que não atendia, as pessoas olhando, meu Uninho com o lado direito da traseira destruída. Só depois que percebi que o carro se estacionou perfeitamente, com as manhas de não bater no carro que estava atrás nem no poste, sem nem encostar na guia; sinceramente, aquela baliza passava em qualquer prova.

E só depois eu pude sentir vergonha – faltou humildade, não achava que dirigia bem, mas achava que dirigia -, preocupação, arrependimento – e culpa. Se tivesse acontecido algo com o cara do outro carro, com o Drino, eu morria. Dirigir não é pra gente fraca.

………………..

O Drino me ajudou muito, me consolando, me acalmando, contando gafes automobilísticas, me divertindo, esperando o maldito reboque ad eternum, gastando créditos do celular, cantando samba (hobby: batucar – “não é um hobby, é um dom”). Assim como o pai dele, que apareceu tranqüilão, gordo folks meio magro, ótimo. Assim como o Iguito hoje, morrendo de dó de mim, dando tapinhas na cabeça. Assim como o Alê e outras pessoas do DJ, que perguntaram se eu estava bem.

Poxa, desse jeito vocês ganham minha admiração, respeito, carinho e amizade. Não vale! =^)

(por favor, tiração de sarro a partir da Peruada, eu AINDA não acho engraçado…)

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/10/2005 - 10:54

Achei esse texto no profile da Larissa Foelker (acho que é assim), que estuda comigo e é sempre a primeira a terminar as provas, hahhaha…

É basicamente essa a idéia da minha Iniciação Científica, cujo projeto pretendo apresentar ainda esse ano… será?

O literato nunca chamava a coisa pelo nome. Nunca. Arranjava sempre um meio de se exprimir indiretamente. Com circunlóquios, imagens poéticas, figuras de retórica, metalepses, metáforas e outras bobagens complicadíssimas. Abusando. Ninguém morria: partia para os páramos ignotos. Mulher não era mulher. Qual o quê. Era flor, passarinho, anjo da guarda, doçura desta vida, bálsamo de bondade, fada, e, diabo. Mulher é que não. Depois a mania do sinônimo difícil. A própria coisa não se reconhecia nele. Nem mesmo a palavra. Palavra. Tudo fora da vida, do momento, do ambiente. A preocupação de embelezar, de esconder, de colorir. Nada de pão pão, queijo queijo. Não Senhor. Escrever assim não é vantagem. Mas pão epílogo tostado dos trigais dourados, queijo acompanhamento vacum da goiabada dulcífica, sim. É bonito. Disfarça bem a vulgaridade das coisas.

Antônio de Alcântara Machado (1901-1935)

Será? O que você acha?

(e só pra ser interno: e você, o que você quer?)

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/10/2005 - 18:32

O post passado foi interníssimo mesmo, mas acho que todos os meus leitores probos e ativos entenderam a mensagem, né? Pena que a pessoa que deveria ler nem sabe do meu blog, huahuahuahuaa…

Saí da biblioteca. Agora “só” tenho o DJ e ensaio uma volta pra minha juíza, nem que seja pra ficar só até o final do ano. Preciso começar meu projeto de iniciação, senão não sai nada… alguma sugestão?

Minha mãe está de férias. Na minha (dela, na verdade) casa, aqui em Sampa. Ou seja, “não-férias” pra mim. Se bem que é bom, cada dia arrumamos uma coisa diferente, meu apê está bem melhor, hehe. Mas que é estranho voltar a ter mãe, assim, de supetão, é.

Sei lá. Queria fazer mais posts internos, acho. Porque não consigo falar diretamente, por n motivos, e não consigo ficar sem falar também, odeio subentendimento. Mas é a vida.

E o samba da Vai-Vai pro carnaval 2006 é uma merda, anota aí. Ei, Sólon, vai tomar…

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/10/2005 - 03:29

Tão simples…. uma pergunta…. só dizer SIM ou NÃO… mas a opção STAND BY parece predominar entre seus semelhantes.

Daqui a pouco, você vai ver, igual ao outro alguém, você vai querer novamente, porque – aceite, querido – eu sou melhor.

Frankly, my dear… I don´t give a damm.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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