Arquivo de junho, 2003
24/06/2003 - 23:44
Oioi
estou tão feliz
. Ou melhor, eu sou uma menina feliz
mas a causa da minha felicidade hoje é que duas (eu disse duas) pessoas me cobraram posts em menos de uma (eu disse uma) hora!!! Então, né, vou postar, fazer o quê, meus fãs clamam por posts e mais posts! Hahaahahha.
O feriado foi o máximo, adorei cada segundo, mas não quero contá-lo porque bastante gente já contou das festas e no restante acho que não teve nada de interessante pra vocês saberem. Aliás, só tenho uma declaração: NÉ QUE É, Fabinho??? Eu tirei algumas fotos, depois coloco aqui.
Adivinham onde eu fui hoje??? Na Globo!!! AAAAAAAAAAAAAA (Nádia tendo um ataque de menina histérica que não pode ver famoso). Vamos tomar fôlego pra história que eu vou contar
.
Na sexta-feira, o coordernador do cursinho entrou na sala e convidou quem estava lá (40 alunos de uma classe com uns 120) pra ir à gravação do “Altas Horas”. Eu estava em Registro e o ônibus lotou. Ontem, o Leonardo veio se exibindo: “nhé nhé nhé, vou pro Altas Horas” e daí que eu soube que o Bijú ia pra lá. Espumei de raiva, eu adoro o Serginho Groissman, assistia o “Programa Livre” sempre quando era mais nova, mas no “Altas Horas” quase sempre dormi
hahahhaha. Mais tarde, na hora do almoço, o Adriano veio me falar que tinha colocado o nome na lista de espera, mas eu estava desesperançada já e nem tentei nada.
Hoje, todo mundo foi almoçar no segundo subsolo, eles falando do programa e eu a Júlia (outra que tinha ido pra casa no feriado e perdeu a inscrição) passando vontade. Foi então que Leonardo mostrou a luz no fim do túnel: disse que o Vander tinha dito (nossa) que muitas pessoas iam em pé no ônibus, mas que ele não contasse pra muita gente. Eu e a Ju, com aquele bico que o professor Balbino nos ensinou, entramos no ônibus e, graças à falta de algumas pessoas, fomos sentadas ainda por cima!!!
Chegando à Globo, esperamos um pouco, tiramos algumas fotos (eu, quem nem sabia que ia parar lá, tava cheia de material – supostamente ia estudar a tarde toda- sem máquina e toda feia) e fomos enfiados no estúdio (é essa a palavra, o cara estava lidando com gado hehe). Inclusive, o lugar é MUITO menor do que aparece na TV. Mais um pouco de espera e então chega Serginho, meu herói-mor, todo de branco, com aquela cara de Deus (se Deus tivesse/tiver cara, iria se parecer/parece com a dele). Ah, estava esquecendo de dizer, foi o programa do aniversário dele, então a programação era surpresa – pra nós não por muito tempo, um cameraman atrás da gente contou boa parte hehe-.
Bom, espero que vocês assistam o programa (pra me ver, inclusive), vai passar neste sábado, dia 28, de madrugada (que horas passa?), mas vou contar quem tava lá: Otto, a percussionista da banda Lan Lan e os Elaines que eu não lembro o nome, o Haroldo (gente finíssima, ficou do meu lado e conversou com a gente), bateirista do Skank , o Pepeu Gomes, o Liminha, o Maurício Manieri (eu já não o curtia
e ele ainda foi mal-educado, não tirou foto nem deu autógrafo pra uma amiga minha), dois caras do Funk Como Le Gusta, o Samuel Rosa do Skank, o Paulo Miklos, a Elza Soares (errou a letra da primeira música, que feio), o Toni Garrido (que é lindo, bem-humorado, animado), o Tony Tornado (que ainda é O cara), o Frejat, a Zélia Duncan (simpaticíssima), o Gabriel o Pensador (foi quem mais agitou a galera, todo mundo curtiu) e o Kid Abelha (acho que não esqueci de ninguém). Ainda tinha o Ney Latorraca e a mãe do Serginho.
Foi muito bom, muitas palmas, muitos UHU, muitas músicas, o Beavis da minha sala fez uma pergunta, o Leonardo (terceira vez que eu digito o nome dele, oloco, que menino exibido) fez outra – mas acho que não vão colocar porque faz propaganda do Bijú. Ainda recebemos lanchinho na saída (que foi minha janta) e eu peguei uma ficha do programa. Cheguei em casa às 21:00, perdi estudos, ballet, mas valeu a pena. Depois coloco as fotos, quando a Andréia me passar.
FELIZ ANIVERSÁRIO PRO CRIS! VOCÊ É PHODA!
FELIZ ANIVERSÁRIO PRA CAMILA DO BALLET! 15 ANINHOS, NÃO É PRA QUALQUER UM!
ANEDOTA (lembrada enquanto teclava com Cristiano) ou Pequena Ironia:
Meu pai sempre fala: “odeio gente pernóstica!”.
Um dia, perguntei o que vinha a ser, afinal, pernóstico.
E ele: “pessoas que têm mania de falar difícil”.
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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10/06/2003 - 22:32
Oioioioioioioioioi (powered by Ná – aliás, cadê você, Feijó? Nunca mais comentou aqui
)
No último post, eu disse que ia contar do meu fim de semana passado (agora retrasado), certo? Então, lá vou eu, preparem-se! Hhahahahhaha
.Uma recomendação:
RECOMENDAÇÃO:
Preparem-se para descrição de cenas impróprias para quem pensa que bailarina é quietinha (hahhaha essa vai funcionar para chamar atenção pro meu texto) (lembrete: eu odeio a Sabrina do BBB – quem não sabe, pergunte pra mim)
30 de maio –> lembro-me bem. Era uma sexta-feira. O céu, num tom azul-acizentado, parecia um prenúncio dos mortais acontecimentos daquela tarde
ops, me confundi
hahhaha. Sério.
Eu saí do cursinho e vim direto pra casa pra arrumar as coisas. “Que coisas?”, vocês devem estar se perguntando (ou não). Pois é, eu não contei pra vocês, mas na sexta e no sábado eu e as meninas que fazem ballet comigo fomos nos apresentar em Diadema, na inauguração de um projeto conseguido com muito suor por parte de bastante gente (entre eles minha professora, Carla Lourenço), chamado Passo a Passo. Trata-se de uma escola de ballet para crianças carentes, muito legal e com apoio da iniciativa privada.
Pois bem. Cheguei no ballet lá pelas 14:20 h e lá estavam a Camila, a Cristiane e a Mayra. Subimos em uma sala e começamos o ritual: maquiagem, cabelo, enfaixar o pé, etc e tal. A Tiê e a Mayra que arrumaram meu cabelo. Aliás, muito obrigada, viu, ficou ótimo, eu não teria a capacidade de fazer sozinha!
Bom
o combinado era saírmos às 16:00 rumo à casa da Carla (professora) e de lá pra Diadema. Em três carros, o da Mayra (onde foram a Mayra, a Tiê, a Adriana, a Sharon, a Mariana, a Laura), o da Libana (onde foram Libana, Renata e Mariana) e o da Cris (onde estávamos eu, a Cris, a Camila e a mãe da Carla). Atrasos ali, atrasos aqui, erros de percurso, trânsito caótico, muita ansiedade (detalhe: o carro da Cris estava no rodízio, tínhamos que sair da “zona de perigo” antes das 17:00), conseguimos chegar sãs e salvas em Diadema.
Foi tudo muito bom, todos nos tratavam muito bem, conseguimos caber na sala (bastante gente foi assistir, tivemos que dançar duas vezes!), e depois ainda aproveitamos o coquetel. Voltamos para Sampa lá pelas 23:00 h e o lugar marcado pra todas ficarem era o Mc Donald´s da Henrique Schaumman. De lá, peguei carona com o pai da Mariana pra casa. Cheguei, conectei e só fui dormir umas duas (detalhe II: com o cabelo arrumado do jeito que estava, pra não ter que fazer tudo de novo do dia seguinte).
Coincidências do dia:
Paramos num Pão de Açúcar para juntar os carros, ao lado do terminal Jabaquara. Quando eu olho pro outro lado da rua, a escola onde eu prestei Fuvest ano passado, perto da casa da minha tia e da casa da Sandra e do Márcio! São Paulo é uma cidade pequena mesmo
O tal Mc Donald´s onde eu peguei carona com a Má foi o primeiro Mc que eu fui na minha vida! Olha só, o início da minha contribuição para a expansão do imperialismo norte-americano!
Minha frase desse dia: Adriana, seus olhos são cor de azeite português!
31 de maio, sábado –> Acordei às dez e meia, por incrível que pareça, com o cabelo intacto (nem tão incrível assim, tinha toneladas de gel, mousse e laquê nele e ainda dormi de bruços o tempo todo). Me arrumei, me maquiei e segui para o ballet, chegando antes do horário combinado, que era meio-dia. Todo mundo me olhando na rua né, uma menina com maquiagem azul, cabelo arrumado, com detalhes brilhantes, hahha, deve ter sido divertido me ver. Dessa vez eu iria no carro da Mayra, que tem teto solar (guarde essa informação). A Laura (ela é doida, essa menina é o máximo) estava de casaco e sutiã e como estava muito calor, tirou o casaco. Até aí tudo bem, já que o carro é mais alto que os outros, nem dava pra ver nada.
O problema foi quando uma van cheia de são-paulinos colou no carro. Nós nem percebemos, só vimos depois que já tínhamos ultrapassado. O motorista se matava de rir e tentava colar de volta, enquanto víamos braços e pernas atrás dele se batendo pra conseguir um lugar na janela que desse pro nosso carro. Quando eles emparelharam de novo, tinha um mandando beijo, outro com o rosto colado no vidro, outro dizendo alguma coisa, uma bunda, um se matando de rir
OPA, uma bunda??? Pois é, em plena luz do dia o cara mostrava a bunda pra gente. Nisso, a Tiê: “AAAAI, UMA BUNDA PELUDA, QUE NOJO, VAI LAVAR ESSA BUNDA!!!” Foi muito engraçado. Depois ainda convencemos a Laura a sair no teto solar só de sutiã.
Em Diadema foi normal, tudo bem legal de novo. Na volta
Na volta, estavam a Camila, a Adriana e a Laura no teto solar. Quando, numa travessa da Paulista, o Pedro (bailarino que dançou com a Carla) desceu do carro, saímos eu, Mariana e Sharon pro teto solar também. Seis meninas num teto solar!!! Ficou bem apertado, a Mayra freava bruscamente e as meninas que estavam na frente até se machucavam hahaha, a Laura de sutiã (todo mundo vendo, ela já tinha perdido totalmente a vergonha), gente acenando, umas menininhas dando tchauzinho super empolgadas
.Eu, a Mari e a Sharon descemos no ballet, e na saída a Laura ainda abaixou o sutiã pra se despedir. Hhahahahhahahhahhahhaha como eu dei risada nesse dia
aiai
.
Ainda conheci a Cláudia, uma vizinha do prédio, que foi responsável pelo domingo
1º de junho, domingo –> fiquei meio que morgando o dia inteiro, conectei
Á noite tinha combinado com a Cláudia de ir com ela e a Flávia pro Remelexo, onde toca forró. Muito bom o lugar, no começo só tinha menina (porque até as nove mulher não pagava), depois foi igualando e no final não dava pra ficar parada, sempre tinha alguém chamando pra dançar. Eu nem sei dançar bem, mas avisava isso antes e ficava tudo bem. Me diverti bastante, mas fui dormir extremamente tarde (principalmente pra quem tinha aula no dia seguinte né), por causa da Cláudia e da Flávia, hahahhaha impossível arrancar as duas do forró! Ah, e tomei um negócio que nunca tinha experimentado, “canelinha”, é quase um “menta” de canela (ah que péssimo), meio enjoativo, mas pra mim que adoro canela, com bastante gelo ficou ótimo. Me diverti bastante mesmo.
Bom, foi isso, eu podia ter colocado mais detalhes mas ia ficar MUITO longo (já está) e eu pretendo que as pessoas leiam o meu blog. Espero que tenham dado um pouco de risada (porque eu ri muito).
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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03/06/2003 - 23:31
Oioi!
Hoje eu só voltei às 21h30m da Paulista, estava no SESI vendo (de graça) o show do Yamandú Costa. Sabem quem é? É aquele violonista gaúcho, gordinho, que foi no Jô umas duas vezes. NOSSA, o cara sabe muito, parecia que eu estava ouvindo uns três violões com diferentes afinações tocando ao mesmo tempo. Aliás, ele não TOCA o violão, ele praticamente COME o violão
hahaha, o Leonardo, que foi comigo, ficou muito pê da vida, hilário!
Aliás, essa foi a segunda vez que eu fui ao SESI, na primeira assisti uma peça de teatro, Mephistópheles, uma adaptação do livro Fausto, de Goethe, feita pelo Antônio Abujamra (que tem o programa “Provocações” na Cultura), muito muito muito boa, uma bofetada na cara, impressionante.
O que eu mais gostei do show do Yamandú, além do extremo bom humor e da simpatia dele, de um chorinho incrível (cresci escutando uns chorinhos em casa), e da música de abertura daquela minissérie “Engraçadinha” (haha quero ver alguém lembrar), foi a música “Sampa”, que ele “ajazzou” (transformou em jazz). É a mais linda declaração de amor a um lugar, incluindo aí “Minha terra tem palmeiras”. Vou até colocar a letra (com algumas transformações de minha autoria haha, Nádia também é composição!).
Bom, por enquanto é isso, depois tentarei contar meu fim de semana que foi hilário, vamos ver se dá tempo.
PS: Juliano
tô com saudades
quero muito te ver
sábado ihi
BJOS BJOS
PS II, o Retorno: Nat
saudaaaades de falar contigo, te adoro de montão, você sabe né?
Sampa #comentários powered by Ná (haha gostei disso)#
Alguma coisa acontece no meu coração
que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João
#que só quando saio na Paulista no metrô Trianon#
é que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
da dura poesia concreta de tuas esquinas
da deselegância discreta de tuas meninas #cada decote…#
Ainda não havia para mim Rita Lee, a tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João
#que só quando cruzo a Oscar Freire com a Teodoro Sampaio#
Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
chamei de mau gosto o que vi
de mau gosto, mau gosto #pichações, sujeira, rio nojento!#
é que Narciso acha feio o que não é espelho #esse é o verso mais bonito#
e a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
nada do que não era antes quando não somos mutantes #pois é, mudei…#
E foste um difícil começo #saudaaaaades…#
afasto o que não conheço
e quem vem de outro sonho feliz de cidade #Régis City#
aprende depressa a chamar-te de realidade
porque és o avesso do avesso do avesso do avesso #como disse sabiamente Cristiano uma vez, se é o avesso do avesso do avesso do avesso é o lado certo#
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
#muitas filas, muitas vilas, muitas favelas#
da força da grana que ergue e destrói coisas belas #quanta construção!#
da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
#mas o pôr-do-sol perto de casa é lindo#
eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
tuas oficinas de florestas #Ibirapuera, eu te amo!#, teus deuses da chuva #humpf#
Panaméricas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
mais possível novo quilombo de Zumbi
e os novos baianos passeiam na tua garoa
e novos baianos te podem curtir numa boa.
#e novos caiçaras (Juliano, lembra disso?) te podem curtir numa boa#
(tá, não ficou LEGAL… mas deu pra entender né?)
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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