14/02/2003 - 17:17
Oioi… vocês não vão acreditar! Passei na PUC-SP, em Direito! Mas não vou fazer, não sei se é o curso que eu quero…
Falando nisso (faculdade, futuro), na quarta estava assistindo “Anos Incríveis” no Multishow (lembra, Kevin Arnold, Winnie Cooper, Paul eu não lembro o sobrenome dele, passava na Cultura há muito tempo) e o episódio era bem antigo, sobre a relação – mais que complicada – entre Kevin e seu pai. Ele quer saber o que o pai faz no trabalho e acaba passando um dia junto dele. Descobre que o pai, “gerente de distribuição”, na verdade queria ser marinheiro. O episódio acaba traçando um parâmetro entre o que ele queria ser e o que acaba virando, e meio que sugere que o mesmo acontecerá com Kevin, que sonha virar astronauta. Tudo isso pra eu poder dizer que fiquei pensando sobre o assunto até ontem, e hoje resolvi escrever antes que escape da minha mente.
A primeira coisa que me veio à cabeça foi aquela música “Como Nossos Pais”, que diz que apesar de termos feito tudo o que fizemos ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais. E concordei.
Ás vezes, tenho de reconhecer, acho que meus pais são meio infelizes, ou no mínimo frustrados, com a vida, seja profissional ou pessoal. E vivo ouvindo amigos que acham que seus pais são fracassados e por isso mesmo têm que ocupar o tempo torrando o saco dos filhos. E sabe que eu comecei a achar que nós, os filhos, temos o mesmo destino? Achar que somos os tais e depois cair do cavalo legal? Fazer milhares de planos, querer mudar o mundo, e ficar trancado no mesmo escritório até o fim da vida? E ouvir daqueles pirralhos dos nossos filhos que somos pessoas deprimentes?
Pois é. Nossos pais são pessoas com sonhos, ideais, assim como a gente. Talvez não tenham realizado todos, mas conseguiram ser felizes. Entram em crise de vez em quando, mas olham pros filhos e vêem neles uma segunda chance acham que para alguma coisa valeu a pena. Pensam sobre o que aconteceria se tivessem tomado outras decisões e freqüentemente chegam à conclusão de que foi melhor assim. Talvez seja assim mesmo. Viramos apenas uma parte do que queríamos ser primeiramente, e temos que nos contentar com isso, porque é e vai ser sempre assim. Tentar não achar que tudo deu errado quando na verdade não tinha mais certo do que esse “errado”.
Ah, o episódio de “Anos Incríveis” terminou assim: o pai do Arnold está vendo o céu com um telescópio e Arnold se aproxima, pela primeira vez, sem todo aquele medo. Nisso, Jack (o pai), o chama: “Filho, está vendo aquela estrela ali? Serve pra orientar os marinheiros à noite”.
Até arrepiou…
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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10/02/2003 - 22:54
Oioi…. Essa aqui é a música “Bitch” (algo como vagabunda, mais pra “perva”), da Meredith Brooks. Ela é bem animadinha, um pop meio country (ou não hehe), mas o que eu gosto dela é a letra, mostra como as mulheres em geral se sentem de vez em quando – ou de vez em sempre, depende de cada uma – e como eu me senti por algumas vezes também. Bom, aí vai a letra em inglês, se alguém quiser que eu faça uma porca tradução é só pedir… Beijos e até!
I hate the world today
You”re so good to me
I know, but I can”t change
Tried to tell you
But you look at me like maybe
I”m an angel underneath
Innocent and sweet
Yesterday I cried
You must have been relieved to see
The softer side
I can understand how you”d be so confused
I don”t envy you
I”m a little bit of everything
All rolled into one
Chorus:
I”m a bitch
I”m a lover
I”m a child
I”m a mother
I”m a sinner
I”m a saint
I do not feel ashamed
I”m your hell
I”m your dream
I”m nothing in between
You know you wouldn”t want it any other way
So take me as I am
This may mean
You”ll have to be a stronger man
Rest assure that
When I start to make you nervous
And I”m going to extremes
Tomorrow I will change
And today won”t mean a thing
Chorus
Just when you think
You got me figured out
The season”s already changing
I think it”s cool
You do what you do
And don”t try to save me
Chorus
I”m a bitch
I”m a tease
I”m a goddess
On my knees
When you hurt
When you suffer
I”m your angel undercover
I”ve been numb
I”m revived
Can”t say I”m not alive
You know I wouldn”t want it any other way
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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06/02/2003 - 02:22
Oioi… aí vão algumas fotos que eu falei no post passado…

Esse é o Spike

Minha avó fumando narguile (”maconha”)

Meu aniversário. Da esq. pra dir.: Walter, Henrique, Márcio (atrás), Natasha, Priscila, Karla, Cris, Eu, Raquel, Aline e Bruno.

E esse é o nosso montinho na praia… ( da dir pra esq):
Em cima> Natasha, Henrique, Carina, Eu
Em baixo> Paulo, Matheus, Walker, Fabio e Márcio
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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05/02/2003 - 05:27
Oioi…
Hoje, após passar mal um pouquinho (dor de cabeça, tontura, cólica), resolvi fazer uma coisa que venho adiando há tempos: arrumar meu armário. Dizem que quando você resolve, por vontade própria (que foi o meu caso, já que fazia tempo que minha mãe não pedia), organizar o armário, significa que o que você quer organizar são as idéias, jogar fora pensamentos antigos, tirar o pó. Pra mim, pelo menos, acho que foi isso, talvez uma preparação para o grande dia da ida pra Sampa, algo do tipo.
No meio da bagunça, encontrei fotos espalhadas em álbuns pequenos, algumas soltas e as coloquei todas juntas no meu novo álbum – lindo, aliás, rosa e roxo com um coração em relevo na capa. Então será sobre isso o post de hoje: as fotos do meu novo álbum.
Tem uma foto de 25/03/00, onde aparecem seis amigas no meu quarto, prontas pra uma festa que teve em casa (aniversário da Natasha). Essa festa foi muito legal, conheci um monte de gente nova – porque amigos meus de outras escolas convidaram seus amigos – e me diverti bastante, dei muita risada.
Meu cachorro, o Spike, que morreu no ano passado, também está lá. Eu fiquei bem mal quando ele morreu, me senti responsável porque ele estava morando na casa do meu pai e eu ia visitá-lo muito pouco, serviu (ou não) pra eu perceber que nem sempre todo mundo estará lá me esperando pra quando eu resolver dizer o que sinto.
Após esse momento sentimental, outro mais ainda: fotos minhas com o Cris, meu ex-namorado (é estranho chamá-lo assim). Pois é, resolvi deixá-las no álbum, aliás, nem precisei resolver nada porque nem pensei, simplesmente coloquei e quando fui admirar o resultado final vi que talvez tenha violado alguma regra oficial de fim de namoro. Namoramos durante dois anos e três meses, e é só o que tenho a dizer por enquanto, além de que parece que estamos voltando a ser os amigos que éramos antes.
Depois, tem a apresentação da academia de 2001 (pois é, a de 2002 está em outro álbum). Eu faço ballet há nove anos, sapateado há dois e todo final de ano todos da academia se apresentam, com um tema e tal, me divirto pacas.
Natal em família! Foi, aliás, um Natal muito divertido, minha prima levou um amigo árabe dela que levou aquele negócio, o narguile, que viviam fumando na novela “O Clone”, lembram? Minha vó tragou e logo depois: “nossa, eu nunca tinha fumado maconha!”
A peça de teatro “O Capeta de Caruaru”, da qual fiz parte com muito gosto. As fotos que estão comigo são as da primeira apresentação, numa praça, não deu pra ouvir nada e ficou horrível… mas conforme fomos apresentando, melhorou. Tive que parar com o teatro, mas pretendo voltar um dia.
Minha festa de aniversário de 17 anos… foi bem legal, foi bastante gente até, apesar de ser nas férias (dia 10 de julho). O Cris me ajudou muito esse dia, eu sempre fico uma pilha e tinha deixado tudo para a última hora, mas deu tudo certo e deu pra se divertir.
Viagem para a Barra do Ribeira (lembram, foi quando surgiu o “divagar” em nossas vidas). Essa viagem foi muito importante pra mim, me deu uma nova visão dos meus colegas de anos da escola, que viraram meus amigos, uma nova visão do que deveria ser importante na vida e me fez ver o que eram realmente aquelas amizades: uma grande honra. É uma grande honra ter pessoa como as que eu tenho perto (ou longe) de mim. Agora, algumas coisas que só quem viajou sabe>>>
Você anda sempre de balsa?
Você está divagando!
Divagar é quando você não está rápido!
A raiz de um é zero!
Cadê o goró? Tá perto da Tapinha…
Quem tá dormindo? Ninguém tá dormindo?
Ele não sabe!
Um abraço pra quem está, esteve ou estará nos meus álbuns…
Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria
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