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16/08/2009 - 12:00

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Régi Macedo é o pseudônimo de Reginaldo Godinho Macedo. Nascido em novembro de 1965 na cidade de Juquitiba, SP, fez graduação em Letras – Português e Inglês – pela Universidade Anhembi-Morumbi e pós-graduação em Didática e Metodologia do Ensino Superior. Atualmente ensina Literatura Brasileira na Faculdade Anhanguera, Colégio Lebiste/Anglo, e desenvolve projeto de mestrado na Universidade de São Paulo. Participou como aluno especial na USP das disciplinas Literatura e Psicanálise e Gêneros Discursivos: o Projeto do Círculo de Bakhtin e Suas Perspectivas Contemporâneas. Poeta e compositor lançou seu primeiro livro em 1986 – Um pouco de todos em cada um -, pela editora Terra. Em 1995 compôs o literomusical O Retorno a Avalon – poesias e canções inspiradas na mística do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda em busca do Santo Graal – e apresentou-se em Congressos no RS, DF, MG e SP. No ano de 1999 lançou Da Fala – uma poética da liberdade, livro de poesia que marcará uma nova fase de sua produção, agora voltada também a preocupação com questões da linguagem, como no poema Língua: existe um lugar bem perto do céu/ da boca do homem do dente do bicho/ é língua que fala grunhe e rosna/ engole a gosma o pão e o vinho/ E desse lugar quente úmido/ falo ereto que fala linguagens/ língua do homem língua canina/ brota o Verbo Signos Imagens (…) Em 2005, pela Scortecci editora, publicou Rudes, Rebeldes e Jovens para Sempre!, seu primeiro romance. Influenciado por uma leitura da adolescência do livro de Jack Kerouac , On The Road, que em 1957 iniciava uma revolução cultural nos Estados Unidos, o romance tornou-se o manifesto da geração beat, que rompia com o compromisso do american Way of life e pregava a busca de experiências autênticas, um compromisso selvagem e espontâneo com a vida até seus mais perigosos limites. Diante de uma sociedade que aniquilava o indivíduo, os beatniks queriam uma consciência nova, libertada de padrões, escolhiam a marginalidade:

 

“(…) porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora, aqueles que nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante – pop! – pode-se ver um brilho azul e intenso até que todos ‘aaaaaaah!’. Como é mesmo que eles chamavam esses garotos na Alemanha de Goethe?”                        (KEROUAC, 1957)

 

 

Rudes, Rebeldes e Jovens para Sempre! narra a descoberta do amor, do sexo, o envolvimento com as drogas, a omissão e os problemas familiares, o encontro místico, a morte, o conflito entre o prazer e a dor que são vivenciados pelo andarilho rebelde, amante da poesia, do rock, e, sobretudo, da liberdade. A busca de um lugar no mundo confunde-se com a busca de si mesmo. Retrato de uma geração, esta obra torna-se atemporal na medida em que se apresenta o drama humano em busca por sentidos que justifiquem os conflitos e questões existenciais. Utilizando uma linguagem simples e coloquial, o autor narra a trajetória de um hippie e suas aventuras na estrada.

Régi Macedo prepara um novo trabalho a ser lançado em breve, o paradidático Os óculos da Dona Gramática, livro no qual “brinca” com questões da gramática normativa e informal.

 

Contatos com o autor: prof_regi@ig.com.br

 

 

 

Autor: prof_regi@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal Tags:
06/12/2008 - 10:06

RUDES, REBELDES E JOVENS PARA SEMPRE!

RUDES, REBELDES E JOVENS PARA SEMPRE! / Régi Macedo

Contundente, questionador, Rudes, Rebeldes e Jovens para Sempre! de Régi Macedo, é um livro apaixonante. A descoberta do amor, do sexo, o envolvimento com as drogas, a omissão e os problemas familiares, o encontro místico, a morte, o conflito entre o prazer e a dor, são vivenciados pelo andarilho rebelde, amante de poesia, do rock, e, sobretudo da liberdade. A busca de um lugar no mundo confunde-se com a busca de si mesmo. Retrato de uma geração, esta obra torna-se atemporal na medida em que apresenta o drama humano em busca por sentidos que justifiquem os conflitos e dramas existenciais.Utilizando uma linguagem simples e coloquial, o autor narra a tragetória de um hippie e suas aventuras na estrada.Você agora está convidado a também colocar o pé nessa estrada e a viver essa aventura, a sentir o calor do sol, o frio da noite e o frescor do vento, em busca da essência da vida.

SERVIÇOS

Rudes, Rebeldes e Jovens para Sempre!
ISBN 85-366-0315-1
Ficção Brasileira – JS 3751
Formato 14 x 21 cm – 68 páginas
1ª Edição – Ano 2005

Autor: prof_regi@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/12/2008 - 10:02

OS ÓCULOS DA DONA GRAMÁTICA

 

SINOPSE – Certo dia, Dona Gramática, ao acordar do habitual cochilo vespertino, percebe que seus óculos sumiram. Preocupada, vai perguntar ao Verbo, afinal era ele quem indicava o praticante da ação. Mas o Verbo de nada sabia e sugeriu que ela fosse indagar ao Sujeito. Este, por sua vez, demonstrou nada saber sobre os óculos. Entra em cena Pupi, a aprendiz, que amava Dona Gramática e a irmã desta, a Norma Culta; mas Pupi, por ser ainda muito jovem, também deixava-se influenciar pela prima rebelde da família, a Norma Coloquial. E assim, em uma atmosfera de brincadeira, onde as Classes Gramaticais ganham personificação, o Adjetivo e o Advérbio trocam ofensas, pois um se julgava ser melhor do que o outro, afinal, o Adjetivo modificava o Substantivo, mas, contra-argumentava o Advérbio, “eu modifico o Verbo e até mesmo ao Senhor, Adjetivo”. O restante da história aborda outros temas ligados à Morfologia. É divertido! É educativo!

Autor: prof_regi@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/12/2008 - 09:58

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Autor: prof_regi@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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