O Maçã do Amor entrou na rede da Web Solidariedade e já aderiu a campanha de doação de sangue. Eu tive hepatite e infelizmente não posso doar. E você, pode? Não sabe? Então click no selo da campanha que está aqui no blog e saiba tudo sobre doação de sangue. Se não tiver nenhum impedimento, doe seu sangue e ajude a salvar uma vida.
Arquivo de outubro, 2009
Doação de sangue
Engorda ou não engorda?
Eu não bebo refrigerantes light ou diet pelo sabor. Acho horrível Prefiro diminuir a quantidade e continuar bebendo os normais. Quem fez opção pelo light ou diet para controlar o consumo de calorias é melhor ler com atenção esta matéria publicada no site Minha Vida (www. minhavida.com.br):
Refrigerantes “magros” também afetam o peso
A moda dos refrigerantes zero chegou como um alento para os aficionados pela bebida que encaram a dieta. São diversas variações que não apresentam nenhuma quantidade de açúcar, sugerindo riscos mínimos para o regime. Outras opções como, os lights e diets, também confundem muitas pessoas, que acabam colocando o sucesso do regime em risco ao consumir doses excessivas da bebida. E será que eles estão liberados mesmo?
O problema é que mesmo nas versões menos calóricas, os refrigerantes se tornam uma ameaça quando o assunto é derrubar o ponteiro da balança ou a escolha de uma vida saudável. Para te ajudar a entender como os eles interferem nos quilos a menos, o MinhaVida conversou com a nutricionista Daniella Camargo, que aponta os principais problemas da bebida. Confira e descubra porque os sucos devem entrar com tudo no seu menu.
Refrigerante na refeição
Já não é novidade que beber enquanto comemos, não ajuda em nada no regime, mas de acordo com a nutricionista Daniella Camargo, quando o assunto é refrigerante o perigo aumenta. “A ingestão de líquidos, principalmente gasosos, dilata o estômago dificultando a digestão e fazendo a sensação de fome reaparecer em poucos minutos”, alerta a nutricionista.
É aí que o perigo aparece e a ingestão maior de alimentos aumenta. “Logo depois do almoço já estamos morrendo de fome, já que não ficamos satisfeitos com a refeição, mais sim com a impressão de estômago cheio, graças a ingestão da bebida gasosa”, explica. “Dessa forma, abusamos dos petiscos e também comemos mais na refeição seguinte”.
Mas, se você acha impossível se alimentar sem colocar nada líquido na boca, a nutricionista dá a dica. “O ideal é não beber nada, ou então optar pelo suco, principalmente cítricas, porque auxiliam na absorção de ferro, encontrado em verduras, leguminosas e carnes, ou ingerir água, que não tem calorias e não engorda”, sugere.
Zero, diet ou light
Os problemas dos refrigerantes diet, light ou zero estão ligados, em geral, ao aumento do consumo de sódio. De acordo com a nutricionista Daniella Camargo, ele oferece riscos para saúde e para o regime. “Os refrigerantes zero, diet e light não estão liberados na dieta, porque quando se diminui a quantidade de açúcar no refrigerante, é preciso aumentar a quantidade de sódio para compensar o paladar”, diz. “O sódio em excesso retém líquido, e com isso aumenta o peso, podendo apresentar problemas para saúde do fígado e rins, por exemplo”, explica.
A especialista explica que uma dose de refrigerante normal apresenta, em média, 10mg de sódio, enquanto, a opção light varia de 28 a 39mg para uma quantidade de 200ml (um copo médio). “A dose diária recomendada de sódio é de cerca de 1,5g por dia, isso para pessoas que não são hipertensas”, explica Daniela Camargo.
De acordo com a nutricionista, o verdadeiro problema é que as pessoas exageram na dose e costumam tomar refrigerante o tempo todo. “Tomar um copo de refrigerante em um aniversário, por exemplo, não é o fim do mundo. O problema são as pessoas que ingerem, no mínimo, três copos por dia. É ai que os riscos aparecem”, afirma.
Receita revigorante
A receita abaixo é da escritora norte-americana MFK Fischer e foi publicada em seu livro “Um alfabeto para gourmets” (Cia. das Letras)
Receita revigorante para jantar monástico
1 pão italiano crocante
1 pedaço de queijo gorgonzola maduro, porém fresco
1 pacote de manteiga sem sal, de aproximadamente 100 gramas
1 garrafa de chianti ou Tipo tinto
O cardápio pressupõe certa descontração e exige absoluta paz de espírito. Melhor isso do que a loucura, tanto digestiva como social. E, além disso, está ao alcance da mão!
Quero, Carlos Drummond de Andrade
Quero que todos os dias do ano
Todos os dias da vida
De meia em meia hora
De 5 em 5 minutos
Me digas: Eu te amo.
Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
Creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
E no seguinte,
Como sabê-lo?
Quero que me repitas até a exaustão
Que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
Pois ao dizer: Eu te amo,
Desmentes
Apagas
Teu amor por mim.
Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
Isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
Nem sei de outra maneira a não ser esta
De reconhecer o Dom amoroso,
A perfeita maneira de saber-se amado:
Amor na raiz da palavra
E na emissão,
Amor
Saltando da língua nacional,
Amor
Feito som
Vibração espacial.
No momento em que não me dizes:
Eu te amo,
Inexoravelmente sei
Que deixaste de amar-me,
Que nunca me amaste antes.
Se não disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamoamo,
Verdade fulminante que acabas de dentranhar,
Eu me precipito no caos,
Essa coleção de objetos de não-amor.
Mongólia

Na semana passada assistimos aqui em casa o filme Genghis Khan (2009) do cineasta russo Sergei Bedrov. O filme, uma co-produção do Cazaquistão, Rússia, Mongólia e Alemanha, conta a história dos primeiros anos do móngol que unificou seu país e dominiou a Ásia no século XIII. A trilha sonora, a fotografia e as cenas das batalhas são impecáveis, assim como o figurino e a interpretação dos protagonistas da história. Confesso que gostaria que o filme tivesse avançado um pouco mais após a unificação da Mongólia por Genghis Khan. Mas o filme vale a pena, especialmente porque revela muito dos costumes e tradições de um país tão desconhecido. Após sua morte o império móngol foi dividido em vários estados e dissolvidos no século XIV. No século XVII a Mongólia é dominada pelos chineses e apenas em 1921 conquista sua independencia com o apoio da antiga União Soviética que instaurou um regime comunista no país, que a governa até 1996, quando perde as eleições parlamentares para a Coalização Democrática Unida. A Mongólia é um país asiático que fica entre a Rússia e a China, sem saída para o mar. Dividido em 21 províncias, o país é composto por planaltos, com cadeias montanhosas no norte e no oeste. O clima é temperado continental, com verões amenos e invernos longos e gelados. Sua economia está baseada na produção agro-pastoril e quase um terço da população vive em condições de extrema pobreza. A capital da Mongólia é Ulaanbaatar e a língua oficial do país é o calca-mongol. Quase 100% da população é budista.
Quanto a gastronomia, ela varia segundo cada região do país, mas a carne é sempre o alimento principal e também produtos feitos com leite – inclusive uma cachaça feita com o laticinio e chamada de “água traiçoeira” pelos mongóis. No sul, é comum o consumo de cordeiro e camelo. Nas montanhas, carne bovina. Outros pratos típicos da Mongólia são a aaruul, uma espécie de bolacha salgada servida no café da manhã e o buuz, uma massa que parece uma ravióli grande e é recheada com carne de carneiro e cozida a vapor.
Eventos gastrônomicos

Já tem programa marcado para os próximos dias? Para o próximo mês? Não? Então anote na agenda:
26 a 30 de outubro – Semana Mesa SP – evento em São Paulo reúne renomados chefs do mundo inteiro. Informações completas no site www.prazeresdamesa.com.br
13 a 28 de novembro – III Festival Gastrônomico Chapada Diamantina (Andaraí, Lençõis, Mucugê, Palmeira/Vale do Capão) – o objetivo é valorizar a culinária típica da região.
26 a 29 de novembro – I Festival Internacional do Camarão da Costa Negra (Aracaú/Ceará) – cursos, palestras e aulas práticas sobre o camarão cultivado e as possibilidades de mercado que ele oferece.
12 a 22 de novembro – Petrópolis Gourmet (Petrópolis/Rio de Janeiro) – o tema da nona edição do evento é a França, com aulas, palestras e jantares com alguns dos chefs mais importantes do Brasil. Outras informações no site www.petropolisgourmet.com.br
Fernando Pessoa
Teus olhos entristecem.
Nem ouves o que digo.
Dormem, sonham esquecem…
Não me ouves, e prossigo.
Digo o que já, de triste,
Te disse tanta vez…
Creio que nunca o ouviste
De tão tua que és.
Olhas-me de repente
De um distante impreciso
Com um olhar ausente.
Começas um sorriso.
Continuo a falar.
Continuas ouvindo
O que estás a pensar,
Já quase não sorrindo.
Até que neste ocioso
Sumir da tarde fútil,
Se esfolha silencioso
O teu sorriso inútil.
Momento leitura
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A galinha dos ovos de ouro
Enquanto o mundo pega fogo”, “O homem e a galinha” e “Pra vencer certas pessoas” são os “causos” recontados por Ruth Rocha nesse livro. Nos três, a sabedoria popular mostra onde a ganância e a teimosia podem levar as pessoas. E também que os poderosos nem sempre são mais inteligentes que aqueles que não frequentam a escola.
Sobre a autora Ruth Rocha
Ruth Rocha nasceu em 1931 em São Paulo, capital, onde sempre viveu. Foi orientadora educacional e editora. Começou a escrever artigos sobre educação para a revista Cláudia, em 1967. Em 1969 começou a escrever histórias infantis para a revista Recreio. Em 1976 teve seu primeiro livro editado. De lá para cá publicou mais de cem livros no Brasil e vinte no exterior, em dezenove idiomas.
Ficha técnica
64 páginas
17 x 24 cm
Preço sugerido: R$ 28,90

O pequeno monstro
Imagine que duas crianças se perderam num pântano assustador, povoado pelos mais terríveis monstros! E o Monstro-Rei mandou Chuac atrás delas, pois ele queria devorar as pobrezinhas no jantar! O que você acha que o Chuac vai fazer?
Pedro Bandeira nasceu em São Paulo, em 1942. Trabalhou em teatro profissional como ator, diretor e cenógrafo. Foi redator, editor e ator de comerciais de televisão. A partir de 1983 tornou-se exclusivamente escritor. Sua obra, direcionada a crianças e jovens, tem ganhado diversos prêmios, como Jabuti, APCA, Adolfo Aizen e Altamente Recomendável, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Já vendeu mais de 20 milhões de exemplares de seus livros.
Carlos Edgard Herrero nasceu em São Paulo, cursou Belas Artes e artes plásticas. Especializou-se em histórias em quadrinhos e ilustração para as mais diversas faixas etárias e fez quadrinhos para a Walt Disney durante 16 anos. Tem um pequeno estúdio de publicidade e design. É viúvo e tem uma filha jornalista.
Ficha técnica
48 páginas
22,5 cm x 22,5 cm
Preço sugerido: R$ 25,90

As cores da Laurinha
Autor: Pedro Bandeira
O Dia das Mães está próximo e Laurinha quer dar uma linda bolsa para a mãe. Mas a menina está ainda na primeira série e não tem como comprar o presente. Como conseguir dinheiro? Acontece que Laurinha fazia belos desenhos. E, daí, uma linda ideia surgiu na sua cabecinha… Esta é a história do amor de uma menina por sua mãe, feita para emocionar adultos e crianças!
Ficha técnica
40 páginas
21,50 X 25,50 cm
Preço sugerido: R$ 28,50

O fantástico mistério de Feiurinha
Autor: Pedro Bandeira
Você se lembra, não é? Quase todas as histórias antigas que você leu terminavam dizendo que a heroína casava-se com o príncipe encantado e pronto. Iam viver felizes para sempre e estava acabado. Mas o que significa “viver feliz para sempre”? Significa casar, ter filhos, engordar e reunir a família no domingo para comer macarronada? Quer dizer que a felicidade é não viver mais nenhuma aventura? Como é que alguém pode viver feliz sem aventuras? Ah, não pode ser! Não é possível que heróis e heroínas tão sensacionais tenham passado o resto da vida assistindo ao tempo passar feito novela de televisão. É preciso saber o que acontece depois do fim. Pois agora você vai ter essa oportunidade! Conheça todos os mistérios que acontecem depois do fim!
Ficha técnica
64 páginas
21,50 X 27,50 cm
Preço sugerido: R$ 26,90
Tomates

Para a maioria dos botânicos os tomates – que não são legumes e sim frutas – são originários do antigo Peru e faziam parte da alimentação dos incas. Para outros, eles vieram do México e da América Central. Os espanhóis levaram o tomate para a Europa no século 16 e a partir daí ele iniciou sua saga vencedora pelo mundo, depois de convencer os europeus de que não era venenoso. O tomate é o fruto do tomateiro e da sua família também fazem parte a berinjela, a pimenta e os pimentões.
O tomate é rico em licopeno (pigmento que dá cor ao tomate e é considerado eficaz na prevenção do câncer de próstata e para fortalecer o sistema imunológico), vitaminas A e B, minerais como o fósforo e o potássio, além de ácido fólico, cálcio e frutose. Como é utilizado muito agrotoxico no cultivo do tomate é recomedado que seja muito bem lavado antes do consumo. Além de molhos e saladas o tomate pode ser utilizado em inúmeras receitas muito saborosas, como esta que escolhi para você.
Tomatican (Chile)
2 dentes de alhos
1 colher (sopa) azeite
3 cebolas
3 xícaras de milho
Orégano, pimenta e sal
6 tomates
300 g carne moída
Numa frigideira aqueça o azeite e misture a carne, cebolas picadas, alho amassado. Depois que estiverem macias, junte os tomates sem pele e sem sementes, o milho e tempere. Tampe a frigideira e deixe cozinhar em fogo baixo durante 1h30. Retire o suco liberado pelo tomate, se julgar necessário. Deve ficar bem espesso. Sirva com batatas cozidas. Rendimento: 4 porções.
Dia do pão

Bem que eu tentei descobrir o motivo de hoje, 16 de outubro, ser comemorado o Dia Mundial do Pão, mas não encontrei nada. Pelo menos não por enquanto, porque vou continuar procurando e quando descobrir conto para você. Mas encontrei algumas informações interessantes: existem mais de 63 mil estabelecimentos que fazem e comercializam pão no Brasil, juntos tiveram em 2008 um faturamento superior a 40 bilhões. E para o Maçã do Amor não ficar de fora desta comemoração escolhi uma receita bem interessante para a data.
Pão de abóbora http://www.alemanha-atual.de/gastronomia…)
Ingredientes
2 tabletes de fermento para pão
¼ xícara (chá) de água morna
¼ xícara (chá) de açúcar
1 e 1/3 xícara (chá) leite fervente
1 colher (sopa) sal
8 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) abóbora cozida e amassada
¼ xícara (chá) de margarina derretida ou óleo
Modo de fazer
Misture o fermento com a água, mexendo para dissolver, e deixe por alguns minutos descansando. Depois disso, junte uma colher de chá de açúcar e deixe descansar por 10 minutos. Misture numa vasilha o leite, o sal e o açúcar restante e deixe amornar.
Acrescente o fermento dissolvido em água e mexa bem. Acres-cente 2 xícaras e meia (chá) de farinha e bata bem até ficar uma massa lisa. Junte a abóbora e o óleo (ou margarina) e misture bem.
Acrescente então a farinha restante e trabalhe com as mãos até obter uma massa firme. Coloque-a sobre uma superfície ligei-ramente polvilhada com farinha, cubra com uma vasilha e deixe descansar por 10 minutos. Coloque a massa em uma vasilha untada, vire de modo que o lado untado fique para cima e deixe crescer por uma hora, em lugar protegido. Abaixe a massa com as mãos, vire e deixe des-cansar por 45 minutos. Divida então a massa em duas partes. Cubra e deixe descansar por 10 minutos. Abra a massa e enrole como rocambole. Feche bem as pontas e coloque em forma untada grande. Cubra e deixe crescer por uma hora. Leve ao forno quente por 20 minutos. Abaixe a temperatura e deixe assar por aproximadamente 25minutos (até ficar dourado).
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