Poeta sou; pai, pouco; irmão, mais.
Lúcido, sim; eleito, não;
E bem triste de tantos ais
Que me enchem a imaginação.
Com que sonho? Não sei bem não.
Talvez com me bastar, feliz
– Ah, feliz como jamais fui! –
Arrancando do coração
– Arrancando pela raiz –
Este anseio infinito e vão
De possuir o que me possui.
Arquivo de setembro, 2009
Resposta a Vinícius, Manuel Bandeira
Toque exótico em dia de chuva
Muito o que fazer hoje e o dia lá fora tentando me tirar dos eixos. É preciso resistir e ignorar os apelos do livro que quero continuar lendo, das pesquisas que preciso fazer, de tanta coisas que esse céu escuro me inspira. Tudo bem, pelo menos uma sopa eu posso saborear. Fui buscar nos meus arquivos e encontrei uma do Vietnã que me pareceu muito interessante. Compartilho com você.
Canh chua (sopa vietnamita de peixes)
Ingredientes
1 colher (sopa) manjericão
3 colheres (sopa) polpa de tamarindo
1 colher (sopa) tamarindo
1 colher (sopa) cebolinha picada
1 colher (sopa) hortelã picada
2 colheres (sopa) açúcar
150 g broto de feijão
1 e ½ litro de caldo de peixe
1 pimenta dedo-de-moça
100 g gengibre
Sal e pimenta-do-reino
1 talo de salsão
1 cenoura
Modo de fazer
Preparar um bom caldo de peixe, coar e colocar 1 e ½ l em uma panela. Adicionar o gengibre picado, a pimenta picada e levar ao fogo baixo por 10 minutos. Coar novamente. Colocar um pouco do caldo em uma tigela e acrescentar o açúcar e a polpa de tamarindo, misturar bem. Reservar. Cortar o salsão em tiras e a cenoura em rodelas, colocar no caldo para ferver. Escaldar o broto de feijão por 30 segundos em água fervente. Escorrer e acrescentar ao caldo de peixes, colocar o peixe cortado em cubos e ferver até o peixe estar macio. Adicionar a mistura de tamarindo e salpicar com as ervas. Servir bem quente. Se não encontrar tamarindo para extrair a polpa, utilizar a seguinte substituição: reidrate 50 g de damascos e 50 g de ameixas pretas sem caroço. Escorrer e bater no processador com 2 colheres (sopa) suco de limão. Utilizar na mesma quantidade do tamarindo.
Cordel do Fogo Encantado
De Arcoverde, Pernambuco, para todo Brasil. Em 1997 o espetáculo “Cordel do Fogo Encantado” que misturava poesia e música chamou a atenção do público e da crítica do estado para o grupo – José Paes de Lira (Lirinha), Clayton Barros e Emerson Calado – de formação teatral. O espetáculo ficou em cartaz durante dois anos, tempo em que o trio fez apresentações por todo o interior pernambucano.
Já no Recife, o grupo ganha mais dois integrantes, os percussionistas Nego Henrique e Rafa Almeida. Segundo informações extraídas da wikipedia “ao lirismo das composições somou-se a força rítmica e melódica dos tambores de culto-africano e a música passou a ficar em primeiro plano. A estréia no carnaval pernambucano mais uma vez chamou a atenção de público e crítica e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e o status de revelação da música brasileira.
Em 2001, com produção do mestre da percussão Nana Vasconcellos, o Cordel do Fogo Encantado se fecha em estúdio para gravar o primeiro álbum, que leva o nome da banda. A evolução artística amplia ainda mais o alcance do som do grupo que, mesmo atuando independente, ganha mais público e atenção da mídia, por onde passa.
Com turnê que passou pelos mais remotos cantos do país, um ano depois, em 2002, o grupo volta para o estúdio para gravar o segundo trabalho: “O Palhaço do Circo Sem Futuro”, produzido por eles mesmos, de forma independente. Lançado no primeiro semestre de 2003, o trabalho foi considerado pela crítica especializada um dos mais inventivos trabalhos musicais produzidos nos últimos anos.
E o Cordel do Fogo Encantado ganha projeção internacional, com apresentações na Bélgica, Alemanha e França. Entre os prêmios conquistados pela banda estão o de banda revelação pela APCA (2001) e os de melhor grupo pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003) e o bi-campeonato do Prêmio Hangar (2002 e 2003).
No cinema, a banda participou da trilha sonora e do filme de Cacá Diegues, “Deus É Brasileiro“. Nas brechas das turnês, Lira Paes marcou presença também na trilha sonora de “Lisbela e o Prisioneiro“, de Guel Arraes, na qual interpreta a música “O Amor é Filme”. Lirinha, como é conhecido pelos fãs, também atuou no filme Árido Movie, de 2006.
Origem do nome
Cordel do Fogo Encantado era o título do espetáculo.
- O “cordel” na região nordeste é sinônimo de história em forma de poesia.
- Para os integrantes, o “fogo” é o elemento natural mais representativo da suas existências, devido a sua cidade, seu lugar de origem e da sua intenção musical e poética inconstante e mutável.
- O “encantado” ressaltaria a visão apocalíptica e profética dos mistérios entre o céu e a terra.
Estilo musical
É caracterizado pela fusão de ritmos como Reisado, Toré, Samba de Côco e o Afro. Resulta uma música particular, sempre com energia. Hoje a banda segura o desafio de fazer uma linha de baixo através da percursão e um violão solitário responsável pela condução harmônica.
Aí se sêsse
Composição: Zé Da Luz
Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse de São Pedro não abrisse
a porta do céu e fosse te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse
Faz muito tempo
que eu ganhei este livro, “As melhores receitas da TV”, da Rio Gráfica Editora. Por acaso achei no meio de outros livros visitados mais frequentemente. Folhei e ao acaso escolhi duas receitas da novela Maron Glacé. Ganhei este livro do meu avô que já partiu, acho que pra não cutucar a saudade ele fica lá no canto, quietinho, contemplado de vez em quando, por descuido da razão.
Paté de foie (patê de fígado)
Ingredientes
Rendimento: 1/2 kg
1/2 kg de fígado fresco
1 xícara (chá) de gordura de porco
4 fatias de pão amanhecido
1 cebola
leite suficiente para embeber o pão
noz-moscada ralada, sal e pimenta-do-reino
4 ovos
1 colher (sopa) de manteiga
Modo de fazer
Limpe o fígado e corte em pedaços pequenos. Junte ao fígado a cebola e o pão embebido no leite e espremido. Passe na máquina de moer e junte a gordura de porco. Tempere com sal, noz-moscada e pimenta. Passe por uma peneira, acrescente os ovos e misture bem. Coloque em forma untada com manteiga e cozinhe em banho-maria.
Salade aux oefugs durs (salada de ovos cozidos)
Ingredientes
Rendimento: 6 porções
6 ovos cozidos cortados em rodelas
6 tomates cortados em rodelas
1 xícara (chá) de maionese
1 colher (sopa) de salsa batidinha
folhas novas de alface
2 colheres (sopa) de molho vinagrete
Modo de fazer
Arrume em uma travessa listras alternadas de ovo e tomate sobre um ninho de folhas de alface. Regue com molho vinagrete. Conserve no refrigerador. No momento de servir despeje sobre sobre a salada a maionese misturada com a salsa batidinha.
História em quadrinhos
Semana passada abriu um novo sebo na cidade onde moro. Fui conhecer e acabei escolhendo alguns livros e um gibi para meu filho mais velho. Quando cheguei em casa, fui surpreendida: “mãe, gibi não, eu gosto de mangá, o HG japonês”. Claro, voltei lá para trocar o gibi do X-men, que achei que faria o maior sucesso por um mangá do Naruto, um herói de quadrinhos japonês que também monopoliza a atenção dos meus filhos (não consigo descobrir o motivo) na TV. Infelizmente meu filho ficou sem o mangá, não tinha no sebo. Fiquei com vontade de saber mais sobre mangás e fui pesquisar. Durante a busca na rede descobrir que a primeira revista a publicar uma história em quadrinhos no Brasil foi a Tico-tico, do jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva, em 1905. A história seguia o modelo francês La Semaine de Suzette, que aqui ganhou o nome de Felismina. Nos anos 30 chegaram ao Brasil os HG norte-americanos com seus super-heróis. Para saber mais, um interessante artigo publicado no site HQ Maniacs (http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=materias&cod_materia=553) escrito por Dandara Palankof e Cruz . Vou publicar apenas a parte 1 do artigo, quem quiser continuar lendo é só entrar no site.
Breve história do nascimento das HQs
Nos 15 primeiros anos da segunda metade do século XIX, houve um grande desenvolvimento da indústria gráfica (jornais, livros, revistas, etc.). Já havia surgido a caricatura, que passou a ser presença constante em publicações diárias ao redor de todo o mundo. Derivada destes desenhos, nas páginas de jornais e revistas, foi que nasceu a grafia desta nova forma de arte narrativa.
Apesar disso, as precursoras das histórias em quadrinhos não podiam ainda ser chamadas como tal, mas possuíam qualidades “quadrinizantes”, por assim dizer. Foi o caso de Max und Moritz, criada por W. Busch em 1865, que contava as traquinagens de dois garotos e que chegou a ser publicada no Brasil, traduzida por Olavo Bilac, com o nome de Juca e Chico. Também é digno de nota La Famille Fenouillard, de autoria do francês Christophe, publicado em 1889.
Nos Estados Unidos, a precursora seria Little Bears and Tigers, de James Swinnerton, surgida em 1892. Mas as maiores contribuições à estrutura formal da narrativa de uma história em quadrinhos viriam com The Yellow Kid (no Brasil, O Menino Amarelo ou O Moleque Amarelo), de R.F. Outcault, em 1897; e The Katzenjammer Kids (no Brasil, Os Sobrinhos do Capitão), de R. Dirks. A primeira incorporou as falas do personagem principal aos quadros da história, no camisolão usado por ele – em suas antecessoras, as falas apareciam em legendas logo abaixo dos quadros. A segunda foi a pioneira no uso do balão como o conhecemos hoje.
Foi então que, na primeira década do século XX, mais exatamente no ano de 1905, surgiu a primeira HQ propriamente dita, que definiu a linguagem de articulação de signos gráficos, visuais e verbais dos quadrinhos. Tratava-se de <a href=”http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=mate
Livros para todas as idades
Novos lançamentos da Editora Salamandra para você.
O Clube das Irmãs
O clube das irmãs revela o calor e o humor (além das briguinhas) de três irmãs, cada qual com sua forte personalidade. Conheça esse simpático clube com apenas três associadas: Alex, de 12 anos, quer ser atriz e já sabe muito bem “fazer drama”; Joey, a caçula, é fanática por lição de casa e pelos Pioneiros da época da colonização dos Estados Unidos; e, bem no meio das duas, Stevie, de dez anos, é a “cola” que mantém todas unidas. Acompanhe as aventuras dessas três irmãs: o jantar que virou um desastre, as brigas por causa de um suéter roubado, a paixão de Alex pelo ator principal da peça escolar…
Sobre Megan Mcdonalds
Megan foi criada na Pensilvânia, nos Estados Unidos, a mais nova de 5 irmãs. Como todos na família tinham talento para contar casos e ela nunca conseguia dar um palpite, resolveu escrever suas próprias histórias. Megan formou-se em literatura infantil e trabalhou em livrarias, bibliotecas e escolas, tornando-se depois escritora em tempo integral. Ela mora na Califórnia, com seu marido Richard.
Ficha técnica
208 páginas
13,5 cm x 18,5 cm
Preço Sugerido: R$ 29,50
Sobre o nenê
Todos os nenês vão adorar este livro, cheio de carinhas espertas, olhos e bracinhos que se movem! Basta puxar uma aba e as carinhas dos nenês ganham vida! Com mecanismos simples, fáceis de manusear, no tamanho exato para dedinhos pequenos, um livro que desenvolve habilidades manuais, enquanto diverte e forma “novíssimos” leitores.
Sobre Zita Newcome
Zita Newcome é uma escritora e ilustradora Americana com muitos livros publicados para crianças pequenas. Segundo ela, desde bebês as crianças adoram o som das rimas e os movimentos do corpo, e que ambos estimulam a imaginação e as deixam muito felizes. Por isso, todos os livros que ela escreve ou ilustra se caracterizam por essas duas coisas, além de serem muito leves e alegres.
Ficha técnica
10 páginas
22 cm x 25 cm
Preço sugerido R$ 27,50
Frankenstein
Victor Frankenstein, cientista de Genebra, é recolhido do gelo pela tripulação de um navio a caminho do polo Norte. Atormentado, conta sua história ao capitão do navio: algum tempo antes, ele conseguira dar vida a uma criatura sobre-humana. Esta, porém, logo espalha o terror à sua volta…
Sobre Mary Shelley
Filha de Mary Wollstonecraft e William Godwin, duas ilustres personalidades do mundo literário, Mary Shelley perde a mãe logo após o nascimento. Sem a atenção do pai, ela cresce em Londres, num ambiente culto e anarquista, e recebe sólida formação cultural. Aos dezesseis anos, foge com o poeta Percy Shelley, casando-se com ele alguns anos depois. Juntos, viajam pela Itália e pela Suíça, onde conhecem Lord Byron. Por causa de uma aposta, Mary, aos vinte anos, escreve Frankenstein, ou O Prometeu moderno (1817). Enlutada pela perda de quatro fi lhos e, depois, pela morte acidental do marido, inicia em 1822 a publicação póstuma das obras dele, ao mesmo tempo em que compõe biografias de escritores italianos. Em 1823, publica Valperga, que desagrada a crítica. Em 1826, lança seu segundo grande romance, O último homem, cuja ação se desenrola em 2073. Mary Shelley passa o resto da vida entre a Inglaterra, a França e a Itália e publica, entre outras obras, dois romances autobiográfi cos: Lodore (1835) e Falkner (1837).
Ficha técnica
142 páginas
22 x 29 cm
Preço sugerido: R$ 39,90
Nova poética, Manuel Bandeira
Vou lançar a teoria do poeta sórdido.
Poeta sórdido:
Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida.
Vai um sujeito,
Sai um sujeito de casa com a roupa de brim branco muito bem engomada, e na primeira esquina passa um caminhão, salpica-lhe o paletó de uma nódoa de lama:
É a vida.
O poema deve ser como a nódoa no brim:
Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero.
Sei que a poesia é também orvalho.
Mas este fica para as menininhas, as estrelas alfas, as virgens cem por cento e as amadas que envelheceram sem maldade. (1949)
Uma receita italiana para transformar dias normais em ocasiões especiais
Coniglio a Senese (receita italiana da região de Toscana)
Ingredientes
1 coelho de ½ kg
40 gramas de bacon
100 gramas de azeitonas pretas
1 cebola pequena
1 cenoura pequena
½ aipo
1 dente de alho
Sálvia e alecrim
1 xícara de vinho branco
Caldo de carne
½ xícara de azeite de oliva extra virgem
Sal e pimenta.
Modo de fazer
Corte o coelho em pedaços. Pique o aipo, cenoura, cebola e alho. Coloque-os em uma panela com óleo. Adicione o bacon e frite. Acrescente os pedaços de coelho (exceto o fígado) e frite em fogo alto. Acrescente a sálvia e o alecrim. Despeje o vinho, acrescente sal e pimenta. Reduzir e continuar o cozimento por cerca de 60 minutos em fogo baixo despejando o caldo quente por cima dos pedaços quando necessário. Acrescente ao cozido o fígado de coelho em pedaços e tire os pedaços restantes (exceto o fígado). Deixe cozinhar por 5 minutos. Tire o molho da panela, incluindo o fígado e bata no liquidificador. Devolva à panela. Coloque novamente os pedaços de coelho e cozinhe por mais dez minutos. Acrescente as azeitonas com um pouquinho de caldo de carne. Sirva.
Cenouras
Minha filha detesta cenoura. Nem sempre foi assim. Houve um tempo em que a cenoura coloria seu prato e sua presença nas refeições não invadia meu espaço sonoro irritantemente. Mas veja só, de bolo de cenoura ela gosta, até da massa crua, que fica esperando impaciente para raspar da vasilha onde preparo o doce. Tudo tem seu preço, o bolo de cenoura é um dos mais calóricos (contando com a imprescindível cobertura de chocolate). Fui procurar uma alternativa para diminuir estas calorias, mas não encontrei. O que encontrei em meu caderno de receitas foi este bolo de cenouras e amêndoas (infelizmente não anotei a fonte). É simplesmente maravilhoso. De vez em quando liberar geral só faz bem, então faça isso com este bolo.
Bolo de cenoura e amêndoas
Ingredientes
300 g de cenouras
4 ovos (claras e gemas separada
200 g de açúcar
1 sachê de açúcar aromatizado com baunilha
Casca raspada de ½ limão ou de ½ laranja
2 colheres de suco de limão
300 g de amêndoas moídas
65 g de farinha
2 colheres de chá de fermento em pó
Uma pitada de sal
150 g de açúcar em pó
Modo de fazer
Limpe, lave as cenouras e rale-as muito finas. Misture as gemas, o açúcar, o açúcar baunilhado, a raspa de laranja e 2 colheres de suco de limão até a massa ficar fofa e cremosa. Adicione as cenouras e misture. Peneire as amêndoas, a farinha, o fermento em pó e o sal e junte-os à massa. Coloque a massa numa forma de bolos funda, de 24 cm de diâmetro, forrada com papel manteiga. Asse em forno pré-aquecido a 180º-200ºC durante 40 minutos. Retire imediatamente da forma e espere esfriar antes de servir.
Brincadeira
A Mônica, minha amiga de Brasília que me mandou o teste, é formiga, meu filho é coruja e eu sou águia. E você? Um momento de bobeira do Maçã do Amor para começar a semana com leveza. Nem sempre a melhor saída é levar tudo a ferro e fogo, é preciso brincar, afinal tudo não passa de uma grande brincadeira, de uma pegadinha do destino, sempre. O teste: Que bicho você é? O homem sempre esteve integrado à natureza. Os animais representam nosso conjunto de potencialidades e instintos, que, ao serem assimilados, viram dons especiais. Responda às perguntas e descubra o bicho que há dentro de você!
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