Panic at the Disco é uma banda de Rock Alternativo dos Estados Unidos com influências teatrais, suas letras tratam de diversos assuntos. Formada em Las Vegas, Nevada em 2005. A canção mais famosa é “I Write Sins Not Tragedies”, a qual foi premiada o VMA de Vídeoclipe do Ano em 2006. Nesta mesma premiação, em 2008, o clipe de Nine In The Afternoon foi indicado para concorrer como Melhor Vídeo Pop.
História
Tudo começou quando Ryan Ross pediu uma guitarra aos pais de presente, enquanto Spencer Smith pedia ao seus pais uma bateria “Na verdade, naqueles primeiros anos, tudo o que fizemos foram covers do Blink-182“, lembra Spencer. Cansados de fazer covers, a banda recrutou os colegas Brent Wilson e Brendon Urie para o baixo e guitarra.Houve mudanças quando aconteceu uma apresentação da banda na escola, a qual Brendon participava. Brendon cantou, e os outros integrantes ouviram sua voz e a acharam brilhante. Convocaram-no então, para ser o vocalista. Com a última arrumação feita, a recém-nascida Panic! At The Disco começou a praticar na sala de estar da avó de Spencer e a compôr as músicas que iriam eventualmente colocá-los no caminho para o álbum “A Fever You Can’t Sweat Out“.
Com o talento para instrumenteção experimental e letras discretamente acatadoras, eles colocaram suas músicas no site MySpace, e não foi muito depois que a banda despertou o interesse de Pete Wentz, baixista da banda Fall Out Boy, que apresentou a banda a Decaydance/Fueled By Ramen, um selo com espaço para novos talentos. “Nós nos achamos com a Decaydance e eles entenderam o que nós queríamos fazer como banda”, explica Ryan. “Eles nos deram muita liberdade para fazer o que nos fazia feliz com a nossa música”.
Mais tarde, após assinar o contrato, as coisas ficaram sérias e começaram a andar muito rapidamente. Spencer e Brent terminaram a escola por ensino à distância; Brendon tinha aulas durante o dia, praticava durante a noite e passava com muito esforço em seu último ano escolar. Ryan, decidiu abandonar a faculdade no fim de seu primeiro ano, causando uma grande discordância com sua família. “Quando contei ao meu pai que queria parar de estudar e escrever músicas, ele não gostou. Foi uma batalha entre eu fazer o que me fazia feliz e o que fazia ele feliz”.
Os quatro amigos então fizeram as malas, saíram de casa e foram para College Park, em Maryland, para gravar o álbum de estréia com o famoso produtor Matt Squire, que já trabalhou com Thrice e The Receiving End Of Siren. Algumas bandas passam toda a sua carreira apenas esperando fazer um álbum tão complexo, coesivo e criativo quanto A Fever You Can’t Sweat Out. Não o Panic! At The Disco: eles trabalharam para conseguir logo na primeira tentativa.“Nós não queríamos fazer um álbum que tivesse 11 faixas da mesma música,” explica Ryan. Para ter certeza de que isso não aconteceria, a banda teve o conceito de dividir o álbum em duas partes: a primeira sendo futurista, cheia de bateria elétrica e sintetizadores, e a segunda sendo nostálgica, cheia de pianos vaudeville e acordeões. “Eram dois extremos de influências sendo colocados um ao lado do outro: temos a música mais eletronica no álbum e também temos a mais antiga e fora de moda.” A banda pegou certos ponto de suas maiores – no entanto não visíveis – influências: a estrutura melódica do Third Eye Blind, intrumentação teatral Real e as vívidas e narrativas letras do Counting Crows. “Você não ouviria nosso cd e diria, ‘hmmm, esses caras são influencidos por Fleetwood e Counting Crows’, mas essas são as nossas bandas favoritas,” insiste Spencer.
A banda se tornou grande no PureVolume, ficando continuamente no Top 10 de bandas contratadas, e no MySpace, ficando em primeiro na parada indie, e quando voltaram a Las Vegas depois de gravar, realizaram uma apresentação na cidade-natal – na verdade a primeira ao vivo da banda e mais de duzentas pessoas apareceram. Os pais do garotos, especialmente os de Ryan, perceberam que a banda era mais que um hobby e viraram membros de carteirinha da banda.
Em maio de 2006, Brent Wilson saiu da banda. Ele insistiu ter sido expulso da banda sobre a questão do dinheiro ter subido a cabeça dos outros 3 integrantes da banda. Mas,a banda anunciou que o motivo da saída de Brent foi por motivos musicais,na qual Spencer Smith afirmou para a imprensa “Tomamos a decisão baseados na falta de responsabilidade de Brent e o fato de que ele não esta progredindo musicalmente. Brent não escreveu nenhuma parte de baixo no álbum. Brent não gravou uma nota de baixo no álbum. Brendon e Ryan escreveram todas as partes de baixo e Brendon gravou todas as partes de baixo. Tivemos que simplificar algumas das partes de baixo que foram gravadas porque Brent não conseguia tocá-las ao vivo”. Com a saida de Brent Wilson, os integrantes do Panic! resolveram convidar Jon Walker para ser o novo baixista da banda.
Os integrantes são oriundos de Belleville e Kearny, Nova Jérsei, exceto pelo baterista Bob Bryar, que é de Chicago, Illinois. O nome da banda foi idéia do baixista Mikey Way, que retirou-o do livro “Ecstasy: Three Tales of Chemical Romance” de Irvine Welsh.
My Chemical Romance assinou um contrato com a gravadora Reprise Records em 2003 e começou a trabalhar em seu segundo álbum, Three Cheers for Sweet Revenge, lançado em 2004, e que rendeu ao grupo um disco de platina um ano depois( venda de mais de 2 milhões de copias). É considerado um álbum conceptual, uma continuação de uma das músicas do primeiro álbum da banda, Demolition Lovers, que conta a história de um casal fora-da-lei morto em um tiroteio. Ele acaba no Purgatório, e o único meio de chegar até ela é voltar a Terra e matar mil homens maus. Do álbum resultaram três singles, I’m Not Okay (I Promise), Helena e The Ghost of You.
Desde o lançamento, eles mostraram a importância do Vans Warped Tour, foram destaque do primeiro Taste of Chaos Tour e também abriram a apresentação de Green Day na turnê American Idiot. Em 2005 foram destaque do Vans Warped Tour 2005, e também de sua primeira turnê com o Alkaline Trio. My Chemical Romance e The Used trabalharam juntos em um cover de “Under Pressure“, que foi lançada em impressões posteriores do álbum In Love and Death, do The Used. A canção foi gravada para um álbum que tinha como objetivo arrecadar fundos para ajudar as vítimas do Tsunami de 2004.
Mudanças com The Black Parade (2006)
Em 21 de Março2006 a banda lançou o DVDLife on the Murder Scene, que inclui dois volumes sobre a história da banda e um álbum ao vivo. A obra foi adiada duas vezes, primeiro surgiram rumores de que seria lançado em 8 de Novembro de 2005 e foi adiado para 7 de Fevereiro de 2006, mas foi adiado novamente para a data em vigor atualmente. Ele contém aproximadamente 4h30min de informações sobre a banda, making offs, videoclipes e apresentações ao vivo, além de entrevistas com pessoas que tiveram contato com a banda, incluindo produtores, cantores de outras bandas e amigos, entre outros.
A banda também esteve trabalhando em seu terceiro álbum, intitulado The Black Parade, que foi lançado dia 24 de Outubro de 2006. A banda começou a gravar o álbum em 10 de Abril do mesmo ano, com Rob Cavallo (que produziu todos os álbuns da banda Green Day desde Dookie com exceção de Warning).[1]The Black Parade conta a história de um homem à beira da morte no hospital, morrendo de cancro (câncer) e recordando a sua vida, iniciando pela época em que era criança, quando o pai o levou em um desfile negro, mas dizem outras fontes também que foi ideia de Gerard que a morte ou ceifeiro da morte nos vinha buscar num desfile negro. O título seria também o alter-ego dos integrantes da banda.
Recentemente a banda já apresentou em concerto canções como Dead, I Don’t love you e Cancer, entre outras. O novo single já está em rodagem pelas televisões do mundo fora. Welcome to the Black Parade foi retirado do novo álbum e introduz também o novo visual da banda representando os seus alter-egos. A canção já foi inclusive apresentada no pré-espetáculo do VMA2006. No videoclipe da canção, o vocalista Gerard Way tingiu o seu cabelo preto de branco/loiro e o encurtou. O baixista Mikey tirou os óculos. Começou também o Skeleton Crew, um coro de pessoas vestidas de esqueleto que acompanham a banda na sua parada negra. A banda também editou o seu disco em vinil com os B-sides, como “Famous Last Words” e “Welcome to the Black Parade” em versão Live e “Heaven Help Us”, “Kill All Your Friends” e My Way Home Is Through You”.
Em entrevistas Gerard Way, falou que tomariam um merecido e verdadeiro descanço e disse que poderiam passar anos para o lançamento do próximo disco.
Em 24 de setembro de 2007, se fala que o grupo pretende lançar mais singles do álbum The Black Parade e que estes vídeos seram dirigidos por Gerard Way. Se planeja que o próximo single seja Mama, mas ainda não há uma data concreta para o lançamento.
No concerto de 4 de outubro de 2007 em Monterrey, México no Auditorio Coca-Cola, Way retomou com a apresentação do Paciente. O grupo se destacou com as canções “Mama” y “Famous last words”, em quais apresentam um espetáculo com fogo muito bem realizado. No final Way expresou em perfeito espanhol: “¡Gracias México, gracias Monterrey!”.
Dias depois, ouve boatos que em 2008 lançariam seu segundo DVD, titulado The Black Parade Is Dead!, que conterá o concerto feito em 7 de outubro na Cidade do México, no Palacio de los Deportes e um show em Maxwell’s. Foi lançado dia 1 de Julho de 2008.
Próxima página… O seguinte passo (2009)
Em dezembro de 2008, Mikey Way, baixista da banda, afirma que o próximo álbum não seguirá a linha conceitual e que será uma grande surpresa, até mesmo para os integrantes.
“Já fizemos três discos conceituais, então, que o próximo… não quero pensas em uma história definida.“, disse Mikey.
“Escrevemos canções que soam como Rick Springfield, umas semana depois, se transformaram em algo como Children of Bodom. Sei que será um grande disco, só não sei como vai soar. Iremos nos surpreender tanto, quanto todo mundo.“, completou.
Em 27 de Janeiro de 2009, a banda lançará um single/cover do Bob Dylan, Desolation Row. Zack Snyder, direto do filme Watchmen, produção baseada na celebrada HQ de Alan Moore, confirmou que esse single irá para a trilha sonora do filme.
Susylitz é o nome da concorrente lusa mais votada numa grande operação no MySpace para eleger a “fã mais bonita dos Tokio Hotel”. A jovem está quase a subir ao importante trono daquele que foi um dos cultos mais visíveis em Portugal (e no mundo) no ano que passou.
O concurso foi lançado por uma admiradora conterrânea do vocalista sensação Bill Kaulitz e está na reta final.
Os resultados oficiais serão lançados amanhã, 22 de Janeiro, mas tudo indica que o título virá para solo nacional: a jovem portuensa de 24 anos, que pode ver na foto em baixo, vai num primeiro lugar destacado com 107 votos.
1º lugar Susylitz, 24 anos, do Porto
O objetivo, já se sabe, é “chamar a atenção da banda”. Na declaração de intenções a impulsionadora do galardão, de que sabe apenas que tem 19 anos, está solteira e é do signo Virgem, escreveu: “isto é um concurso para escolher a fã mais bonita dos Tokio Hotel. Não importa o país ou idade, participa!”.
A mecânica de participação era simples e convenceu 75 jovens (podes ver aqui as fotos) a submeter a sua fotografia a concurso; quatro são portuguesas. Para votar só tem de enviar uma mensagem com o nome da sua preferida.
A favorita Susylitz está a gerar grande polémica na rede social MySpace. Páginas alegadamente falsas em que se defende que a portuguesa e o vocalista são a mesma pessoa e as parecenças com o músico renderam-lhe já 19223 amigos , número impressionante para uma página assinada por uma pessoa desconhecida.
Nos Estados Unidos está acontecendo uma campanha ENORME dos fãs de Twilight para que a canção ‘Need’ da cantora Hana Pestle seja o tema de New Moon.
Vocês sabem que é dificil ganhar os fãs assim tão facilmente, porque sempre queremos o melhor para nossa saga, né? Mas pelo jeito a música da Hana tem feito isso.
Hana Pestle tem 19 anos, não é tão conhecida (ainda), e é absolutamente apaixonada pela saga. Ela escreveu a letra da música ‘Need’ quando tinha 14 anos e vendo que se encaixava com toda a história de Lua Nova, ela resolveu divulgar a música para que os fãs apreciassem e apoiassem para que fosse o tema de New Moon.
——————————————————
Grace: Oi Hana, é muito legal da sua parte falar conosco sobre toda essa campanha. Escutei sua música e vi toda a mobilização para tê-la como parte da trilha do filme, e o que mais me surpreendeu foi quanto apoio você está recebendo dos fãs da saga, porque somos bem chatinhos para escolher.
Hana: (Risos)
G: Então, antes de tudo, nos fale um pouco de você, sua carreira e tudo isso.
H: Ok, meu nome é Hana Pestle e sou uma cantora e compositora natural de Billings, Montana. Tenho 19 aninhos e acho que minha música “Need” seria perfeita para o próximo filme, ‘New Moon’. (risos)
G: E você também é fã da série, né? Qual o seu livro favorito dentre os 4?
H: Sim. Nossa, sou uma fã ardorosa de Twilight. Eu li os livros tão rapidamente… foi algo além do natural. Eu amei Twilight e Breaking Dawn. Mas na verdade eu amo TODOS, muito mesmo.
G: Igual a mim, então, não tem nem como escolher (risos). Você tentou se envolver na trilha sonora para o primeiro filme? Ou só imaginou sua música fazendo parte de Lua Nova?
H: Na verdade eu não comecei a ler os livros até uns meses antes de o filme sair, então não tentei. Mas eu comecei a pensar sobre minha música para New Moon logo que terminei de ler o livro.
G: E o que você achou do primeiro filme, como fã?
H: AMEI o filme. Eu sou um pouquinho obcecada com o Robert Pattinson (risos). Eu acho que eles fizeram um bom trabalho com o filme. Claro que não foi bom como o livro, porque adaptações raramente são. (risos).
G: E como essa campanha está indo para você? A resposta dos fãs e todo o resto?
H: Está sendo INCRÍVEL. Realmente não esperava uma resposta tão maravilhosa dos fãs de Twilight. Minha música, no meu Myspace, foi de cerca de 1.000 execuções ao dia para ao mínimo 20.000 ao dia. Eu me sinto muito sortuda.
G: Você tentou conversar com o pessoal responsável pela parte musical da sequência?
H: Sim! Meu agente também representa o Collective Soul, que teve uma música na trilha de Twilight. Então, ele conhece o supervisor musical que escolheu as músicas pro filme. Ela também estará trabalhando em New Moon e meu agente vai se encontrar com ela em breve!
G: É como aconteceu com o Paramore, né? Com a Hayley sendo fã também, e indo atrás para colocar ‘Decode’ no filme, e ela conseguiu. E todo mundo amou a música.Você se ve indo pelo mesmo caminho?
H: Tenho esperanças de ter minha música na trilha sonora! Seria um sonho realizado. Terei que trabalhar duro para chegar lá também.
G: E você teve chance de encontrar alguém do elenco?
H: Não! Quem dera. Robert Pattinson!!! (risos)
G: Tenho que perguntar Hana: Time Edward ou Time Jacob? (risos)
H: Time Edward com certeza!!! (risos) Também amo Jacob, mas fala sério, Edward é PERFEITO.
G: Oba, então está no meu time! Última pergunta: você pode falar alguma coisa pro pessoal que é fã da série lá no Brasil? É a chance de tentar ganhar eles para o seu lado. (risos)
H: Haha. MUITO OBRIGADA! Espero que possa ir lá e fazer um show no seu país. Seria um prazer enorme conhecer a todos vocês!!!
G: Nossa, você foi um amor de ter falado conosco.Valeu mesmo e vamos ver o que o pessoal acha da sua música. Muito obrigada Hana, e se você conseguir encaixar sua música na trilha, venha conversar comigo novamente, ok?
H: Muito obrigada a você. Também foi super legal falar com você! E pode deixar que se tiver ‘Need’ em New Moon, apareço para te falar do projeto!
G: Perfeito. Tchau Hana e valeu por ter dado esse tempinho para falar comigo.
Por mais que ela sempre seja protagonista de escândalos nada positivos, dessa vez Amy Winehouse teve uma atitude bem bacana. A cantora inglesa ajudou a salvar uma turista que se afogava no mar do Caribe, segundo o site do tabloide The Sun.
Amy resgatou a turista Louise Williams, que foi jogada do barco em que estava por uma onda, na direção das pedras da praia.
Em declaração ao jornal, Williams disse que se surpreendeu com o carinho da cantora.
“Ela me ajudou. Uma onda grande me tirou do barco, eu voei e bati em uma pedra”.
“Amy estava na praia a 20 metros de distância. Ela correu imediatamente em minha direção e disse: ‘Vamos dar uma olhada em você’. Ela me pegou e me levou até os chuveiros, e ficava me perguntando constantemente: ‘Você está bem’? Isso mostra que ela tem um outro lado”, disse Williams.
Nesta quinta-feira (22), a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas divulgou os indicados à 81ª edição do Oscar.
Neste ano, todos os olhares estarão voltados para o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante, pois um dos indicados é Heath Ledger - morto há exatamente um ano - por sua participação em Batman – O Cavaleiro das Trevas, como o vilão Coringa.
Vale lembrar que, até agora, apenas um ator ganhou uma estatueta após sua morte: Peter Finch, por Network, em 1976.
Neste ano, o longa O Curioso Caso de Benjamin Button, com Brad Pitt, lidera a disputa com 13 indicações. Seguido por Quem Quer Ser Um Milionário?, com 10 indicações, Batman e Milk levaram oito indicações.
A cerimônia, apresentada por Hugh Jackman, será realizada dia 22 de fevereiro, no Teatro Kodak, em Hollywood.
Veja os principais indicados:
Frost/Nixon
O Curioso Caso de Benjamin Button
O Leitor Milk – A Voz da Igualdade
Quem Quer Ser Um Milionário?
Melhor Ator
Brad Pitt
Sean Penn
Frank Langella
Mickey Rourke
Richard Jenkins
Melhor Atriz
Meryl Streep
Anne Hathaway
Kate Winslet
Angelina Jolie
Melissa Leo
Melhor Ator Coadjuvante
Josh Brolin, por Milk – A Voz da Igualdade
Robert Downey Jr., por Trovão Tropical
Philip Seymour Hoffman, por Dúvida
Michael Shannon, por Foi Apenas Um Sonho
Heath Ledger, por Batman – O Cavaleiro das Trevas
Melhor Atriz Coadjuvante
Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona
Viola Davis, por Dúvida
Amy Adams, por Dúvida
Taraji P. Henson, por O Curioso Caso de Benjamin Button
Marisa Tomei, por O Lutador
Melhor Diretor
O Leitor, Stephen Daldry
O Curioso Caso de Benjamin Button, David Fincher
Quem Quer Ser Um Milionário?, Danny Boyle Milk – A Voz da Igualdade, Gus Van Sant
Frost/Nixon, Ron Howard
Melhor Filme Estrangeiro
Valsa com Bashir The Baader-Meinhof Complex Entre Les Murs Departures
Revanche
Melhor Filme de Animação
Kung Fu Panda
Wall-E
Bolt – Supercão
Melhor Roteiro Adaptado
Dúvida
Quem Quer Ser Um Milionário?
O Curioso Caso de Benjamin Button
Frost/Nixon
O Leitor
Milk – A Voz da Igualdade
Wall-E
Na Mira do Chefe
Simplesmente Feliz
Rio Congelado
Melhor Fotografia
A Troca, Tom Stern
O Curioso Caso de Benjamin Button, Claudio Miranda
Batman – O Cavaleiro das Trevas, Wally Pfister
O Leitor, Chris Menges e Roger Deakins
Quem Quer Ser Um Milionário?, Anthony Dod Mantle
Melhor Direção de Arte
O Curioso Caso de Benjamin Button, Donald Graham Burt, Victor J. Zolfo
A Troca, James J. Murakami, Gary Fettis
Foi Apenas Um Sonho, Kristi Zea, Debra Schutt
Batman – O Cavaleiro das Trevas, Nathan Crowley
A Duquesa, Michael Carlin, Rebecca Alleway
Melhor Figurino
Austrália, Catherine Martin
O Curioso Caso de Benjamin Button, Jacqueline West
A Duquesa, Michael O’Connor Milk – A Voz da Igualdade, Danny Glicker
Foi Apenas Um Sonho, Albert Wolsky
Melhor Documentário em longa-metragem
The Betrayal (Nerakhoon), Ellen Kuras, Thavisouk Phrasavath Encounters at the End of the World, Werner Herzog, Henry Kaiser The Garden, Scott Hamilton Kennedy Man on Wire, James Marsh, Simon Chinn Trouble the Water, Tia Lessin, Carl Deal
Melhor Documentário em curta-metragem
The Conscience of Nhem En, Steven Okazaki The Final Inch, Irene Taylor Brodsky, Tom Grant Smile Pinki, Megan Mylan The Witness – From the Balcony of Room 306, Adam Pertofsky, Margaret Hyde
Melhor Montagem
O Curioso Caso de Benjamin Button, Kirk Baxter e Angus Wall
Batman – O Cavaleiro das Trevas, Lee Smith
Frost/Nixon, Daniel P. Hanley e Mike Hill Milk – A Voz da Igualdade, Elliot Graham e Gus Van Sant
Quem Quer Ser Um Milionário?, Chris Dickens
Melhor Maquiagem
O Curioso Caso de Benjamin Button
Batman – O Cavaleiro das Trevas Hellboy 2
Melhor Trilha Sonora original
O Curioso Caso de Benjamin Button, Alexandre Desplat Defiance, James Newton Howard Milk – A Voz da Igualdade, Danny Elfman
Quem Quer Ser Um Milionário?, A.R. Rahman Wall-E, Thomas Newman
Melhor Canção
Wall-E, com Down to Earth
Quem Quer Ser Um Milionário?, com Jai Ho
Quem Quer Ser Um Milionário?, com O Saya
Melhor Curta-Metragem de Animação
La Maison de Petits Cubes, Kunio Kato Lavatory – Lovestory, Konstantin Bronzit Oktapodi, Emud Mokhberi, Thierry Marchand Presto, Doug Sweetland This Way Up, Alan Smith, Adam Foulkes
Melhor Curta-Metragem
Auf der Strecke (On the Line), Reto Caffi Manon on the Asphalt, Elizabeth Marre, Olivier Pont New Boy, Steph Green, Tamara Anghie The Pig, Tivi Magnusson, Dorte Høgh Spielzeugland (Toyland), Jochen Alexander Freydank
Melhor Edição de Som
Batman – O Cavaleiro das Trevas, Richard King
Homem de Ferro, Frank Eulner, Christopher Boyes Wall-E, Ben Burtt, Matthew Wood
Quem Quer Ser Um Milionário?, Tom Sayers
Procurado, Wylie Stateman
Melhor Mixagem de Som
O Curioso Caso de Benjamin Button
Batman – O Cavaleiro das Trevas
Quem Quer Ser Um Milionário? Wall-E
Procurado
Melhores Efeitos Visuais
O Curioso Caso de Benjamim Button
Batman – O Cavaleiro das Trevas
Homem de Ferro
Eu posso dizer com exclusividade que a estrela de 14 anos – ela faz 15 em 23 de fev – está em negociações para fazer Jane em New Moon, a sequência para o mega hit Twilight.
“Não houve testes.” uma fonte revela. “Eles apenas ofereceram o papel de cara à ela, e agora eles estão negociando. Eles estão conversando de lá pra cá.”
Na notícia sobre casting que conseguimos no inicio do mês, Jane é descrita como uma loira pequena com uma “cara de anjo Boticelli…e íris vermelhas.”
Coincidentemente (ou talvez não), uma petição feita por uma fã de Twilight já pediu ao estúdio, Summit Entertainment, para escolher Fanning porque ela seria perfeita para o papel.
O diretor Chris Weitz deve começar as gravações de New Moon em março nos Estados Unidos e Itália. Se tudo sair como o esperado, o filme sairá nos cinemas 20 de novembro.
Linkin Park é uma banda de rock dos Estados Unidos formada em 1996 em Agoura Hills, Califórnia. Desde a sua formação em 1996, a banda já vendeu mais de 50 milhões de álbuns e ganhou dois Grammy Awards. Eles tiveram o sucesso alcançado com o seu álbum de estréia, Hybrid Theory, que foi certificado pela RIAA como Disco de Diamante em 2005.O álbum seguinte, Meteora, continuou o sucesso da banda, com o topo no gráfico de álbuns da Billboard 200 em 2003, e foi seguido por um extenso trabalho de caridades e de turnês em todo o mundo.
O último álbum de estúdio Minutes to Midnight atingiu a Billboard Charts e teve a terceira melhor estréia na semana de qualquer outro álbum e foi o álbum mais vendido no mundo em 2007. Eles também são conhecidos por suas várias colaborações, mais notavelmente com o rapper Jay-Z no seu álbum Collision Course, e muitos outros artistas em Reanimation
História
O início
A banda teve início com Mike Shinoda e Brad Delson, que se conheceram no ensino médio, e se tornaram amigos, e ambos expressaram o desejo de formar uma banda. Xero (pronúncia: “Zirou”) foi o primeiro nome da banda Linkin Park, formada em 1996, antes da entrada do vocalista Chester. A partir daí, começaram a gravar o primeiro material da banda, o homônimo Xero.
A banda gravou essa tape para tentar contrato com uma gravadora, o que não veio a acontecer. Hoje a versão original desse tape vale fortunas. Então, um tempo depois juntaram-se á banda: Joe Hahn, que estudava com Mike na Pasadena Art College of Design, junto com David “Phoenix” Farrell, que era colega de quarto de Brad na UCLA, Rob Bourdon, que estudou com Mike e Brad na escola secundária, e Mark Wakefield, um colega de Mike. Então a formação de Xero era: Mike Shinoda (vocal); Mark Wakefield (vocal); Joe Hahn (DJ); Phoenix (baixo); Brad Delson (guitarra); e Rob Bourdon (bateria).
Phoenix deixou a banda por um ano, para participar de uma turnê com a sua banda antiga, o The Snax. Por isso, não participou de Hybrid Theory EP. A princípio era só diversão, mas começaram a chamar atenção de um público restrito. Só que as gravadoras não prestavam muita atenção neles, então resolveram que para continuar deveriam fazer umas mudanças. Mark, por motivos pessoais, teve de deixar a banda, mas continua sendo grande amigo da banda. Nessa época, Chester Bennington estava no Arizona, onde nascera, e cantava em uma banda chamada Grey Daze, que começava a crescer de popularidade no local.
Por isso, ele contratou um advogado em Los Angeles para representa-lo frente a vários selos. E esse advogado soube que o Xero estava em busca de um vocalista, e mandou uma demo da banda para Chester. Era 20 de Março de 1999. Já no dia seguinte recebeu um pacote, algumas das gravações com vocal e outras instrumentais. Em três dias ele gravou e regravou, e então ligou para os integrantes do Xero, que ouviram as gravações primeiramente pelo telefone. Os integrantes do Xero mandaram-lhe ir a Los Angeles imediatamente. Chester viajou no dia seguinte. A banda ficou surpresa com a potência da voz de Chester Bennington.
Depois que ele se uniu à banda, eles mudaram o nome para Hybrid Theory, mas tiveram que mudar novamente por problemas legais. Problemas esses, que eram pelo fato de já existir uma banda com esse nome. O nome definitivo, Linkin Park, é uma adaptação de Lincoln Park, que é uma vizinhança onde os desabrigados costumavam ir. A mudança da grafia aconteceu porque o domínio da internet já existia e era muito caro. Concentraram-se em criar demos para enviar às gravadoras. A Warner Music os contratou logo em seguida. Esse nome seria bem conhecido a partir dali.