Já ouviu falar no Com8s? É uma rede colaborativa, criada pela Foresee Solutions, que pretende aproximar e facilitar a relação entre aluno e professor.
O Com8s é uma plataforma que promove canais de comunicação e reúne diversos aplicativos web em um único lugar. A proposta é um trocadilho com a palavra inglesa “comates”, que significa colegas.
O conceito do produto foi criado por professores e sócios que, através de estudos e vivências pessoais no meio acadêmico, identificaram uma oportunidade no desenvolvimento de soluções específicas para a área de educação. A nova ferramenta, disponibilizada gratuitamente pela internet, objetiva o aperfeiçoamento da comunicação entre estes educadores e estudantes, de maneira simples e prática, mesmo quando não estiverem presentes em sala de aula.
Após criar um perfil no sistema, é possível que o usuário classifique contatos por grupos e adicione conteúdos para cada grupo especificamente. Um professor que ministra diversas disciplinas pode ter um grupo para cada matéria, neste grupo pode adicionar seus alunos e disponibilizar conteúdos para eles.
Além destes recursos, os usuários podem contar com ferramentas de chat, fórum e vídeo conferências com um ou mais contatos. É um olhar diferente para a geração Y. É o conceito 2.0 no relacionamento entre aluno e professor.
No Com8s, os usuários possuem dois ambientes virtuais: um individual, chamado I-space, que permite armazenar informações e dados pessoais, e outro compartilhado, o Co-space, onde é possível convidar outros colegas, formar grupos, intercambiar conteúdos e editar informações em tempo real. Desta forma, tanto o professor que utilizar este aplicativo, quanto seus alunos, poderão usufruir de inúmeras funcionalidades, como:
- Arquivos: espaço virtual de armazenamento, compartilhamento, download e upload de arquivos;
- Calendário: possibilita organizar e compartilhar compromissos em diferentes agendas;
- Discussões: através da ferramenta o usuário cria discussões de um determinado assunto ou tema entre os usuários;
- Reuniões: ferramenta onde o usuário se comunica com outro através de áudio ou vídeo conferencia;
- Mensagens: ferramenta que permite ao usuário receber e gerenciar mensagens com outros usuários;
- Formulário: permite a criação de provas, pesquisas, enquetes e formulários personalizados;
- Bate-papo: permite a troca de mensagens entre usuários em tempo real;
- Notícias: permite receber e organizar feeds RSS/Notícias.
Colabore: Com as mudanças tecnológicas, principalmente a colaboração, surgiram novas oportunidades e possibilidades de produzir informação, conhecimento e cultura. No Com8s, você colabora criando grupos de discussão, compartilhando arquivos e ideias, participando de pesquisas e enquetes, interagindo através de áudio e vídeo conferências. É você quem cria seu grupo e dá a sua opinião.
Usabilidade: Uma das palavras chave hoje é usabilidade, que se refere à experiência do usuário quando ele interage com o aplicativo.No Com8s você aprende rapidamente a explorar todas as suas possibilidades. Aqui você pode interagir com diversos grupos de usuários de forma simples e rápida, realizando uma experiência única.
Convergência: No Com8s você pode compartilhar e colaborar com seus grupos e colegas, trocando informações e documentos, a qualquer momento e de qualquer lugar, por meio da centralização de diversas ferramentas em um único local. Aqui você pode promover discussões em grupo, realizar tarefas e avaliações, criar pesquisas, enquetes e formulários personalizados, fazer download e upload de arquivos e compartilhá-los, receber e gerenciar mensagens e notícias, comunicar-se através de áudio e vídeo conferência, e muito mais.
Disponibilidade: Imagine qualquer um, poder fazer qualquer coisa, em qualquer lugar, a qualquer momento. No Com8s, você pode desenvolver atividades pessoais ou profissionais ao mesmo tempo, em qualquer lugar, diretamente de seu computador ou qualquer outro dispositivo que venha a surgir que possibilite o acesso a internet.
Segurança: A segurança é um dos principais diferenciais do Com8s. Você pode compartilhar seus arquivos com os usuários e grupos que deseja, definindo os níveis de permissão que cada um pode ter, de forma rápida, fácil e segura.
Compatibilidade: A arquitetura e plataforma do Com8s foram desenvolvidas dentro dos mais modernos conceitos de usabilidade e compatibilidade. Está acessível para você bastando estar conectado à internet através dos principais navegadores e sistemas operacionais.
Siga o Com8s no Twitter e fique por dentro das novidades!
Tem uma conta no Twitter? Então tem din din virtual prá sair operando na “bolsa virtual do Twitter”! Tô pagando!!! Sim, no mundo online é um dos tops da semana!
No Buytter você pode comprar o Twitter de alguém. Basicamente é isso. Todas as pessoas que estão no Twitter estão à venda no Buytter. Você começa com uma pequena quantia de dólares, US$ 1 mil, de brincadeirinha, tipo banco imobiliário, e usa estes dólares para comprar outras pessoas. Todos começam valendo US$ 200, e você além de “comprar” também pode ser “comprado”. Quando você compra uma pessoa, a próxima pessoa vai ter que comprá-la de você por um preço 10% maior que o que você pagou. E assim você vai lucrando. E esse é o objetivo do jogo, faturar comprando e vendendo perfis do Twitter. Quanto mais as pessoas vão sendo negociadas mais caras elas vão ficando, e mais você vai ganhando quando as vende.
Segundo a VEJA “Na lógica do comércio de pessoas, o internauta acumula mais ou menos dinheiro dependendo das personalidades que ele compra. Ao conseguir adquirir um Barack Obama por R$ 136.503, a chance de enriquecer é maior, já que poderá vendê-lo por mais do que isso. Já ao comprar uma Yoko Ono, que ontem valia R$ 872, correrá o risco – em se tratando da mulher acusada de destruir a carreira dos Beatles – de ficar com uma ‘peça encalhada’.”
Além de sair comprando todo mundo, no Buytter você também pode fazer outras coisas como enviar um presente, dar um beijo em alguém e outras coisas que você vai conferir acessando o site.
Encontrei o Guia Buytter, em que @nigelgoodman dá diversas dicas de como faturar com este joguinho, é uma guia bem interesante e divertido. No Guia ele aconselha que é preciso “observar a liquidez do perfil negociado”, ressalta; “Compre sempre pessoas muito negociadas. O seu alvo é comprar um perfil e vendê-lo o mais rápido o possível.” e arremata: “Lembre-se: famosos, casais e patricinhas. É a ordem do sucesso.”.
Aqui entra meu lado RP, se a empresa, organização, optou por entrar na comunicação 2.0, é importante monitorar o Buytter, mais do que usar ‘ferramentas’ para conseguir seguidores, é importante acompanhar o ‘amor’ ou ‘desamor’ que o público dá à marca. A experiência e relacionamento com a empresa podem refletir no ‘valor’ que a “@empresa” será comercializada no Buytter. Acredito que vale ficar atento! Sempre!
Segundo Raquel Recuero, pesquisadora da PUC e coautora da maior pesquisa sobre o Twitter feita no Brasil, para o Jornal da Tarde, “O Twitter enche a caixa de mensagens. E a toda hora você fica recebendo ‘fulano lhe comprou’, ‘agora você está com tantos reais’. Isso cansa”. Então é bom tomar cuidado, use com moderação, ninguém curte flood.
Vanessa Nunes, repórter e colunista de tecnologia do jornal Zero Hora, postou a dica: “dá pra bloquear o seu perfil lá, aí ninguém pode te comprar. É só fazer o login e, ao acessar a página com o teu nome (por exemplo, buytter.com no meu caso), tem a opção de clicar em “autoblock”.
É muito claro que a tecnologia vem quebrando barreiras e encurtando distâncias, além de popularizar a comunicação, principalmente entre os meios, ou melhor, segundo Aleksandar Mandic, um dos precursores da Internet brasileira, ela promoveu a integração dos meios de comunicação. Por exemplo, normalmente um programa de TV, ou de rádio, complementa sua programação e/ou a exibe por meio de um site na internet. Isso sem contar nos jornais, revistas, e por que não a comunicação corporativa?
Relacionamento
Em 2006, a Dell viu que aproximadamente 50% de todas as conversas online a respeito da empresa e seus produtos eram negativas. Hoje, não ultrapassa 20% do total, segundo o vice-presidente de comunidades e conversações da Dell, Bob Pearson. A Dell começou a conversar com seus clientes desde então por meio da comunidade Direct2Dell, que podemos considerar um dos primeiros blogs corporativos.O Direct2Dell é um espaço que permite discussões entre os usuários e a empresa. “Nossa experiência mostra que importa conversar com os consumidores e resolver os seus problemas”, diz o executivo de conversações em comunidades da DeLL. Além de acessar blogs, os usuários podem se cadastrar para usufruir das discussões em fóruns, wikis, grupos e galerias de mídia. Em português você encontra o Fórunsuma página mais alegre do que a página em Inglês. Mas que cumpre com os mesmos objetivos.
Este diálogo para diminuir conversações negativas, abriu portas em 2007 para a Ideastorm.No site, os consumidores podem incluir suas ideias para um produto, sobre a qual outra pessoa pode comentar. Para colocar o conceito em prática, a Dell passou a pré-instalar o sistema operacional Linux após um usuário enviar a sugestão. Esse processo, contudo, não acontece magicamente. A Dell possui uma equipe de especialistas avaliando as ideias antes de colocá-las em ação. “E não são necessariamente as ideias, mas a tendência que os usuários enxergam”, Bob Pearson.
Em 2008 a Dell criou a Digital Nomadsuma comunidade online voltada para os chamados nômades digitais, pessoas que trabalham de qualquer lugar e aproveitam ao máximo as facilidades que a mobilidade oferece. No site, existem dicas de como tirar mais proveito de celulares, laptops, aplicativos online, além de discussões sobre tecnologias, como Wi-Fi. Junto com a comunidade, a Dell lançou uma nova série de laptops customizados.
O interessante da Digital Nomads é que ela não é uma comunidade sobre um produto ou de usuários da Dell, mas é um espaço para pessoas que seguem um estilo de vida, viajam muito, trabalham de qualquer lugar e precisam estar sempre conectadas à rede. Nele os nômades digitais podem criar perfis e interagir com outros nômades.
Outro investimento se aproveita da popularidade, atividade constante e proximidade de seu público no Twitter. Segundo a Época Negócios, a Dell vendeu mais de 1 milhão de dólares em produtos usando o serviço. “Começamos a usar o Twitter há dois anos e a vender produtos há cerca de 6 meses”, explica Pearson. O segredo? Ofertas exclusivas e tentadoras para os seguidores da marca. Emitimos uma stream de tweets a respeito de novos descontos sobre os seus produtos, que qualquer um pode assinar.
Acredito que a Dell vem se posicionando muito bem dentro dessa área de comunidades online. Foi uma das primeiras empresas a lançar um blog corporativo e, em 2008 promoveu um evento mundial, o Dell Global Mobility, onde as pessoas podiam enviar perguntas aos convidados de qualquer lugar do mundo, via Twitter.
Segundo o IDGNow ela está entre as marcas que mais inovam em mídias sociais, usando a web como canal de comunicação efetivo para interagir e absorver ideias de seus consumidores. Segundo a Nielsen Online, 67% dos internautas do mundo são usuários de redes sociais e blogs, que já ultrapassa o uso do e-mail pessoal.
Não basta criar um perfil social – tem que participar religiosamente! Se a empresa está interessada em interagir online com seus clientes e consumidores. Mais que simplesmente criar uma comunidade centrada na sua marca é preciso utilizar as ferramentas digitais de interação para quebrar ainda mais a distância entre quem produz e vende, e, quem compra e usa. É a oportunidade de conversa direta!
Acredito que o ser humano sempre buscou sobreviver por meio de formação de grupos, da interação com semelhantes. Sou discípula (que pretensão!) de Aristóteles em sua afirmação de que o “Ser humano é um ser social”. A comunicação, dessa forma, se apresenta como condição sine qua non para a evolução das comunidades. As primeiras associações de pessoas eram regidas por características como região geográfica e códigos de linguagem.
Hoje já não é possível pensar comunidade tendo apenas como parâmetro a proximidade geográfica e física. Howard Rheingold (1994), estudioso de comunidades virtuais em seu livro The Virtual Community (disponível gratuitamente), afirma que a ausência de sentimento de comunidade contribuiu para o surgimento das comunidades virtuais. Para ele, conforme os lugares comuns (leia-se físicos) foram desaparecendo, como lar, trabalho, praças, igrejas. Sendo que na medida em que o ser humano vê seus laços sociais desaparcendo, ele se volta para a construção de novos espaços de interação.
Não concordo plenamente com isso. Não vou me ater aos problemas estruturais dos grandes centros, mas pensando na internet, na era “2.0″ o espaço colaborativo é catalisador de progresso, de troca, compartilhamento de conhecimento e informação. Mas ele afirma ainda que “a comunidade virtual é um elemento do ciberespaço, mas é existente apenas enquanto as pessoas realizarem trocas e estabelecerem laços sociais” e que elas, as comunidades “são agregados sociais que surgem da rede [Internet], quando uma quantidade suficiente de gente leva adiante essas discussões públicas durante um tempo suficiente, com suficientes sentimentos humanos, para formar redes de relações pessoais no espaço cibernético [ciberespaço].” (1994)
Para o sucesso de qualquer comunidade são necessários alguns pontos para convivência, segundo Palacios (1998) os elementos caracteristícos são:
Sentimento de Pertencimento
Territorialidade
Permanência/tempo de convivência
Sentimento de comunidade/caráter corporativo
Interesses ou projetos em comum
Formas próprias de comunicação
A sensação de “pertencimento” ao grupo, ou comunidade, é que move o indivíduo à ação colaborativa. O desenvolvimento de comunidades virtuais apóia-se nessa relação interna.
Em contrapartida as novas formas de comunicação alteram a forma de ser, pensar e agir das pessoas, alterando as relações sociais, a própria sociedade! O lugar onde estamos fisicamente já não interfere tanto em nossas ações e em nossos papéis sociais. Mas a necessidade de um lugar comum, seja real ou virtual, continua sendo imprescindível para a formação de qualquer interação.
Para mim quem melhor define esse lugar comum necessário para formação de qualquer tipo de comunidade, é Marshall McLuhan, em The Guttemberg Galaxy ele afirma que as novas tecnologias eletrônicas recriaram o mundo, destruindo fronteiras geográficas, transformando o planeta numa grande aldeia global.
Você consegue se lembrar de todas as senhas e logins que já usou para manter-se conectado às diversas opções da rede?
Ok, segundo esse mapa bem interessante que encontrei na net, o tamanho de cada “território” é proporcional ao tamanho estimado da comunidade. Procure por “All your Base”, “Stallman’s Airship” . A posição de cada comunidade no mapa está de acordo com a rosa-dos-ventos que indica: sites mais ao norte são “práticos”, ao sul “intelectuais”, ao leste “orientados à web” e a oeste “orientados à vida real” Nos comentários alguém perguntou:
- E cadê a pornografia?
Responderam:
- Tá vendo o mar por todos os lados ? É a pornografia.
Voltando… é aí que começa a bagunça, senha do e-mail pessoal, do computador da empresa, do Orkut, MSN, Blog, YouTube, e… (plano básico!)
Ok, ok, ok…
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