Arquivo de outubro, 2008
27/10/2008 - 11:45
Pois é, os dias passam, as coisas vão se ajeitando e mudando.
Nem toda mudança é boa, mas não é por isso que no final, ela seja ruim.
Pessoas chegam em nossas vidas, pessoas se vão, mas independnte disso, do ir ou vir, nós deixamos de ser os mesmos.
Durante a semana passada, todo tipo de stress esteve presente na minha vida, diria até que stress bom, porque a ansiedade acaba virando um tipo de stress.
Mas o que mais me deixou “mal”, foi o fato de 3 brigas ou situações tristes acontecerem com a mesma pessoa.
Não consigo entender definitivamente a cabeça das pessoas (pudera, nem a minha eu entendo, rs), porque arrumar briga, ofender, maltratar, maldizer o outro quando se basta tirá-lo de sua vida?
Porque ao invés de arrumar pretexto pra me agredir, não se desliga de mim?
O que eu faço de tão errado pra receber isso de “presente”?
Não sei responder nada disso…
Se uma pessoa não me é bem vinda, se ela me incomoda, se ela não serve pros meus padrões de vida, simplesmente a tiro do meu convívio, deixo de ver, de falar, de saber, mas não a agrido a troco de nada.
Chega de sofrer coisas sem merecer, chega de deixar as coisas correrem soltas como se nada importasse, chega de impunidade comigo mesma.
To a cada instante chegando mais no meu limite e quando o limite estourar, os cacos vão para todos os lados… um dia jogo tudo e quase todos pro alto e não vou me importar com sentimentos, esperanças e realizações alheias a mim, cada um que se vire com sua vida.
Não posso mais deixar a vida correr de encontro ao acaso, se não posso me mover nas situações, então vou dormir nelas, vou ouvir uma boa música, dar uma volta por ai e até fumar meu “bom e velho” cigarro… mas não pensem que vou ser a mesma idiota de sempre.
Aliás, aproveito caso alguém esteja lendo pra perguntar: “- Alguém sabe de algum lugar procurando uma farmacêutica?” Estou procurando um emprego novo… aliás, se estiverem pagando bem em outra profissão, to aceitando também.
Dá pra imaginar aonde estão meus problemas???? hahahahahaha, pois é, to tentando encontrar e estabilizar os setores da minha vida… Graças a Deus Família e Amigos estou bem!!!
Agora o motivo inicial de escrever aqui… o tal Pi:
Qual o problema de colocar a vida tão clara e a mostra? Não entendo porque criticar atitudes minhas sendo que nenhuma delas estou prejudicando ninguém, nem a mim mesma.
O que não quero que as pessoas saibam, não faço em público ou não conto pra ninguém, por mais que eu coloque minha vida aqui e no orkut, não vai além de acontecimentos e pensamentos sem importância no final das contas, porque minha vida é muito mais do que palavras e fotos.
Não me maltrate por problemas seus, por pensamentos seus ou por ciúme seu, não sou sua, você não é meu, então no final das contas não devemos nada um pro outro.
Você mora no meu coração? Mora, mas ta de saída e acho que o que mais te dói é isso, é ver que eu vivo a minha vida, saiu, me divirto, faço amigos, paquero, sou paquerada, dou risada, brinco, faço pose e continuo a minha vida mesmo sem te ver.
Se isso pra você representa que tenho mentalidade de uma menina de 15 anos, pois bem… tenho momentos de menina de 15 anos mesmo e se precisar, terei de menina de 10, 8, 5 e até récem-nascida quando quiser colo.
As minhas atitudes são só minhas, não ofendo ninguém, não agrido ninguém e não maltrato ninguém, se tirar fotos e colocar no orkut é coisa de menina, então sou menina sim e muito feliz por isso.
Ahhh, porque você perde seu tempo comigo ainda se tenho mentalidade que te incomoda?
Me esquece, sai da minha vida, ignora minha presença!!!
Já escrevi aqui que é melhor esquecer que eu existo, que é melhor dizer adeus enquanto é tempo, então abra seus olhos pois poderá ser tarde demais pra você dizer adeus.
Um dia a Luciana acorda de verdade e ai… outra face irá aparecer e nem todo mundo vai gostar…
Autor: lucianacolombo@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal
Tags:
16/10/2008 - 00:19
Não sei o porque disso acontecer, mas tem dias que preciso escrever muito, como se algo precisasse sair de dentro de mim em forma de palavras, frases, texto…
Inconstante… quantas vezes me intitulei sendo assim? Inúmeras, simplesmente porque é assim que estou, inconstante, insegura, confusa.
Não sei ao menos o que é que preciso colocar pra fora, que preciso escrever pra esgotar.
Hoje senti coisas que não gosto de sentir… saudade, paixão, desejo, entre outras coisas, simplesmente porque seja lá por quem for, é alguém que não está comigo.
To cansada de estar sozinha, preciso de colo, de carinho, de amor e isso ta cansando já… anos assim não é fácil.
Quando será que o amor de verdade vai chegar na minha vida? Sei que quanto mais a gente procura, menos acha, mas não estou procurando, estou esperando só, aliás, esperar é tudo que eu faço…
Acho que na verdade, toda essa paixão que pareço sentir não passa de carência por não ter alguém de verdade, daí substituo isso por alguém que me dá um pouco de atenção.
Nesse momento está sendo o Pi… mas ele vai embora e sei que despedidas não é o meu forte, sofro por antecipação.
Na minha inconstância toda me pergunto – Porque desejo tanto alguém que no fundo não é nada do que eu quero pra minha vida?
Já quebrei a cara uma vez quando dizia que nunca me apaixonaria por alguém de cavanhaque, com tatuagem e extremamente chamativo… me apaixonei!!! Sofri durante e sofri depois, porque realmente ele não era nada disso mesmo, não era o homem certo pra mim e o pior é que nem cheguei a viver essa paixão, vivi pra variar, as migalhas que ele podia me dar, mas mesmo assim guardo lembranças gostosas dele.
Agora estou no mesmo pé… não quero um cara como “ele” é, com os defeitos que tem, com a forma de viver que vive, mas não consigo me desprender… no fundo, queria ele pra mim, mas não pra vida toda, eu acho, rs.
Não é possível que hoje meu sentimento venha só da carência… acho que tem um pouco de cansaço dos dias corridos e cansativos, isso traz uma fragilidade que não gosto de sentir.
Não aprendi a ser frágil, rs.
Um dia me intitulei “A Parede”, porque não me permitia sofrer, sentir, ou melhor, demonstrar sentir isso. Sofrer a gente sempre sofre, sentir a gente sempre sente, mas a questão é como lidar com isso.
Abrindo mais um pouco a minha vida, vou contar uma coisa que quem me conhece bem sabe e que quem não conhece acredito que não imagine que eu tenha isso. Tenho psoríase, uma “doença” emocional, desde os 8 anos convivo com isso e ao longo desses muitos anos, rs (prefiro guardar a minha idade como um quase mistério, rs), aprendi muita coisa a respeito.
O fundo emocional dela é justamente ser como uma parede, não demonstrar o que sinto como auto-preservação, porque já estou machucada demais pra alguém machucar mais… é como se ela me afastasse das pessoas pra que ninguém pudesse me tocar.
Mas a vida não é bem assim e eu não sou muito a favor desse pensamento, toques não me incomodam mas saber de mim sim, só sabe quem quero que saiba e até onde quero que saiba.
E por hoje, já sabem demais né?
Como estou estranha, inconstante (pra variar), posso sair e deixar o assunto meio que inacabado, rs.
Além do mais… quantas pessoas passam por aqui mesmo??? Quase nenhuma né, rs.
Se alguém passar… que tenha uma linda quinta, sexta, sábado, domingo e uma vida feliz.
Beijos Mil
Lu
Autor: lucianacolombo@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
15/10/2008 - 13:04
Pra mim é quase claro que a vida é um super jogo, cheio de joguinhos distintos mas que no final, somando-se todos, determina-se o campeonato.
A gente acaba encontrando vários jogadores ao longo da vida, uns de carne e osso, outros com nomes variados, como sorte, destino, trabalho, tarefas, lições e por ai vai.
Cada pessoa é dona do seu campeonato, cada um pode escolher como quer jogar e as vezes até com quem jogar. Vidas se esbarram, se juntam, se completam, se separam sempre tendo um jogo entre elas.
Se é no trabalho, a gente joga com o chefe, com o dono, com o encarregado, com o subordinado, enfim, jogamos com cada pessoa que está no mesmo local de trabalho que nós e que temos contato. Pode parecer que não, mas o que seria então quando se quer aprovar uma verba e temos que fazer o chefe entender que é preciso gastar? Ou quando se precisa negociar um prazo para um pagamento? Ou quando se quer que o subordinado faça um trabalho que ele não está com vontade de fazer?
Tudo isso é questão de saber jogar, jogar as palavras certas, jogar as sensações e inteligências… jogamos no trabalho todos os dias.
Na familia sempre jogamos, aliás, aprendemos com ela a jogar.
Quando se é criança e queremos tomar sorvete mas a mãe não deixa, o que fazemos? Jogamos com os argumentos que temos pra convencê-la de que tomar sorvete é o certo. Quando queremos dinheiro pra ir no cinema ou num passeio da escola, o que fazemos? Jogamos com o pai pra que ele “libere” o dinheiro já que ainda não trabalhamos. Depois de adultos e ainda morando na casa dos pais… continuamos jogando, tudo para que o celular não toque no meio da madrugada com uma voz de sono do outro lado nos perguntando se vamos demorar pra chegar, rs. Isso sem contar outras situações… enfim, jogamos em casa e com a familia.
Jogamos até com a saúde…
Fumamos, bebemos, comemos demais, tomamos friagem, andamos descanços no chão frio, entre outras coisas e isso nada mais é do que jogar com a saúde… apostar se somos mais fortes do que o surto de gripe que está dando por ai. As vezes vencemos e as vezes só parece que vencemos… no fim da vida, do grande jogo, vamos descobrir se vencemos ou a saúde nos venceu, rs.
Amizade se joga???
Claro que sim… A gente joga com os amigos na escolha dos passeios, dos horários, das confissões, da confiança entre outras coisas.
Se quero ir em um lugar e uma amiga que ir em outro mas queremos estar juntas, o que fazemos? Jogamos com os argumentos que temos para ir ou não ir no lugar, com os porques de se abrir mão da própria escolha pela escolha da outra.
E o coração? Os sentimentos? Jogamos?
Mais do que podemos imaginar… tratando-se de sentimentos, jogamos conosco mesmo, divididos entre a cabeça e o coração, fazemos um jogo interno e silencioso sobre quem seguir e porque seguir. Jogamos na hora de decidir até quais são nossos sentimentos sobre alguém ou alguma situação e normalmente quem acaba ganhando é o coração nesse jogo que acho talvéz o mais dificil que podemos ter.
Agora, o jogo talvez mais gostoso, mais conflitante e mais caloroso é o jogo que fazemos num relacionamento, nem importando qual relacionamento temos.
Jogamos ao ter que decidir quais passos dar numa conquista, qual roupa usar pra seduzir, qual olhar lançar quando se está querendo provocar alguma reação. Jogamos nas palavras de discussão, de convencimento, de desejo e até de demonstração dos sentimentos.
Jogamos com os beijos e abraços, jogamos com o ciúme, jogamos com o corpo e a alma em busca de vencer quem joga com a gente. Jogamos todo charme, todo desejo, todos os sorrisos e palavras pra sensibilizar, irritar, provocar e tudo mais que o jogo do amor permitir.
Você acha que com isso que eu escrevi eu não estou jogando?
Claro que estou, estou jogando com a sua mente em tentar te convencer de que meu pensamento é certo e que realmente estamos num grande jogo chamado vida.
Decisões são passos de um jogo em que seja lá qual for o resultado, teremos que arcar com eles no final, porque jogar é preciso e nunca se sabe o que pode acontecer.
Cada um faz as suas escolhas e arca com elas… essa é uma das minhas frases preferidas e sendo eu mesma quem escreveu dessa forma, posso mudá-la para… Cada um faz o seu jogo e arca com ele, sabendo que nem sempre (ou quase nunca) ganhamos no final.
Ao fim da vida, nos instantes finais em que vamos terminar o jogo que jogamos todos os dias desde que nascemos, saberemos mesmo que por instantes, qual foi o placar e quem realmente conseguiu ganhar ou quem acabou perdendo, porque nessa hora será só entre eu e Deus, entre você e Deus e pode ter certeza que quando Ele quiser, você vai terminar de jogar.
Bom jogo pra você, que seja vencedor se assim merecer e souber fazer.
Beijos Mil
Lu
Autor: lucianacolombo@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
13/10/2008 - 00:53
“Seu Olhar” (Seu Jorge)
Temos rotas a seguir,
Podemos ir daqui pro mundo.
Mas quero ficar porque
Quero mergulhar mais fundo.
Só de me encontrar no seu olhar
Já muda tudo.
Posso respirar você
E posso te enxergar no escuro.
Tem muito tempo na estrada,
Muito tem…
E como quem não quer nada,
Você vem…
Depois da onda pesada,
A onda zen…
É namorar na almofada
E dormir bem.
Foi o seu olhar
O que me encantou,
Quero um pouco mais
Desse seu amor…
_______________________
Um olhar pode mudar tudo… Seu Olhar pode mudar tudo…
Acho que o que nos faz apaixonar por alguém, no final é sempre o olhar, que completado com o sorriso, com os toques, as palavras e a forma de agir nos levam ao estado da paixão.
O amor é diferente, começa até pela paixão… ou não… mas não fica só nisso, o amor é muito maior e mais complexo, mas infinitamente mais prazeroso.
Esse papo de que paixão emagrece e amor engorda, eu acho mentira, ou então nunca me apaixonei e nem amei na vida, rs.
Loucuras fazem parte das duas coisas, mas a melhor loucura é aquela que fazemos por nós mesmo. Adoro quando invento loucuras pra fazer mesmo quando o resultado final pode não ser bem o que eu gostaria.
Hoje fiquei me perguntando porque o Pi entrou na minha vida e percebi que foi pra me gerar mais loucuras e sentimentos inversos.
Cansei de dizer aqui que sou inconstante e cada dia mais me vejo assim. Fui inconstante esse final de semana, fui louca e ao mesmo tempo tão previsível…
Percebi que detalhes as vezes fazem toda a diferença e que esse final de semana, o que foi pouco pra alguns, foi o máximo pra mim.
Saldo do sábado a noite:
- uma blusa queimada e inutilizável;
- duas pulseiras de “estimação” quebradas;
- queimaduras com cigarro no pulso;
- estômago virado (rs);
- dinheiro de monte gasto (rs);
- sorrisos dados e ganhados;
- conversas precisosas;
- amizade reforçada;
- loucura desmedida;
- encontro inesperado com antigo amigo;
- risadas contagiantes no frango;
- telefonema de irmão preocupado;
- sentimentos divididos;
- companheirismo sem palavras;
- sono perdido ou atrasado;
- beijos na boca;
- beijos na boca;
- beijos na boca;
- abraços inesquecíveis;
- calor avassalador;
- desejo a flor da pele;
- respiração diferente;
- garagem nova;
- desvio de caminho;
- alegria enorme e
- uma noite diferente e maravilhosa, onde tudo foi só pra ser feliz.
Entrei numa nova onda… a onda da novela das sete…
Don’t Worry, Be Happy!!!
Percebi que apesar de passar nervoso, tristeza, irresoluções, incertezas, preocupações, aborrecimentos, chateações, eu posso ser Be Happy se pensar em acrescentar o Don”t Worry antes de mais nada.
Louca ou não, esse final de semana me trouxe vida… sair com o carro por ai acompanhada de uma grande amiga, atravessar ruas e mudar caminhos mesmo se perdendo, me fez ver que posso viver, que to aqui pra viver e no final, pouco importa o que os outros vão pensar, não quero me preocupar com mais isso, quero apenas sentir a liberdade, a felicidade de estar mais comigo mesma.
Vou seguir o caminho que a vida permitir que eu siga, vou cruzar estradas e mares se isso tiver que ser, vou voar mais alto mesmo deitada na minha cama, porque a vida não pode parar quando não quero viver como ela está.
Quero respirar somente o ar que limpa meus pulmões, o ar que segue pelas minhas veias e que brota em meu coração, porque pensar as vezes me falta ar, mas ai, volto a me lembrar…
Luciana… Don’t Worry, Be Happy!!!
Autor: lucianacolombo@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
01/10/2008 - 23:17
“Se você quer
Que eu feche os olhos
Pra alguém que foi viver
Algum dia lá fora
E nesse dia
Se o mundo acabar
Não vou ligar
Pra aquilo que eu não fiz…”
(Capital Inicial – Algum Dia)
Acordei, agora só falta realmente despertar…
Como pode algo estar bem aos nossos olhos e a gente não querer ver?
Eu tolero as coisas até o meu limite e sei que esse limite é grande, mas uma hora é natural e até bom que o limite acabe.
Já sofri demais por coisas que nem precisava sofrer, já tolerei o intolerável pra algumas pessoas, já fechei meus olhos pra alguém que foi viver algum dia lá fora e os abri de novo pra pessoa voltar pra minha vida, mas dessa vez, não vou abrir quando os fechar.
Cansei…
Cansei de ser a mesma de sempre e levar as coisas como brincadeiras sem graças mas no fundo, brincadeiras.
Cansei de me dar ao próximo sem que esse próximo se desse conta do que eu estava fazendo por ele… ta certo que se me dissessem isso eu responderia: ” Não te pedi nada!”.
Amar alguém não quer dizer tolerar e aguentar toda e qualquer coisa. Amar alguém é sim aceitar seus defeitos e tomá-los como algo até agradével de se viver.
Amar alguém é se doar nas situações em que precisa, é se dar no máximo possivel e não viver o impossível por esse alguém.
Na escala de amor, a gente sabe quem nunca poderá perder mas sabemos também que pode ser passageiro quando não se tornar uma via de duas mãos.
Amo e vou continuar amando as pessoas, acho que as vezes sou capaz de amar até meu inimigo, mas ser pisado por ele não mais.
Como é bom ser inconstante as vezes, porque com o tempo a dor que doia, não doi mais. O amor que se sentia, não se sente mais.
Acho que ando muito machucada por dentro e continuo meu caminho… ingratidão doi demais e parece que ando vivendo várias ingratidões nesse momento.
Ingratidão de pessoas que eu tinha no meu mais alto escalão, pessoas que fui capaz de viver as situações mais difíceis e absurdas, pessoas que mesmo com tudo isso, ainda eram caras a mim e que tinham o meu olhar mais puro, tinham a minha confiança e meu respeito.
Vivendo e aprendendo, né?
É como disse pro Pi hoje:
“Realmente DECEPÇÃO não mata e ensina a viver…”
Cheguei no limite de suportar a ingratidão, o descaso e a maldade mesmo vestida de bondade das pessoas.
Cansei de estar a disposição pra todos e qualquer um, cansei de ser util no que precisam, cansei de olhar todo mundo com meus olhos ingênuos e cheio de amor.
Vou-me embora!!!
Os bons pra mim, sempre estarão indo comigo, os que não são, me verão seguir a minha estrada sempre em frente.
Cresci e não to afim de ser a mesma menina que aceita tudo, aceita todos e que vive acreditando que todo mundo é bom, só o mundo, a vida que os fez agir assim.
Da minha dor cuido eu… porque no final, isso fica entre eu e meu coração, entre eu e Deus.
To muito bem e esse post não é um motivo de choro mas de alegria por libertações que virão aos poucos dentro de mim e na minha vida.
À Você Pi:
Siga seu caminho que eu sigo o meu… o futuro a Deus pertence e quem sabe lá na frente, bem lá na frente, tudo possa ser esclarecido e as verdades todas vão aparecer.
Agradeço pela decepção causada, pelas lágrimas derramadas, pelos nervosos contidos dentro de mim… mas agradeço também pelos risos dados, pelas noites de sonhos, pelos desejos acesos, pelas palavras que algumas poucas vezes me salvaram dentro de mim mesma e pela companhia mesmo na sua ausência física.
Agora é melhor irmos embora… você segue seu caminho e eu o meu, guardarei as boas e as más histórias, mas que me transformaram no que eu sou hoje.
Obrigada pelo tempo vivido mas é melhor se despedir antes que o barco da vida nos afaste o suficiente e não haja oportunidade de dizer tchau.
Beijos Mil
Lu
Autor: lucianacolombo@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
Voltar ao topo