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27/10/2009 - 06:20

O enviado especial ao Irã.

A Agência Brasil enviou um jornalista à Teerã, para preparar a visita de Mahmoud Ahmadinejad ao país. O resultado está no post abaixo, uma matéria francamente contra os judeus, repercutindo o lado mais polêmico desta visita. O repórter foi lá ouvir o Irã, mas não se preocupou em ouvir Israel. O nome do repórter é Ivanir José Bortot. Repórter, não. Ele é editor-chefe da Agência Brasil. Um degrau abaixo da Helena Chagas. A pergunta necessária e urgente é: por que a Agência Brasil mandou um editor-chefe ao Irã? Por que não fez a matéria por telefone ou por e-mail? Que tamanha importância o Brasil está dando a esta visita? Ivanir José Borgot tem a cara da matéria nojenta que escreveu, que transcrevemos no post abaixo. É um líder estudantil dos anos 70, da faculdade das elites em Porto Alegre, a PUC. Lá as greves acabavam com algumas trouxinhas de maconha. Da sua vasta experiência como ativista escreveu um livro denominado ” Abaixo a repressão! Movimento estudantil e as liberdades democráticas”. Nem precisa dizer que o “libreto” contou com o patrocínio cultural da Eletrobrás, pela Lei de Incentivo à Cultura – MinC. O PT gaúcho deu ampla divulgação ao lançamento. Ivanir é a cara cuspida e escarrada dos “revolucionários” dos anos 70, que sobrevivem dos caraminguás que extorquem dos cofres públicos. Não é de duvidar que esteja inscrito para receber a Bolsa-Guerrilha. Agora ele está lá no Irã, recebendo gordas diárias e gastando em dólar. Completamente realizado por emplacar uma matéria francamente contra os judeus, como convém a um bom esquerdista.
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Em junho último, as autoridades iranianas proibiram a imprensa internacional de cobrir qualquer ato na rua que não contasse com a autorização do governo, por causa dos protestos convocados contra a reeleição do presidente ultraconservador Mahmoud Ahmadinejad, fraudada vergonhosamente. Centenas de iranianos foram mortos friamente, em cenas chocantes. Lula, na ocasião, foi um dos primeiros presidentes a dizer que as eleições tinham sido legítimas, saindo em defesa do maluco sanguinário, que prega a destruição de Israel. O editor da Agência Brasil está em Teerã para um encontro internacional de jornalismo. Imagina-se o tipo de jornalista que está sendo atraído para lá, para um país que pisoteia a liberdade de imprensa como poucos.
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Notícias Tags: ,


1 comentário para “O enviado especial ao Irã.”

  1. César disse:

    A sociedade cristã brasileira precisa se posicionar veementemente contra essa aproximação que o governo brasileiro tem feito desse governo terrorista e fundamentalista. Vamos acordar igreja brasileira!

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