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iBest BrTurbo
09/10/2009 - 04:25

A igreja brasileira e o jogo do contente.

Às vezes tenho a impressão que parte da Igreja Evangélica Brasileira gosta de fazer o jogo do contente. Bom, antes de qualquer coisa deixe-me explicá-lo que jogo é esse, até porque, os que não leram Polyana, talvez não saibam explicar o real significado disso. O jogo do contente é uma filosofia de vida “bem alto astral”, criada pela tal Polyana, e é muito simples: você deve ficar contente com tudo o que acontece, porque tudo sempre poderia ter sido pior.

Pois é, essa é exatamente a brincadeira preferida da igreja brasileira. Isto porque, as heresias se multiplicam a olhos vistos e o povo de Deus finge que nada está acontecendo ao seu redor. Para estes, a melhor coisa a ser feita, é ocultar a realidade, disfarçando o caos teológico, anunciando a existência de um pseudo-avivamento, onde risos, decretos e unções se fazem presentes.

Infelizmente tais pessoas optaram por viver num mundo da fantasia, preferindo a escravidão a libertar-se da “matrix”. Para estes o simples fato de alguém denunciar as heresias e distorções teológicas lhes proporcionam uma enorme insatisfação, até porque, as acusas possuem o poder de destruir os seus lindos e maravilhosos castelos de areia.

Caro leitor, sinceramente na atual circunstância não nos é possível brincarmos de Polyana. Vivemos dias nevrálgicos onde as heresias neo-pentecostais se multiplicam assustadoramente, levando uma enorme multidão a experiência de um evangelho absolutamente antagônico ao Evangelho do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Isto posto, somos chamados em nome do amor cristão a denunciarmos os conceitos espúrios e fraudulentos propagados e anunciados pelos falsos profetas da teologia da prosperidade.

Pense nisso,

Renato Vargens

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Notícias Tags:


1 comentário para “A igreja brasileira e o jogo do contente.”

  1. Eu concordo com as afirmações deste texto. São reais sim. Acontece, sim. Tem muito cristão acreditando que a vida está maravilhosa e que podemos nos esquecer de tudo ao redor. Eu li o livro “Polyanna” aos 9 anos. Aliás, é um livro maravilhoso. No entanto, como serva de Deus e conhecedora da Palavra tenho que acrescentar um tópico: e a mulher que perdeu seu filho e passava por todos dizendo “tá tudo bem”? Não se encaixa na distorção que muitos crentes tem do “Jogo do Contente”?

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