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28/08/2009 - 09:50

BANDIDOS HOMOSSEXUAIS JÁ FORMAM QUADRILHAS PARA INVADIR IGREJAS NOS EUA

ISAIAS MEDEIROS

130410 Não adianta mais os gayzistas se fazerem de vítimas.

Eles não convencem mais ninguém de que são apenas “pobres criaturinhas diferentes que só querem respeito”.

A cada dia fica mais claro o caráter totalitário, fascista  e criminoso do movimento gay organizado, que nos EUA já tem o seu braço mais radical.

(Esta imagem não é “meramente ilustrativa”)

Faço menção à quadrilha norte-americana chamada “Bash Back!”, constituida exclusivamente por gays, lésbicas e travestis.

O modus operandi do grupo criminoso homossexual, heterofóbico e cristofóbico é invadir igrejas com cartazes e gritando blasfêmias, e tumultuar comícios de políticos “anti-gays” com apitaços ensurdecedores. Além disso, afirmam ter planos de praticar atos ainda mais violentos pelo país.

A quadrilha já está presente em 15 estados norte-americanos. Seus membros usam roupas pretas e capuzes cor-de-rosa. Sempre deixam-se fotografar armados de porretes de madeira e se consideram radicais queer.

A desculpa para a ação criminosa do bando é a velha ladainha de sempre: “lutam pela liberdade como resposta a atual violência que a população LGBT diariamente é obrigada a enfrentar”.

O grupo delinquente foi fundado há um ano e diz querer “combater duramente o sistema binário de gênero”, pregar a “auto-determinância de gênero”,  o “sexo livre” (entenda-se, necessariamente, que aí está incluida a pedofilia), e a pornografia, como “forma de refúgio para a violência a qual estão submetidos”.

Os líderes do bando são claros ao dizerem que “Não estamos tentando mudar a cabeça das pessoas ou mudar os héteros para que eles nos deem liberdade - estamos lutando de volta“. Ou seja, a agressão é gratuita, não tem a intenção de estimular a tão louvada “tolerância”, mas é motivada somente  por sentimentos heterofóbicos e cristofóbicos, e pela mania de perseguição que caracteriza os doentes mentais portadores de neuroses. Mais uma demonstração disso é a fala: “Vamos fazê-los parar de pregar o ódio. Fazê-los parar de criar um ambiente que não é friendly aos gays, queer e trans. Não seremos legais nem bonzinhos – assim como eles não tem sido.” Está claro, portanto, que eles julgam estar simplesmente reagindo “ao ódio que é pregado pelos cristãos contra os homossexuais”, que não criam “ambientes amigáveis” para eles fazerem sexo em público, por exemplo – e  não só entre si, mas também com animais e crianças –, e que “não serão bonzinhos”, já que nós, cristãos, também não temos sido “bonzinhos” com eles ao dizermos que o homossexualismo é um pecado, uma abominação, um transtorno e que pode – eu não disse “deve” – ser tratado.

Os bandidos “Bash Back!” atualmente estão sendo processados pela “ADF”, Alliance Defense Fund, por invadir uma igreja no estado de Michigan e fazer piquetes contra o padre. Os marginais homossexuais entraram na igreja gritando: “Jesus era homo”

Vou tentar elencar o rol de crimes cometidos por aquele bando à luz da legislação brasileira, uma vez que, sendo o movimento gay organizado no Brasil uma filial do norte-americano, tal conjunto de ações certamente será em breve imitado por aqui.

Segundo o Código Penal brasileiro eles claramente constituem uma quadrilha ou um bando (Art. 288), pois associaram-se em número maior que três pessoas para o fim de cometimento continuado de atividade criminosa. O grupo sempre se apresenta armado de porretes, portanto, estaria sujeito ao dobro da penalidade prevista (Parágrafo único do citado artigo). Os crimes para os quais se uniram em bando ou quadrilha são, basicamente:

Incitação ao Crime (Art. 286 CP – Incitar, publicamente, a prática de crime), já que mantém um site na internet em que propagam suas idéias, e

Ultraje a Culto e Impedimento ou Perturbação de Ato a Ele Relativo

(Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso).

Não estranhemos o surgimento, em pouco tempo, de grupos similares no Brasil. Um ponto positivo disto é que será revelado a todos o que alguns já têm enxergado há muito tempo: que o gayzismo é constituido por pessoas extremamente violentas que não querem direitos, mas sim poder, e que estão associados  a um projeto de poder comunista – fato que será evidenciado pela cor partidária dos “ativistas dos direitos humanos” que irão defender tais delinquentes. Também não é nem um pouco improvável que eles se utilizem de menores de idade, do braço “socialista gay adolescente” do movimento gay organizado, que no Brasil responde pelo nome de “E-jovem”, como forma de não responderem pelos crimes praticados em seu nome.

Vale lembrar que a legislação brasileira prevê o direito de legítima defesa (Art. 25 CP), desde que seja feita usando-se moderadamente os meios necessários para se repelir “injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem”.

O Cristão Revoltado!www.ocristaorevoltado.blogspot.com/

Referências: http://mixbrasil.uol.com.br/upload/noticia/6_72_74080.shtml, site gay onde a matéria original foi publicada sob o “simpático” título de “Os Justiceiros”.

DJi – Índice Fundamental do Direito

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Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Notícias Tags:


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