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20/08/2009 - 18:13

HOMOSSEXUAL é preso nos EUA após acusar juiz de “homofobia”

Apresento esta reportagem, e em seguida teço algumas considerações com o apoio de um artigo de Olavo de Carvalho.

Mix Brasil -19/08/2009


Gay assumido, o primeiro vencedor do reality show norte-americano “Survivor” (o “No Limite” original), Richard Hatch (foto), está acusando a Justiça dos Estados Unidos de homofobia. Ele voltou a ser preso na última terça-feira, 18, depois de ter dado recentemente uma entrevista para Matt Lauer no canal de televisão NBC.
Depois de cumprir quatro anos de prisão por “probleminhas fiscais” com o dinheiro que ganhou no programa, Richard ganhou a liberdade em 2006. Na entrevista à NBC, ele acusa o juiz que o julgou, Robert Clark Corrente, de tê-lo condenado apenas por ele ser gay. “Minha opinião pessoal é que ele estava tentando me discriminar”, disse. AQUI

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Sem entrar no mérito da primeira prisão de Richard, o fato é bastante importante, eu diria até histórico, porque, se o homossexual em questão realmente foi preso por ter acusado uma pessoa normal da suposta prática de “homofobia”, isto pode representar o começo do fim de uma grande e descarada mentira: a de que qualquer pessoa que se oponha, política, filosófica ou ideológicamente ao homossexualismo ou ao ativismo gay é “homofóbica”.

As principais lideranças do movimento gay no Brasil, tais como Luiz mott e Toni Reis têm usado e difundido esta expressão de maneira leviana, deturpando-lhe o sentido e ocultando-lhe o verdadeiro significado.

Porém, melhor do que eu poderia me expressar a respeito deste assunto, Olavo de Carvalho, em 2007 já o fez, pelo que transcrevo a seguir um importantíssimo artigo seu a respeito do uso fraudulento do termo em questão. Volto no final.

Metáfora punitiva

O dicionário Longman’s, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.

No entanto, é precisamente isso o que o termo significa quando aplicado ao Papa, ao deputado Clodovil Hernandez ou a qualquer outro cidadão de bem, hetero ou homo, que sem nem pensar em agredir um homossexual se limite a expressar educadamente suas reservas, já não digo nem quanto ao homossexualismo em si, mas simplesmente quanto às pretensões legiferantes do movimento gay . Em seu livro A History of Homophobia , que pode ser lido na internet , o ensaísta Rictor Norton, um apologista da homossexualidade, é bem franco sob esse aspecto: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia’ é apenas uma metáfora política usada para punir.”

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão.

A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.

Se as vítimas dessa fraude não reagirem contra ela, acabarão indo para a cadeia por motivos metafóricos.

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Portanto, os homossexuais, sobretudo os ativistas gays precisam entender que eles não têm o direito de acusar pessoas honestas de serem “homofóbicas”. E os cidadãos de bem deste país devem rechaçar energicamente toda e qualquer acusação descabida feita a eles nesse sentido, na forma da lei.

A principio, foi isso o que entendeu a justiça norte-americana, citada na primeira parte desta matéria.

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Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Notícias Tags: ,


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