Está acabando hoje mesmo a Primeira Bienal do Livro de Curitiba, que aconteceu desde 27 de agosto.
Antes dela, Curitiba tinha uma Feira do Livro anual, ano sim ano não o outro também, que consistia em algumas barracas espalhadas pela Praça Osório, que é onde começa nossa Rua das Flores. Ficavam ali algumas editoras e livrarias, sempre poucas e nunca representativas do “Mercado Editorial” brasileiro. Lembro que mais parecia uma Feira de Ponta de Estoque, cheio de livros baratos, evidentemente encalhe de pequenos e grandes distribuidores. Ao invés de apresentar novidades, lançamentos e promover discussões, ficava mais na oferta desses livros baratos.
Por trás daquela indigência toda, havia a desavença entre concorrentes. As editoras “majors” não participavam, pois o espaço era pequeno e precário, praticamente ao relento. Os grandes livreiros locais, como Livraria Curitiba, Ghignone e Chaim eram por demais competidoras para dividir o mesmo espaço sem que um não achasse que o outro estava melhor localizado, todos achando que a Feira em si depunha contra a imagem que gostavam de cultivar, ou não se enquadrava na imagem que achavam que tinham junto ao público.
Apesar disso, sempre apareci por lá e até consegui garimpar um ou outro livro baratinho. O problema é sempre o mesmo de qualquer banca de oferta de livros: todos eles estão ali por merecimento. Só por descuido dos organizadores é que um peixe maior ficava na rede.
Assim, não tivemos mais a Feira, acabando sem que ninguém percebesse, acho que ainda em 2006. 
Dando uma passada geral na Primeira Bienal do Livro de Cuiriba, salta aos olhos a presença maciça do LIVRO DIDÁTICO de formação básica. Editoras como: Base, Positivo, Escala, Pilbra, FTD, Nossa Cultura, SBS, Saraiva, Barsa, e outras mais, com stands mais acanhados, todas dedicadas a esse lucrativo mercado, enfiavam ali a ponta de lança para a cooptação de secretarias de educação. Editoras de pasmar, como a inusitada Editora do Senado e a Livraria da Embrapa, com obras de relevância duvidosa para a quase totalidade do público expontâneo. Finalmente, editoras infantis garantido pelo menos a diversão de uma parte do público.
O que salvou a Bienal, foi justamente a presença de autores e celebridades de diversas áreas, no final, ponho a relação dos principais. O que tentou salvar, foram os espaços destinados a Helena Kolody (que deve estar nesse momento contribuindo para melhorar a qualidade de vida do Paraíso) e Paulo Leminski (me aguarde no Inferno, China), esses dois curitibanos meus conhecidos reverenciados pela Bienal de uma forma meio hipócrita, assim meio por obrigação. O que contribuiu para limitar o sucesso foi sua própria imaturidade.
Reconheço o esforço titânico dos organizadores do evento. Nunca será fácil trabalhar com livros em Curitiba, pois atuaram na Bienal as mesmas mesquinharias que mantiferam a Feira do Livro apenas como uma “feirinha” e determinaram sua extinção.
Falta de apoio e de patrocínio, pois o máximo obtido era apenas “apadrinhamento”, ou seja, pode usar meu nome, mas não o meu dinheiro.
Ausência de participantes de peso no mercado editorial, aqueles em primeiro lugar na lista dos mais vendidos. Devem ter considerado esta Bienal apenas como um evento local, sem repercussão nacional. Afinal, sei de gente comum de várias regiões do País que vai à Bienal de São Paulo, sabendo que vai encontrar grandes e pequenas editoras e de livros artesanais a web books. Assim, a repercussão vale o investimento.
No que diz respeito ao livro propriamente dito, uma bienal devia ser como a minha estante. Olho para o pé das lombadas alinhadas e vejo a seqüência de marquinhas de Editoras. Não vi nenhuma delas lá, quando deviam ocupar proporcionalmente o mesmo espaço que preenchem na minha estante, afinal, são elas que editam os livros mais cobiçados dos autores mais respeitáveis, bem como os livros mais vendidos dos autores mais… prolixos. Tanto eruditos como populares, seguramente representam as obras mais procurados pela esmagadora maioria do grande público expontâneo que compareceu à Bienal na esperança de simplesmente ver bons lançamentos e simplesmente comprar um livro.
Mas não estavam lá. A coisa toda parecia meio dirigida ao mercado do livro didático adotado nas escolas públicas e particulares. Do ponto de vista dos organizadores é presença certa de um público profissional. Da perspectiva dos participantes, normalmente ausentes das livrarias normais, é uma forma de acrescentar valor às edições, subliminarmente valorizadas pelo evento e por todos os autores e celebridades presentes que, de uma forma ou de outra, endossam cada desperdício de celulose em exposição.
Do ponto de vista de evento, acho que Curitiba seria mais adequada ao perfil da Bienal de Parati, aliás, Festa Literária de Parati. Um encontro para celebrar a criatividade e a inteligência, para festejar o livro e a leitura, um pretexto para reunir autores e artistas. O resultado financeiro seria mera conseqÜência.
Vamos torcer e aguardar que a próxima bienal, se houver, traga as grandes editoras com lançamentos e badalações e acrescente interesse para nós, o público, que gostamos mesmo é de descobrir um livro bom para ler.
Os Autores

Carlos Heitor Cony
Formado em Humanidades e Filosofia, o romancista tem publicado 15 livros, além de ensaios biográficos, contos, crônicas e adaptações de clássicos. É jornalista e colunista do jornal Folha de S. Paulo, comentarista na Rádio CBN e na Band News TV. Conquistou vários prêmios literários e é integrante da Academia Brasileira de Letras. Na Bienal de Curitiba, participará da mesa com o tema O Romance morreu, viva o Romance.
Léo Lins
Carioca de 26 anos, Léo Lins é comediante stand-up, fundador do Santa Comédia (primeiro grupo de stand-up do sul do país). É integrante do Comédia em Pé, primeiro grupo do gênereo no Brasil. Foi finalista do quadro “Quem chega lá”, do Domingão do Faustão e é autor do livro “Notas de um comediante stand-up”, o primeiro da categoria no País.
Reinaldo Domingos
É consultor financeiro e contador, fundador e presidente do grupo Confirp, uma das maiores empresas de consultoria contábil do País. Palestrante e inventor da Metodologia Comportamental DiSOP, que ajuda as pessoas que querem alcançar a sua independência financeira. Autor das obras “Terapia Financeira” e “O Menino do Dinheiro”, Domingos vem a Curitiba para lançar o título “Terapia Financeira” no formato inédito em audiolivro.
Marília Pêra
Uma das principais estrelas da cinema, teatro e da televisão brasileira, atua, canta e dirige. É admirada por colegas e pelo público, considerada um dos principais nomes artísticos do País em todo os tempos. Subiu aos palcos pela primeira vez aos cinco anos e hoje contabiliza quase 60 anos de carreira incontestável e repleta de sucesso. Reconhecida principalmente por seu talento, mas respeitada pelos inúmeros prêmios nacionais e internacionais que recebeu, Marília também escreveu o livro “Cartas a uma jovem atriz”, que será lançado na Bienal de Curitiba em inédito formato de audiolivro, narrado por ela.
João Carlos Martins
Um dos maiores intérpretes de Bach, conhecido internacionalmente pelo seu desempenho ao piano, na regência e pela sua luta em conter a paralisação dos movimentos das mãos. Martins abandonou o piano definitivamente em 2003, e no ano seguinte, aos 63 anos, iniciou uma nova carreira como maestro. Na literatura, é autor da obra “A Saga das Mãos”, que lança na Bienal de Curitiba em audiolivro, narrado por ele.
Rubem Alves
Mineiro de Boa Esperança, Rubem Alves é filósofo, pedagogo, teólogo, psicanalista, professor emérito da Unicamp, contador de histórias e cronista do cotidiano. Autor de mais de 80 livros, sendo 12 lançados pela Nossa Cultura, Alves vem a Curitiba prestigiar a Bienal e participar de discussões com outros participantes.
Domingos Pellegrini
Escritor paranaense, Pellegrini é vencedor de seis prêmios Jabuti, dois recebidos pelas obras “O Caso da Chácara Chão” e “O Homem Vermelho”. É autor de contos, poesias e romances e colunista. Pela Nossa Cultura, lançará o audiolivro “A Família do Milênio”, que marca sua estréia nesse segmento. A obra é narrada por ele e sua esposa, Dalva.
Sérgio Klein
O Mineiro Sérgio da Rocha Kleinsorge, ou Sérgio Klein, nome artístico, é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). O primeiro livro publicado foi “Último Desejo”, em 2000. Seu grande sucesso entre o público infanto-juvenil veio com o livro Poderosa, que ganhou quatro volumes e versões em espanhol.
Raimundo Carrero
Começou a escrever cedo, sobretudo peças teatrais infantis. Jornalista profissional trabalhou na Universidade Federal de Pernambuco e no Diário de Pernambuco e hoje também é colaborador assíduo do jornal O Estado de São Paulo. O pernambucano tem 15 romances publicados, além de uma biografia e dois livros de ensaios. Ganhador de vários prêmios, Carrero será homenageado na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco este ano. Para Curitiba, o traz um novo livro, “A preparação do Escritor”.
João Gilberto Noll
Nascido em Porto Alegre, o autor tem 13 livros publicados, sendo três de contos e 10 romances. Algumas de suas obras foram transformadas em filme. Foi finalista em vários prêmios Jabuti e recebeu prêmio da Academia Brasileira de Letras. Em prol da literatura, morou no exterior e, em 2004, foi para Londres num aperfeiçoamento concedido pelo King´s College. Neste período escreveu “Lorde”.
Cristóvão Tezza
Catarinense residente em Curitiba, estudou Letras na Universidade de Coimbra, em Portugal. Leciona na Universidade Federal do Paraná e colabora com resenhas e críticas para a Revista Veja e para os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de São Paulo, além de ser colunista do jornal Gazeta do Povo. Na Bienal de Curitiba participará da mesa Fronteiras Imaginárias: O Real e a Invenção do romance.
Miguel Sanches Neto
É doutor em letras pela Unicamp e professor-adjunto da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Paraná). Romancista, poeta, contista e cronista, também escreve para crianças. É cronista do jornal Gazeta do Povo. Recebeu, entre outros, o Prêmio Cruz e Sousa (2002) e Brasil-Argentina (2005). No momento, publica uma novela-folhetim (História do fim do mundo) no jornal Rascunho – de Curitiba. Na Bienal fará parte da mesa de discussão: “Literatura em perigo: obras ou críticos? Ou: Todorov uma ova!”.
Moacyr Scliar
O médico especialista em Saúde Pública, gaúcho, e ocupante da cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras, é autor de 88 livros em vários gêneros: romance, contos, ensaios, crônicas e ficção infanto-juvenil. Teve suas obras publicadas em vários países com grande repercussão crítica. Detentor vários prêmios, foi professor visitante na Brown University (Department of Portuguese and Brazilian Studies), e na Universidade do Texas (Austin) nos Estados Unidos. É colunista dos jornais Zero Hora, Folha de S. Paulo e Correio Brasiliense. Têm textos adaptados para o cinema, teatro, tevê e rádio, inclusive no exterior.
Ivan Junqueira
Ocupa a cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, também membro da Academia Brasileira de Filosofia e do Pen Club do Brasil. É autor de 35 títulos dos nas áreas da poesia, do ensaísmo e da tradução e detentor de 16 prêmios literários. Seus poemas estão traduzidos para o espanhol, francês, inglês, italiano, alemão, dinamarquês, russo e chinês. Em 2005 recebeu a Medalha de Richelieu, a mais alta condecoração da Académie Française.
Regina Zilberman
A escritora gaúcha é também professora. Licenciada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutora em Romanística pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha. É professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e uma das maiores especialistas em literatura infanto-juvenil. Possui mais de 20 livros publicados e premiados na área pedagógica e educacional. Atualmente, coordena o curso de pós-graduação em Letras e o Centro de Pesquisas Literárias da PUC/RS
Antonio Cícero
Desde 2007, escreve uma coluna bimestral para a “Ilustrada”, da Folha de São Paulo. É autor, entre outras coisas, dos livros de poemas Guardar e A cidade, bem como do tratado filosófico O mundo desde o fim e do livro de ensaios sobre poesia e arte Finalidades sem fim. Em parceria com o poeta Waly Salomão, organizou o livro de ensaios O relativismo enquanto visão do mundo e, em parceria com o poeta Eucanaã Ferraz, a Nova antologia poética de Vinícius de Moraes. É também autor de diversas letras de música, tendo como parceiros, entre outros, Marina Lima, Adriana Calcanhoto, João Bosco e Lulu Santos.
Fabrício Carpinejar
É poeta, cronista, jornalista e professor, mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS. Vem sendo aclamado como um dos principais nomes da poesia contemporânea. É autor de 13 livros, oito de poesia. Recebeu vários prêmios como o Érico Veríssimo 2006, pelo conjunto de sua obra, pela Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre; Olavo Bilac 2003, da Academia Brasileira de Letras; Cecília Meireles 2002, da União Brasileira de Escritores (UBE); duas vezes o Açorianos de Literatura, edições 2001 e 2002.
Pedro Bandeira
Nascido em Santos, foi na capital paulista que atuou como ator, diretor, e cenógrafo e deu aulas de Literatura Brasileira e Portuguesa. A partir de 1972 começou a escrever histórias para crianças a serem publicadas em revistas de banca até que, desde 1983, com a publicação de sua primeira história em formato de livro “O dinossauro que fazia au-au”, passou a dedicar-se exclusivamente à criação de livros infantis e juvenis. É o autor de Literatura Juvenil que mais vende no Brasil (10,37 milhões de exemplares até 2008, além de 11,3 milhões adquiridos pelo Governo Federal para distribuição às bibliotecas escolares).
Carlos Herculano Lopes
Escritor e jornalista, atualmente é repórter do EM Cultura, do jornal Estado de Minas, onde também assina uma crônica todas às sextas-feiras. Pelo conjunto de sua obra, foi um dos 10 finalistas do Prêmio Jorge Amado em 2002. Dois de seus romances, Sombras de Julho e O Vestido, foram publicados na Itália e também levados ao cinema pelos diretores Magno Alberg e Paulo Thiago, respectivamente. Tem contos publicados na Argentina e no Canadá. Já participou de 16 antologias. A última, Todas as Guerras, foi lançada recentemente. Seu próximo romance Poltrona 27, deve sair no primeiro semestre de 2010.
Clarah Averbuck
Começou sua trajetória literária publicando os seus textos na internet. Em junho de 1998 escreveu pela primeira vez para uma revista digital. Em julho de 2001 começou a escrever sua primeira novela, Máquina de pinball, publicada no ano seguinte. Publicou mais dois livros: Das coisas esquecidas atrás da estante, em 2003, e Vida de gato, em 2004.A obra da escritora pode ser considerada literatura de consumo com influência da subcultura. A própria Clarah Averbuck, produziu o filme Nome Próprio, em 2006, com Leandra Leal no papel principal.
Glaucia Brito
Professora adjunta da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência nas áreas de Educação e Comunicação, com ênfase em Tecnologias da Informação e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: Comunicação e tecnologias, informática na educação, professor e as tecnologias de informação e comunicação, teatro e comunicação, educação à distância e formação do professor.
Paulo Negri
Professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná e pesquisador no “Grupo de Estudos: professor, escola e tecnologias educacionais” (GEPETE). Possui especialização em Comunicação Visual em Mídias Interativas (Unopar) e mestrado em Educação (UFPR), com experiência na área de Comunicação, ênfase em Videodifusão e Imprensa, atuando principalmente em: Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Comunicação Corporal, Mídia Eletrônica, Mídia Impressa e Arte.
Geraldo Almeida
Doutor em teoria Literária. É também autor de mais de 30 livros para professores. Nasceu no Vale do Paranapanema, no interior do Paraná. Viaja por todo o Brasil, trabalhando com professores em palestras. Já foi ator, bailarino e agora se dedica a escrever livros infantis e infanto-juvenis. Tem reconhecimento publicado pela Folha de São Paulo, Gazeta do Povo, dentro outros.
Francisco Pimpão
É administrador pós graduado em Marketing e consultor de instituições financeiras. Nasceu em família de vasta tradição e conceito e encontra inspiração nas histórias vividas por seus próprios antepassados, e entes queridos contemporâneos. Vai buscar material de pesquisa ao redor do mundo, onde houver mínima chance de melhorar sua obra.Poucos, como ele, perseguem com tamanho afinco seus objetivos de pesquisa e conseguem extrair, do passado, análises comportamentais que vão forjar, no futuro, personagens literárias e ambientes sociais tão convincentes; quer no romance, ou nos estudos de análise prospectiva.
Luis Andrioli
Nasceu em Curitiba. Como jornalista, seu maior sonho é apresentar um jornal só com notícias boas que façam todo mundo feliz. Mora em uma casa que é cheia de livros e as capas coloridas deixam as paredes iguais a uma lona de circo. É muito precavido: tem sempre um nariz de palhaço no bolso para usar quando a vida fica séria demais.
Ruy Castro
Começou como repórter em 1967 e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. Mais conhecido como estudioso da música popular, do cinema, do futebol e de outras disciplinas populares, sempre foi um homem dos livros. Escreve sobre os grandes nomes da literatura com a mesma autoridade e leveza que já aplicou a Tom Jobim, Carmen Miranda ou Garrincha. Tem um ponto de vista sempre bem-humorado, típico do autor.
Arnaldo Bloch
Escritor e jornalista, Arnaldo foi repórter da revista Manchete e correspondente em Paris. Trabalha desde 1993 no jornal O Globo, onde tem uma coluna semanal. É autor da biografia Fernando Sabino: Reencontro (Relume Dumará) e dos romances Amanhã a loucura (Nova Fronteira) e Talk show (Companhia das Letras).
Camila Iuspa
É estudante de pedagogia, pesquisadora de fatos cotidianos. VENENO é a sua primeira obra. Com apenas 25 anos, Camila apresenta uma novela literária com ingredientes de suspense e ação bem estruturados com um desfecho surpreendente. Ela se prepar para a segunda obra, que será sobre o BUILLING.
Antonio Carlos Secchin
Critico poeta e professor, é membro da Academia Brasileira de Letras. Começou a ganhar destaque como crítico literário ao escrever o livro João Cabral: A poesia do menos. Sua faceta poética ganhou destaque com a publicação de Todos os ventos, que recebeu em 2002 o prêmio da Academia Brasileira de Letras.
Fernando Gomes de Morais
È jornalista, político e escritor. Sua obra literária é constituída de biografias e reportagens. Seu primeiro sucesso editorial foi A Ilha, relato de uma viagem a Cuba. A partir daí, abandonou a rotina das redações para se dedicar à literatura. Pesquisador dedicado publicou biografias e reportagens que venderam mais de dois milhões de exemplares no Brasil e em outros países, tornando-se um dos escritores brasileiros mais lidos.
Nelson H. Vieira
É professor de literatura luso-brasileira e literatura judaico-brasileira na Universidade de Brown, nos Estudos Unidos. Doutor pela Universidade de Harvard, Nelson H. Vieira estudou no Brasil e em Portugal. Suas áreas de interesse acadêmico incluem literatura brasileira dos séculos 19 e 20; estudos culturais e identidade nacional; metaficção; tradução literária; além de raça, gênero, etnicidade e alteridade.
Wander Melo Miranda
É professor titular de Teoria Literária do curso de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP). Crítico literário de destaque é professor visitante em várias universidades no Brasil, na Argentina, no Uruguai, nos Estados Unidos e na Itália, é autor de Corpos escritos e Graciliano Ramos. Organizou os volumes Narrativas da modernidade e Arquivos literários, entre outros. Está à frente do Acervo de Escritores Mineiros, da UFMG. Este ano é curador de literatura brasileira do Prêmio Portugal Telecom de Literatura.