Confeitaria Colombo.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Antiguidades e Coleções
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:

Rio de janeiro, 21 de junho de 2009, cidade maravilhosa, a mais bela do mundo. Conheço algumas, mas como o Rio não existe igual, sua beleza natural, seus bens patrimoniais, suas favelas e sua História. Nesta data foi uma das dezenas de vezes que estive no Rio, mas esta viagem foi especial, pois comigo estava uma amiga da Guatemala, Blanca Victória Gomes. É ela quem faz uma pequena descrição da nossa viagem e de sua estadia no Brasil:
Mi estadia en Brasil ha sido una experiencia maravillosa y super especial he logrado tener muchas hermosas actividades llenas de alegria y gozo, entre ellas las de Rio de Janeiro que fuimos al Cristo siendo una actividad preciosa ver ese hermoso Cristo y ver el paisaje especial ademas de ello estar en la playa de copacabana y luego ir a la ciudad de pretopolis
la que es una ciudad muy maravilllos y llena de historia y recuerdos, muy hermosa luego regresar a rio e ir a Pau de Azucar que tiene una vista muy hermosa, luego regresamos a
la ciudad de Petropolis donde realizamos muchas compras, luego fuimos a Minas Gerais
a visitar a los tios de Pauliho y a su abuelo quienes son muy simpaticos, aunque los tios de Pauliho hablan muy rápido, pero el mayor de todos los lugares preciosas a sido la estadia en familia con los papás de Tamarita y Pauliho, también conocí a muchas personas maravillosas amigos de los esposos Torquato quienes me brindaron mucha simpatia, los odontologos me parecieron personas muy especiales.
Pauliho muchas gracias por todo tu aprecio y amistad, yo Victoria agradezco a Dios por haber tenido la oportunidad de conocerte y de poder ser amigos, muchas gracias por eso y por ser una persona llena de mucha bondad en tu corazón, mil gracias, Dios premiará tu buenas obras hacia mi vida, yo te quiero como a mi hermanito y espero que me recibas como a una hermana que te aprecia mucho.
Tamarita gracias por tu especialidad y por todo ese cariço que me brindaste y porque siempre estuviste pendiente de mi desde la el internet cuando hablabamos mil gracias por todo no puedo pagar con nada lo que han hecho por mi pero te quiero mucho a ti a toda tu familia te deseo mucha bendiciones y te quieroooooooooooooooooooooooooomucho gracias Tamarita.
Na China, sob a dinastia de Han, duzentos antes de Cristo, o barro consegue finalmente realizar o seu sonho milenário: não mais inveja o cristal. Estava à descoberta a porcelana.
O mundo oriental, ao alcance do comércio Chinês, do Japão à Índia, fica seduzido por aquela massa transparente e fina, que passa a substituir desde logo os pratos de barro, os vasos de bronze e as tijelas de cerâmica.
Estava realizado o milagre oriental.
Quando em 1709 a fábrica de Meissen começou a balbuciar as primeiras peças em porcelana dura, não pensavam o seu Böttger nem o seu protetor, Augusto II, que profunda influência teria uso dessa novidade na vida dos europeus.
Durante alguns séculos divertiram-se os povos da imensa China contando história mais ou menos zombeteiras ao europeu ansioso e curioso, e dessa forma espalharam-se pelo mundo as lendas mais fantásticas e inverossímeis, algumas das quais criaram raízes na época das Companhias das Índias.
Comerciantes portugueses, missionários franceses, aventureiros da Holanda e da Itália, todos se empenhavam em desvendar o mistério, a receita, a fórmula que produziria aquela massa dura e frágil, sonante e transparente.
E choveram as hipóteses, pulularam os relatórios enviados por viajantes, cheios de pormenores e sugestões. Mas apesar de tudo gente esclarecida tinha opiniões deste gênero: “A porcelana é uma pasta formada por gesso, cascas de ovos trituradas e cascas de camarões, que bem amassadas, ficam debaixo da terra por longos anos…”
Este é o parecer de Guido Panciroli, sábio jurisconsulto e antiquário de Pádua em 1595.
O mérito de descoberta da fórmula que produziu na Europa, a porcelana, deve-se indiscutivelmente a Friedrich Böttger, que após bem orientadas pesquisas conseguiu alcançar o elemento que lhe faltara desde o princípio: o caolino.
Estava realizado o milagre ocidental.
Logo que se pode oferecer uma produção regular, os compradores ocorrem à feira de Leipzig ou à própria manufatura; e a porcelana começa a se imiscuir na vida cotidiana. Primeiro são as xícaras e os pratos que afastam da mesa o metal; depois os jarros; e mais tarde a própria prata vai cedendo o lugar; e os medalhões decorativos, os relógios e mesmo os candelabros espalha-se pelos palácios.
Entre as muitas outras virtudes a porcelana tinha a de ter fama de contraveneno e mesmo segundo uma grande parte, de se quebrar ao contato de qualquer substância letal. Na época estas virtudes não eram para se desprezar …
As grandes manufaturas chinesas de King-te-chin prosperaram constantemente e atingiram o auge do desenvolvimento no século XVIII. Basta ler o relatório que escreveu o padre D’Entrecolles, para se compreender a riqueza e o progresso que esse ramo alcançou na China. De dia de noite, três mil fornos trabalhavam na “Cidade Da Porcelana” e dali saíam às peças que abasteciam os mercados vizinhos como Japão e a Índia, e também os longínquos como Egito e a Europa.
Quando a Alemanha, logo seguida pela Áustria e a França, começou a fabricar e vender porcelana, estavam persuadidos os negociantes que a implicaram neste negócio de que teriam lucros astronômicos; mas aconteceu justamente o contrário só as fabricas que estavam diretamente ligadas ao Estado subsistiram e mesmo assim, a custa de medidas improvisadas; as outras, algumas excelentes, como por exemplos Capo di Monte, foram levadas a falências ruinosas. Sévres mante-se à custa da bolsa do rei; Viena continua porque Maria Teresa proíbe ás outras fábricas o uso do ouro e do azul de colbato.
Meissen prospera porque Augusto II baixa édito obrigando os judeus a comprarem porcelana de suas manufaturas.
É compreensível que tenha acontecido o sucedeu porque a China o mercado interno muito desenvolvido e um mercado externo praticamente ilimitado, enquanto que as fabricas européias em concorrência inamistosa umas com as outras, prejudicando-se quando podiam, e sem mercado no Exterior até o fim do século XVIII, acabaram por se arruinarem a si mesmas.
A porcelana foi para os europeus um péssimo negócio: economicamente já vimos os resultados que deu e psicologicamente temos que ponderar pela fragilidade do barro, a virilidade do metal pelo amaneirado da louça.
Até meados do século passados, a porcelana teve pelo menos o encanto da forma graciosa da decoração agradável; mas depois disso todas as fábricas da Europa, sem exceção, caíram na forma pesada, na decoração confusa e empastelada e na decadência cada vez mais patente da qualidade. Estas são as razões pelas quais aqueles que têm gosto requintado e possibilidades, procuram por todos os lugares do mundo as peças chamadas “de boa época”, que no caso da porcelana européia são as do século XVIII.
Enquanto isso a China permanece imutável e continua fabricando com a mesma graça e leveza que outrora. É certo que copia e recopia, mas mesmo as peças chamadas “mandarim” e aparentemente super-decoradas obedecem ainda à qualidade d desenho e de composição que não mais encontramos nas nossas.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Três fatores sobressaem entre os que definem o preço de uma peça: arte, época e raridade.
Falando especialmente da prata, não há nenhuma razão, que não seja o gosto pessoal ou a comodidade, para preferir um copo de prata inglesa a outro de prata italiana, pois apenas um colecionador é quem pode decidir o que mais lhe agrada.
Não podemos também deixar de levar em consideração que, em épocas notoriamente infelizes artisticamente, foram feitas peças de beleza inacreditável.
Mesmo assim, como regra geral, devemos ponderar que uma moda, um estilo, influenciaram a quase totalidade dos artistas de maneira rígida e tirânica.
O caminho natural como colecionadores é procurar o que existe aqui onde vivemos; portanto a tendência é a de adquirir peças brasileiras ou portuguesas, já que seria quimera tentar juntar prataria egípcia no Brasil, embora nada haja contra ideia se alguém tiver paciência bastante para realizar.
Existem livros especializados sobre prata antiga e alguns estudos; infelizmente poucos sobre pratarias brasileiras. O melhor que um colecionador pode fazer é comprar quantas obras a esse respeito puder, pois sem uma relação de marcas não é possível uma classificação de objetos.
Em geral, o colecionador sente a falsidade de uma peça por intuição. O seu hábito, a sua convivência com as peças legítimas, costuma ser tão grande, que imediatamente um sexto sentido o adverte se ela é autêntica ou não.
Como não pode confiar unicamente na intuição, e também porque há muita gente que a não tem, são convenientes outros meios tais como: o exame da técnica, do título e do contraste.
O contraste define e garante a peça mas, quando falso ele serve apenas para atrapalhar e confundir o observador levando-o muitas vezes a duvidar de si próprio. Porém como todos os contrastes falsos que vi até hoje são sumamente grosseiros, não os acho capazes de suscitarem hesitações em quem quer que seja.
Um dos truques mais perigosos, embora de grande ingenuidade seja a da cobrinha: antigamente os mestres de oficina ou da própria Contrastaria costumavam riscar uma pequena superfície na peça com o fim de lhe determinar o teor da prata pelo exame da limalha assim extraída. Desse toque resultava uma linha mais ou menos sinuosa que muitas peças antigas têm.
Então, alguém inventou ser essa incisão uma marca, e como tal tem circulado, já que o erro se divulgou. O mal que resultou desse falso conceito foi que as cópias passaram a ostentar esta pseudo marca, mais fácil de executar do que acender um cigarro.
No Brasil, as coisas complicaram-se, porque na sua maior parte as peças não têm contraste embora sejam legítimas; e isto é uma maravilha para os falsários já que o difícil de fabricar um punção antigo está, “ipso facto”, dispensado.
Resta porém, uma poderosa arma, infelizmente pouco usada: o título. O título é a porcentagem de prata existente na liga com a qual o prateiro trabalhou.
O título foi religiosamente respeitado por quantos trabalhavam antigamente, e só de se mandar ensaiar um objeto já é meio caminho andado para a verificação, pois os fabricantes de prata antiga têm a ingenuidade de a ligá-la sem preocupação do título que era então usado.
Em Portugal utilazaram-se duas graduações que perduram até hoje: 916 para as peças que podem ser muito maleáveis e 833 para as comuns. No Brasil, o teor da prata foi 833 milésimos ou seja, 10 dinheiros (daí o número 10 dinheiros que aparece em quase todas as peças brasileiras marcadas). Também foram usados 900 milésimos (10 dinheiros e 6 grãos) e 580 milésimos representados pela marca de uma estrela.
Garanto que noventa por cento das falsificações são muito afastado dessas graduações oficiais.
Por estas pequenas armas é que vale a pena colecionador estudar, pois tendo conhecimentos suficientes, estará perfeitamente protegido.
Até a próxima.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:Creio que em quase todos nós existe, latente, a tendência a adquirir determinado tipo de coisas pelo simples e puro prazer de possuí-las.
Em certos momentos da nossa vida nasce o desejo de juntar peças que nos fascinam e de ampliar o seu número.
Muitos chegaram a iniciar, em tempos, uma coleção de selos ou de moedas ou até mesmo de caixas de fósforo. Por uma razão qualquer, grande parte desistiu para recomeçar mais tarde e talvez desitir de novo. Mas outros continuaram.
O verdadeiro colecionador é, parafrazeando Wilde, ” um homem para quem as coisas inúteis são absolutamente necessárias”. A coleção é justamente isso, um agrupamento de objetos aparentemente sem uso justificado geralmente pelo prazer que proporciona.
Trabalhando há muitos anos com colecionadores muitas vezes me perguntei o porquê dessa tendência em certas pessoas e as respostas que fui encontrando nunca me satisfizeram inteiramente.
Não há dúvidas que as mais importantes não provêm nem de um refinamento estético, nem de um egoismo excêntrico; derivam muito prosaicamente de fatores econômicos e correspondem a um entesouramento, ou melhor, a uma inversão a esse, geralmente inicia a sua coleção sem outro motivo a não ser o do seu temperamento, da sua personalidade; e o curioso é que, normalmente , só muito mais tarde descobre as consequências dessa sua tendência.
Com o correr do anos ele chega a conclusões interessantíssimas das quais as não menos importantes, são: um de ordem cutural e outra de feição econômica. De ordem cutural justamente pelo amor a conhecê-las e, a ler obras que se relacionem direta ou indiretamente com elas. Sei de um conhecido meu que se tornou num razóavel etnólogo por ter iniciado um estudo de porcelana brasileira! Lembro-me de outro, cujos conhecimentos de geografia são assombrosos em relação à sua cultura geral, porque vem juntando moedas e cédulas desde de 1950.
Muitas vezes um indivíduo comum, de cultura mediana, sem se aperceber, torna-se um especialista em um ou mais ramos de ciências porque um dia olhou com interesse inusitado um velho santo de madeira ou um bibelô de Saxe.
As consequências economicas também são curiosas pois que, grande parte dos apreciadores de arte, sejam eles numismatas ou bibliófilos, normalmente não tem à sua disposição uma fortuna imensa e por isso são cuidadosos nas suas compras, fazendo mesmo sacrifícios, por vezes importantes, para inverterem o seu dinheiro em peças que no momento da aquisição representam apenas um prazer, mas que mais tarde serão um grande patrimônio formado sem esse intuido.
Para termos uma ideia do que representa a aplicação normal de capital em objetos de arte antiga basta dizer que o valor médio por grama de Prata em 2000 (10 reais). Atualmente esse valor médio foi mutiplicado 2 e até alguns casos por 3.
Por que uma pessoa resolve iniciar uma coleção de xícaras e não uma de paliteiros? Essa é uma pergunta levemente freudiana à qual não temos elementos para responder.
Em geral atribuimos essa escolha ao acaso, mas a verdade é que são existisse uma predisposição, não seria porque alguém ofereceu uma maravilhosa cremeira que passaríamos a juntar cremeiras.
Em artigos subsequentes procucararei dar indicações de carater geral aos novos colecionadores, mas uma regra devo dizer agora:é que o maior inimigo do colecionador é aquele que inicia uma coleção e pára, que segura indefinidamente meia-duzia de moedas escassas ou dois raros pratos brasonados e fica por ai, mantendo fora de circulação sem motivo plausível, peças que faltaram a outros mais dinâmicos, e, que seriam estimulados por descobertas mais frequentes.
Até a próxima.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
José Cândido Santos, conhecido como Zé do Chalé, é um sergipano, neto de
índios Ocós e vive em Aracajú.
Foi carpinteiro durante décadas e construia chalés na ribeira do Rio São Francisco.
Apesar de já familiarizado com madeira, iniciou seu trabalho com esculturas aos 90 anos, por volta de 1992, depois de um sonho no qual construia uma bola dentro de outra.
Costuma chamar suas peças de troféus, e essas são esculturas mágicas, de
uma arquitetura repleta de simbolismo, em que pássaros folhas, bolas,
correntes, cruzes e outros elementos instigantes se equilibram em composições impecáveis.
O artista trabalha com madeiras das mais variadas – mulungu, cedro, imburana, pinho e maçaranduba, e sequer utiliza ferramentas apropriadas, esculpindo as peças à faca com impressionante preciosismo.
Seu talento só foi descoberto em 1999, quando o cineasta alagoano Celso Brandão, viajando por aldeias indígenas do seu estado, chega à morada de um Pagé Xóco e se depara com as obras de Zé do Chalé.
Diante de tanta beleza, Celso convocou o artista, a antropóloga Lélia Frota e o filósofo catalão Eduardo Subinat para um encontro na ilha de São Pedro, domínio xocó. e lá
se dispôs a divulgar este acervo precioso.
Fundada pelos irmãos Hauner e o empresário Ernesto Wolf, em 1955, a Forma é conceito de ideias de famosos arquitetos que passaram pela empresa.
Chamada inicialmete como Artesanal, suas primeiras coleções trouxeram para o Brasil sob licença de fabricação da Knoll International, peças de verdadeiros ícones do design contemporâneo – Mies van der Rohe, Marcel Breuer, Saarinen e Bertoia.
Com o passar do tempo, a FORMA ampliou esse núcleo inicial e introduziu o mobiliário italiano por meio de licença das empresas Arflex, e Acerbis.
Ao longo de sua história soube fugir do modismo e, bem ao contrário, criou tendências, como, por exemplo com o lançamento do sofá Strips, de Cini Boeri, na década de 70.
Paralelamente, no universo corporativo, a Forma continuou a evoluir, seja na vertente tecnológica, com seus painéis, seja atendendo à necessidade de sofisticação dos escritórios direcionais e executivos.
Em 1998, muda de controle acionário e passa a integrar a Giroflex S/A, como uma de suas unidades de negócio.
Na entrada do novo milênio, a Forma traz a coleção Fritz Hansen, da Dinamarca, com a emblemática poltrona Egg.
Em 2005, ao completar 50 anos, apresenta com total exclusividade os novos clássicos do design internacional: as marcas Emeco, Hay e Rolf Benz.
Hoje talvez a Forma seja a única a oferecer no país toda a gama de mobiliário contemporâneo – do clássico à vanguarda, do design minimalista das cadeiras ao conforto sedutor de seus estofados, tanto para residências como para espaços corporativos
Alguns revendedores de Móveis da Forma:
Em Belém do Pará, loja Pickerel representações S/A
Em Belo Horizonte, loja Móveis Braile ltda.
Em Cataguases, loja Domus Arquitetura e Interiores.
Em Curitiba, loja Domus Interiores ltda.
Em Londrina, Loja Irmãos Fuganti S/A.
Em Manaus, loja Oliveira e Tadros Cia ltda.
Em Natal, loja Comercial wandick Lopes S/A.
Em Porto Alegre, loja Reunidas de Decorações Ldta.
Em São José Do Rio Preto, loja Cristalux.
Em Vitória, loja Orlando Guimarães S/A.
Algumas lojas não existem mais, foram fundadas na década de 50.
Obs: Quase ninguém sabe mas Sérigo Rodrigues trabalhou na Forma por 6 meses.
Até a próxima.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Mil combinações com os elementos modulados de Mobília, assim era o lema da loja Mobília Contemporânea.
Em 1954, Michel Arnoult, juntamente com seus sócios Norman Westwater e Abel de Barros Lima, contrataram uma pequena marcenaria em Curitiba, formada por ex-funcionários da Móveis Cimo, para produzir sua primeira linha de móveis.
A linha de produtos era voltada à produção de móveis que atendessem as condições dos novos padrões de arquitetura, reduzindo o espaço interno dos ambientes.
Primeiramente chamada de Forma Móveis e Interiores Ltda.(nome que já era utilizado por outra importante empresa do ramo), a empresa foi finalmente batizada como Mobília Contemporânea. Sediada no Paraná, mudou-se para São Paulo em 1955, mesmo ano de sua inauguração oficial. Com o aumento do público, foram abertas mais 2 lojas na capital paulista, além de uma filial no Rio de Janeiro, em 1956. A logotipo da empresa foi feita por Willys de Castro e Hercules Barsotti.
A produção de seus móveis era voltada para produtos de preços médios e seu uso permitia flexibilidade na composição dos ambientes. Todos os elementos tinham uma medida padrão de 45 cm, o que permitia o encaixe e a combinação entre si de vários módulos. Além disso, eram móveis totalmente desmontáveis, sendo que a empresa dispunha de peças para reposição imediata.
Estes conceitos foram um avanço na fabricação de móveis em série no Brasil. Durante o processo, foram padronizadas todas as dimensões e reduzida a diversidade de peças. Seus desenhos permitiam a permanência no mercado por longo período, evitando modismos.
Na mesma época, outras iniciativas semelhantes foram desenvolvidas, como a Unilabor, a Mobilínea e a Oca, o que causou uma forte concorrência.
A última linha de produtos da Mobília Contemporânea foi a PEG-LEV, de fácil montagem, que era vendida em supermercados. A empresa encerrou suas atividades em 1973.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:Hoje vou falar do arquiteto e decorador, Jorge Zalszupin, polonês de nascimento, aportou no Brasil em meados de 1950, proveniente da velha e erudita Europa, tendo-se naturalizado brasileiro.
Aos 14 anos de idade, folheando um volume de fotos arquitetônico, um interesse novo lhe despertou a inspiração marcando o caminho para suas atividades.
Dedicou-se à decoração por insistência de seus clientes, que lhe solicitavam, ao terminar suas plantas, que também planejasse o ambiente interior.
Zalszupin funde a decoração com a arquitetura, eis o seu grande segredo.
Autor: paulinhoantiguidades@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: