
Arquivo de junho, 2008
Caríssimos,
Respeitem os direitos autorais e a legislação aplicável.
Divulguem a boa literatura e poesia, mas não deixem de mencionar a autoria.
Façamos deste país um Brasil de leitores e muitos escritores.
E AGORA?
Durou pouco…
Pouco de nós.
Ficou sem aquário
o último vôo.
Matou-se o sorriso
cortado a ácido
da mágoa escorrida
sem dó.
O grito
calado ficou
feito delírio
de quem se soltou
no ar
sem trapezista
pegador.
Explodiu monte de cores
no olhar
que se distanciava.
Parecia jogo,
que jorrava luzes,
refletido no cristal
de uma lágrima
estuporada.
Acabou…
sem acabar.
Como se o nada
fosse tudo
que ficou de
nós dois…
E agora?
Dói mais
do que aborto
premeditado.
Machuca
de morte
o poeta
mal amado.
Foi muito pouco
do que tinha combinado.
Quase nada
foi confirmado.
A promessa,
ficou à margem,
em prol do
sucesso almejado.
E agora?
De concreto
o vazio.
Do amor
à vida
solo.
Mas a poesia,
essa o poeta
não perde,
por mais
que lhe arrebatem
a Lua e o Sol,
como inspiração
e arte.
Afinal, O POETA
é um fingidor…
Morre de amor,
sem morrer
de dor…
POEMA PARA ROSE
Passou…
O tempo passou
O corpo
ficou do tamanho
da mente,
e explodiu de charme
carregado de experiência…
Irradiando vida.
O olhar moleque
de quem quer
aproveitar o tudo.
Esse permanece intacto…
Como a juventude
que recheia a tal
experiência.
Você é a minha Rose.
Dileta amiga,
ainda que tão longe!!!
Os gestos…
O jeito de sorrir…
O trejeito faceiro.
Quanta saudade!!!
A cerva gelada,
a vara de pesca,
a Donna Summer na vitrola
e nós no Rancho…
O grupo todo,
sendo felizes à beça!
O Clidão no pastel,
Seu Hélio nas panelas…
E nós na dança…
Lá ficou a geração da
Discoteca!
Minha amiga Rose,
minha irmã encantada.
Quanta saudade…
Mas a esperança
finca estaca!
Vou lhe ver
a qualquer hora,
só para lhe abraçar
e beber a nossa cerva,
bem gelada!
Por enquanto,
guarde a poesia
como presente
de aniversário.
O abraço…
Esse que quero lhe dar
dou pessoalmente.
Com todo o calor
do carinho e saudade
guardados.
Felicidades, Mana!!!
Autor: PATRICIA KEN - Categoria(s): Sem categoria Tags:MARCAS
Vigia o colo
em doce toque.
Os lábios percorrem
o corpo
a mente
a boca e
extasia e para,
feito sinaleira,
obedecendo a passarela
que leva à vida.
Marcas de prazer.
Ondas de volúpia.
O corpo estremece,
faz cena e
arrepia.
Você… Assim desnuda,
agora é minha!
Não tem vai…
Ficou sem volta.
está parado ali,
na curva que faz
você gemer disposta.
O beijo louco,
O sugar d´alma.
Faz marca
a sua pegada.
Grava o toque
na memória.
É assim que ama
a mulher que abraça e
se joga em seus seios
feito beija-flor de praça.
Vivi para ficar…
Com ou sem marcas!

