A tensão havia tomado conta de mim desde o início das etapas pré-admissionais do concurso público para soldado da PM-BA, mas graças a Deus, a aflição acabou! Passei em todos os exames, e agora só resta o curso de formação de soldado (CFSD).
É muito confortante essa sensação de dever cumprido, de que meus primeiros esforços não foram em vão. Ouvi várias histórias impressionantes sobre a pressão que é o CFSD, mas não me assusto, sei que Deus tem planos para mim, e Nele está minha vitória!
Parabenizo todos os guerreiros que, assim como eu, venceram todas as barreiras e logo logo formarão parte da gloriosa Polícia Militar da Bahia! Avante guerreiros!
No dia 08 de Novembro ocorreu o último exmapre pré-admissional do concurso público para soldado da Polícia Militar da Bahia, foi realizado no prédio da FTC (Faculdade de Tecnologias e Ciências). Apesar de toda a bagunça e falta de organização (cerca de 3 mil candidatos lá no local tentando olhar ao mesmo tempo em qual sala faria o teste, sendo que esta informação estava em folhas de ofício colocadas nas portas de entrada. Não seria mais fácil divulgar a sala antes pela internet?) que fizeram com que os candidatos comecem o teste já com o psicológico afetado.
Não tem como sair confiante diante de um teste como este. É preciso ter calma, dizem-me. Mas esse resultado não sai logo, estou ficando doido de verdade já (kkkk). Sem falar na faculdade, que meu rendimento vai caindo bastante, desde que iniciaram esses exames pré-admissionais.
É muita ansiedade, muita coisa em jogo. Não é possível que depois de gastar tanto dinheiro com exames médicos, viajens à Salvador-BA, muito treino para poder fazer o Teste de Aptidão Física, depois de tudo isso, que achem justo perder por causa de um psicoteste!
Mas Deus tem visto minha luta diária, e com Ele está minha vitória! Que venha o resultado.
Poderia uma pequena comunidade no interior de um Estado nordestino viver de forma auto-suficiente? Sem interferência do Estado? Não só poderia como existiu, de fato.
Este foi o trabalho realizado pelo religioso Josér Lourenço Gomes da Silva, mais conhecido como beato José Lourenço. Em 1890, o beato migrou para Juazeiro do Norte-Ce para visitar o seu pai, dai em diante, iniciou seu processo religioso na localidade, dissseminando a palavra da Bíblia em projetos de orações. Diante desse presuposto carismático, houve início sua intervenção socialista no sítio Baixa Danta.
Socialista por que a partir das ações do beato José Lourenço a Lei do Capital não existia naquele local, não havia lucro no mecanismo econômico. Havia, porém, uma ajuda mútua. Ninguém passava necessidade, todos produziam e o que obtiam era distribuído com todos, sem diferença. O beato pegou uma região desértica e deu vida ao local, fez plantações e proliferou a fé.
“Ninguém passava necessidade. Organizava-se uma sociedade religiosa na qual o trabalhador não era espoliado pelo dono das terras. (…) Naquela ética de base cristã, o trabalho era a única forma de obter o pão de cada dia, pois ninguém deveria viver às custas do trabalho alheio. Era uma religiosidade não-capitalista.“(RAMOS, 2000: 372; 374)
Era de se esperar que uma forma de sociedade deste tipo, totalmente fora dos padrões tradicionais incomodassem as autoridades vigentes. Afinal, ia totalmente ao contrário dos interesses das elites, incluindo-se ai, os coronéis nordestinos. Como a legislação vigente afirmava que os contratos poderiam ser interrompidos quando o proprietário quisesse, José Lourenço foi expulso e o sítio vendido.
A partir daí, o beato José Lourenço recebeu do Padre Cícero uma fazenda, que posteriormente ficou conhecido como Caldeirão do Santa Cruz do Deserto. Nesse local, o trabalho realizado pelo beato seria melhor e mais estruturado o qual já fora. O intuito do caldeirão era temido não pelo seu cunho religioso, mas sim pela sua intervenção na sociedade. Vale ressaltar, que tudo que era feito no Caldeirão batia de frente com qualquer conceito de “sociedade moderna”.
Dai você pode perguntar, o que o beato José Lourenço fez de errado?
Fez uma sociedade igualitária e auto-sificiente. Lá produziam algodão e fabricavam suas roupas, criavam gados e peixes, produziam todos seus alimentos, suas ferramentas e qualquer outra necessidade que tivessem. Não lhe faltavam água nem comida. Para lá foram vários outros povos, somando-se milhares. Dentre eles, militares de reserva e todos aqueles que almejavam entrar neste paraíso carismático. Por que era isso que o sítio significava para essa população, o Éden.
Assim sendo, era contrária a qualquer política exploratória da região e de todo o país. Daí iniciou toda uma tentativa, do governo, para destruir esse local (incluindo os moradores). Portanto, o “fantasma do comunismo” fez jus a perseguição que se instalaria, logo após a morte de Padre Cícero.
Padre Cícero, numa confiança ingênua, num testamento, passou a posse da propriedade para os padres Salesianos do Crato. Estes, por sua vez, ordenaram que todos que morassem no Caldeirão fossem expulsos, e passaram a morar nas matas. Contudo, rumores afirmavam que as populações renagadas atacariam, por vingança. dando início ao primeiro massacre aéreo da América Latina, no qual cerca de 700 lavradores morreram. Os que sobreviveram foram perseguidos, torturados e mortos.
Com a morte de José Lourenço, o acontecido começou a entrar no esquecimento. Daí surge a dúvida: Por que não vemos brilhantes atitudes como estas em livros didáticos? O que querem que não saibamos ou façamos?
Fatos como este devem sempre serem lembrados. Quem disse que viver numa sociedade capitalista como a nossa é a única solução? É como se o rumo da história já estivesse delimitado, e houvesse uma única saída. Quem escolhe por nós? Parafraseando Fernando Henrique Cardoso: E o povo, como opina?
Ps: Texto baseado num estudo feito por Paulo Henrique de Souza Martins, Graduando do Curso de História pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, Sobral – Ceará.
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade.
Ps 1: Para início de conversa, gostaria de ressaltar que ainda não sou militar, portanto, o texto não é baseado em experiências próprias, mas em vários textos que li e relatos de alguns militares, assim sendo, apenas demonstra minha humilde opinião sobre o tema tratado.
Ps 2: As atitudes militares aqui em questão são as relacionadas à formação de novos policiais militares.
Respondendo à questão presente no título do post: Não. Não acho que sejam sinônimos e nem são atitudes co-existentes, mesmo que para muiitos que estão “de fora”, pareçam caminhar juntos.
É notório que a instituição da Polícia Militar, independente do Estado, traz consigo uma bagagem de questionamentos sobre instruções com uso da força física, excessiva, em muitos casos. Este tipo de atitude é mesmo necessária?
Sim, mas não de forma excessiva. Creio que é uma atitude totalmente aceitável, contudo, que não sejam levados para o lado da tortura e humilhação.
Quando um civil ingressa numa instituição militar, há o que chamam de rito de inicialização. É como se quisessem que todas as “características civis” fossem apagadas, para que uma personalidade militar fosse implantada. Não seria um tipo de lavagem cerebral? Talvez sim, mas com objetivos claros: fazer com que o policial esteja apto e ciente do que encontrará nas ruas e em sua carreira militar.
Muitas dessas provas de esforços físicos, chamadas de “traquejo”, são usadas como forma de fazer com que os alunos tomem consciência da hierarquização a qual estarão submetidos, a partir do primeiro momento na instituição militar. De tal forma que fique clara a subordinação dos mesmos para com a “pirâmide hierárquica”. Sem contar que tais traquejos são águas divisórias, muitas vezes, entre os que realmente desejam servir com orgulho à Polícia, dos que estão por conta do salário ou outro motivo fútil.
A princípio, pode parecer estranho o excessivo número de exercícios físicos consecutivos e a enorme pressão psicológicas as quais os alunos são submetidos, mas há quem diga que com certeza isso fará com que você se conheça, sabendo, realmente, quais são seus limites. E deve ser uma das melhores satisfações passar com êxito à essas provações, tornando-se um guerreiro aldaz.
É lógico que deve haver uma formação militar rigorosa, se assim não fosse, não seria, de fato, militares. Entretanto, deve existir discernimento entre os instrutores para saber de que forma tais instruções serão positivas, para quem as recebe. Fazendo com que os ideais de disciplina, virtude, determinação sejam ressaltados e mostrados, posteriormente, no âmbito da atuação dos policias, para que possam assegurar o que sua função os exige: garantir preservação da ordem pública.
O que não pode ocorrer é haver policiais ressentidos pelo que passaram, abrindo brechas para abusos de poder, descontando seus traumas na própria sociedade, a qual deveria protejer.
O fato é que quando se pensa em seguir carreira militar, já deve se ter em mente, mesmo que superficialmente, tudo que poderá passar no decorrer de sua formação. Assim sendo, deve se adequar à rotina imposta pela polícia, já que esta preza tanto pela tradicionalidade.
Seria tão fácil se nós pudéssemos filtrar os assuntos que rodeiam nossa mente, dando mais importância a uns, se preocupando menos com outros. Só assim poderíamos deixar um pouco de lado as frustações, inquietações, dúvidas e ansiedades, para que outros assuntos tomem lugar, como, por exemplo, mais atenção aos estudos e às pessoas a nossa volta.
Como havia dito, fui à Salvador realizar os exames pré-admissionais da Polícia Militar da Bahia e, graças à Deus, deu tudo certo [alívio]. Por enquanto, os exames realizados foram a entrega dos exames médicos-odontológicos, o teste de aptidão física (TAF) e a entrega da documentação. Ainda falta realizarem o psicoteste, mas ouvi um boato de que uma lei entrou em vigor proibindo a eliminação de candidatos à cargos públicos pelo psicoteste, fazendo com que este apenas faça um esboço do perfil psicológico do candidato. Tomara que seja assim mesmo, não que eu seja doido… Mas já ví muita gente normal perder, então melhor nem arriscar.
Na entrega dos exames médicos ainda passei um leve sufoco procurando um exames dentro de uma pasta cheia de papeis, mas, depois de uns gritos do Sargento, deu tudo certo.
O TAF (teste de aptidão física) contou com os seguintes exercícios: 3 barras (dinâmicas), tiro de 50 mts em 8s e uma corrida de 2.4 km em 13 minutos. Molesa! Nada que um bom treino não tenha resolvido. Ainda vi alguns guerreiros perderem nos testes, mas acho que entrarão com recursos e tomara que ganhem.
Na entrega da documentação foi tudo tranquilo, até por que eu já havia derrotado o fantasma do TAF que tanto tirava meu sono. A maior complicação foi desenhar um croqui do meu endereço, não sou nenhum Picasso, mas acho que deu para entender.
Bom, como disse, ainda falta a realização do Psicoteste para que eu possa, com fé em Deus, ingressar no Curso de Formação de Soldado.
Como diz um grande amigo meu… “Trace seus objetivos e veja-os concretizando-se”. É uma ótima sensação. Que venha o Psico!
Caros leitores, o autor deste humilde blog tomou, de fato, um chá de sumiço. Há mais de um mês sem postar nada e entrando pouco na internet. Isso por causa dos treinamentos para as etapas pré-adimissionais da Polícia Militar da Bahia e também por causa da faculdade.
Próxima semana estarei em Salvador, para realizar essas etapas pré-adimissionais. A anciosidade tá tomando de conta do ambiente, mas com fé em Deus dará tudo certo.
Muitos cientistas formulam teorias que mostram que nossa concepção tradicional de mundo está muito deturpada. Como é o caso da Teoria da Terra Oca. O astrônomo Edmund Halley, que teve seu nome doado ao cometa de 1682, o qual, como ele previu, retornou em dezembro de 1758, foi o primeiro a alegar a existência desse universo interno. Esta teoria é antiga e muitos afirmam ser um mito.
Segundo esta teoria a Terra possui um “Sol” interno (sol no sentido de fornecer luz e calor, como o núcleo da teoria tradicional), três pontos onde a gravidade é zero e duas enormes aberturas nos pólos que interligam a superfície interna e externa. A explicação para esses fenômenos é relativamente simples de se entender: o movimento de rotação do planeta arremessa a sua massa para longe do centro, da mesma forma que o giro de uma máquina de lavar arremessa as roupas para os lados deixando o seu centro oco. Uma comparação melhor é a de um motociclista em um “globo da morte”: a rotação impede que ele caia mesmo quando está de cabeça para baixo. A única diferença é que no globo da morte o motociclista é quem está girando e não o globo.
Eles se apegam a esta hipótese pelo fato de que a terra faz um motimento de rotação à velocidade de mais ou menos 463 metros por segundo por um período de existência entre cerca de 5 bilhões de anos. Sendo que a rotação nos polos é muito baixa, a partir dai, a força centrífuga deixaria tais aberturas nos pólos.
Digamos que tais aberturas e um mundo interno realmente existam, e você está passando pelos pólos e, por ventura, entra em tal abertura… você não sentiria tal mudança no meio geográfico porque a extensão de tal abertura é imensa, cerca de 2.000 km, sendo que a força gravitacional é muito forte, ou seja, você iria para o “outro lado” com a impressão de estar caminhando normalmente. Da mesma forma como as pessoas que estão numa latitude muito baixa não percebem que estão num plano inclinado.
Essa teoria diz que o intra-mundo é um lugar bem mais desenvolvido, com vegetações exuberantes, grandes oceanos, rios, enfim, todo um ecossistema próprio; com seres vivos maiores do que o normal (inclusive humanos). Isto de ser maior que o normal é por conta que a ação da gravidade é muito menor, facilitanto assim, o crescimento das plantas, animais e seres humanos. No intra-mundo as civilizações seriam muito mais avançada social e tecnologicamente, isso se deve, além de outras razões, ao fato do intra-mundo estar mais protegido contra eventos cataclísmicos (como a queda de um grande meteoro e furacões por exemplo) do que o mundo externo. Facilitanto, por tanto, um desenvolvimento dos seres sem nenhuma interrupção, de forma harmoniosa.
Muitos dos que acreditam nessa teoria afirmam que os tais OVNIS de outros planetas, são, na verdade, os moradores mais avançados do intra-mundo. A partir disto, dizem que tais habitantes vizitam o lado exterior para auxiliar em nosso desenvolvimento, e por serem muito mais avançados acreditam que os moradores do mundo exterior não estariam preparados para o conhecimento de todas as tecnologias e muito menos preparados para saber da existência dos outros “moradores”.
Imagens retiradas do Google Earth. Na do lado direito, podemos perceber algo como um tampão digital.
Porque os Icebergs são feitos de água fresca quando, de acordo com a versão convencional, a única água disponível nos pólos é salgada? De onde vem toda a vegetação que é encontrada dentro desses Icebergs? Porque exploradores que se aventuraram além dos pólos magnéticos descobriram que o clima fica mais quente e que os mares ficam livres de gelo? Porque alguns pássaros e animais da região polar, como o boi almiscarado, migram para o Norte no inverno, sendo que a tendência desses animais é procurar locais quentes? Existem, realmente, barreiras no conhecimento geográfico?
A teoria científica convencional não pode responder à essas perguntas, mas a teoria da Terra oca pode. Existem rios de água fresca que fluem pra fora do intra-mundo e essa água morna carregando vegetação e pólen congela, formando os Icebergs de água fresca em uma área onde aparentemente só existe água salgada.
Bom, se o que a teoria afirma realmente é verdade eu não sei, mas é muito fácil tirar a prova, é só sobrevoar os pólos. Já ouvi falar que é proibido sobrevoar os polos, se for mesmo, por que será? É bem verdade que ao invés de ser imparcial, a comunidade “científica” ridiculariza toda e qualquer idéia que seja divergente da sua versão oficial e acusa de falta de seriedade ou de métodos científicos quem promove essas idéias. Controlando, assim, a verdade. Cientistas esses que negavam fielmente que a terra não era redonda, por que não podem estar errados agora? Toda a população ridicularizava, também, a idéia da terra ser redonda e fazem isto também com essa teoria do intra-mundo.
O fato é que é extremamente importante conhecer e entender o mundo, até por que, com isso, aprimoramos nossa relação com o local onde vivemos. O que difere esta teoria das outras é que esta pode ser facilmente provada ou desmacarada, pois se trata de algo concreto relacionado ao nosso planeta. Basta promover excursões para sobrevoar tais locais.
Para relatos de pessoas que supostamente avistaram o Mundo Interior clique aqui.