14/11/2009 - 02:30
Enquanto o país está sendo literalmente roubado pelas gangs dos quarenta e seus cúmplices, que transformaram o poder público em um covil de bandidos, estudantes vândalos de um linchamento moral se preocupam com a saia curta de uma estudante. O fascismo de esquerda já toma conta das mentes apodrecidas pela falência cultural e educacional do país.
Uma “universidade” permitiu e uma turba de estudantes praticou um absurdo e covarde linchamento moral de uma estudante que trajava roupas que agrediram os “princípios” de gente sem princípios e apátrida, pois pactuam pela omissão, pelo silêncio da ausência de vaias, pela covardia ou pela cumplicidade, com a degradação moral das relações públicas e privadas.
Todos os dias as manchetes denunciam escândalos de roubo do dinheiro dos contribuintes por políticos e seus cúmplices.
Contra esses bandidos, “ocultos” responsáveis diretos pelas desgraças sociais do país, esse populacho da falência educacional e cultural não faz absolutamente nada, pois a organização que os comanda, a UNE, devidamente subornada pelas verbas públicas, simplesmente faz cara de paisagem para o poder público bandido que os financia e faz apenas a politicagem barata, conforme seus interesses, e que somente saiu em defesa da estudante apenas pela reação da sociedade e do poder público.
Quem, dessa gente que faz um estúpido assédio moral a uma estudante perseguida e ameaçada de estupro dentro de uma universidade somente porque estava de saia curta, desliga sua televisão durante os horários nobres das novelas que passam diariamente cenas de libertinagem sexual, desmoralização da instituição familiar e validação de comportamentos canalhas como novos padrões de sobrevivência na sociedade?
–
Ninguém.
– Gente hipócrita, cantada em música por outro hipócrita que usou o cargo de ministro somente para se promover e não fazer nada pela cultura do país.
Quem nesse país acovardado, omisso, e subornado de todas as maneiras possíveis pode se dar ao direito de vaiar uma estudante somente porque estava de saia curta diante da impunidade em relação aos canalhas das gangs dos quarenta e seus cúmplices que continuam livres, leves e soltos?
Que moralidade é essa que permite na época de carnaval, em público, um padrão de nudez sem limites onde tudo é permitido, inclusive sexo explícito em bailes de carnaval?
Todos os anos socialites, famosas personalidades, ou atrizes podem sair praticamente nuas, sambando nos desfiles e recebendo aplausos, e não vaias ou xingamentos. Quanta hipocrisia desses baderneiros! É essa a geração que vai servir aos propósitos do fascismo de esquerda que domina o país.
Uma saia curta para esses arruaceiros hipócritas é muito mais grave do que termos uma candidata a presidente denunciada por roubos, assaltos e cumplicidade com assassinatos.
Será que eles têm coragem de gritar TERRORISTA para a Estela nas suas andanças pelo país do lado do Retirante Pinóquio? Não, porque sua coragem reside em perseguir uma estudante nos corredores de uma universidade.
Uma saia curta para esses omissos é muito mais grave do que termos um Poder Legislativo que virou um covil de bandidos sendo que nenhum desses canalhas ladrões dos contribuintes sofre qualquer ameaça dos agora “caras pintadas” de vermelho do petismo subornadas pelo Retirante Pinóquio.
Uma saia curta para esses hipócritas é muito mais grave do que a corrupção e o corporativismo sórdido que tomou conta do poder público e está fazendo do país o paraíso da corrupção dentro do poder público.
Que moral tem essa turba tem para linchar moralmente uma estudante enquanto o país está sendo dilapidado pelos bandidos que tomaram conta do poder público e nenhum deles sofre qualquer pressão desses mesmos estudantes quando transitam nos lugares públicos distribuindo sorrisos, apertos de mãos e abraços para os otários palhaços do Circo do Retirante Pinóquio.
Na verdade os imorais são vocês baderneiros hipócritas que, de caras-pintadas lutaram para derrubar o Collor e, atualmente, fazem cara de paisagem para as absurdas falcatruas dos desgovernos petistas que, comparativamente, fazem de Collor um menino travesso que foi processado “injustamente”.
Na verdade vocês, linchadores da moralidade alheia, deviam ter vergonha de se olharem no espelho por serem incapazes de cercar nas ruas um político safado, corrupto, canalha e lhe pedir satisfações.
No que diz respeito à Universidade que avalizou essa estúpida agressão ao tentar expulsar a estudante, moralmente linchada por esses covardes, esperamos que o poder público cumpra o seu papel de puni-la exemplarmente, isto é, se não correr muito dinheiro para os cofres do submundo do corporativismo calhorda que domina o poder público.
“Com Lula no poder o Brasil tornou-se, de forma premeditada, um dos países mais corruptos do mundo, onde a população se deixa escravizar seis meses ao ano para, entre outras mazelas, financiar o incontrolável aparelhamento da máquina pública, a bilionária propaganda enganosa, os “movimentos sociais” criminosos, as incontáveis Ongs parasitárias, o fausto palaciano, os partidos políticos de aluguel, programas sociais fraudulentos, etc., para não falar no enriquecimento súbito e milionário de amigos e familiares – tudo a funcionar com a precisão de um cronômetro suíço, como de resto recomenda a boa prática do “socialismo democrático”.
Por que vocês, covardes linchadores morais, não cercam os canalhas do poder público que estão destruindo nosso país?
Uma saia curta para vocês é mais importante do que permitir que o Brasil seja definitivamente entregue ao fascismo esquerdista que quer colocar uma terrorista no poder para garantir que joguem debaixo do tapete todas as sujeiras do petismo, garantindo a volta ao poder do mais sórdido político de nossa história.
Vocês, linchadores morais, merecem, no amanhã, serem perfilados em um paredão ou entrar na fila de uma cova coletiva no caso de desobediência ao covil de bandidos cujas atitudes são aceitas sem restrições, sem vaias e sem xingamentos aos canalhas que transitam livremente nas vias públicas.
Para quem quiser assistir os atos covardes da nova juventude brasileira, fruto da falência educacional e cultural do país, segue o link que mostra a estupidez cometida contra a estudante.
Extraído de Resistência Democrática
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: estudantes, Uniban
04/11/2009 - 06:17
Como investidor na civilização, continuo interessado em saber quais providências a Uniban vai tomar contra os bárbaros que protagonizaram uma das cenas mais estúpidas a que assisti nos últimos tempos: o linchamento moral de uma moça que estava com uma roupa considerada inadequada para freqüentar aquele ambiente. O pressuposto daquela gente só pode ser este: onde há linchadores e candidatos a estupradores, um vestido curto pode ser algo muito imoral! Olhem: custo a crer que aquilo tenha acontecido. E algumas — na verdade, muitas — mensagens que recebi dão conta de certa crise de valores do nosso tempo.
Alguns leitores, fazendo questão de deixar claro que costumam detestar o que escrevo, disseram-se surpresos com a minha opinião sobre o episódio. Segundo afirmaram, a expectativa era a de que alguém “católico, conservador ou de direita” (os adjetivos e locuções adjetivas variavam um pouco) apoiasse a barbárie. Não é mesmo fabuloso?
Ora, então são os ditos “conservadores” os justificadores de ações da massa, da chamada “coletividade”, contra um indivíduo? Quando muitos de nós dizemos que as esquerdas detêm a hegemonia do processo cultural, há quem conteste. Eis aí um bom exemplo: a chamada “direita” — seja lá o que isso signifique na cabeça dessa gente — será sempre culpada de tudo. Tem-se como um dado da realidade que as esquerdas são mais tolerantes e, lá vai a palavrinha perigosa, “democráticas” do que a direita.
É essa a experiência histórica que temos? Só a ignorância — falta de conhecimento histórico mesmo — ou a má fé podem sustentar essa tese. Nunca houve máquina de matar como as de Mao Tse-Tung e Stálin. Não obstante, as duas bestas continuam a ser cultuadas em certos círculos ditos… progressistas. As várias manifestações do fascismo na Europa acabaram recebendo a designação de “direitistas”. Mas terão sido realmente? O que há em comum entre, por exemplo, o liberalismo e a visão fascista de estado? Nada! O que de comum entre as concepções de sociedade dos comunistas e dos fascistas? Quase tudo. A diferença é que os comunistas preferem entregar ao “partido” o que os fascistas pretendem que seja regido pelo “estado”. Nos dois casos, o que se tem é a morte do indivíduo e o triunfo da verdade coletiva.
Não! Não estou afirmando que eram “esquerdistas” aqueles que se manifestaram de modo tão brutal contra aquela moça. Mas estranho o silêncio da militância feminista; estranho o silêncio das ONGs voltadas para os chamados direitos da mulher; estranho o silêncio de Nilcéia Freire, titular da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Sim, eu sei, a “moça de vermelho” não é exatamente uma militante; não é alguém que porte bandeira; não é veículo de uma causa. Ela é só uma cidadã, um indivíduo, vítima de uma brutalidade. Então todos se calam. Se a garota, ao menos, fosse negra, seria defendida em razão de sua condição que diriam “racial”. Como nem isso ela é, então sabem o que ela é? NADA!!!
Pois é, queridos… Nós, os “conservadores”, os “católicos”, os “direitistas”, nos interessamos pelos “humano-ninguém”; pelo humano sem pedigree militante; pelo humano que não é porta-bandeira de uma causa; pelos “desclassificados” neste mundo dividido em coporações militantes. Não! Não deviam ser esquerdistas aqueles que vaiaram a garota, que puxaram o coro, formado por homens e mulheres, de “pu-ta; pu-ta”… Mas, vejam que coisa, estavam imbuídos daqueles valores que podem ser qualquer coisa, MENOS LIBERAIS.
São, isto sim, os valores da coletividade; que ficam bem em fascistas, que ficam bem esquerdistas — no fundo, eles se confundem e, na origem, são a mesma coisa; que ficam bem nos grupos e nos ambientes onde o outro é essencialmente destituído de direitos individuais, devendo antes indagar à coletividade o que pode e o que não pode — independentemente do que asseguram até mesmo as leis.
Onde estão as esquerdas para defender a Moça de Vermelho, a moça sem causa? E reitero: pouco me importa se sua roupa era adequada ou não. A minha civilização é a do habeas corpus — “tenha o seu corpo”. A minha religião, igualmente, é a da inviolabilidade desse corpo. Mas nós estamos em baixa, sei disso; temos de atravessar o deserto. Então vamos atravessar.
Nada sei que desabone a conduta daquela moça. Mas vou para o extremo: ainda que houvesse, e daí? Assegurar o direito das santas é bolinho, é coisa simples. O difícil é mesmo assegurar o direito das putas, dos tortos, dos caídos, toda essa gente que as esquerdas transformam em bandeiras desde que elas aceitem ser massa de manobra de seus propósitos: respeitam a bicha se a bicha carregar bandeira; respeitam a prostituta se a prostituta carregar bandeira; respeitam o oprimido se o oprimido carregar bandeira; respeitam os direitos humanos se os direitos humanos forem uma bandeira. Vale dizer: não é por amor ao homem que se mobilizam, mas por amor a uma causa.
Sim, eu tenho um profundo, um elementar, um essencial desprezo intelectual por essa gente. Protesto contra o que aconteceu com Geysa não porque eu me identifique com ela ou a considere útil aos meus propósitos. Aliás, meu protesto é ainda mais veemente justamente porque Geysa é um indivíduo sem nome e sem bandeira.
Quanto àqueles que se espantaram que um católico etc… Ora, nós contemos a mão que apedreja. Não apedrejamos.
Fonte: Reinaldo Azevedo
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Uniban