O TrOgLoDiTA

Divagações…

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20/11/2009 -  15:27     

Cuba Libre

No fim dos anos sessenta e década de setenta (século passado) tomei muita Cuba Libre, ou como se costuma dizer em Havana, uma mentirita. Naquela época, tinha bem presente, ainda, toda a história da revolução cubana, com seus líderes exóticos Fidel Castro e Che Guevara . Enquanto saboreava essa deliciosa bebida, reverenciava a libertação de Cuba das mãos sujas de Fulgêncio Batista e seu apoio norte americano, com cara de satisfação.

Mal sabia eu, naquela época, que viriam os dias em que tomar Cuba Libre representaria reivindicar a libertação do povo cubano, novamente, agora de Fidel e seu irmão.

De fato, Fulgêncio e sua turma adepta a um bom joguinho, regado a run, mulheres fáceis e charutos foram banidos do pequeno solo da ilha. Avanços como uma medicina e um ensino menos capitalista e de surpreendente eficácia surgiram para espanto global. Os charutos permaneceram.

A Igreja ou a liberdade religiosa, se não foi banida, também nunca foi incentivada pela dinastia Castro (hoje Cuba está sob o jugo do ditador Raul Castro, irmão de Fidel, adoentado), tornou-se uma manifestação tolerada e muito vigiada. Meu amigo, com quem não falo pessoalmente há anos, Zigfried Zils, depois que saiu da Missão Portas Abertas, onde trabalhamos juntos, iniciou um trabalho intenso de apoio à igreja cristã em Cuba, por mais incrível que pareça.

Tenho acompanhado o esforço da companheira Yoany Sanches, uma blogueira cubana que escreve desde Havana e através de amigos na Europa publica seus posts e mantém um blog muito intenso sobre a falta de liberdade do povo cubano, sobretudo, em utilizar a Internet sem restrições. Resolvi, inclusive, acrescentar o símbolo da luta dos irmãos cubanos, aqui na Gruta.

Entretanto, preocupa-me toda essa conversa pró Fidel, na qual o presidente Venezuelano Hugo Chaves largou na frente e foi seguido por Morales da Bolívia e Rafael Correa do Equador. O próximo candidato a entrar nessa fila é o cara do Paraguai, Fernando Lugo, notabilizado por ser um eficiente fazedor de filhos com mulheres pobres e desinformadas. Sorrateiramente, vejo nosso presidente engajado nessa opção (a de Fidel e não a do Lugo, ao que se saiba), mas sem sair do armário. Sua candidata preferida só faltou desnudar-se quando se viu frente a frente com o bolivariano do norte e só não o fez porque poderia por tudo a perder, imagino.

Seguindo o raciocínio castrista e mentor dessa camarilha toda, ao invés de caminharmos para uma Internet livre, a vontade geral é trancafiar nossas línguas, digo penas, ou melhor, teclados, nas mais altas masmorras e impedir que fiquemos por aí incomodando os modernos caudilhos das Américas com nossas manias de liberdade e democracia cibernéticas.

Na verdade, estou me lixando para bobagens como dinheiro que descobre nossas misérias, para cobrir as sofreguidões vizinhas e acenos de pró lenços vermelhos nos pescoços. Se estivesse na Missão Portas Abertas ainda, estaria gastando toda aquela montanha de grana que eles arrecadam anualmente em denunciar o perigo que essa gentalha representa à liberdade religiosa, ao invés de ficar caçando muçulmanos sob critérios dados pelos americanos da outra América. Tão pouco estou me importando com a igreja organizada, essa abominação que nos assola e mais nos afasta de Deus, mas minha profecia mira muito mais abaixo, ou seja, a plena liberdade para a igreja que se reúne na Caverna, ou na Gruta e se move via WEB.

E aí? Vai uma Cuba Libre?

Popout

lousign

Extraído de A Gruta do Lou

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16/11/2009 -  09:11     

Construtores de muros

Percival Puggina

Gosto de ler o que Frei Betto escreve. Nem tanto porque ele sabe fazer isso, mas, principalmente, porque é o autor popular que melhor representa o pensamento utópico da esquerda no Brasil. Aliás, quem quiser conhecer a papinha servida aos bebês da utopia comunista deve procurar na cozinha do dominicano. Há jovens esquerdistas que nada têm de idealistas. Esses estão no PT, no PCdoB e na UNE e se servem direto das tetas públicas. Mas há jovens esquerdistas idealistas. E o que frei Betto escreve cai no gosto desses bem intencionados, seduzindo-os para o lado errado da pauta filosófica e política.

O próprio dominicano o confessa lisamente. Em artigo de setembro de 2007, ele afirma: “Muito cedo gravou-se em mim o sentimento do mundo. Meus olhos, dilatados pela fé, polidos pelo pós-hegelianismo de Marx, enxergaram a pirâmide social invertida. Consumiu-se minha juventude na embriaguez da utopia. (…) Lutávamos atentos aos clamores da Revolução de Outubro, à Longa Marcha de Mao ao cruzar as pontes de nossos corações, aos barbudos de Sierra Maestra que arrancavam baforadas de nosso alento juvenil, à vitória vietnamita selando-nos a certeza de que arrebataríamos o futuro. A lua seria o nosso troféu. Haveríamos de escalar suas montanhas e, lá em cima, desfraldar as bandeiras da socialização compulsória”. A essas e outras catástrofes sociais e políticas, a respeito de cada um desses genocídios monstruosos, ele reservou odes e hosanas.

O Leste Europeu, para ele, era imagem viva das virtudes em que foi concebido. Obra dos mais elevados ideais humanos. Com Muro e tudo. São palavras suas: “Os condenados da Terra arranchavam-se sob o caravansará de nossos ideais e, em breve, saberíamos conduzi-los aos mananciais onde correm leite e mel…”. Em nome desse “em breve”, a famigerada Stasi da República Democrática da Alemanha chegou a ter 80 mil agentes. Somando-lhes os delatores não-oficiais havia um dedo-duro para cada seis alemães orientais. Em nome desse “em breve”, os cubanos já carregam no lombo meio século de totalitarismo. Em nome desse “em breve”, o frei, agorinha mesmo, no dia 25 do mês passado, se tocou para Havana, a visitar Fidel, seu “amigo íntimo”, com quem trocou impressões sobre o progresso dos movimentos sociais no Brasil.

E o Brasil, frei? E o Brasil? Prossegue ele, então, descrevendo o aviãozinho que levou colheradas de sua papinha aos bebês do comunismo verde-amarelo: “Na oficina dos sonhos, forjamos ferramentas apropriadas ao parto do novo Brasil. A luta sindical consubstanciou-se em projeto partidário, a crença pastoral multiplicou-se em células comunitárias, os movimentos sociais emergiram como atores no palco dominado pelas sinistras máscaras dos que jamais conjugaram o verbo partilhar. Cuba, Nicarágua, El Salvador… o olhar impávido do Che… a irredutível teimosia de Gandhi… a sede de justiça dessedentada nas fontes límpidas da ética. Jamais seríamos como eles”.

Não é uma figura, esse Frei Betto? Reúne Ghandi e Fidel Castro numa única frase e tudo parece caber na mesma confraria. E ele, sempre do lado errado, levando outros para o lado errado, mas flanando nas asas da maldita utopia que nem por acaso consegue cravar um prego no lugar certo. É o que ele torna a reconhecer em relação ao encontro de seu desvario com a cena política nacional: “Por que não se aventurar pelas mesmas sendas trilhadas pelo inimigo, já que ele se perpetua com tanta força? Qual o segredo dos cabelos de Sansão? Os pobres caíram no olvido, a sedução do poder fez a lua arder em chamas. Ícaros impenitentes, não se deram conta de que as asas eram de barro”.

Digam-me os leitores se ele não é um sedutor! Lutou a vida inteira com caneta, pistola e água benta em favor das instituições políticas mais sórdidas, desalmadas e perversas que a humanidade conheceu. Assumiu como seus e reservou palavras de louvação para regimes que escolhiam como principais inimigos os portadores da cruz que ele leva pendurada no pescoço. E depois, ao contemplar os estragos, reserva-se fugazes encontros com o mundo dos fatos. Como se lê aqui: “A sofreguidão esvaziou projetos, a gula cobiçosa devorou quimeras. O pragmatismo acelerou a epifania dos avatares do poder. O conluio enlaçou históricos oponentes, adversários coligaram-se, e aliados foram defenestrados nessa massa informe que, destemperada de ética, alicerça o Leviatã”. São palavras de quem, depois de se internar nos porões, tratou de se erguer, como fumaça, sobre os telhados desse mesmo poder, travestido de juiz do estrago que fez.

E agora? Agora, depois de ter vendido como coisa boa, ou envasilhado com a rolha do silêncio obsequioso, o Muro de Berlim, o paredón de La Cabaña, a Revolução de Outubro, os massacres que acabaram com o Levante da Hungria e a Primavera de Praga, a Grande Marcha de Mao, a “vitória” do Vietnã e por aí vai, ele conclui seu ato de contrição com uma nova pirueta em direção ao mundo da lua: “Dói em mim tanto desacerto. Os sonhos de uma geração trocados por um prato de lentilha. Aguardo, agora, a lua nova”.

O dominicano é, portanto, um tipo simbólico. Uma espécie de Muro de Berlim, vivo. Um irredutível habitante da utopia. E um semeador de desastres que, graças ao muro que o separa da realidade, não perde nunca. Qualquer adolescente com ideais nobres e pés no chão dos fatos é capaz de prever o lamentável destino para onde levam suas pegadas. Mas ele sobrevoa o precipício onde os seus seguidores fazem tombar multidões e volta a se revestir com a túnica da razão. Tipos assim são os mais perigosos e merecem ser lidos exatamente por isso. Constroem muros e se instalam, sempre, do lado errado.

Há quem creia estar informado sobre política lendo, nos jornais, o que os políticos dizem uns sobre os outros. Coisa vã, sem serventia. A mais instrutiva leitura política é a que se ocupa em conhecer o que escrevem os intelectuais, os condutores dos construtores. E entre estes, em particular, os condutores dos construtores de muros. Eles continuam ativos.

Nota do autor: Este artigo foi escrito em 08/11/2009, tomando como eixo o artigo “As fases da lua”, da autoria de frei Betto, publicado no site www.adital.com.br, em 12/09/2007.


Fonte: Antena Cristã
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31/10/2009 -  09:41     

Retrocesso do Foro de São Paulo

Retrocesso do Foro de São Paulo

Por Alejandro Peña Esclusa

O ex-tupamaro José Mujica, candidato presidencial da Frente Ampla, obteve em torno de 47% dos votos, mais ou menos o mesmo que alcançaram — somados — os candidatos de centro-direita, Luis Alberto Lacalle (30%) e Pedro Bordaberry (17%), os quais já anunciaram uma aliança para o segundo turno que se realizará em 29 de novembro.

Ademais, a esquerda perdeu a maioria parlamentar que tinha, e agora as tendências estão equilibradas no Congresso. Como se isto não bastasse, o referendo proposto pela esquerda, que pretendia anular a Lei da Caducidade (anistia que amparava a atuação dos militares durante a ditadura), foi derrotado nesse mesmo dia. Significa que os uruguaios rejeitam a agenda de vingança dos ex-guerrilheiros da Frente Ampla, e preferem deixar para trás os enfrentamentos do passado.

Nas eleições gerais do Panamá, realizadas em 3 de maio deste ano, foi derrotada a candidata do Foro de São Paulo, Balbina Herrera (PRD), pelo atual presidente Ricardo Martinelli (Cambio Democrático).

Em 28 de junho passado, o homem de Chávez em Honduras, Manuel Zelaya, foi deposto constitucionalmente, por ter querido violar o ordenamento jurídico de seu país.

Apesar do esmagador apoio recebido da comunidade internacional, não se vislumbra seu regresso à Presidência, por não ter respaldo político, militar ou popular.

Daniel Ortega colocou-se a si mesmo em delicada e perigosa situação, ao ordenar aos seus aliados — integrantes da Sala Constitucional da Corte Suprema de Justiça — que modifiquem de facto a Carta Magna para permitir sua reeleição.

Os seis magistrados orteguistas atuaram à margem da Lei e contra os demais magistrados, pelo que se espera que surja uma crise política na Nicarágua que poderá resultar na queda do líder sandinista.

Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Correa enfrentam todo tipo de problemas internos, por dedicarem-se a promover sua agenda política (sobretudo o projeto socialista internacional) abandonando suas responsabilidades concretas como governantes.

Já é notória sua indiferença pela democracia e evidentes as constantes violações dos direitos humanos. Ademais, estão cada vez mais enredados por seus nítidos vínculos com o narcoterrorismo colombiano e o fundamentalismo islâmico.


Os membros mais moderados do Foro de São Paulo, como Lula e Bachelet, não parece que conseguirão a eleição dos candidatos que apóiam para a sua sucessão, e em ambos os casos, poderão resultar vitoriosos seus adversários políticos.

O Foro de São Paulo chegou a sua máxima expressão em 15 de março último, com o triunfo de Mauricio Funes em El Salvador, mas dali em diante vem sofrendo derrota após derrota. Espera-se que continue seu retrocesso já que, como governo, não resolveu nenhum dos problemas que atormentam a região.

Para alguns desses governantes — como Zelaya, Chávez e Morales — não lhes resta outra opção senão favorecer a violência e pisotear o ordenamento jurídico para manter-se no poder, mas, ainda assim, seu futuro político não é promissor.

Ante o iminente fracasso do Foro de São Paulo e o desgaste dos partidos tradicionais, é preciso construir uma terceira opção, capaz de proporcionar soluções para as nações latino-americanas, baseadas em um programa de industrialização e desenvolvimento, e em um renascimento moral e cultural.

Alejandro Peña Esclusa é engenheiro venezuelano, político, escritor e presidente da União das Organizações Democráticas da América (UnoAmérica).

Tradução: André F. Falleiro Garcia

Fonte: Resistência Democrática

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16/10/2009 -  11:25     

Rodrigo Constantino, para o Instituto Liberal

A atual gestão da Vale está sob ataque. A esquerda jurássica jamais aceitou sua privatização, que por qualquer prisma foi um enorme sucesso. A empresa, em mãos privadas, multiplicou de forma impressionante sua lucratividade, e conseguiu empregar milhares de pessoas a mais, além dos impostos maiores arrecadados. Mas nada disso importa para os perfeitos idiotas latino-americanos. Para essa turma tupiniquim, o governo incompetente e corrupto deveria ser gestor de tudo que é empresa e banco. O fracassado socialismo ainda é idolatrado por muitos abaixo da linha do Equador.

O governo Lula vem tentando assumir o controle dos “commanding heights” da economia faz tempo. A Petrossauro, a maior empresa do país, já está nas garras do governo, e sua privatização está descartada. Além disso, o governo deseja criar uma nova estatal para monopolizar o petróleo pré-sal. O sonho de ressuscitar a antiga Telebrás não sai da cabeça dos membros do governo. Através do Banco do Brasil, o governo pretende ser um banqueiro ainda maior do que já é hoje, partindo para novas aquisições. E, naturalmente, a segunda maior empresa do país é objeto de desejo dos parasitas em busca de mais poder e cargos. Por isso a Vale virou alvo de constantes ataques e tentativa de ingerência por parte do governo.

O mais recente ataque é a ameaça da criação de um novo imposto de até 5% sobre as exportações de minério de ferro, que atingiria a Vale em cheio. O jogo é sujo e pesado quando se trata do governo petista. E, num país com tanta concentração de poder no governo, arma é o que não falta para essa gente. Para reforçar o time, o bilionário empresário Eike Batista tem demonstrado publicamente interesse na compra do controle da empresa. Ontem, Eike afirmou que seu interesse na Vale “não deve ser politizado”. Cabe a ele, então, afastar-se do governo. Afinal, “diga-me com quem andas que te direi quem és”. Eike esteve diretamente com o presidente Lula para falar de seu interesse na compra da Vale. E agora pretende evitar a “politização” do assunto?

O resultado desta luta pela Vale ainda está indefinido. Espera-se, pelo bem do país, que os dinossauros percam a parada. Esses animais já deveriam estar extintos há tempos!


Fonte: Rodrigo Constantino
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31/08/2009 -  18:51     

AS PALAVRAS E A IMAGEM DE UMA TIRANIA

Nelson Motta me manda um e-mail chamando a minha atenção para um post do blog Generacion Y, da cubana Yoani Sánchez. O que vocês verão abaixo é uma reunião de Juan Vela, então ministro da Educação Superior, com seus subordinados do Partido Comunista, na província de Ciego de Ávila.

Alguém contesta o chefão sobre o direito ou não de ser agrônomo  — não fica claro se a pessoa fala em nome próprio ou está reproduzindo a reivindicação de alguém —, e ele dá a resposta que vocês podem ler e ouvir. Assistam ao vídeo. Volto em seguida:

Popout

Voltei
Nenhum de nós se espanta com o que vai acima, é claro. Que o socialismo terminasse dizendo que “não importa a ciência, mas a consciência, a revolução” era mais do que óbvio e esperado.

Espantoso é que um país como esse, confessadamente uma tirania (ao fundo, vê-se o Coma Andante com o dedo em riste), conte com o apoio incondicional do Brasil — na verdade, da América Latina.

Yoani Sánchez ironiza: diz que Vela deve ter caído, substituído por Miguel Díaz-Canel Bermúdez, porque, talvez, não tenha parecido convicto o bastante em descartar a ciência em nome da “consciência”.

Muitos dirão: “Ah, Cuba é só o exemplo de uma ditadura caricata”. Um cativeiro de 11 milhões de pessoas e dois milhões de exilados nada tem de irrelevante ou caricato. Outro está se construindo na América Latina: a Venezuela. No dois casos, propõe-se o destino coletivo em lugar das escolhas individuais  e da “consciência” — não a consciência como sinônimo da revolução, mas aquela noção que temos da nossa inteireza e que nos faz seres únicos, particulares.

Nas tiranias, a imposição atinge tais extremos. Mas fiquem atentos à máquina de propaganda oficial que tenta, mesmo nas democracias, alienar a consciência individual em nome do suposto bem coletivo. Ali está e estará sempre a semente do Mal.

Fonte: Reinaldo Azevedo

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18/08/2009 -  11:41     

Lula, réu confesso

Eu deveria estar grato ao sr. presidente da República. Quando praticamente a mídia nacional inteira se empenha em camuflar as atividades ou até em negar a existência do Foro de São Paulo, tachando de louco ou fanático aquele que as denuncia, vem o fundador mesmo da entidade e dá todo o serviço, comprovando de boca própria as suspeitas mais deprimentes e algumas ainda piores que elas.

Luis Acosta/AFP

O discurso presidencial de 2 de julho de 2005, pronunciado na celebração dos quinze anos de existência do Foro e reproduzido no site oficial do governo, http://www.info.planalto.gov.br/
download/discursos/pr812a.doc
, é a confissão explícita de uma conspiração contra a soberania nacional, crime infinitamente mais grave do que todos os delitos de corrupção praticados e acobertados pelo atual governo; crime que, por si, justificaria não só o impeachment como também a prisão do seu autor.

À distância em que estou, só agora tomei ciência integral desse documento singular, mas os chefes de redação dos grandes jornais e de todos os noticiários de rádio e TV do Brasil estiveram aí o tempo todo. Tendo sabido do discurso desde a data em que foi pronunciado, ainda assim continuaram em silêncio, provando que sua persistente ocultação dos fatos não foi fruto da distração ou da pura incompetência: foi cumplicidade consciente, maquiavélica, com um crime do qual esperavam obter não se sabe qual proveito.

O sentido destes parágrafos, uma vez desenterrado do lixo verbal que lhe serve de embalagem, é de uma nitidez contundente:

“Em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990… Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranqüila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.

Fala de Lula de 2 de julho é a confissão explícita de uma conspiração contra a soberania nacional

“Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política.”

O que o sr. presidente admite nesses trechos é que:

1º. O Foro de São Paulo é uma entidade secreta ou pelo menos camuflada (”construída… para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política”).

2º. Essa entidade se imiscui ativamente na política interna de várias nações latino-americanas, tomando decisões e determinando o rumo dos acontecimentos, à margem de toda fiscalização de governos, parlamentos, justiça e opinião pública.

3º. O chamado “Grupo de Amigos da Venezuela” não foi senão um braço, agência ou fachada do Foro de São Paulo (” em função da existência do Foro… foi que propusemos ao companheiro presidente Chavez…”).

4º. Depois de eleito em 2002, ele, Luís Inácio Lula da Silva, ao mesmo tempo que pró forma abandonava seu cargo de presidente do Foro de São Paulo, dando a impressão de que estava livre para governar o Brasil sem compromissos com alianças estrangeiras mal explicadas, continuou trabalhando clandestinamente para o Foro, ajudando, por exemplo, a produzir os resultados do plebiscito venezuelano de 15 de agosto de 2004 (” graças a essa relação foi possível construirmos a consolidação do que aconteceu na Venezuela “), sem dar a menor satisfação disso a seus eleitores.

O chamado “Grupo de Amigos da Venezuela” não foi senão um braço ou fachada do Foro de São Paulo

5º. A orientação quanto a pontos vitais da política externa brasileira foi decidida pelo sr. Lula não como presidente da República em reunião com seu ministério, mas como participante e orientador de reuniões clandestinas com agentes políticos estrangeiros (”foi uma ação política de companheiros, não uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente”). Acima de seus deveres de presidente ele colocou sua lealdade aos “companheiros”.

O sr. presidente confessa, em suma, que submeteu o país a decisões tomadas por estrangeiros, reunidos em assembléias de uma entidade cujas ações o povo brasileiro não devia conhecer nem muito menos entender.  LEIA O ARTIGO COMPLETO…

Olavo de Carvalho – Jornal do Comércio

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13/08/2009 -  23:12     

The Economist: Whose side is Brazil on?

A revista critica a postura adotada por Brasil em relação à China, Cuba e também ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que classifica como “um homem que ameaça começar uma nova Guerra Fria na região”, referindo-se às desavenças em relação ao possível acordo sobre o uso de bases militares colombianas pelos Estados Unidos. “Só um paranoico pode conceber (o acordo) como uma ameaça à Venezuela e à Amazônia. Mesmo assim, o Brasil decidiu expressar preocupação com as bases, permanecendo em silêncio em relação às evidências de que membros do governo Chávez venderam armas às Farc”, diz a revista.Leia mais aqui. E lá.
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06/08/2009 -  12:11     

O Foro de São Paulo vai à guerra

Por Arlindo Montenegro

Sob o título, “Os arquivos de Reyes, um desafio internacional”, o jornalista André Oppenheimer publicou nas páginas do Diário Exterior (http://www.eldiarioexterior.com/), cuja tradução resumida é a seguinte:

“Hugo Chavez e seu pupilo equatoriano Correa, reagiram com insultos à publicação da Interpol certificando a autenticidade dos 37.872 arquivos do computador do terrorista Reyes, das Farc. São centenas de referencias ao apoio efetivo de Chavez e Correa ao grupo terrorista. Eles podem gritar e espernear, mas foramcolhidos em flagrante apoiando um grupo terrorista empenhado em derrubar o governo democraticamente eleito da Colômbia”.

“Chavez, do mesmo modo que fez quando uma delegação oficial da Venezuela foi flagrada no aeroporto de Eceiza, carregando 800 mil dólares em espécie para ajudar a eleger Cristina Kirchner, grita que o resultado da perícia da Interpolé “uma palhaçada do império” e que o secretario geral da Interpol é “um mafioso”, “um vagabundo”. O equatoriano Correa não ficou para trás e anunciouque seu exército está se modernizando para, junto com a Venezuela, Brasil e os outros bolivarianos, atacar a Colombia”.

“Os laptops das Farc, segundo os peritos em segurança, são documentos valiosos como um tesouro, os mais importantes da luta contra o terrorismo nas Américas. Já proporcionaram o resgate de 480 mil dólares das Farc na Costa Rica e 30 kg de uranio não enriquecido guardados pelos guerrilheiros na periferia de Bogotá”.

“Entre centenas de revelações estão 8 referências à ajuda que Chavez prometeuaos chefes terroristas das farc. Outros documentos referem a contribuição de 100 mil dólares das farc para a eleição de Correa em 2006″.

“Restam algumas perguntas sem resposta:

- Os países da região, que invocaram os tratados de não intervenção da OEA para condenar a incursão militar da Colômbia no Equador, vão invocar os tratados antiterrorismo da OEA, que proibem a ajuda a grupos armados?

- Vão condenar a Venezuela e o Equador, ou ficar na moita, temendo perder os milhões de dólares em petróleo e ajuda política da Venezuela?

- Chavez e Correa vão pedir desculpas, como fez o Presidente colombiano Alvaro Uribe diante da OEA, quando se debateu o ataque ao acampamento das FARC no Equador?

- A OEA vai convocar a Assembléia Geral, invocando a Convenção Interamericana contra o Terrorismo de 2002, que proíbe aos países membros dar refúgio e dinheiro a terroristas?

- O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai invocar suas resoluções 1373 e 1556, que estabelecem exatamente o mesmo, para condenar Chavez e Correa?

- O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, vai se retratar de sua recente declaração, dizendo que Chavez é “o melhor presidente que a Venezuela já teve nos últimos cem anos? Ou acredita que apoiar um grupo terrorista que mantém mais de 700 de seqüestrados e que matou 36 pessoas que assistiam a um casamento no Clube Nogal de Bogotá, é ser um bom presidente? “

“Para que fique claro, não concordo com a proposta de alguns legisladores republicanos dos EUA, para que Whasghinton enquadre em sua lista de países terroristas e imponha sanções à Venezuela.Isto só daria argumentos a Chavez, para mostrar-se como “vítima do império”.

“Agora, a comunidade internacional deve reagir rapidamente, incluindo os que criticamos o presidente Bush por ignorar a ONU quando decidiu invadir o Iraque. De outro modo, não tem nenhum sentido a existência da OEA, nem da ONU, nem as convenções e tratados internacionais firmados com tanta solenidade”.

Fonte: Alerta Total

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03/08/2009 -  06:37     

Imbecis globalitários


Por Jorge Serrão

O “Cara” resolveu soltar o verbo contra os imbecis. Sim, o chefão Lula da Silva chamou de “imbecis” os críticos do Bolsa Família. Tudo bem que, em princípio, parece mesmo uma imbecilidade condenar, radicalmente, um programa que rende votos e popularidade, pois distribui renda onde nunca antes se distribuiu.

Mas a grande questão suscitada pelo popular chefão é outra bem diferente. Será que os imbecis também não acham que a recíproca pode ser verdadeira? Aliás, cabe outra dúvida mais crucial. Quem são os verdadeiros imbecis? Aqueles que agem e se comportam como tais? Ou os que usam e abusam do poder para praticar imbecilidades – em nome de interesses inconfessáveis?

O chefão Lula é considerado um político moderado, com voz e reconhecimento mundial, que atua como um dos porta-vozes do modelo globalitário que atenta contra a soberania e o direito natural das nações e dos indivíduos. Tal como Barack Obama, Lula e muitos outros chefes de Estado – com discursos nacionais-socializantes, moderados ou radicais – são correias de transmissão de projetos emanados de Clubes de Poder da Oligarquia Financeira Transnacional.

Há muitas décadas, a Oligarquia Financeira Globalitária descobriu a eficácia do cínico discurso Socialista Fabiano – que tenta tornar palatável o Capitalismo Selvagem. Os diferentes clubes de poder globalitários – Fabian Society, Bilderberg, CFR, Comissão Trilateral, Diálogo Interamericano, Clube dos 30, Internacional Socialista, Foro de São Paulo e tantos outros mais conhecidos ou não – patrocinam a evolução política de candidatos e partidos que promovem ideias socialistas ou sociais democratas.

Qualquer imbecil deveria saber disso e muito mais. Os milagrosos programas de distribuição compensatória de renda (como nosso Bolsa Família e afins) foram pensados nos laboratórios dos teóricos socialistas fabianos. Políticos notáveis são habilmente abduzidos pela sedutora Oligarquia Financeira Transnacional que os leva a apadrinhar tais iniciativas que rendem popularidade e votos.

Os parlamentos hoje são meros teatros. Os políticos não passam de marionetes. Os poderosos os chamam internacionalmente de “puppets”. Em cada país, em determinado momento histórico, são escalados os personagens para executar as peças previamente escritas pelos roteiristas da Nova Ordem Mundial.

O espetáculo é tão bem preparado e encenado que até os aparentes opositores não passam de meros atores ficcionais. De fato, não existem. Todos são farinha do mesmo saco. Porém, apresentados pela marketagem política com “embalagens que parecem diferentes”. No fundo, a Oligarquia Financeira Transnacional só quer o controle das nações para usar e abusar de seus recursos naturais e humanos.

Vide o caso da Venezuela, onde a ruptura institucional se agrava em maior velocidade na América Latina. Alguns anos atrás, Hugo Chavez era um Coronel do Exército que foi um dos líderes de uma tentativa de golpe contra as tradicionais oligarquias venezuelanas – notoriamente entreguistas e internacionalistas, nos tradicionais moldes globalitários. Na origem, Chavez nada tinha de socialista em seu discurso bolivariano original que abordava a soberania nacional da Venezuela.

De repente, Chavez vira socialista. Vira inimigo dos EUA. Transforma-se em afilhado do Coma-andante Fidel Castro (Royalties para o eterno Comandante Hércules). Ajuda Lula e outros radicais a fundarem o Foro de São Paulo (balaio de gato das esquerdas e 153 grupos de narcoguerrilheiros na América do Sul e Caribe). Lidera a Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba). Promove uma corrida armamentista no continente. Faz uma aliança com iranianos e russos (ou com as máfias destes países?).

Enfim, Chavez se torna este grande líder continental pela implantação radical de um socialismo (Capitalismo de Estado) ineficiente, demagogo e corrupto na Venezuela. O modelo chavista, radical e impetuoso, serve de laboratório para outros países próximos. Desde sexta-feira, a Venezuela está em ebulição depois que Chavez mandou fechar 34 tradicionais emissoras de rádio. Ontem houve vários protestos na Venezuela contra a medida.

Curioso é que Chavez fez tudo isso e ganhou cada vez mais força depois que fechou, na Inglaterra, em 17 de maio de 2006, um pouco conhecido até agora mal explicado “Acordo dos Povos das Américas com Londres”. Em resumo, Chavez é um mero representante do poder globalitário. Poderia ser chamado de “Imbecil Globalitário”. Seus colegas do continente merecem o mesmo título nada honorífico. Afinal, os “puppets” usam a ideologia apenas como fachada para esconder da opinião pública os interesses inconfessáveis e ilegítimos que representam de fato.

Portanto, existem imbecis e imbecilidades. Os segmentos esclarecidos precisam identificar quem são e combatê-los com as únicas armas legítimas: democracia e verdade. Se isto não ocorrer, a Velha Nova Ordem Mundial será implantada mais depressa ainda. Basta de tnata imbecilidade.

Em tempo: Quem quiser entender a zona global, veja o filme “The Obama Deception”, de Alex Jones: http://www.youtube.com/watch?hl=pt&v=eAaQNACwaLw ou veja o site http://www.obamadeception.net/ Os oficiais generais do Exército brasileiro assistiram, e todos ficaram de boca aberta.

Fonte: Alerta Total

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03/08/2009 -  06:35     

O que será do amanhã?”

Por Arlindo Montenegro

Responda quem puder… Os “comuns”, aqueles que vivem resignados, ajudando-se mutuamente, respeitando-se e trabalhando para sobreviver em ambiente cada dia mais confuso e agressivo, aqueles que plantam para colher o alimento que chega às mesas das cidades, dirão: “seja o que Deus quiser”. Esses têm fé num futuro melhor, com variações do que seja “o melhor”.

Os outros que percebem e interpretam o tanto quanto pesa o Estado, para a sobrevivência de cada grupo, cada empresa, cada família, cada pessoa, buscam entender o quanto e como fizemos para o resultado do agora. O tanto quanto podemos, a partir da experiência, fazer para resultados menos abissais e caóticos no amanhã.

Há 222 anos, os fundadores de uma nação, reuniram-se na Filaldéfia para escrever o documento do futuro que se tornou presente: a Constituição dos Estados Unidos, cujo único acréscimo até hoje foi a Carta de Direitos anexada há 199 anos. Aqueles homens tiveram sensibilidade para entender que a civilização que morria, daria lugar ao ambiente de homens livres.

Esta civilização de homens livres e obedientes aos princípios da democracia de direito, serviu de exemplo para todas as nações latino americanas. Com a diferença que, os “contratos sociais”, Constituições do hemisfério sul, foram viciadas por interesses europeus e no decorrer dos séculos rasgadas, remendadas, alteradas, para manter privilégios de tradicionais oligarquias e interesses estrangeiros, violentadores de princípios e valores naturais e positivos.

Hoje estamos vivendo grandes transformações econômicas e culturais. No lugar de homens honestos, brilhantes e sensíveis, perpassa nosso ambiente um clima de raiva, perversidade e dogmatismo na gerência de um estado ineficiente, que insiste em princípios obsoletos e comprovadamente inapropriados para o bem comum e para a liberdade produtiva.

A globalização fritou as economias nacionais. O planeta e seus governantes estão à mercê dos Rotschild, Rockfeller, Morgan, grandes banqueiros mundiais e famílias que integram os clubes de poder. Em razão disso, as estruturas indicadas para implantar a Nova Ordem Mundial tornam-se cada dia mais opressivas e controladoras, estimulando conflitos que em nada interessam às nossas nações, apenas para ferir nossa soberania.

Estamos diante de novas verdades e a direção a avançar para a Democracia dos novos tempos pressupõe a reinvenção do Estado Democrático de Direito, com a salvaguarda de princípios e valores transcendentais, apropriados para a construção de um futuro que atenda ao bem comum. Riqueza, território, força e vontade para o trabalho não nos faltam.

Falta uma direção, um propósito diferente da direção e propósito que os socializantes estão impondo, a serviço desta Nova Ordem Mundial dos banqueiros e clubes de poder anglo americanos. Nossos pensadores, nossas elites intelectuais e econômicas, têm a tarefa de conduzir-nos de modo flexível e pacífico, neste trânsito onde se jogam tantos interesses de toda ordem.

As ameaças externas subjacentes que começaram pela “crise” da economia, podem conduzir-nos a intervenções militares, desmembramento de território, guerras localizadas que em nada contribuem para o bem comum. As decisões até agora insensatas, apontam para a necessidade urgente de coerência, sensatez, equilíbrio na gerência dos negócios da nação.

Nem o partido comunista russo, nem o pt, ninguém fala mais em nome da “classe trabalhadora” ou de maiorias. O valor econômico se superpõe aos valores morais e éticos. Superar este estado de coisas é urgente. As grandes empresas buscam lucros, como os bancos. E deixaram de ser nacionais para explorar a mão de obra barata e aumentar lucros.

Petrobrás, Vale, Telefônica há muito deixaram de perseguir resultados para as nações sede. São associadas e funcionam acima das nações, do mesmo modo como as máfias do banditismo e das drogas, que aportam recursos aos bancos e à corrupção internacional.

Hora de pensar. Hora de agir buscando a saída. A nação espera que cada um cumpra seu dever.

Fonte: Alerta Total

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