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18/08/2009 - 10:07

A GUERRA Contra as Religiões

Ludvik Glazer-Naude/Corbis Ludvik Glazer-Naude/Corbis

OLAVO DE CARVALHO

Mundo Real – Diário do Comércio

Embora desde a Revolução Francesa o grosso da violência militante tenha se originado sempre nas ideologias materialistas e escolhido como vítima preferencial a população religiosa; embora a perseguição aos católicos, ortodoxos, protestantes e judeus tenha matado mais gente só no período de 1917 a 1990 do que todas as guerras religiosas somadas mataram ao longo da história universal; embora nas duas últimas décadas o morticínio de cristãos tenha voltado a ser rotina nos países comunistas e islâmicos, chegando a fazer 150 mil vítimas por ano; embora todos esses fatos sejam de facílima comprovação e de domínio público (v. nota no fim deste artigo); e embora nas próprias nações democráticas o acúmulo de legislações restritivas exponha os religiosos ao perigo constante das perseguições judiciais, – a grande mídia e o sistema de ensino na maior parte dos países insistem em continuar usando uma linguagem na qual religião é sinônimo de violência fanática e na qual a eliminação de todas as religiões é sugerida ao menos implicitamente como a mais bela esperança de paz e liberdade para a humanidade sofrida.

A mentira gigantesca em que se sustenta essa campanha é tão patente, tão ostensiva, tão cínica, que combatê-la só no campo das discussões públicas é o mesmo que querer parar um assassino, ladrão ou estuprador mediante a alegação polida de que seus atos são ilegais. Os mentores e autores da campanha anti-religiosa universal sabem perfeitamente que estão mentindo. Não precisam ser avisados disso. Precisam é ser detidos, desprovidos de seus meios de agressão, reduzidos à impotência e tornados inofensivos como tigres empalhados.

A propaganda insistente contra uma comunidade exposta a risco não é simples expressão de opiniões: é ação criminosa, é cumplicidade ostensiva ou disfarçada com o genocídio. Aqueles que a praticam não devem ser apenas contestados educadamente, como se tudo não passasse de um pacífico debate de idéias: devem ser responsabilizados judicialmente por crimes contra a humanidade. A jurisprudência acumulada em torno das atrocidades nazistas, unânime em condenar a cumplicidade moral mesmo retroativa, fornece base mais que suficiente para condenar, por exemplo, um Richard Dawkins quando sai alardeando que o judaísmo e o cristianismo são “abuso de menores”, como se a noção mesma da proteção à infância não tivesse sido trazida ao mundo por essas religiões e como se elas não fossem, hoje, o último obstáculo à erotização total da nfância e à subseqüente legalização universal da pedofilia (já praticamente institucionalizada no Canadá, um dos países mais ateus do universo).
Quando o sr. Dawkins se diz avesso ao uso de meios violentos para extinguir as religiões, mas propõe os mesmos objetivos ateísticos que há dois séculos buscam realizar-se precisamente por esses meios, ele sabe perfeitamente que a ênfase do seu discurso, e portanto seu efeito sobre a platéia, está na promoção dos fins e não na seleção dos meios. Voltaire, quando bradava “esmagai a infame”, negava estar incitando quem quer que fosse à violência física contra a Igreja Católica. Mas, quando os revolucionários de 1789 saíram incendiando conventos, destripando freiras e decapitando bispos, era esse grito que ecoava nos seus ouvidos e saía pelas suas bocas. Se a religião é, segundo o sr. Dawkins, “o maior de todos os crimes”, a matança de todos os religiosos terá sempre o atenuante da gravidade menor e o da sublime intenção libertadora. Quando em 1886 Edouard Drumont publicou o tremendo panfleto antijudaico La France Juive, ele não tinha em mente nenhuma crueldade a ser praticada coletivamente contra os judeus. Mas é impossível ler hoje suas páginas sem sentir o cheiro das câmaras de gás. Uma única e breve página vagamente anti-semita escrita por Winston Churchill na juventude precipitou-o numa tal crise de arrependimento, diante da ascensão do nazismo, que isso decidiu o restante da sua vida de líder e combatente. Drumont, que morreu em 1917, não poderia ter adivinhado o destino que os leitores dos seus livros dariam aos judeus. Mas o sr. Dawkins não precisa adivinhar o futuro para calcular o efeito de suas palavras: ele conhece a história do século XX, ele sabe a que resultados levam não somente as propostas explícitas como a de Lênin, “varrer o cristianismo da face da Terra”, mas também o anticristianismo mais sutil, mais sofisticado de um Heidegger, que, pretendendo expulsar Deus para fora da metafísica, convocou Adolf Hitler para dentro da História. O homem que, sabendo de tudo isso, se oferece para gravar programas de TV que apresentam a religião como a raiz de todos os males, como se os mais amplos morticínios da História não fossem males de maneira alguma, esse homem é simplesmente um apologista do genocídio, um criminoso vulgar como qualquer neonazista de arrabalde.

O sr. Dawkins já ultrapassou aquele limi-te da truculência mental e do desprezo à verdade, para além do qual toda a discussão de idéias se torna inútil. Não se trata de provar nada para o sr. Dawkins. Trata-se de provar seu crime perante os tribunais. O dele e o de inumeráveis organizações militantes, subsidiadas por fundações bilionárias, dedicadas a fomentar por todos os meios o ódio às religiões. Todas as organizações religiosas que não se mobilizarem para a defesa comum não só no campo midiático, mas no judicial, devem ser consideradas traidoras, colaboracionistas e vendidas ao inimigo. E não espanta que usem para legitimar sua covardia abominável o pretexto do perdão e da caridade, prostituindo o sentido da mensagem evangélica que manda cada um de nós perdoar as ofensas feitas a ele próprio, nunca pavonear-se de cristão mediante o expediente fácil de perdoar crimes cometidos contra terceiros, que aliás nunca lhe deram procuração para isso. Não é um discípulo de Jesus aquele que, vendo seu irmão ser esbofeteado, se apressa em cortejar o agressor ofecendo-lhe a outra face da vítima.
Fundamentalismo?
O mais extraordinário é que as forças anticristãs e antijudaicas, mal escondendo seu apoio à ocupação islâmica do mundo ocidental, se prevalecem da própria imagem sangrenta do radicalismo islâmico para projetá-la sobre as demais comunidades religiosas, sobretudo aquelas que são vítimas usuais da violência muçulmana, e transmitir ao mundo a noção de que todas são, no fundo, terroristas. O manejo astuto do termo “fundamentalismo” tem servido para esse ardil, que desonra qualquer língua culta. Esse termo designava originariamente certas seitas protestantes afeitas a uma leitura literal da Bíblia ou, mais genericamente, qualquer comunidade religiosa decidida a conservar o apego às suas tradições (um direito que hoje se reserva para muçulmanos, índios, africanos e seus descendentes, negando-o a todo o restante da espécie humana). Ao transferir o uso desse qualificativo para os terroristas islâmicos, a grande mídia e os intelectuais ativistas que a freqüentam cometeram uma impropriedade proposital. De um lado, esse uso camuflava o fato de que esses radicais não eram de maneira alguma tradicionalistas: eram revolucionários profundamente influenciados pelas ideologias de massa ocidentais – comunismo e nazifascismo -, bem como pelo pensamento “vanguardista” de Heidegger, Foucault, Derrida e tutti quanti. De outro lado, e por isso mesmo, o termo assim empregado ia-se imantando de conotações repugnantes, preparando seu uso futuro como arma de guerra psicológica contra as mesmas comunidades religiosas que o radicalismo islâmico tomava e toma como suas vítimas preferenciais: os cristãos e os judeus. Numa terceira fase, o qualificativo passou a ser usado ostensivamente contra essas comunidades, ao mesmo tempo que se espalhava pelo mundo a campanha de difamação anti-religiosa da qual o sr. Richard Dawkins é agora o mais espalhafatoso garoto-propaganda. Durante a invasão do Iraque, rotular como “fundamentalistas” o presidente Bush (cristão) e o secretário Rumsfeld (judeu) tornou-se repentinamente obrigatório em toda a mídia chique, com uma uniformidade que comprova, uma vez mais, a presteza da classe jornalística em colaborar com a reforma orwelliana do vocabulário.

LEIA O ARTIGO COMPLETO…

Fonte: Mundo Real – Diário do Comércio

Divulgação: O Cristão Revoltado!

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/03/2009 - 11:27

Oportunistas, espertos e idiotas

Leitores me mandam trechos de coisas veiculadas na TV Record sobre o bispo dom José Sobrinho, a Igreja Católica etc.  

O autoproclamado “bispo” Edir Macedo, dono da seita neopentecostal Igreja Universal do Reino de Deus e da Rede Record, por espertíssimo, SABE MUITO BEM O QUE FAZ. Os que não são Macedo nem da Universal, por idiotas, não sabem.

E, curiosamente, nesse caso, segundo percebo, os muito espertos e os muito idiotas estão dizendo as mesmas coisas.

Os muito espertos esperam obter algum benefício enxovalhando a Igreja Católica. Os muito idiotas esperam apenas que a Igreja Católica obtenha algum prejuízo. Para um pragmático, como Macedo, o importante é ganhar. Para os cretinos que acreditam falar em nome de princípios, basta que a Igreja perca.

Entendo. Em um livro de memórias, Macedo recorre ao Eclesiastes para defender o aborto. Trata-se, claro, de uma aberração. O trecho que ele seleciona simplesmente não o autoriza a dizer que a Bíblia permite a prática.

Mas, dados os valores dos coleguinhas, que agora decretaram que um bispo católico não pode mais defender os princípios de sua religião, Macedo deve ser um homem “moderno, esclarecido e iluminista”.

Um único culto da Universal faz mais milagres do que Cristo ao longo de sua passagem na Terra e os dois mil anos subseqüentes de cristianismo. O maior de todos os milagres operado por Macedo é ter-se transformado num, como direi?, símbolo da modernidade religiosa.

Seus pastores vivem tirando o capeta do corpo das pessoas. E, por isso, conhecem o capeta como ninguém. A Igreja Católica, pelo visto, faz mal em dar pouca pelota para o diabo.

PS: Os tontos parem de me indagar o que eu faria se a menina de nove anos fosse minha filha. A minha opinião, nesse caso, como já está claro, não coincide com a de dom José. Mas repudio a demonização de que ele está sendo alvo. Cobram de uma autoridade católica que deixe de atuar como… autoridade católica. É uma estupidez! De resto, não sou pai da garota. O pai dela, parece, era contrário ao aborto. O padre Edson Rodrigues, de Alagoinha, faz o seu relato.

Lastimo que essa menina esteja sendo usada como porta-estandarte de uma causa.

Fonte: Blog Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/11/2008 - 05:43

Israel: A questão moral decisiva

Conno Malgo

A maneira como o mundo trata Israel nos dá uma idéia da corrupção moral global, que ignora ou ataca a verdade e a bondade enquanto mentiras e baixezas são aplaudidas e apoiadas juntamente com seus fomentadores.

O “clube dos apoiadores” do terrorismo internacional, ou seja, a ONU, exigiu que Israel demolisse a cerca de segurança. Essa exigência se deu após a sentença do Tribunal Internacional de Justiça de Haia, que declarou a cerca ilegal. A sentença e a exigência dela derivada não são de cumprimento obrigatório. Mesmo assim, elas têm como alvo a demonização global de Israel e sua transformação em um Estado-pária — um estágio preliminar necessário para sua destruição. Enquanto muitos cristãos americanos convictos apóiam e fortalecem Israel, a convenção geral da Igreja Presbiteriana dos EUA (www.pcusa.org) comparou Israel com “a África do Sul no tempo do apartheid” e conclamou à retirada geral de investimentos no Estado judeu.

Esses sintomas mostram que o mundo resvala cada vez mais profundamente para uma assustadora escuridão moral. Os judeus sempre foram semelhantes aos canários que os mineiros levavam para as minas subterrâneas: quando os canários morriam, os trabalhadores sabiam que o ar estava contaminado. No passado, as restrições aos judeus sempre indicaram claramente a decadência de uma sociedade e atualmente o Estado de Israel faz o papel de “canário” nas “minas” do mundo.

O tratamento dado a Israel revela uma doença mortal. O Estado de Israel é vítima de meio século de tentativas de destruição. Entretanto, seus esforços de se auto-proteger são condenados, suas ações são avaliadas de maneira distorcida e sua imagem é manipulada negativamente. Israel é avaliado segundo um padrão doentiamente parcial, para que possa ser caracterizado falsamente como um país vilão.

Enquanto olha acusadoramente para Israel, o mundo desvia o olhar ignorando o genocídio que está acontecendo no Sudão, apresentado pelos jornais como uma mera “catástrofe humanitária”. Em um comentário no Telegraph, Mark Steyn captou bem essa inversão moral:

“O sistema da ONU está irremediavelmente doente e deteriorado. Enquanto seus líderes chegaram a um impasse nas discussões acerca da limpeza étnica que está acontecendo em Darfur, o Sudão foi eleito para um mandato de três anos na Comissão de Direitos Humanos da ONU. Esse não é um caso isolado, pois o Zimbábue também é membro da Comissão. A própria estrutura dessa organização, em que nações agem de acordo com interesses regionais próprios, incentiva essas afrontas à dignidade”.

Essa mesma ONU exige que Israel, na luta contra a matança de seus cidadãos, não defenda a si mesmo. Esse tratamento dispensado a Israel vai muito além da decisão sobre o destino de uma certa região. Israel é estigmatizado e vilipendiado com malícia obsessiva, os ataques contra seus cidadãos são encorajados aberta ou dissimuladamente, enquanto os crimes cometidos na África são ignorados e seus perpetradores chegam a receber a honraria de se tornarem membros da Comissão de Direitos Humanos da ONU. Isso permite apenas uma única conclusão: a ONU e a ordem mundial que essa organização representa estão falidas e arruinadas.

A ONU é uma paródia obscena de uma organização mundial que deveria incentivar a paz e a justiça. Ao invés disso, ela ignora, apóia e defende o genocídio, a matança em massa, a tirania, o terrorismo e a corrupção. As democracias ocidentais não apenas desconsideram essas evidências, mas também continuam se apegando à ilusão de que a ONU é um exemplo de virtude moral, sem cuja aprovação as guerras são ilegítimas, e que qualquer ação ou declaração sua possui autoridade moral inquestionável. Mas a única atitude correta seria dissolver a ONU. Enquanto o mundo for dominado por tiranos — mesmo que, de tempos em tempos, os Estados Unidos imponham seu veto na ONU — ela favorecerá as tiranias, de modo que o terrorismo e os genocídios prosseguirão. Ao mesmo tempo, as vítimas são tratadas, na melhor das hipóteses, com indiferença, mas geralmente satanizadas — sempre para proteger os reais culpados. Esse é o fenômeno fatal de que Israel é tanto vítima como símbolo.

A dimensão da decadência moral é gigantesca, abrangente e fundamental. A decisão dos presbiterianos norte-americanos acordou algumas pessoas, que ainda acreditavam que ao menos o cristianismo estivesse do lado do bem. Um dos que despertou foi Dennis Prager, que reprovou a obscenidade moral:

“Realmente é necessária uma dose maciça de idiotismo moral e de maldade para denunciar Israel ao invés da Autoridade Palestina, as sentenças de morte por motivos religiosos no Irã ou a degradação das mulheres na Arábia Saudita. Israel, que é uma das sociedades mais irrepreensíveis e uma das democracias mais liberais do mundo, luta pela sobrevivência diante de fascistas islâmicos, que exaltam o que aconteceu durante o Holocausto e conclamam publicamente à aniquilação do Estado judeu. Como é possível que, mesmo assim, os presbiterianos norte-americanos declarem que Israel é um país que pratica o “apartheid”?! Isso se parece com as mentiras propagadas por Goebbels, o ministro da Propaganda nazista, ou aquelas produzidas pelos inimigos de Israel espalhados pelo mundo, principalmente pela esquerda anti-americana associada com os que se propõem a destruir Israel. Essa é agora a doutrina oficial dos presbiterianos norte-americanos! Quase um quarto dos cidadãos do Estado de Israel são árabes, que têm os mesmos direitos que seus concidadãos judeus, podem votar e ser votados e mantêm partidos políticos próprios. O árabe é a segunda língua oficial do país, ou seja, a língua materna daqueles que querem destruir o Estado judeu. Esse país mantém ocupada uma pequena área, conhecida como a Margem Ocidental do Jordão, apenas porque em 1967 a Jordânia, habitada majoritariamente por palestinos, tentou destruir Israel, perdendo seus direitos sobre esse minúsculo território”.

As conclusões formuladas por Prager são esmagadoras, pois apresentam a verdade em palavras claras:

“Israel é um dos assuntos pelos quais podemos aferir nossa moral. Acusar Israel de causar prejuízos econômicos ao mundo enquanto o país apenas luta pela sobrevivência revela uma imoralidade tão condenável que os defensores dessa teoria perdem o direito de se atribuirem os adjetivos ‘bons’ e ‘tementes a Deus’. Mas eles têm outra concepção. Se eles são ‘bons’, então eu, como defensor de Israel, passo a ser ‘mau’. Se a Bíblia deles manda que condenem Israel e apóiem a AP, então eu sigo uma outra Bíblia. Eles deixaram bem evidente quais são suas posições. É chegada a hora das pessoas de bem, os cristãos em geral e os presbiterianos norte-americanos em particular, distanciarem-se abertamente dessa igreja moralmente enferma. Além disso, é hora dos judeus entenderem que seus atuais inimigos são encontrados na Esquerda cristã e que seus amigos estão principalmente entre os cristãos da Direita”.

Israel é o tema moralmente decisivo de nossos dias. Isso não deriva do fato da situação em Israel ser a pior do mundo — o genocídio em Darfur colocou o Sudão numa categoria inteiramente diferente. Mas, o modo como o mundo trata Israel exemplifica uma decadência moral na qual a verdade, o bem e as vítimas são ignoradas, desumanizadas ou atacadas, enquanto mentiras e baixezas são aplaudidas e apoiadas juntamente com seus fomentadores. (Melanie Phillips)

É do conhecimento de todos que Israel é cada vez mais encurralado e colocado de lado na cena mundial. Infelizmente, esse processo perdurará até a volta de Jesus em grande poder e glória. Cristãos que se orientam pela Bíblia conhecem as causas dessa animosidade contra Israel. Em resumo: Israel é a prova de que Deus existe. Em outras palavras: a Bíblia tem razão. Mas o mundo não quer nem pode aceitar isso. Porém, no mais tardar quando o Messias vier, todos terão de reconhecer essa verdade.

Entretanto, é uma grande tragédia ver cada vez mais cristãos sendo arrastados por essa onda anti-semita e se distanciando de Israel. Precisamos nos questionar seriamente se essas pessoas que se voltam contra Israel ainda lêem sua Bíblia ou apenas dão ouvidos à gritaria que o mundo levanta contra Israel. É da maior importância estudarmos a Palavra Profética, pois Deus age ainda hoje em Israel e através de Israel, como prometeu na Escritura. Somente através da Bíblia reconhecemos os propósitos de Deus para com Seu povo e com todo o mundo. Quando um cristão reconhece isso, torna-se “obrigatoriamente” amigo de Israel.

Fonte: Beth-Shalom

Divulgação: www.juliosevero.com

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/11/2008 - 17:29

Você sabe responder se…

Diante da influência do humanismo e da relativização, questionamento, reinterpretação e até negação dos princípios bíblicos, vejo a necessidade de ouvir o que as pessoas pensam a respeito de alguns assuntos que, até bem pouco tempo, eram princípios absolutos entre o povo cristão.

Proponho colher este material, na tentativa de observar os efeitos entre a separação de políticas públicas e leis civis das crenças de cada um. 
Não é muito fácil pois a influência de uma a outra chega a ser muitas vezes indefinível. Até alguns que exigem igualdade civil reinvindicam a mesma igualdade em questões de fé onde não há conciliação, pois afeta diretamente o direito de consciência de um ou outro grupo. Concordo com o estado em não ser conduzido por questões de fé, mas a recíproca também deve ser verdadeira, desde que não afetem os direitos fundamentais do ser humano; o que vai acabar fatalmente acontecendo, pois os direitos humanos estão mais exigentes a cada dia. Basta um grupo considerável discordar de um pensamento e votar uma lei que ele vira um direito humano imediatamente. Basta alguém se sentir perturbado por algum pensamento e lá vai “lobby” e campanha para tornar ilegal a opinião do outro, sem se preocupar com a liberdade de pensamento. O ser humano anda muito “sensível”, não quer ser contrariado. Como diz Millôr: “livre pensar é só pensar”, quer dizer, você pode até pensar desde que não divulgue. Será que a liberdade desemboca na censura?
Como as mudanças e adaptações do estado são mais rápidas e voltadas e votadas para atender os interesses humanos, existe muito maior probabilidade de a crença ser violentada pelo estado do que o contrário.
As poucas perguntas que apresento tem o objetivo de conhecer as diretrizes, critérios e a fonte que formam a cosmovisão ética e religiosa de cada um. Sinto-me incapaz de formular um número adequado de perguntas e com relevância suficiente para atigir esse objetivo. Detenho-me em algumas poucas questões que me parecem básicas para aqueles que tem uma cosmovisão cristã, mas aceito sugestões de perguntas que venham mapear com mais nitidez a questão e que serão inseridas neste artigo à medida que surgirem. Este é um artigo vivo, metamorfoseamente vivo.
As questões partem de pressupostos cristãos mas você pode discordar deles.
Perguntas; se você puder explique a resposta:
1- Todos os seres humanos são filhos de Deus?
2- Você acha viável um culto ecumênico?
3- Deus é o mesmo de todos? O que você acha de duas religiões que cultuam um deus com pensamentos fundamentalmente antagônicos um ao outro?
4- Todos os caminhos levam a Deus?
5- Você acha que não é o importante o quê uma pessoa crê desde que creia em alguma coisa?
6- Qual a fonte das informações que nortearam as suas respostas e o que você acha que dá autoridade à esta fonte?
Pr Julio Soder
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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