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18/09/2009 - 20:49

Brasileiros X Brasileiros

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Artigo no jornal O Estado

Escrevi o artigo em duas partes. A primeira, abaixo, foi publicada sem o último período (falta de espaço, talvez) e com o título “Mobilização popular” (alguém no jornal botou esse, e só Deus sabe por quê). É “Dividir e conquistar”.

* * * * * *

O brasileiro atento sabe que um tipo peculiar é cada vez mais numeroso e influente no meio político: o ongueiro. Num belo dia ele resolve que sua profissão será consertar o mundo, organizar a sociedade. Ninguém o elegeu para tanto; ele não possui conhecimentos especiais que o qualifiquem para tal tarefa. Não interessa: para ele o caminho a seguir é arranjar uma verba pública e trabalhar junto aos governos na elaboração e execução de programas coletivistas.

Somos surpreendidos dia após dia com leis oriundas do onguismo, sem que saibamos qual é a autoridade que essas pessoas têm nem quando essa autoridade lhes foi outorgada. O brasileiro pega o jornal e fica sabendo que não é mais possível fumar no bar. Descobre que querem dar aulas de educação sexual nas escolas para crianças de cinco anos de idade (dizem que é um “direito” da criança). Nota que a segurança pública é modelada cada vez mais por ongueiros que brincam de sociologia.

Pode ser que, muito em breve, o brasileiro pegue o jornal e descubra que seus concidadãos foram divididos juridicamente pelo governo em dois grupos, os brancos e os negros. E mais chocante ainda: ele será informado por diversos especialistas e engenheiros sociais que os brancos segregam implacavelmente os negros. Se esse brasileiro discordar, será transformado instantaneamente em suspeito de crime racial.

Semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o Estatuto da Igualdade Racial, uma vitória do grupo organizado que quer produzir no Brasil um clima de tensão permanente entre brancos e negros. Mas, num país miscigenado até não poder mais, quem são os brancos e quem são os negros? A resposta é ideológica e cabe ao movimento racialista. Basta saber que em universidades que trabalham com o sistema de cotas, e até no concurso de bolsas do Itamaraty, o teste de admissão costuma envolver questões do tipo “você já se sentiu negro?”. Quer dizer, não basta o candidato ser negro: ele precisa ser um negro sindicalizado, profissional da causa, vítima do sistema. Ele deve estar afinado com as diretrizes do Estado e das ONGs associadas.

O projeto do estatuto racial segue agora para o Senado, onde os grupos de pressão já agem para acelerar o processo e garantir a aprovação, de modo que Lula possa sancionar a lei em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

escrevi neste jornal que o projeto deveria ser chamado de Estatuto do Marxismo Racial. A diferença é que o que é classe em Karl Marx vira cor de pele em Paulo Paim. No mais, a intenção é a de sempre: inocular veneno e provocar a luta de brasileiros contra brasileiros, fazendo com que o grande beneficiário no fim da história seja o Estado, sempre disposto a estender seus mil braços e resolver problemas reais e imaginários – especialmente problemas reais e imaginários que ele mesmo criou.

Continua semana que vem.

* * * * * *

Eu sugiro a vocês que leiam o texto do estatuto para que tenham a noção do perigo. Não é brincadeira não. Esse pessoal quer porque quer instaurar o apartheid politicamente correto.

Fonte: Bruno Pontes

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
22/05/2009 - 09:48

Tudo pelo racial

O Brasil está fazendo o possível, nestes últimos tempos, para dar a si próprio algo que até hoje conseguiu não ter: um problema racial. Se tantos outros países importantes têm questões sérias de racismo, por que o Brasil também não poderia ter a sua? Parece um motivo de desapontamento, na visão das pessoas que foram nomeadas pelo governo para defender os interesses da “população negra”, ou nomearam a si mesmas para essa tarefa, que o Brasil seja possivelmente o país menos racista do mundo. Que outros poderiam ser citados? Certamente haverá nações que têm um número maior de leis contra a discriminação, são mais sérias na sua aplicação e adotam medidas de proteção especial a minorias raciais. Mas não dá para sustentar, não a sério, que haja mais racismo no Brasil do que em qualquer delas. Como poderia haver, num país onde a grande maioria da população não sabe dizer ao certo qual é a sua cor, nem demonstra maior interesse em saber? “Moreno” é a sugestão de resposta mais frequente, quando a pergunta é feita para a imensa massa de brasileiros que não se identificam claramente como brancos, nem pretos, nem qualquer outra coisa.

Criar um racismo que se preze, num país assim, não é trabalho fácil – mas é possível. Uma das ferramentas mais utilizadas para isso é distribuir aos “brancos” uma espécie de culpa geral por tudo o que ocorre de errado aqui dentro. Não se citam nomes; só se cita a cor da pele. Tornou-se comum, por exemplo, o uso da expressão “elite branca” como símbolo de coisa do mal – com a agravante, em certos casos, de que essa elite, além de branca, pode ser “do sul”. A mesma gente, de “pele clara e olhos azuis”, é culpada também pelo que ocorre de errado lá fora, como a crise financeira internacional; por essa maneira de ver a vida, os desastres que produziram foram provocados por seu tipo físico, e não pelo seu comportamento individual. Outro esforço é criar repartições públicas para cuidar da questão racial – o que tem a tripla vantagem de dar uma cara oficial à existência do problema, passar a impressão de que o governo está cuidando dele e arrumar empregos para amigos. A mais notável delas é um órgão com nove palavras no título e status de ministério – a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Seu grande feito, em seis anos de existência, foi a demissão da secretária-ministra Matilde Ribeiro, em 2008, quando se descobriu que ela usava o cartão de crédito destinado ao exercício de sua função para pagar despesas de free shop ou contas no Bar Amarelinho, no Rio de Janeiro.

Nada parece pior, porém, do que a tentativa de estabelecer por lei que cidadãos devem ter direitos diferentes de acordo com a cor de sua pele, como preveem os projetos de “cotas raciais” ora em debate no Congresso Nacional – pelos quais os brasileiros negros, ou definidos como tal, deveriam ter mais direitos que os brasileiros brancos, ou de outras origens, no mercado de trabalho, nas vagas universitárias ou nos concursos para cargos públicos. É o contrário, exatamente, do que deveria ser. A grande vitória da humanidade contra a discriminação racial foi excluir das leis a palavra “raça”; o objetivo era estabelecer que todos têm direitos idênticos, sejam quais forem as suas origens, dentro da ideia de que todos os homens pertencem a uma “raça” apenas – a raça humana. No Brasil de hoje, em vez de proibir o uso da noção de raça para dar ou negar direitos, tenta-se ressuscitar a tese de que os indivíduos são diferentes uns dos outros, em termos de cidadania, segundo a cor que têm.

“Os defensores de leis raciais ludibriam a boa-fé alegando que cota racial é ação afirmativa”, escreveu, num artigo para O Estado de S. Paulo, o advogado negro José Roberto Militão, um especialista em antidiscriminação na OAB de São Paulo. “Ação afirmativa”, de fato, é outra coisa: é a efetiva atuação da autoridade para coibir a discriminação contra minorias e multiplicar oportunidades, sem criar cotas, exigir reparações pelo passado ou estabelecer diferenças de direitos. “Ao estado cabe atuar para destruir a crença em raças”, diz Militão. “Leis raciais não servem para a redução das desigualdades entre brancos e pretos, pois atacam os efeitos, mas aprofundam as causas.” São, além disso, o oposto da harmonia: como se sabe, nada é mais fácil do que passar da distinção à divisão.

(Veja – Edição 2108 – 15 de abril de 2009)

Fonte: Millenium

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/05/2009 - 10:49

MAIS UMA DE AMORIM – BRASIL APÓIA UM ANTI-SEMITA PARA A UNESCO. ELE JÁ PROPÔS QUEIMAR LIVROS ESCRITOS EM HEBRAICO…

(Se você acha que o que vai a seguir não envergonha o país o suficiente, leia o post abaixo deste)
A notícia circulou anteontem. Acabei não comentando por falta de tempo. Celso Amorim, o gigante da diplomacia brasileira — refiro-me a seu gigantismo óbvio, o físico —, negou ontem que seja candidato a diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica). Segundo diz, o Brasil apóia para o cargo o nome do sul-africano Abdul Samad Minty. O mais engraçado é que ele atribuiu “à imaginação das pessoas” a sua candidatura. Sim, “das pessoas do Itamaraty” que plantaram a notícia na imprensa. Quando essa enormidade viu o pleito ligado à visita do Ahmadinejad ao Brasil, ele logo tratou de pôr o burro na sombra. Mas isso ainda é o de menos.

O Brasil tinha boas chances de emplacar o brasileiro Márcio Barbosa no comando da Unesco. Atualmente, ele é diretor-adjunto. Em vez disso, preferiu apoiar para o cargo o pintor Farouk Hosni, ex-ministro da Cultura do Egito. Segundo o Colosso de Rhodes da diplomacia, esse apoio é parte da política de aproximação do Brasil com os países árabes. Até aí, vá lá. Ocorre que Hosni é um anti-semita delirante — ou, se quiserem, “antijudeu delirante” (já que os puristas confundem categoria política com grupo étnico e lingüístico e afirmam que os árabes também são semitas…). Ele já declarou que queimaria livros em hebraico se os encontrasse em sua estante. Como se vê, é o homem certo para cuidar da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, não é mesmo? No dia 20, ele deve estar chegando para um encontro — ai, meu Deus! — de ministros e ex-ministros da Cultura dos países sul-americanos e árabes.

Imaginem a pauta de um encontro entre ministros e ex-ministros da Cultura desses países, com tantas identidades culturais… Imaginem um papo-cabeça entre Gilberto Gil e Farouk. Quem sabe o cantante consiga explicar ao egípcio queimador de livros o que Carlos Minc quis dizer quando afirmou que ele, Gil, era favorável à descriminação da queima de erva e neurônios. O Egito tem uma contribuição a dar nesse e em outros temas: masmorra. Adiante.

Amorim tem usado suas porta-vozes louras na mídia — refiro-me à lourice metafórica, é claro — para anunciar que o apoio ao queimador de livros é uma tática para concentrar os esforços do Brasil para emplacar Ellen Gracie no Órgão de Apelação da OMC. Ainda que fosse, isso não torna o egípcio alguém que pudesse contar com o apoio do Brasil. Mais um ato do governo brasileiro claramente hostil a Israel e aos judeus de maneira geral.

Ademais, Ellen Gracie que tome cuidado. Amorim, até agora, só perdeu. Em linguagem típica das mesas-redondas de futebol, ao gosto do Apedeuta, em matéria de indicações para organismos multilaterais, o Colosso sempre foi surpreendido “pelo elemento surpresa que veio de trás”. Disputam a vaga Argentina, Costa Rica, México, Bélgica e Holanda. O Brasil é o favorito. Mas é bom tomar cuidado com a nossa vocação para levar olé da Argentina…

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
05/05/2009 - 04:18

O amigo da diplomacia lulista vem nos visitar

Muitos achavam que Hitler não passava de um bufão quando ameaçava “solucionar” o problema representado pela existência dos judeus. Ao fim da guerra, seis milhões deles estavam mortos, após uma campanha intensa de desumanização promovida pelo III Reich. Hitler falava sério enquanto os céticos apostavam no pensamento positivo.

No dia 21 de abril, os judeus ao redor do mundo olharam para trás e prestaram homenagens aos seus irmãos massacrados pelos nazistas. Daqui a alguns dias, um homem que deseja apertar o botão do segundo holocausto será recebido em solo brasileiro pelo presidente Lula. Enquanto Mahmoud Ahmadinejad estiver posando para fotos em Brasília, os homens do programa nuclear iraniano estarão em seus laboratórios desenvolvendo os meios de varrer Israel do mapa, concretizando intenções já anunciadas para quem quiser ouvir.

Em fevereiro, o Irã lançou ao espaço o satélite “Esperança”, mostrando que pode dominar a tecnologia para a fabricação de mísseis balísticos. Para quem não sabe, um míssil balístico pode ser usado para transportar bombas atômicas por longas distâncias. Para atingir Israel, enfim. A única democracia do Oriente Médio vislumbra o maior risco à sua vida curta e permanentemente ameaçada por vizinhos hostis e grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah, financiados por Ahmadinejad e responsáveis por anos de ataques terroristas em Israel e outras partes do mundo.

Durante a operação Cast Lead, quando Israel reagiu a oito anos de chuva de foguetes lançados pelo Hamas a partir de Gaza, o discurso de Ahmadinejad foi endossado com gosto por esquerdistas de todos os partidos. Pregavam a rendição imediata de Israel aos seus carrascos e igualavam os israelenses aos nazistas. Foi o que fez o PT de Lula em nota publicada no site do partido. Os parlamentares petistas deveriam receber Ahmadinejad no aeroporto de braços abertos, ao lado de parlamentares do PC do B e do PSOL, professores universitários anti-Israel e jornalistas que prestam assessoria ao Hamas – o pessoal da Caros Amigos em especial.

O Hitler dos nossos dias está vindo nos visitar. Quando Ahmadinejad estiver aqui assinando papéis com Lula e talvez até servindo de escada para alguma piada do nosso presidente, não se esqueça de que o amigo iraniano da diplomacia lulista é um dos motores da jihad islâmica contra o mundo livre, e Israel, o símbolo maior, é o alvo prioritário. Depois vem a velha Europa, já com as calças meio baixas, e então os Estados Unidos, agora vivendo a era Obama, baseada em conversa macia com o terror e pedidos de desculpas a tiranos diversos. Essa batalha decisiva, na qual Ahmadinejad é agente de influência global, envolve dois lados: de um, o totalitarismo islâmico, a ambição do califado mundial (incluindo o apedrejamento de mulheres e a execução de hereges de todos os tipos). Do outro, a liberdade, a democracia liberal, que no Oriente Médio só existem em Israel, esse pequeno país cercado de inimigos por todos os lados. E o mais perigoso deles hoje é Ahmadinejad.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
27/04/2009 - 11:52

O Brasil e a lógica do genocídio

Por Maria Lucia Barbosa

A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados “malditos” que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. “Creio porque é absurdo”, eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.

A fé no absurdo se obtém através da mentira calcada num malabarismo vocabular, no qual as palavras são pervertidas para provocar um entendimento desfocado da realidade. Algo, como se nota, muito utilizado em propaganda e nos discursos de cunho totalitário.

Assim, os campos de concentração soviéticos seriam “obra de reeducação” e os carrascos “educadores aplicados em transformar os homens de uma sociedade antiga em homens novos”. Na China, a vítima do campo de concentração era denominada de “estudante que deveria estudar o pensamento justo do partido e reformar seu próprio pensamento imperfeito”.

O nazismo pregava que “os judeus não são humanos”. Logo, estava justificado para os alemães o assassinato de judeus, inclusive de crianças judias, nas câmaras de gás, porque era como se dissessem: “vocês não têm direito de viver, vocês são judeus”.

A lógica terrorista do genocídio implica, pois, o exercício do terror através de um grupo designado como inimigo. Desse modo, a segregação baseada em classe se torna muito similar à segregação por raça. Tudo é justificado por um ideal, ainda que absurdo. A sociedade nazista deveria ser construída em torno da “raça pura”. A sociedade comunista futura com base no povo proletário, purificado de toda “escória burguesa”.

As monstruosidades cometidas pelo nazismo e pelo comunismo teriam ficado para trás, enterradas no século passado e servindo como advertência para que não se cometa mais abominações como a do holocausto?

Teria o ser humano evoluído através da experiência aterrorizante dos horrores cometidos em passado recente? Estaria agora o homem mais compassivo, menos preconceituoso, menos sujeito à crença no absurdo na medida em que obteve espetacular evolução na ciência, na tecnologia, nos meios de transporte e de comunicação?

Nada indica que houve progresso em termos humanísticos. Exemplo disso foi a Conferência contra o Racismo (20/04 a 24/04) promovida pela ONU. Aberto o evento pelo presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, caiu por terra qualquer boa intenção que o Organismo possa ter tido, pois o que se ouviu se enquadrou na mais pura lógica do genocídio.

O déspota de fato do Irã mencionou amor e destilou ódio. Simulou humildade dizendo que perdoava os que o tinham insultado, mas os qualificou de ignorantes com sorrisos de escárnio. Acusou Israel de racista sendo ele ferrenho racista, contumaz torturador, opressor das minorias.

Mas, segundo Ahmadinejad, se Israel é racista deve ser destruído. Como sempre ele negou o Holocausto, afirmando que o Estado de Israel foi criado “sob o pretexto do sofrimento de todos os judeus e da ambígua e duvidosa questão do Holocausto”. E aproveitando o momento, além de seus ataques a Israel o perigoso homenzinho defendeu o direito do Irã de controlar a tecnologia nuclear.

O discurso pleno de violência contra os judeus provocou a retirada coletiva dos representantes da União Européia e vários protestos, entre os quais, o do sobrevivente do Holocausto e Nobel da Paz, Elie Wiesel, que disse em relação a Ahmadinejad: “Sua presença é um insulto à decência e à humanidade”. O próprio secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, expressou seu constrangimento ao criticar o iraniano: “deploro o uso dessa plataforma pelo presidente iraniano para acusar, dividir e incitar”.

A imensa delegação brasileira chefiada pelo ministro da igualdade racial, Edson Santos, não se moveu do salão de conferência e Santos ainda criticou a retirada dos europeus. Reação de se esperar, pois o Brasil, sob a influência de Marco Aurélio Garcia, nosso chanceler de fato, e sob o comando do governo petista de Lula da Silva, tem mostrado acentuada tendência ao antissemitismo.

Note-se que Lula, que já deve ter dado volta ao mundo várias vezes, inclusive para visitar ditaduras islâmicas do Oriente Médio e ditaduras Africanas, nunca foi a Israel. Além disso, o Brasil votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém não condenou o governo genocida do Sudão. Aliás, nossa diplomacia sempre se absteve de tocar na questão dos direitos humanos, pisoteados em países como China, Cuba ou Coréia do Norte.

Dia 6 de maio, o Brasil receberá com pompas e honras o patrocinador terrorista do Hisbullah, do Hamas, da Jihad Islâmica. Será a consagração em solo pátrio da lógica do genocídio sob a aparência de negócios com o Irã. Indiferente, o povo pensará que está sendo homenageado um técnico importante de futebol.

No encontro pode ser que Lula, num agrado ao companheiro Ahmadinejad, ataque de novo os irracionais brancos de olhos azuis, pois os petistas, sejamos justos, sabem de forma exponencial acusar, dividir e incitar.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

Fonte: Alerta Total

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
25/04/2009 - 18:11

Vamos cair fora

Diogo Mainardi

Depois de Iron Maiden, Simply Red e A-Ha, chegou a hora de Mahmoud Ahmadinejad atormentar o Brasil. Este é um ano particularmente penoso para todos nós.

Mahmoud Ahmadinejad desembarca no comecinho de maio. Ele foi convidado por Lula. Uma semana atrás, num congresso da ONU, o presidente iraniano acusou Israel de racismo. Dois dias mais tarde, voltou ao assunto, acusando Israel de praticar limpeza étnica e o assassinato em massa dos palestinos. Ele já anunciou qual é a sua proposta: eliminar Israel da face da Terra.

No congresso da ONU, em protesto contra o discurso de Mahmoud Ahmadinejad, os representantes europeus abandonaram a sala. Quem continuou lá? Os representantes brasileiros, enviados por Lula. No total, mais de trinta apaniguados do PT e ongueiros, do ministro Edson Santos ao pai de santo mangueirense Ivanir dos Santos. Quando Mahmoud Ahmadinejad chegar ao Brasil, podemos imitar os representantes europeus e abandonar o país por alguns dias. Ele deseja ir à Fiesp? A Fiesp estará fechada. Ele pretende conhecer a Praia de Copacabana? Copacabana estará deserta. Para recepcioná-lo, ele encontrará somente os apaniguados do PT e os ongueiros.

Se é para abandonar o país por alguns dias, nenhum lugar é melhor do que a Argentina. Em 1994, terroristas dinamitaram o prédio de um centro israelita em Buenos Aires. Foram assassinadas 85 pessoas. O relatório do Ministério Público argentino acusou as autoridades diplomáticas iranianas de montar uma rede de espionagem no país, que coordenou o atentado praticado por terroristas do Hezbollah. Os organizadores do atentado se refugiaram em território iraniano. A Interpol emitiu uma ordem de captura contra oito deles, mas Mahmoud Ahmadinejad e seu bando se recusaram a entregá-los. Atualmente, dois desses foragidos trabalham como assessores do guia supremo, o aiatolá Ali Khamenei. A Argentina rejeita qualquer contato direto com o presidente iraniano, que protege os terroristas. É para lá que temos de ir.

Na última semana, o Itamaraty prometeu condenar publicamente as ideias negacionistas de Mahmoud Ahmadinejad durante sua passagem pelo Brasil. Lula poderia ganhar coragem e condenar também o programa nuclear iraniano. Mas ocorre o contrário: ele apoia o programa nuclear iraniano. O mesmo programa nuclear que, associado às ideias negacionistas de Mahmoud Ahmadinejad, torna especialmente alarmante sua promessa de eliminar Israel da face da Terra. Assim sendo, Lula poderia ao menos condenar algumas das práticas mais repelentes do estado iraniano: o apedrejamento de mulheres, os abusos contra as minorias religiosas, o assassinato de homossexuais, o encarceramento de políticos, a censura à imprensa. O que Lula fará quando se encontrar com Mahmoud Ahmadinejad? Simples: ele ficará sentado, calado, como um pai de santo mangueirense num congresso da ONU.

Fonte: revista VEJA

Divulgação: www.juliosevero.com

Para ler neste blog todos os artigos sobre o presidente do Irã e suas ligações com Lula, clique aqui.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
21/04/2009 - 00:57

EUA boicotam encontro contra o racismo, que será aberto por… Ahmadinejad!!!

Por Marcelo Ninio, na Folha. Comento em seguida:

A decisão da Casa Branca de boicotar a Conferência Contra a Discriminação Racial das Nações Unidas, que começa hoje em Genebra, causou enorme decepção entre grupos de direitos humanos, que esperavam o engajamento do primeiro governo dos EUA chefiado por um afro-americano.
Agora, a preocupação na ONU é que debate seja dominado por disputas entre o mundo islâmico e o Ocidente, como ocorreu no encontro de 2001, em Durban (África do Sul). Em uma dose adicional de polêmica, o encontro será aberto pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que prega o fim de Israel e já disse que o Holocausto é “um mito”.
Israel, Canadá, Itália, Holanda e Austrália já haviam anunciado que ficarão fora. Ontem, Alemanha e Polônia ignoraram os apelos da ONU e também aderiram ao boicote. Vários países, entre eles o Brasil, estavam ontem envolvidos em intensas gestões para garantir a presença da França.
Entre os países da União Europeia, só o Reino Unido confirmou presença. Até a noite de ontem, não havia definição se a UE participaria como bloco. Caso o bloco siga o caminho dos EUA, estimam ativistas, além de esvaziar a cúpula, criarão risco real de que o consenso obtido em torno do documento da conferência vá por água abaixo.
Chefe da delegação brasileira na conferência, o ministro Edson Santos, da Igualdade Racial, lamentou a decisão dos EUA, mas disse que é preciso evitar que ela prejudique a reunião. “O problema de ter um presidente negro que boicota uma conferência contra o racismo é mais dos americanos do que da conferência”, disse Santos. “É uma contradição.”
Os EUA e os demais países que aderiram ao boicote alegam que o encontro caminha para se tornar uma plataforma de ataques antissemitas e contra o Ocidente, como ocorreu em 2001. Há oito anos, israelenses e americanos abandonaram as discussões em meio a pesadas críticas ao sionismo.
Assinante lê mais aqui

Comento
O empenho do Brasil para que uma porcaria como essa se realize dá conta da estupidez da política externa brasileira. Simples assim.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
20/04/2009 - 21:43

Lembrar e jamais esquecer!

Amigos,

Hoje à noite aqui em Israel, começou o dia de recordação às vítimas do Holocausto. Por um dia inteiro, todos os canais de televisão e rádio mudam suas programações para relembrar os 6 milhões de judeus que foram assassinados das maneiras mais brutais que o ser humano já foi capaz de fazer.

Lembro-me que no Brasil esse dia passava praticamente desapercebido, enquanto que aqui em Israel todos sentimos o peso deste dia triste. Amanhã as 10 horas da manhã todo o país parará e ficará dois minutos de silêncio.

O que me deixou mais triste foi o fato de que justamente hoje, a ONU realizou uma conferência contra o racismo na Suíça e convidou nada mais nada menos que Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, para ser o convidado de honra e fazer um discurso para todo o mundo. É revoltante ver que o mundo não aprendeu com o Holocausto e ainda hoje, em uma conferência para se debater o racismo, o foco foi dado ao mais anti-semita e racista dos tempos atuais. Ahmadinejad em diversas ocasiões incitou o ódio, negou a existência do Holocausto e declarou abertamente que Israel deve ser varrido do mapa, assim como Hitler dizia que o povo judeu deveria ser exterminado!

Sabendo do conteúdo racista e anti-semita que aguardava esta conferência, países como EUA, Canadá, Itália, Alemanha, Holanda e outros resolveram boicotar o evento. Aqueles que assistiram ao discurso nojento de Ahmadinejad viram que quando ele recomeçou com seu ataque anti-semita e anti-Israel, os delegados dos países civilizados levantaram-se e saíram. Mesmo assim, Ahmadinejad continuou com seu discurso de ódio, do mesmo gênero que Hitler usava antes do Holocausto para colocar os alemães contra os judeus. A diferença é que hoje este discurso foi em uma conferência da ONU, transmitida para todo o mundo e com um novo Hitler que está construindo suas bombas nucleares!

Me deixa muito preocupado o fato de mesmo ainda tendo alguns milhares de sobreviventes vivos contando suas histórias, cada vez mais parece que o mundo esquece o Holocausto e dá voz àqueles que querem negá-lo. O que será daqui a alguns anos quando não houverem mais sobreviventes provas vivas dos crimes nazistas?

Lembro, que quando estava no Brasil achava que o Holocausto e o anti-semitismo era algo muito longe e que o mundo já havia se livrado destas idéias racistas de uma maneira geral. Sentia-me imune, principalmente no Brasil, onde sempre acreditei que algo deste gênero nunca poderia acontecer por estar longe de conflitos e pelo Brasil zelar por uma boa convivência entre os povos. Hoje acho que posso estar enganado, já que o nosso presidente Lula, em 15 dias (6 de maio) irá receber de braços abertos em solo brasileiro este Hitler dos novos tempos, que incita o ódio, a não tolerância e a extinção do povo de Israel. O anti-semitismo e o negador do Holocausto está mais perto do que nunca e será convidado de gala de nosso governo!!!

Não vamos deixar que o Holocausto se apague de nossas memórias, para que ninguém ouse tentar fazê-lo novamente.

Lembrar e jamais esquecer!

André

http://namiradohamas.blogspot.com

Divulgação: www.juliosevero.com

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Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
04/04/2009 - 17:02

Um branco de olho azul decidiu recorrer à Justiça contra Lula

Da Folha Online:
O consultor Clóvis Victorio Mezzomo, nascido em Caxias do Sul (RS), entrou com um pedido de interpelação judicial no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na interpelação, Mezzomo pede para Lula explicar o motivo de responsabilizar gente branca e de olhos azuis pela crise econômica mundial.
Na ação, Mezzomo alega ter se sentido pessoalmente ofendido pela declaração de Lula, pois é descendente de italianos e tem a pele clara e olhos verdes. Diz que foi criado em Estância Velha (RS) e trabalhou desde a infância cercado por homens e mulheres de “pele branca e olhos azuis”. Mezzomo diz que essas pessoas, “juntamente com europeus ibéricos, negros e índios, muito fizeram pela prosperidade e progresso da região”.
Mezzomo alega ainda que Lula imputou a uma etnia a responsabilidade integral pela crise internacional em uma postura intoleravelmente racista.
Na ação, ele lembra que a Constituição reprime com veemência a prática de racismo. A reportagem não conseguiu localizar o autor da ação. O Palácio do Planalto informou que não vai comentar o assunto.
O advogado da ação, Rodrigo Mezzomo, conselheiro da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil do Rio, diz que espera uma retratação do presidente Lula. “Se essa retratação não ocorrer, vamos tomar medidas jurídicas cabíveis, como uma ação criminal por racismo”, afirmou à Folha Online.
Segundo ele, o presidente não poderia responsabilizar uma característica genética pela crise. “Se ele tivesse dito que a crise era causada por negros, por exemplo, todos diriam que foi racismo. Como culpou os brancos, isso não ocorreu.”

Comento
O caso será tratado, por aí, até de modo jocoso. “Imaginem só! Esse sujeito quer aparecer”. Ou ainda: “Também não é para tanto”. Ou mais: “Ah, o presidente recorreu apenas a uma metonímia — este seria um petralha que cursou Letras — para se referir aos países ricos, cuja população tem maioria branca”. E por aí afora.

Bem, a crise financeira, de fato, começou nos Estados Unidos (Lula torcia para que ela não fraudasse a geografia e “pulasse o Atlântico”) e logo saltou para a Europa, tomando o resto do mundo. Assim como a Aids começou na África. Alguém responsável pode dizer que é um doença de negro que acabou se espalhando entre brancos inocentes? Acho que não! E nem deveria! Porque seria uma boçalidade racista, rigorosamente análoga àquela dita por Lula.

Claro, claro, pode-se dizer que, como é mesmo?, a longa história de dominação autoritária dos brancos suporta e comporta um ataque dessa natureza; que ele, na verdade, é quase uma manifestação de resistência. Já um ataque contra negros seria reiteração da lógica da dominação histórica.

Bom, acho que se abre uma chance para o presidente Lula pedir desculpas. Até porque ele já confessou, na conversa privada com Gordon Brown, que ele vai buscando culpados ao sabor das conveniências. Não sendo racismo, é só uma soma de oportunismo e demagogia.

Fonte; Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
16/03/2009 - 00:12

Ivan Valente e Inácio Arruda propõem o carimbo racial

 

O senador cearense Inácio Arruda, do Partido Comunista do Brasil, está defendendo umprojeto de lei do deputado Ivan Valente, socialista e da liberdade (tem gente que acredita), que inclui o quesito cor/raça nas fichas de matrícula e nos dados cadastrais de escolas e faculdades públicas e privadas. Ou seja: todo mundo que estuda no Brasil vai ganhar do Estado um carimbo de “branco” ou “negro”.
O relatório de Inácio a favor do projeto será examinado no próximo dia 17 na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. Ele diz que a medida servirá para que os burocratas do MEC definam “ações e políticas afirmativas e de promoção da igualdade racial na comunidade escolar”.
Ainda estudante de jornalismo na UFC, escrevi um texto para um jornalzinho do curso sobre a ânsia da esquerda em estabelecer o racialismo no Brasil. Lá pelas tantas eu dizia:
“O senador Paulo Paim (PT-RS) chegou a elaborar, ano passado (2006), projeto de lei prevendo a identificação de negros em documentos pessoais. Isso mesmo. Negros teriam carteirinhas de negro. Não se sabe se brancos teriam carteirinhas de branco ou se pardos teriam carteirinhas de pardo. Para nossa esquerda estúpida, o caminho mais eficaz no combate à desigualdade racial é justamente dividir, em nível constitucional, o país em negros e brancos. (…) Pode ser que num futuro próximo idealizado pelas boas intenções das mentes ‘progressistas’ do Brasil seja de bom tom usar etiquetas dizendo ‘cidadão branco’ ou ‘cidadão negro’ nas roupas…”
Errei apenas o local das etiquetas. Se os desejos dos senhores Ivan Valente e Inácio Arruda forem concretizados, a classificação será feita não nas roupas, mas nas fichas de matrícula dos estudantes do nosso país. A esquerda como sempre botando o Brasil na rota do futuro.
Vejamos um caso desse fetiche racial na minha cidade, Fortaleza. Durante a campanha do ano passado, uma manifestação de apoio à reeleição da prefeita Luizianne Lins foi apresentada desta maneira no release distribuído à imprensa (não tem link, recebi por e-mail):
“O movimento de raça e etnia sairá às ruas para mostrar à população a força do apoio que tem a reeleição da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT). O setorial de Raça e Etnia da Coligação Fortaleza Cada Vez Melhor vai reunir para o cortejo lideranças raciais, religiosas e étnicas, em defesa dos seus direitos, contra a homofobia, o racismo e a intolerância às religiões de matrizes africanas. Será também uma oportunidade de reconhecer as políticas públicas implementadas pela gestão popular de Luizianne voltadas para os diversos segmentos sociais, como o movimento negro. Nos últimos três anos e oito meses, sua gestão realizou ações de combate ao racismo, como a 1ª Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial em 2005 (…) Criou o Segmento da População Negra no Orçamento Participativo”
Uma pergunta: criar um serviço público usando como critério a cor da pele do beneficiado é racismo ou não é? Se você acha que não, sugiro que imagine, por exemplo, a existência de um Segmento da População Branca no Orçamento Participativo.
Outra pergunta que eu pensei em fazer, mas não vou fazer, é como o pessoal da prefeitura de Fortaleza decide quem é negro e quem não é.
Criar nichos estatais destinados a negros, gays etc. serve apenas para satisfazer uma penca de ongueiros e burocratas que ganham a vida (as verbas) na base de políticas segregacionistas e mistificadoras.
Uma salva de palmas para todos que apóiam a divisão da sociedade e da Constituição em cidadãos legalmente brancos e legalmente negros. Mais um pouquinho e nós teremos um apartheid politicamente correto no Brasil. É bom ir logo examinando a pele do seu filho para quando for preencher o formulário de matrícula no colégio.
Fonte: Bruno Pontes
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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