O TrOgLoDiTA

Divagações…

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04/11/2009 -  06:41     

Sonho do Obama é ser o primeiro presidente negro da Noruega

por Luiz Felipe Pondé, para a Folha

Prometi para mim mesmo que não ia falar sobre o ridículo prêmio Nobel dado ao Obama [foto], mas como não tenho palavra mesmo e como nunca cumpro promessas (principalmente feitas a mim mesmo, alguém que, afinal de contas, não merece todo esse deferimento moral), estou eu aqui capitulando e falando desse populista chamado Obama.

barack-obama Quando foi eleito, escrevi nesta coluna que ele era uma bolha que provavelmente não ia dar em nada. Posso estar enganado, como quase sempre estou (sou um péssimo profeta), mas, até agora, responda-me, caro leitor, a que veio ele? Deveria sim se candidatar a secretário-geral da Unicef e ficar visitando crianças famintas na África. Seus dias estarão contados quando os americanos descobrirem que seu verdadeiro sonho é ser o primeiro presidente negro da Noruega.

Recém-chegado de Israel, local marcado pela necessidade de paz, lá tive a oportunidade de acompanhar um pouco o que a mídia local sente diante desse ridículo Nobel da Paz dado a alguém que nada fez além de blablablá até agora. Obama só conseguiu fazer discursos por aí, deixando todo mundo com gosto de coito interrompido na boca.

No Egito, ele falou de como a cultura muçulmana foi importante para o mundo. Será que os egípcios nunca estudaram a Espanha medieval? Iraque e Afeganistão estão piorando nos últimos meses. Sua incapacidade em resolver o problema do Irã se assemelha à incompetência de Jimmy Carter no caso da captura da embaixada americana em Teerã. E olha que o Carter fez Camp David (acordo de paz entre Israel e Egito)! Coreia do Norte vai mal, obrigado. O que mudou de Bush pra cá? Os aeroportos americanos estão mais dóceis com os turistas?

Na minha humilde opinião de não especialista em paz mundial (entendo um pouco melhor sobre a guerra, porque a julgo um estado mais natural da condição humana), arriscaria dizer que os líderes da oposição iraniana mereciam mais esse prêmio, ou mesmo nosso querido Lula nos seus esforços de evitar males maiores causados pelo bobo venezuelano El Chavez e seus anões bolivarianos.

Ou quem sabe Tony Blair e Bush, no sucesso em evitar mais ataques terroristas no Ocidente. Ou então declarassem que ninguém merecia o prêmio Nobel da Paz este ano e “acumulassem” (assim como na Mega Sena) dois prêmios para o ano que vem. Quem sabe alguma tragédia inesperada os iluminaria na futura escolha.

O problema é que qualquer decisão tomada na Escandinávia sobre a dureza do mundo parece aconselhamento sexual dado por virgens que detestam sexo para prostitutas, essas nossas parceiras ancestrais. Que Deus as proteja. Quantas vidas solitárias elas já não salvaram?

O grande feito de Obama até agora foi criar uma imagem de si mesmo como a pessoa mais legal do mundo. Além de salvar o mundo em todo café da manhã, aposto que manda flores pra Michelle todo dia.
A impressão que tenho é que ele, antes de falar qualquer coisa, faz uma pesquisa sobre o que as pessoas que vivem de bolhas de esperança querem ouvir. Uma hora dessas vai declarar obrigatório a adoção de cachorros vira-latas pela comunidade internacional.

Sua realização até agora tem sido cultivar sua própria imagem. Algum assessor deveria avisá-lo que a campanha acabou e agora é a hora de acordar cedo e fazer a roda de rato girar, como todo desgraçado que trabalha e não só faz campanha.

Mas o fim da picada mesmo foi a perseguição à mídia e à Fox News. Coitadinho do Obama, a mídia está falando mal dele e tirando seu sono de Messias.

Veja, caro leitor, você se lembra (mesmo que não alimente qualquer simpatia pelo Bush) como a mídia detonou o Bush em seus últimos anos de Casa Branca? Até a Rádio Internacional da República da Banana fez um dossiê de como Bush foi o pior governante depois de Hitler.

Acho que mesmo sua mãe deve ter lamentado tê-lo dado de mamar. Alguém se lembra dele ter declarado a mídia “persona non grata” e buscado soluções tipicamente populistas, como se apresentar como vitima de complôs? E mais: não é só a mídia, mas os empresários também estão atrapalhando sua missão de salvar o mundo.

Você percebe a semelhança com El Chavez na sua atitude para com a Fox News? Claro que ele não pode mandar fechar a emissora como Chavez faz, mas pode difamá-la, tática comum em autoritários fingidos. Sua sorte é que ele é negro (afro-americano para os mais sensíveis), porque, se não fosse, já teria dançado. Como toda bolha, está vivendo de crédito.

fonte: Íntegras

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19/10/2009 -  18:51     

Obama Pronto a Ceder a Soberania dos EUA, afirma Lorde Britânico

Walter Scott Hudson | 17 Outubro 2009

Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra “governo” na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de “dívida climática” – porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].

O Minnesota Free Market Institute organizou evento na Universidade Bethel, na cidade de St. Paul, Minnesota, na noite da última quarta-feira (14/10), tendo como principal orador Lorde Christopher Monckton, que foi assessor para ciências da Primeira-Ministra britânica Margareth Thatcher. Lorde Monckton proferiu longa e cáustica palestra em que apresentou detalhados mapas, gráficos, fatos e dados que culminaram com a total destruição tanto do conceito popular de aquecimento global quanto da credibilidade da ameaça de qualquer mudança climática significativa causada pelo homem.

Resumo detalhado da apresentação de Monckton será publicado assim que compilado. No entanto, trecho de sua palestra requer publicação imediata. Se fidedigna, a preocupação veiculada por Monckton pode provar-se a questão mais importante para a nação americana – mais importante do que a reforma do sistema de saúde, do que o projeto de lei ambientalista de “cap and trade” -, a reclamar portanto a atenção concentrada de todo cidadão.

Eis as palavras finais de Monckton,conforme copiadas de minha gravação:

Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. A maioria dos países do terceiro mundo vai assiná-lo, pois acreditam que vão ganhar dinheiro com ele. A maior parte do regime esquerdista da União Européia vai carimbá-lo. Virtualmente não haverá ninguém que não o assinará.

Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra “governo” na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de “dívida climática” – porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].

Quantos de vós acreditam que a palavra “eleição” ou “democracia” ou “voto” ou “votação” aparece pelo menos uma vez nas 200 páginas do tratado? É isso mesmo: elas não aparecem nenhuma vez. Então finalmente os comunistas, que saíram correndo do muro de Berlim para dentro do movimento ambientalista, que tomaram o Greenpeace de maneira que meus amigos que o fundaram tiveram de deixá-lo um ano depois, pois [os comunistas] o tomaram – agora a hora da apoteose está próxima. Eles estão prestes a impor ao mundo um governo global comunista. Vós [americanos] tendes um presidente que tem fortes simpatias com esse ponto de vista. Ele vai assinar o tratado. Ele vai assinar qualquer coisa. Ele é ganhador do prêmio Nobel da Paz; é claro que ele vai assiná-lo.

[risos]

E o problema é o seguinte: se esse tratado for assinado, se a vossa Constituição diz que ele tem precedência sobre a Constituição[sic; quis dizer "sobre a lei interna"], e se só se pode deixar o tratado com a concordância de todos os outros membros estatais, e como os EUA são o maior pagador, não vão deixá-lo sair.

Então, obrigado, América! Tu foste o farol da liberdade para o mundo. É já um privilégio apenas pisar neste solo de liberdade enquanto ele ainda é livre. Mas nas próximas semanas, a menos que o impeçais, vosso presidente vai abrir mão de vossa liberdade, de vossa democracia, de vossa humanidade para sempre. E nem vós, nem qualquer governo futuro que elejais terá a menor condição de tomá-los de volta. É tão sério assim. Eu li o tratado. Eu vi esse negócio do governo [mundial] e da dívida climática e da aplicação [do tratado]. Eles vão fazer isso convosco, quer gostais, quer não.

Mas eu acho que é aqui, aqui na vossa grande nação, que eu tanto amo e tanto admiro – é aqui que talvez, à undécima hora, no qüinquagésimo nono segundo do qüiquagésimo nono minuto, havereis de vos erguer e de impedir vosso presidente de assinar esse tratado terrível e sem sentido. Pois não há problema algum com o clima e, mesmo que houvesse, um tratado econômico em nada o [ajudaria].

Concluo dizendo a vós as palavras que Winston Churchill dirigiu a vosso presidente na hora mais escura, antes da aurora da liberdade, na Segunda Guerra Mundial. Ele ciotu vosso grande poeta Longfellow:

Sail on, O Ship of State!
Sail on, O Union, strong and great!
Humanity with all its fears,
With all the hopes of future years,
Is hanging breathless on thy fate!

[Em frente, ó Navio do Estado!
Em frente, ó União, forte e grande!
A humanidade com todos seus temores,
Com toda a esperança dos anos vindouros,
Está suspensa, atada a teu destino!]

Lord Monckton foi aplaudido de pé e respondeu a uma série de perguntas da platéia. Dentre essas, estas são relevantes para o vindouro tratado de Copenhague:

Pergunta:A atual administração e a maioria democrata no Congresso têm mostrado pouca consideração com a vontade do povo. Eles estão tentando aprovar uma agenda de mais governo e mais impostos e encargos para as gerações futuras. E nada parece detê-los. Como o Sr. sugere que impeçamos Obama de fazer isso, porque eu não vejo como impedi-lo de assinar qualquer coisa em Copenhague. Eu acredito que essa é a sua agenda e ele o fará.

LM – Não minimizo a dificuldade. Mas nesse assunto – eu realmente não me meto em política, porque não é certo. No fim, a tua política é para ti. O procedimento correto é entrardes em contato com vossos representantes, tanto no Senado onde o projeto de lei tem de ser aprovado (e podeis tentar pará-lo) e [na Câmara] e levá-los a exigir o seu direito a uma audiência (o qual todos têm) com o presidente e contar a ele sobre esse tratado. Há muitas pessoas poderosas nesta sala, pessoas ricas, influentes. Procurai a mídia, contai-lhes sobre esse tratdo. Se fordes a www.wattsupwiththat.com, encontrareis (se procurardes com cuidado) uma cópia do tratado, pois dei um jeito de colocá-lo lá não faz muito. Lede-o e que a imprensa conte ao povo que a democracia está prestes a ser tomada dele por razão nenhuma, ao menos sem base científica [com relação à mudança climática]. Dizei à imprensa que diga o seguinte: mesmo que exista um problema [com a mudança climática] vós não desejais que vossa democracia vos seja tomada. É tão simples assim.

Pergunta: É mesmo irreversível se o tratado for assinado?Suponha que seja assinado por quem não tem autoridade pois eu tenho algum… tenho um elevado grau de ceticismo de que tenhamos um presidente válido, porque eu…

Eu conheço pelo menos um juiz que partilha a sua opinião, Sr.

Eu não acredito enquanto não o vir. Será que a [possível ilegitimidade de Obama como presidente] não poderia nos dar uma causa razoável para anular qualquer tratado que ele efetivamente assine como presidente?

Eu teria muito cuidado em não confiar em coisas como essa. Embora haja certa dúvida se ele nasceu ou não no Havaí, meu medo é que seria muito difícil provar que ele não nasceu no Havaí, e portanto talvez não sejamos capazes de chegar a algum lugar com isso. Além disso, uma vez que ele assinar o tratado, quer seja válida ou não a assinatura, uma vez que assinou e ratificou, que o Senado o ratifcar, ele se torna vinculante. Mas vou dizer uma coisa: eles sabem, na Casa Branca, que não conseguirão 67 votos no Senado, a maioria de dois terços que vossa Constituição estipula para ratificar um tratado desse tipo. No entanto, o que eles planejaram é o seguinte – e eles realmente deixaram escapar isso durante a campanha eleitoral, e é por isso que eu sei. Ele planejam colocar o tratado de Copenhague em vigor por maioria simples nas duas casas [do Congresso]. Isso eles podem fazer. Mas a vantagem disso, e nisso o Sr. tem razão, é que isso, graças a Deus, é reversível. Então eu quero que rezeis hoje à noite, e rezeis muito pelo Senado, que ele se recuse a ratificar o [novo] Tratado de Copenhague, porque se o recusarem e [Obama] tiver de tentar aprová-lo como se fosse legislação doméstica, podeis rejeitá-lo.

Independentemente de se está ou não ocorrendo aquecimento global ou se ele é causado pela atividade humana, no em qualquer grau, nós não queremos um governo mundial com o poder de impor impostos aos americanos sem representação eletiva ou qualquer coisa análoga às proteções constitucionais. Os Pais da Pátria dariam voltas em seus túmulos se soubessem que seus descendentes conferiram tal autoridade a um poder estrangeiro, desfazendo efetivamente todos os seus esforços em um ato de Revolução Anti-Americana. Se esse é o nosso destino iminente, precisamos suspender tudo mais e nos concentrar em impedir que isso aconteça. Se cedermos a soberania americana, todos os outros debates tornar-se-ão irrelevantes.

Passando os olhos no tratado, encontrei os objetivos da nova entidade mencionados por Monckton:

38. O esquema para o novo arranjo institucional sob a Convenção será baseado em três pilares básicos: governo; mecanismo facilitativo; e mecanismo financeiro, cuja organização básica incluirá o seguinte:

Governo Mundial (título acrescentado)
(a) O governo será regido pela COP ["Climate Change Conference", Coferência sobre Mudança do Clima] com o apoio de um novo órgão subsidiário sobre adaptação e de um Conselho Executivo responsável pelo gerenciamento dos novos fundos e dos processos e órgãos facilitativos relacionados. O atual secreatriado da Convenção operará como tal, conforme apropriado.

Redistribuir Riqueza (título acrescentado)
b) O mecanismo financeiro da Convenção incluirá um fundo multilateral de mudança climática incluindo cinco janelas: (a) uma janela de Adaptação, (b) uma janela de Compensação, para tratar de perdas e danos do impacto da mudança climática [leia-se a "dívida climática a que se referiu Monckton], incluindo seguro, rehabilitação e componentes compensatórios, (c) uma janela de Tecnologia; (d) uma janela de Mitigação; e (e) uma janela REDD ["Reducing Emissions from Deforestation and Degradation", Reduzindo Emissões do Deflorestamento e Degradação], para apoiar processos multi-fásicos para incentivos positivos para florestas relacionados a ações REDD.

Com Autoridade para Aplicação [Enforcement] (título acrescentado)
O mecanismo facilitativo da Convenção incluirá: (a) programas de trabalho para adaptação e mitigação; (b) um processo REDD de longa duração;(c) um plano de ação tecnológico de curta duração; (d) um grupo de especialistas em adaptação estabelecido pelo órgão subsidiário em adaptação,e grupos de especialistas em mitigação, tecnologias e monitoramento, relatoria e verificação; e (e) um registro internacional para monitoramento, relatoria e verificação de observância dos compromissos de redução de emissões, e a transferência de recursos técnicos e financeiros de países desenvolvidos para países em desenvolvimento. O secretariado fornecerá apoio técnico e administrativo, inclusice um novo centro para troca de informações.

Fonte: Mídia sem Máscara

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15/10/2009 -  05:03     

Prêmio Nobel da P… peraí!

Carlos Reis | 14 Outubro 2009

O Prêmio Nobel mostrou toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje.

hopenosisDiga-me quem te premiou e eu te direi quem és.

Hoje, um dos correspondentes do jornaleco Zero Hora escreveu que o Barack Hussein ganhou o Prêmio Nobel da Esperança. Gostei do veneno. Mas o tal jornalista, a essas horas, já deve estar na rua do jornaleco.

Continuo eu. Barack Hussein, o Obaminável (copyright Heitor de Paola), é o primeiro ganhador do Prêmio Nobel da Esperança, versão mais glamourizada do Prêmio Mundo Melhor, hoje banalizado por fóruns globalizados pacifistas mundo afora. Faz sentido. Em vez de inventar o Prêmio do Mundo Melhor da Paz, que renderia mais dinheiro para os vencedores, os empregados parlamentares e cartolas da Nova Ordem Mundial (NOM) inventaram esse Prêmio. Barack Hussein é o primeiro “Bandido Esperança” da NOM. E Barack Hussein repetiu o discurso mais emblemático de Lula, o Cara. Como não achar a premiação plenamente justificada? Não sei como se diz em inglês “nunca antes se fez tanto neste país como nóis ainda vamo fazê”. Não exagero, está nos anais. Nos nossos anais, pelo menos! Agora está na boca do pseudo-americano Barack Hussein.

O Pacificador do Futuro, Prêmio Nobel Pré-Datado da Paz, Barack Hussein, acordou um milhão e tanto mais rico fingindo que nada sabia. Fico imaginando que, como ainda há tempo até o discurso de aceitação e recebimento da grana, ele pensará em fazer uma caridade com esse dinheiro. Terrível dilema: dará a grana para a ACORN, para as FARC ou o MST? Convidará Lula, o Cara (o maior invejoso do momento), para um barbacue milionário, tão torrado como um assado texano? Ele é capaz de qualquer dessas coisas. Mas, por favor, eu não estou criticando a escolha do Obaminável Barack Hussein. Pelo contrário, acho-a terrivelmente justa, inacreditavelmente meritória e absolutamente legítima. Afinal, nunca ninguém antes naquele país prometeu tanto e desejou tanto baixar as calças para o terrorismo internacionalista antiamericano, para o Talibã, Al Qaida, Irã, e todos os evil-doers de Bush.

Agora falando sério, sem ironias. O Prêmio Nobel mostrou hoje toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje. De fato, a lista de ganhadores suspeitos desse prêmio é longa, embora não seja contínua para não despertar suspeitas. Uma das manobras favoritas dos membros parlamentares do comitê de Oslo é premiar em conjunto e até, às vezes, soi disant inimigos. Assim, Yasser Arafat recebeu o prêmio em 1994 juntamente com Yitzhak Rabin e Shimon Perez; Henri Kissinger dividiu o prêmio com o vietnamita Le Duc To. O fato de Yasser Arafat mandar para o cemitério milhares de pessoas em atentados terroristas nada diz ao instituto do Prêmio Nobel da Paz, ou à NOM.

Desde a sua criação a instituição do Prêmio Nobel foi um instrumento da Nova Ordem Mundial. É só conferir os seus ganhadores, e em todas as categorias. Por exemplo, o Dr. James Watson, um dos descobridores do DNA, foi também premiado pelo Instituto Karolinska de Stockholm em 1962. Na década seguinte teria participado de experiências criminosas em uma prisão em Huntsville, Texas. A experiência de vacinas (?) em presidiários redundou na criação da AIDS e do monstrengo biológico Mycoplasm infectans incognitus, também conhecido como HIV1, e cuja patente (US Patent 5,242,820) requisitada posteriormente pelo cientista chinês Dr. Shyh-Ching Lo, está em nome do Exército Americano, como se lê em http://www.whale.to/m/mycoplasma5.html e http://freepatentsonline.com/5242820.

Esse pesquisador chinês durante anos tentou provar ao mundo que o vírus da AIDS, o HIV 1, sozinho, não era capaz de fazer tanto estrago. Evidências, testemunhos, e uma série de inexplicáveis coincidências apontam que a AIDS nasceu dessas experiências em Hunstville, ou continuou em Cold Spring Harbor, New York, local onde ocorreu a epidemia misteriosa do West Nile Virus, o mesmo instituto de pesquisas onde James Watson foi presidente até deixá-lo depois de suas declarações eugenistas e racistas em 2007. É fato notório que os Rockfeller e os assassinos da Carnegie foram os principais patrocinadores deste instituto. Não há que duvidar que eles eram e continuam sendo entusiastas da eugenia, da esterilização de mulheres, do aborto, e toda forma de genocídio. A revista Veja na edição de 21 de janeiro de 2004, comentou o livro “O lado obscuro da América”, e como cientistas dos Estados Unidos foram pioneiros nas práticas de “limpeza racial” (http://veja.abril.com.br/210104/p_108.html).

Anos após o cientista chinês ter tentado denunciar ao mundo que o vírus HIV não passava de uma combinação de um inofensivo parvovírus B19 com o Mycoplasma infectans incognitus, o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina foi dado ao francês Luc Montagnier, que nada mais fez do que copiar o trabalho do cientista chinês. Mas por que o Dr. Shyh-Ching Lo ficou quieto? Ele estava fazendo algo mais do que apresentar seu laudo de patologista-chefe do Exército Americano na autópsia de centenas de pessoas mortas pelo micoplasma, ou tentava esconder a técnica de criação do causador da AIDS? Como se sabe, quase uma centena de casos de Esclerose Lateral Amiotrófica, Esclerose Múltipla, paralisias terríveis, entre outras doenças, irromperam na época, todas elas com traços da presença do micoplasma, o agente bacteriano com gens transplantados de vírus. De qualquer forma o prêmio foi dado de novo.

Assim trabalha a instituição que premiou o Obaminável Barack Hussein em favor, não da humanidade, mas da Nova Ordem Mundial. Abaixo refiro alguns nomes de pessoas e instituições merecedoras do mesmo galardão da infâmia entre 2009 e 1977. Ganharam o dinheiro e a fama de humanistas e pacificadores por abominações e, afinal, por uma paz que nunca veio. Destaco em especial a premiação de Joseph Rotblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs em http://zombietime.com/john_holdren_and_harrison_brown/, e a história da engenharia social ou bioética, ou o racismo mais descarado financiado pela Rockfeller Foundation e Carnegie Institution, que estão em http://www.thecuttingedgenews.com/index.php?article=11536&pageid=37&pagename=Page+One.

- 2007 – Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática – Al Gore, mentiroso internacional com o seu fajuto man made global warming. O crime ambiental verdadeiro que está sendo feito para “esquentar” a fraude, eu comento em outro momento.

- 2006 – Muhammad Yunus, de Bangla Desh – fez um banco (!)

- 2005 – Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed El Baradei, por afrontar George Bush (o filho) e favorecer o programa atômico do Irã.

- 2002 – Jimmy Carter, pelo seu trabalho internacional pelo comunismo.

- 2001 – Nações Unidas e Koffi Anan; prêmio redundante e favorecimento de um ladrão.

- 1997 – Campanha Internacional para banimento das minas terrestres; homenagem à queridinha do beautiful people, Lady Diana.

- 1995 – Joseph Roblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs (cujo parceiro, John Holdren, hoje Secretário de Obama, preconizava o aborto forçado e o genocídio de 1/3 dos habitantes do planeta).

- 1994 – Yasser Arafat (terrorista, agente da KGB); Shimon Peres, e Yitzak Rabin.

- 1993 – Nelson Mandela e Frederick de Klerk, respectivamente prisioneiro comunista e carcereiro racista.

- 1992 – Rigoberta Menchú Tum, guerrilheira comunista indígena. Acusada de falsidade ideológica.

- 1990 – Mikhail Gorbachev, líder comunista, KGB, fundador do Club de Roma e da Cruz Verde Internacional. Aquisição recente da NOM.

- 1988 – Forças de Manutenção da Paz da ONU (?) Sem comentários.

- 1987 – Oscar Árias Sánchez, ainda trabalha pelas FARC.

- 1984 – Bispo anglicano Desmond Tutu, agitador comunista.

- 1981 – Alto Comissariado das Nações Unidas pelos refugiados (das guerras que a ONU patrocina).

- 1980 – Adolfo Esquivel, comunista argentino; defensor dos direitos humanos dos montoneros.

- 1979 – Madre Tereza de Calcutá, ex-prostituta, guerrilheira comunista na Albânia, santificada na Índia.

- 1978 – Anwar el Sadat e Menachen Begin. O primeiro, ex-parceiro do comunista Gamal Abdel Nasser; o outro, terrorista na juventude quando matou soldados ingleses.

- 1977 – Henry Kissinger (um dos fundadores do Club Bilderberg); Le Duc To, ministro norte-vietnamita. Este último, como bom comunista, recusou o dinheiro.


Fonte: Mídia sem Máscara

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03/09/2009 -  15:35     

Obama versus a democracia hondurenha

31 de Agosto de 2009 – por Mary Anastasia O’Grady

Se o governo Obama fosse uma frota de navios, estaria enviando um sinal de SOS agora mesmo. Seu plano de saúde bateu no equivalente político de um iceberg. E na semana passada o prestígio internacional do presidente foi detonado pelos escoceses, que libertaram o responsável pelo atentado de Lockerbie sem demonstrar a menor consideração pelos interesses americanos. A promessa de campanha de Obama de reinstaurar o bom senso no gerenciamento orçamentário foi para o brejo.

O governo precisa de uma vitória. Ou, mais precisamente, o governo não tem como arcar com outra derrota nesse momento. Sobretudo, o governo não pode se dar ao luxo de ser derrotado por um paisinho da América Central que não conhece seu lugar e ousa questionar as ordens imperiais do Tio Sam.

Claro que estou falando de Honduras, que, apesar de dois meses de intensa pressão de Washington, continua se recusando a restabelecer Manuel Zelaya, o presidente deposto. Na semana passada, o governo engrossou a fala e deixou claro que pretende usar tudo que tem para quebrar o pescoço da democracia hondurenha. As ameaças podem funcionar. Mas o governo nunca poderá se gabar daquilo que fez.

O exemplo mais recente da política de boa vizinhança no estilo Obama foi o anúncio, semana passada, de que estavam suspensos indefinidamente os vistos para hondurenhos, e que cerca de US$135 milhões em ajuda bilateral poderiam ser cortados. Mas esses são só os exemplos públicos das táticas pesadas. Há coisas muito mais sérias acontecendo nos bastidores, vindas de um presidente que prometeu ao povo americano maior transparência e uma política externa menos intervencionista.

Recapitulando as forças armadas de Honduras executaram em junho um mandado contra Zelaya por ele ter tentado realizar um referendo sobre a possibilidade de reeleição. O artigo 239 da constituição hondurenha afirma que qualquer presidente que tente um segundo mandato perde automaticamente seu cargo. Ao insistir que Zelaya volte ao poder, os EUA tentam forçar Honduras a violar sua própria constituição.

O governo também está pedindo aos hondurenhos que arrisquem ter o destino da Venezuela. Eles sabem que Hugo Chávez foi eleito democraticamente em 1998 e se transformou em ditador vitalício daquele país, o que obteve destruindo os freios e contrapesos institucionais do país. Quando Zelaya tentou fazer o mesmo em Honduras, a nação cortou o mal pela raiz.

Para Chávez, o retorno de Zelaya ao poder é crucial. O venezuelano está espalhando ativamente sua mensagem marxista pela região, e Zelaya era seu homem em Tegucigalpa.

A resposta hondurenha é um grande golpe para Caracas. É por isso que Mr. Chávez mobilizou a esquerda latina para exigir o retorno de Zelaya. Semana passada, Leonel Fernández, presidente dominicano, juntou-se à turba, pedindo que Honduras fosse expulso do CAFTA-RD. Fernandez é um grande amigo de Chávez, além de beneficiário do programa venezuelano de trocar, no Caribe, petróleo por obediência.

Obama aparentemente quer entrar na festinha esquerdinha. Essencialmente, ele concorreu à presidência contra George W. Bush. Bush não era apreciado em círculos socialistas. O atual governo que mostrar que pode ser legal com Chávez e seus amigos.

Os métodos de Obama decididamente não são legais. Hondurenhos importantes, incluindo membros proeminentes da comunidade empresarial, estão reclamando que uma autoridade do Departamento de Estado foi pressioná-los a fazer com que o governo interino aceite o retorno de Zelaya ao poder.

Quando perguntei ao Departamento de Estado se estava mesmo usando esses truques sujos, uma porta-voz respondeu apenas que os EUA estavam “incentivando membros da sociedade civil a apoior o ‘acordo’ de San José — que pede o restabelecimento de Zelaya. Talvez algo tenha se perdido na tradução, mas ameaças de usar o poder americano contra um país pequeno e pobre não podem ser bem chamadas de incentivo.

Em outras partes da região ouve-se que autoridades americanas vêm pedindo a governos latinos que apoiem a posição dos EUA. Quando perguntei ao Departamento de Estado se isso era verdade, uma porta-voz não respondeu a questão. Ela só disse que os EUA estão ‘cooperando com a [OEA] e Oscar Arias [presidente da Costa Rica] para defender o acordo de San José”.

Em outras palavras, ainda que não vá admitir a coerção, os EUA estão pressionando fortemente a OEA a fazer valer seus objetivos.

Isso não só parece injusto com a democracia americana, como ainda parece contradizer a posição americana anterior. Numa carta ao senador Richard Lugar em 4 de agosto, o Departamento de Estado afirmou que sua “estratégia não se baseia em nenhum político ou indivíduo em particular”, mas em encontrar “uma resolução adequada ao povo hondurenho e a suas aspirações democráticas”.

Muitos hondurenhos acham que os EUA não estão de jeito nenhum usando seu soco-inglês para servir a suas “aspirações democráticas”, mas as aspirações diametralmente opostas de um bandido da vizinhança.

Fonte: Ordem Livre

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08/08/2009 -  09:11     

Guerra ideológica é uma fria


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Jorge Serrão

O retorno da guerra fria ao marketing político norte-americano já esquenta a cabeça do presidente Barack Hussein Obama. O novo ataque contra o ilustre queniano agora é um logotipo Obama grafado com a foice e o martelo – símbolos do comunismo. Obama já fora retratado, semana passada, com uma foto-montagem que o transformava no Coringa – maior inimigo de Batman -, acompanhado da palavra “socialismo”.

Os opositores ideológicos de Obama indagam: Ele realmente acredita no socialismo, marxismo ou comunismo? Será que a “change” (mudança) por ele proposta na campanha presidencial representa um objetivo de longo prazo de Obama para implantar os “ismos” nos Estados Unidos da América? Qual será o futuro dos EUA com Obama?

Antes de tirar tais dúvidas, cabe indagar a quem interessa tal “guerra fria”? Rotular Obama de socialista ou comunista faz pouca diferença. Ele é um mero agente consciente que serve à estratégia da Oligarquia Financeira Transnacional de alimentar divisões ideológicas artificiais, para esconder outros objetivos.

Ideologia todo mundo tem o direito de ter a sua. Desde que saiba muito bem que toda ideologia é uma forma de controle, dominação e manipulação. Enquanto os bobos torcem pelo seu “time” ideológico, os poderosos do mundo ficam rindo da “torcida” e tocando seus negócios, com a ajuda dos fantoches que ocupam o poder político nos diferentes países.

Portanto, toda guerra ideológica é uma grande fria. Porque as ideocracias só pensam no poder. E não no interesse da pátria ou do povo.

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30/07/2009 -  18:01     

BARACK HUSSEIN: DA ARTE DE DIZER OBVIEDADES COM ALTIVEZ

Na Folha de hoje, há um texto de Janaina Lage, correspondente em Nova York, que é a cara do governo Obama. Peço que vocês leiam com atenção. Comento em seguida:

Os EUA precisam do engajamento da população para combater o terrorismo, afirmou a secretária de Segurança Interna norte-americana, Janet Napolitano. Segundo ela, é necessária uma atuação conjunta de indivíduos, empresas, órgãos locais, governo federal e países aliados.
Em discurso, ela procurou mostrar que o governo de Barack Obama não deixa de lado os riscos de novos ataques terroristas. Disse que é preciso trocar o temor pela preparação para lidar com as ameaças e com o uso disseminado da tecnologia. Segundo ela, a ameaça terrorista persiste.
Em crítica indireta à política antiterror adotada pelo governo de George W. Bush (2001-2009), Napolitano afirmou que as consequências de viver em um estado de medo, em vez de um estado de prontidão, são enormes para o país.
“Nós podemos estar mais preparados como nação do que estávamos no 11 de Setembro. Mas não estamos nem perto do quanto deveríamos estar”, disse, em evento no Council on Foreign Relations, um influente “think tank” de Washington de onde foram selecionados alguns integrantes da equipe do governo Obama.
Porém, com exceção do incentivo à participação da população, os programas mostram continuidade em relação ao governo Bush, sobretudo na questão do reforço das fronteiras. A “guerra ao terror” promovida pelo ex-presidente americano foi alvo de críticas durante as eleições.
Para a secretária, o governo não fez o suficiente para educar o povo americano. A estratégia do novo governo no combate ao terror será focada em quatro pontos: cooperação de países aliados, poder do governo federal, vigilância da polícia e fiscalização por parte dos cidadãos.

Tecnologia
Napolitano destacou que os terroristas têm agora a seu dispor um arsenal tecnológico muito mais amplo do que na época do 11 de Setembro.
Ela citou o ataque de Mumbai, em que foram usados sistemas de GPS, telefones por satélite, sites de mapeamento e TV a cabo. Para combater as ameaças, ela defendeu mais treinamento, tecnologia e compartilhamento de informação entre órgãos de segurança.
“Se o 11 de Setembro ocorreu em um mundo de web 1.0, os terroristas estão certamente em um mundo de web 2.0 agora”, afirmou Napolitano. “Muitas das ferramentas tecnológicas que promovem a comunicação hoje ainda estavam em sua infância ou nem existiam ainda em 2001.”
Para a secretária, o país precisa fazer com que as fronteiras se tornem “a última linha de defesa e não a primeira”.
Os EUA negociam com aliados europeus o compartilhamento de informações com antecedência sobre viajantes.

Comento
Vocês entenderam alguma coisa? Nada, não é? E a culpa não é de Janaina, que trabalhou direitinho. Seu relato coincide com o que se noticiou nos EUA a respeito. Janet Napolitano, com efeito, anunciou que a política antiterrorismo vai mudar. E vai mudar deixando tudo como está, compreendem? Ainda não? Deixe-me recorrer ao método Lula Schopenhauer de explicação, que é por meio do exemplo. É como o PT e a política econômica de FHC. O segredo está em fazer tudo igual, mas anunciando que o igual é diferente e que só não percebe a mudança quem não quer.

Já afirmei algumas vezes que Obama é o Lula americano, o que nem sempre é bem compreendido. Aqueles que discordam vão logo evidenciando as diferenças, a começar da formação escolar, origem social etc. Bem, não é mesmo pelas dessemelhanças que se vai chegar às semelhanças…  Eu me refiro a essa vigarice de anunciar amanhãs gloriosos com o foco sempre voltado para o passado, como se tudo o que veio antes fosse uma sucessão de erros. Cai na picaretagem quem quer.

Quantos foram os atentados terroristas em solo americano depois do 11 de setembro de 2001? NENHUM! ZERO! Se o país não estava, como quer a senhora Napolitano, preparado para aquele tipo de ataque, quem o deixou naquelas condições foi o governo democrata de Bill Clinton. Quando a tragédia se deu, George W. Bush estava no poder havia oito meses. A preparação dos atentados se deu durante o governo do marido de Hillary Clinton. Verdade ou mentira?

E onde está a diferença que Napolitano oferece? Ah, ela quer o engajamento da população. É? Por quê? Hoje ela não está suficientemente engajada? Talvez tenha havido um certo relaxamento com a chegada ao poder do demiurgo, que se fez candidato descendo o braço nos supostos exageros da política antiterror, agora integralmente mantida. Segundo entendi, o que ela gostaria é de estender a prática a outros países. Bem, há um grau de interferência na política interna de aliados que o governo Bush estava impedido de fazer. Barack Hussein vai conseguir? Por enquanto, na América Latina por exemplo, os EUA começaram a passar a mão na cabeça de promotores do terrorismo local.

Quanto à cascata tecnológica, dizer o quê? Não há maneira mais bisonha de fazer o discurso da empulhação do que dizer o óbvio com ares de grande descoberta. Um bom retórico pode ficar horas a fio provando que dois mais dois realmente somam quatro. Não estará dizendo mentira nenhuma.

Voltando ao ponto: ficamos sabemos que a política antiterror de Barack Hussein é completamente diferente porque é completamente igual. Agora vem a expressão mágica “engajamento dos cidadãos”. Vamos ver o que isso significa na prática. Quem sabe a soma desse espírito com o “avanço tecnológico”, de que fala Napolitano, acabe na criação de algum detector de terrorista de uso individual. Aquele americano de filme B, do tipo que tinha perua Volvo da garagem, encosta o detector em seu vizinho enquanto ele está cortando a grama no sábado. Se apitar… Bem, Obama ainda não disse o que fazer nesse caso.

Se e quando algum atentado acontecer, o cidadão terá falhado na sua vigilância, mas não o estado governado por Barack Hussein. A política típica do Terceiro Mundo chegou ao topo. E isso pode significar, de fato, que não há mais topo. Um mundo lotado de vigaristas disputando a planície.

Fonte: Reinaldo Azevedo

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23/07/2009 -  23:58     

OBAMA JÁ ERA!

Em Honduras, a história ofereceu a Barack Obama, presidente dos EUA, a chance de começar a pôr termo ao chavismo sem derramar uma gota de sangue e sem a intervenção direta de Washington na política interna de um país aliado. Mas Barack Hussein não quis. Não quis porque parte de sua força — e do mito criado em torno de sua figura — deriva justamente do ódio que muita gente, mundo afora, devota aos EUA. Sim, os que odeiam o que aquele país representa — incluindo nativos — criaram a metafísica Obama. E agora Barack Hussein é um tanto refém dessas demandas antiamericanas, antiimperialistas, anti-Ocidente… Cada um chame como quiser. Mas o fato é que ele está pautado pela obsessão de ser visto como “confiável” por aqueles que odiavam em George W. Bush não apenas os seus erros e exageros, mas também os seus acertos. Odiavam George. W. Bush porque ele era presidente dos EUA, não porque fosse “republicano”, “reacionário”, “direitista” ou o que seja. Esses eram apenas rótulos que serviam para disfarçar a real natureza do rancor.

Sim, senhores! Barack Hussein é refém da necessidade de fazer o que Bush NÃO faria, mesmo que aquele, eventualmente, pudesse, ocupando a cadeira da Casa Branca, fazer a coisa certa. Quem age assim é escravo de expectativas alheias. Na verdade, por mais que se tente fazer do atual presidente dos EUA um evento singularíssimo, sinto dizer que ele não existe como indivíduo. É a construção de uma época, e essa personagem das circunstâncias se mostra mais disposto a ser conduzido por elas do que a conduzi-las. Não é um líder, é um liderado; não conduz, é conduzido.

No episódio, observe-se, com um pouco mais de tarimba — e, quem sabe?, com a eventual colaboração de quem já esteve lá —, Hillary Clinton, a secretária de Estado, tentou ao menos uma certa neutralidade, apostando nas eleições vindouras, quem sabe na sua antecipação, para esfriar a crise. E o chavismo estaria devidamente denunciado. Mais do que isso: o alerta teria sido dado à safra de novos golpistas da América Latina. Eles agora não recorrem mais aos militares, mas às urnas — e, com elas, pretendem corromper, inclusive, a disciplina castrense. Assim se deu na Venezuela, na Bolívia e no Equador. Na Nicarágua, o mesmo Daniel Ortega dá início a um novo surto de autoritarismo.

Mas Obama e seus radicais não quiseram saber. Ignoraram solenemente o golpe que Zelaya estava dando em Honduras, de que sobejam provas, e trataram como golpistas os que encaminharam a solução prevista na Constituição. Afinal, assim fizeram todos, não é? Então Obama faz também. Porque ele é o presidente desse estranho consenso. E Hillary endureceu a posição. Sob o silêncio cúmplice e constrangedor dos EUA, ninguém menos do que o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, previu, justificou e estimulou o confronto armado. Chávez intervém abertamente no país. Cento e vinte agitadores estrangeiros já foram presos, a maioria vinda da Venezuela e da Nicarágua. De Manágua, Zelaya prega abertamente o que chama de “insurreição”, numa clara violação de qualquer princípio internacionalmente consagrado.

Obama parece disputar com Chávez a primazia do discurso contra o governo provisório de Honduras. E os delinqüentes já perceberam que ele é fraco e se deixa pressionar por ondas de opinião. Quando o mundo ficou chocado com as evidências de fraude nas eleições iranianas, ele se animou um tanto e deu um declaração contrária a medidas de força adotadas por aquele governo. Ali Khamenei acusou a interferência americana no país, e o que fez Barack Hussein? Correu para se justificar, oferecendo as evidências de que o outro não falava a verdade. Em matéria de política externa, Obama é um garotinho assustado, de calças curtas. Alguém fala alto, e ele treme os lábios para tentar se explicar.

No caso de Honduras, Chávez e a ditadura cubana acusam, claro — e por que não o fariam — a eventual interferência americana em favor do governo provisório (o que, obviamente, é mentira), e Obama endurece as ações contra os hondurenhos para provar a seus adversários (que, parece, no íntimo, ele gostaria de ter como aliados) que eles estão errados. A exemplo do que escrevi anteontem, se Barack Hussein ficar oito anos no poder — o que rezo para não acontecer —, o país que tem sido o principal fiador das democracias e que tem garantido a segurança do Ocidente estará de joelhos, justificando-se perante ditaduras, entendendo-lhes os motivos, condescendendo com as ruas “razões”.

Não! Obama nem precisava ter-se alinhado com o que chamam “governo de fato” de Honduras. Teria Bastado a secretária de Estado dizer que a melhor maneira de assegurar a democracia é zelar por ela, no estrito cumprimento das leis; teria bastado a secretária de estado dizer que os EUA não apóiam golpes de estado de nenhuma natureza, muito menos aqueles embalados numa farsa eleitoral, que frauda a legalidade; teria bastado a secretária de estado enviar observadores ao país para verificar se a Constituição estava ou não sendo respeitada. Mas não se fez nada disso.

Obama decidiu ser o coadjuvante no picadeiro, que pode vir a se manchar de sangue, em que Chávez é o palhaço principal. Observem que, até agora, não se viu uma palavra sua ou de Hillary contra a interferência do ditador em Honduras. Nada! Interferência que não precisa ser atribuída ao presidente venezuelano. Ele a confessou.

Narcoestados
Sabe-se, ademais, agora com provas, que as Farc deram dinheiro para a eleição de Rafael Correa no Equador. O mesmo narcoterrorista que confessa a doação declarou em vídeo que documentos provando a colaboração de Chávez com a narcoguerrilha também tinham ido parar nas mãos das autoridades colombianas. Evo Morales está criando um novo “departamento cocalero” na Bolívia, na fronteira com o Brasil. Anteontem, um avião carregado de cocaína caiu um Honduras. O novo governo já havia denunciado que o país se tornara rota de traficantes venezuelanos, que pousavam livremente suas aeronaves no país.

Há indícios (no caso de Chávez e Correa, há provas) de que esses governantes estão fazendo uma parceria com o narcotráfico na América Latina — ou, se quiserem, com o narcoterrorismo. Não se trata de uma ilação, mas de dados. Não obstante, Obama parece empenhado em conquistar esses “líderes”. E que se note: o Brasil é aliado de toda essa gente e é uma das vozes mais estridentes contra o que chama “golpe” em Honduras.

Obama, com efeito, já é aquele que foi sem nunca ter sido. Se Honduras resistir, terá sido só pela sua coragem. Se sucumbir, terá sido pela covardia de Barack Hussein — ou, na hipótese menos generosa, pela sua conivência com o bolivarianismo. Este senhor nunca será muito mais do que o chefe de uma ONG. É uma pena que a ONG da hora é a tal América.

Que Deus tenha piedade de Honduras, já que o presidente dos EUA se ausentou por uns tempos.

Fonte: Reinaldo Azevedo

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10/07/2009 -  16:58     

As últimas da Doutrina Obama

de Bruno Pontes

Artigo em O Estado

Barack Hussein Obama segue dialogando. Em apenas seis meses de governo, o bacana já dialogou com vários ditadores e os impressionou com sua retórica presidencial dura e incisiva. Quando Obama dialoga, os inimigos dos Estados Unidos tremem.

Mahmoud Ahmadinejad, por exemplo. Enquanto a milícia dos aiatolás espancava e assassinava iranianos nas ruas de Teerã, Obama estudava a melhor maneira de expressar a posição do governo americano diante da selvageria. Depois de alguns dias calculando as palavras, quando já circulavam fotos de cadáveres ensangüentados e os próprios americanos se perguntavam por que o homem continuava calado, Obama foi enfático: se disse “estarrecido” com a repressão. Questionado por um jornalista da Fox News sobre a demora em se pronunciar em defesa dos manifestantes iranianos, Obama deu uma lição de diplomacia e explicou que não queria dar a impressão de estar se intrometendo no assunto dos outros. É com esse líder altivo que Ahmadinejad vai ter que lidar caso decida continuar aprontando. Duvido que tenha coragem.

Manuel Zelaya, com a ajuda de Hugo Chávez, tentou instaurar o bolivarianismo em Honduras. Fez isso conforme o manual bolivariano: passando por cima do Congresso, da Suprema Corte, da Constituição e dos demais recalcitrantes. Quando já estava tudo pronto para a coroação do novo tirano da região, as instituições hondurenhas, seguindo a Constituição, tiraram o pirulito da boca de Zelaya. A bandidagem latino-americana do Foro de São Paulo ficou re-vol-ta-da com tamanha afronta. Lula, Chávez, Fidel e Raúl Castro, Daniel Ortega, Rafael Correia – estão todos indignados.

Obama também. Ele se juntou aos socialistas da OEA e, com a prontidão que lhe faltou em relação ao Irã, ordenou: o povo de Honduras precisa aceitar o advento do bolivarianismo em nome da democracia. Da mesma maneira que, em nome da democracia, a OEA abriu as portas para o ingresso de Cuba, aquele paraíso libertário que atrai centenas de imigrantes dos Estados Unidos. Milhares de hondurenhos foram às ruas aplaudir a deposição de Zelaya e o chute na bunda do chavismo. Eles não querem socialismo. Esses hondurenhos receberam o comunicado de Washington: vocês estão errados. Aceitem o fantoche de Chávez de volta porque é o melhor pra vocês.


Enquanto escrevo, Obama está na Rússia. Foi dialogar com o presidente Dimitri Medvedev sobre o arsenal nuclear dos dois países. Obama, bacana do jeito que é, vai diminuir o estoque americano na esperança de que os russos, iranianos, norte-coreanos e sei lá mais quem desistam de seus programas nucleares. Uma mensagem de paz. Obama vai dar o exemplo! Fica a sugestão para as polícias do mundo: baixem suas armas na esperança de que os criminosos, emocionados com o gesto, façam o mesmo. Essa é a Doutrina Obama. Um sucesso de crítica entre os inimigos da civilização.

* * * * * *

Doutrina Obama em quadrinhos:

Fonte: Bruno Pontes
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09/07/2009 -  12:13     

É BARACK HUSSEIN, MAS PODEM CHAMAR DE “BARACK FIDEL CHE OBAMA”

Estão reclamado porque chamo o Obama genérico de Barack Hussein? Ué… Tais palavras não pertencem ao nomem dele? É, com efeito, deveria fazer como Gerald Warner, do Telegraph, e chamá-lo de “Barack Fidel Che Obama”, o “Idiota útil da revolução bolivariana”. Aqui e ali, no mundo, já se levantam algumas vozes críticas ao presidente dos EUA. No Brasil, na chamada “grande imprensa”, dominada pela esquerda (ao contrário do que diz a própria esquerda, que, assim, pode continuar a “denunciar a direita”), só se lêem elogios. Um misto de ignorância, trapaça ideológica e, como chamarei?, excesso de vigarice dialética. Lembrem-me de falar em outra oportunidade dessa vigarice dialética quando o tema é Barack Hussein, que eles chamam “Obama”.

Em seu texto, Warner chama a atenção para o fato de que Barack Hussein – ou “Barack Fidel Che Obama” – resolveu dar um cavalo-de-pau na doutrina Monroe, que estabeleceu as Américas como área de influência dos EUA. No começo do século 19, era uma proteção contra o colonialismo europeu. Depois, contra o marxismo europeu. Com Barack Fidel Che Obama, aprendemos, tudo mudou: agora, diz ele, democratas e republicanos concordam em respeitar o que ele chama de “democracia”, pouco importando se ela é simpática ou não aos EUA.

Grande avanço, não? É verdade! Não estivesse a doutrina que Barack Hussein representa tão bem servindo aos sabotadores do regime democrático. Bem, aos poucos, vai ficando claro que este escriba não está só ( mas ainda somos, é verdade, bem poucos) na censura radical e implacável àqueles que usam as faculdades do regime democrático para sabotá-lo.

Warner lembra de passagem quem são os fiadores de Manuel Zelaya, adotado agora pelo “Mundo Livre”: Chávez ele mesmo e Daniel Ortega, o “velho tirano sandinista”, que teve de recorrer, no passado, à imunidade parlamentar para se livrar de um processo por estupro. A vítimas é sua enteada. Era uma menina de 11 anos. O que isso tem a ver com o conjunto da obra? Revela a moralidade profunda dessa gente. Ortega é o mesmo que fraudou de modo escancarado as eleições municipais e que agora infiltra seus bate-paus para promover desordem em Honduras, ameaçando, inclusive, o governo provisório com acintosos exercícios militares na fronteira.

Warner conclui seu artigo lembrando que a reação de Honduras ao bolivarianismo é um sinal de esperança para, como se chamava antigamente, as forças ocidentais. O problema é que esse marxismo cafona, agora manifesto pelo bolivarianismo, tem um amigo nas Américas: Barack Fidel Che Obama.

Fonte: Reinaldo Azevedo

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26/06/2009 -  09:20     

Obama faz qualquer coisa pelo “diálogo”

Um fato inédito. Pela primeira vez a França toma uma posição contrária à dos Estados Unidos, agora no sentido correto. Nada de muito importante. Sarkozy está querendo proibir aquela roupa que deixa só os olhos das mulheres de fora, a roupa horrorosa que os muçulmanos obrigam suas mulheres a usar. Atacou o problema de frente. Nada de “cultura islâmica que deve ser protegida”, que a esquerda européia apregoa, e que está desgraçando a Eurábia (palavra inventada por Oriana Fallaci), mas pura e simples tirania do homem contra a mulher. “Não é um problema religioso”, mas “um problema de liberdade e de dignidade das mulheres” disse Sarkozy. Enquanto isso Obama, o novo Jimmy Carter, faz discurso dizendo tudo que o Islã quer ouvir. Assim falou a celebrity: “Agora, deixem-me ser claro, o assunto de igualdade para as mulheres não é só um problema do Islã. Ele existe em muitos aspectos da vida americana”. Puxa vida ! Será que estão nos escondendo que as mulheres americanas são punidas por adultério com apedrejamento até a morte? As meninas são castradas? (Seis mil por dia, no Islã, segundo Ayaan Hirsi Ali, a somaliana-holandesa, considerada pela revista Time como uma das cem pessoas mais influentes do mundo). Existem nos Estados Unidos profissões que são propriedade exclusiva dos homens ? Obama deveria ter dado, pelo menos, um bom exemplo. O carismático presidente continua: “Eu rejeito o ponto de vista de alguns no Ocidente que acham que a mulher, ao escolher cobrir seus cabelos, se torna inferior ao homem”. A mulher muçulmana escolhe? Bem, se ela não “escolher”, vai levar uma surra e tanto do marido e dos vizinhos. O que os homens americanos OBRIGAM suas mulheres a fazer ?

Até que enfim a douce France tomou coragem. Não se pode negar que Sarkozy está tentando levar os franceses para um patamar onde eles imaginam que sempre estiveram.

(Publicado em Reflexões Radicais)

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