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26/10/2009 - 10:22

O MANIFESTO DAS BESTAS CÚBICAS

Todos sabemos o que é uma besta quadrada, não? Não tenho certeza nem pesquisei, mas creio que a expressão seja uma derivação de “besta elevada ao quadrado”. Seria, assim, uma besta multiplicada por si mesma, incapaz de sair de seu próprio mundo de ignorância e irrelevância, dona daquela burrice que mais apela à nossa piedade do que à nossa fúria. Quem não conhece uma “besta quadrada”? É, confesso, um dos meus xingamentos prediletos se quero dizer que o sujeito é uma… besta quadrada!

Mas “besta quadrada” é o homem comum, aquele sem o apuro acadêmico, que não ambiciona a profundidade, que não pretende se fazer reconhecer por seus dotes de pensamento, que se satisfaz só com o eventual domínio de seu quintal. Há um outro tipo de besta, que vou batizar aqui: é a BESTA CÚBICA. A besta cúbica pretende ter profundidade, densidade, volume. Ambiciona ter uma visão tridimensional do mundo e se quer realmente apta a ensinar e a transmitir o seu legado moral. Boa parte dos nossos ditos “intelectuais” está nessa categoria. São as bestas diplomadas — algumas delas não chegam a ter diploma, mas gozam do prestígio de celebridades de esquerda.

Pois bem… Uma tropa de bestas cúbicas assinou, como noticiei aqui, um “Manifesto” contra a CPI do MST. Não é a primeira vez que isso acontece. Na tentativa anterior de instalar a comissão, também houve um protesto organizado — aquele que contou até com a anuência da sambista Beth Carvalho. Desta vez, Beth não está, mas Emir Sader, por exemplo, sim. Isso só quer dizer que a tese do documento continua imoral, mas o samba conseguiu piorar.

O Brasil tem PCC, Comando Vermelho e Amigos dos Amigos entre as organizações mais famosas. Já pode fundar o Primeiro Comando dos Intelectuais. A universidade brasileira, com as exceções de praxe, é um verdadeiro Complexo do Alemão da ideologia. Isto: fazendo um trocadilho para quem é do ramo: essa gente já pode escrever a sua própria versão de “A Ideologia Alemã”. “A Ideologia Alemã”, na versão brasileira, explica por que a polícia não pode subir no Complexo do Alemão e por que, vejam só, o Congresso está proibido de investigar a destinação do dinheiro público que é repassado ao MST.

Assinam a lista alguns “suspeitos de sempre”, como diria Louis, o policial de Casablanca que conhecia bem os vagabundos da cidade — ele próprio, diga-se, não era flor que se cheirasse. Manifesto de esquerda que não conte com a assinatura de Antonio Candido, por exemplo, não tem validade, não é? Ele endossará o que aparecer. Sader, de quem já falei, idem. Paulo Arantes, que já sonhou ter seu próprio morro intelectual nos tempos em que FHC era presidente, desistiu e resolveu aderir à tradição do Complexo do Alemão. Chico de Oliveira continua a delirar com o socialismo, agora no PSOL, cuidando de uma “comunidade” do lado de lá da ponte… Mas se é para tentar impedir que o Congresso exerça uma PRERROGATIVA CONSTITUCIONAL, eles todos se juntam. Eles todos se colocam numa trincheira no Complexo do Alemão mental e se armam de imposturas até os dentes.

Alguns “intelectuais” de outros países também assinam o manifesto, como o inimputável Eduardo Galeano, autor da obra mais cretina escrita no século passado: “As Veias Abertas da América Latina”. Mas até aí, vá lá. Comovido mesmo eu fiquei quando vi a assinatura da cubana Isabel Monal, tida como uma — segurem-se na cadeira — “renovadora do marxismo”. Alguém que se propõe a renovar o marxismo em Cuba mereceria o hospício não fosse uma vigarista.

Esta senhora nada mais é do que parte do apparatchik castrista, apoiadora e apologista de uma das ditaduras mais assassinas da história. Isabel Monal — e, por conseqüência, todos aqueles que assinam com ela o manifesto — apóia um regime que impede uma blogueira de deixar o país, a exemplo do que acontece com Yoani Sanchez, mas quer impedir um dos Poderes da República, numa democracia, de exercer a sua prerrogativa.

Não que o manifesto não fale por si mesmo, trazendo entre os signatários o humorista Luis Fernando Verissimo. Este rapaz se autodefiniu numa palestra que conferiu na Festa Literária Internacional de Paraty, em 2005 — eu já o tinha bem definido muito antes, mas ali ele se entregou. Havia acabado de estourar o escândalo dos dólares na cueca. Indagado pelo público sobre seu apoio ao PT, Verissimo disse que se sentia muito mal — claro, claro —, mas se declarou impossibilitado de atacar o partido que tanto defendera. Então, disse, a sua decisão era não mais escrever sobre política em suas colunas. É ou não é um humorista?

Ah, sim: há gente por ali anônima até entre seus pares, cuja produção é desconhecida até no Complexo do Alemão Acadêmico. É que, desta feita, não quiseram sambistas entre os signatários. Talvez seja por isso que o Chico Buarque ainda não assinou. Também notei a falta da Tati Quebra-Barraco da filosofia: Marilena Chaui. Mas ela ainda assina. E, dada a sua virada  ideológica, manifesto de intelectuais de esquerda sem Gabriel Chalita não vale.

O tal manifesto traz uma mentira após outra, mas seu trecho mais significativo é certamente este:
Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.

O stalinismo é assim: mentiroso, vigarista, delinqüente. A informação não foi omitida coisa nenhuma. Ao contrário: deu-se grande destaque à questão judicial.  A titularidade é contestada pelo Incra NA Justiça -não “pela Justiça”. O que dizer de um grupo de ditos intelectuais que nega o que todos viram? O MST depredou a fazenda. É questão de fato, não de gosto.

Chamem FB, refugiado lá no outro Complexo do Alemão, para assinar o manifesto. Ele é bandido do tipo assumido e, ao menos, corre riscos.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/09/2009 - 11:31

A Reforma Agrária pra Boi Dormir

Por Arlindo Montenegro

Famílias inteiras, dedicadas à terra, aplicam seu trabalho há gerações. Com o passar do tempo, o agronegócio detém mais de 40% dos postos de trabalho no País. As exportações superavitárias são devidas ao agronegócio.

Mas, para os comunistas no poder, o direito natural à propriedade privada é um “crime hediondo”. Deste modo, para levar adiante a “revolução socialista” nas Américas, os governantes inventaram leis sufocantes, constrangedoras até, para que o agronegócio venha a ser um negócio do estado e não mais privado.

Uma reforma agrária no ideário comunista é igual a fazendas coletivas controladas pelo Partido, no caso os ativistas que atuam no Ibama, Incra, Funai, Antropólogos, Conselho Indigenista Missionário, Ongs estrangeiras e nacionais, todos trabalhando para o projeto de socialização das Américas.

Um livro de Karl Mannheim, “Diagnóstico do nosso Tempo”, lançado no Brasil em 1973, descreve com precisão a estratégia dos grupos nazistas e comunistas para anular a individualidade e envolver as pessoas em células orgânicas, grupos onde as pessoas controlam umas às outras para reproduzir as palavras de ordem do partido.

É o que encontramos nas cartilhas e documentos das escolas do MST: “O parecer descritivo da performance do educando L.S.M, que estudou entre Março e Junho de 2007 na Escola Técnica do MST em Pontão, ressalta que ele “participou das lutas sociais” e sugere que o movimento incentive esse jovem a contribuir na organicidade, “pois o que mais forma é a luta”.

Para as crianças, ensinam como agir e o que observar durante as invasões. Num dos livros, assinados pelo Setor de Educação do MST, estão indicadas algumas preocupações naquele ambiente “educativo”: “Tem policiais? Onde estão os fazendeiros? Qual será a repercussão da ocupação na imprensa? Seremos despejados?

A organicidade nazi-comunista está presente na organização de ongs fanáticas do ambientalismo, nos diversos movimentos dos sem terra, sem teto, movimento indigenista, quilombolas e de todos os partidos de esquerda, envolvendo pessoas de baixa escolaridade, que recebem informação torcida, adulterada pela ideologia, por isso incapazes de censura.

Do outro lado, os entraves ambientalistas bolados pelo ministro que rebola ao som do regaee e defende a liberação da maconha, impostos altíssimos; falta de seguro agrícola; carência de infra-estrutura; fixação de índices de produtividade inatingíveis; exigências do Ibama, impedimentos à mobilidade e defesa, agricultores retidos em suas propriedades, acusações de trabalho escravo; limitação do tamanho das propriedades decretada pelo governo a pedido do MST.

Pior ainda: Ibama, Funai, Incra e outras agencias governamentais, baixam atos administrativos anticonstitucionais, publicam no Diário Oficial e pronto! Têm força de Lei com aplicação imediata. Tudo é feito na moita, na surdina, sem divulgação. São portarias, resoluções, instruções normativas elaboradas por funcionários orgânicos do PT, PC do B que estão legislando com mais poder que os parlamentares.

50 milhões de hectares, ociosos nas mãos de assentados dependentes de cesta básica, sem possibilidade de acesso às tecnologias que permitam atuar como produtores associados ao agro negócio. Milhares de ocupantes de fazendas, verdadeiros profissionais da favelas rurais de um ambulante e rico organismo sem personalidade jurídica, o MST.

O direito à propriedade está na Constituição. Os ideólogos do comunismo estão agredindo este e outros direitos, preparando o terreno para o assalto final, sob a diretiva do Foro de São Paulo. Primeiro ridicularizam a cultura grupo social e deixam o indivíduo órfão, ou vitimizado. Em seguida apresentam a cartilha da revolução.

Com nova identidade, são providenciados os escoadouros para o sentimentos de hostilidade do que mobilizar energias construtivas. É o que ensina Karl Mannheim. É assim que estão agindo os nazi-comunistas do Foro de São Paulo. Que antídoto é possível?

Só pra lembrar, o volume de recursos direcionados para a ação revolucionária do MST e tantos grupos afins, se utilizados sem a marca ideológica, teriam significado nos últimos 12 anos a modernização agrícola e a dignidade das famílias assentadas em 50 milhões de hectares improdutivos.

Modernizar a agricultura, associando-a ao agro negócio, sim. Reforma agrária é conversa pra boi dormir.

Fonte: Alerta Total

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
09/09/2009 - 10:07

Sem terra, mas com (muita) grana.

Ao ocupar um ministério, invadir uma fazenda, patrocinar um confronto com a polícia, o MST o faz com dinheiro de impostos pagos pelos brasileiros e com o auxílio de estrangeiros que não deveriam imiscuir-se em assuntos do país. VEJA teve acesso às informações bancárias de quatro organizações não governamentais (ONGs) apontadas como as principais caixas-fortes do MST. A análise dos dados financeiros da Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), da Confederação das Coo-perativas de Reforma Agrária do Brasil (Concrab), do Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e do Instituto Técnico de Estudos Agrários e Cooperativismo (Itac) revela que o MST montou, controla e tem a seu dispor uma gigantesca e intrincada rede de abastecimento e distribuição de recursos, públicos e privados, que transitam por dezenas de ONGs espalhadas pelo Brasil:

• As quatro entidades-cofre receberam 20 milhões de reais em doações do exterior entre 2003 e 2007. A contabilização desses recursos não foi devidamente informada à Receita Federal.

• As quatro entidades-cofre repassaram uma parte considerável do dinheiro a empresas de transporte, gráficas e editoras vinculadas a partidos políticos e ao MST. Há coincidências entre as datas de transferência do dinheiro ao Brasil e as campanhas eleitorais de 2004 e 2006.

• As quatro entidades-cofre receberam 43 milhões de reais em convênios com o governo federal de 2003 a 2007. Existe uma grande concentração de gastos às vésperas de manifestações estridentes do MST.

• As quatro entidades-cofre promovem uma recorrente interação financeira com associações e cooperativas de trabalhadores cujos dirigentes são ligados ao MST.

• As quatro entidades-cofre registram movimentações bancárias estranhas, com vultosos saques na boca do caixa, indício de tentativa de ocultar desvios de dinheiro.

A análise dos dados sigilosos revela que Ilton Vieira Flores, o contador da Anca, o cofre principal do MST, é um dos responsáveis pelo Cepatec, outra fonte de arrecadação de dinheiro do movimento. O contador também é diretor da Cooperbio – um excelente exemplo, aliás, de como as ONGs ligadas ao MST se entranharam no governo. A cooperativa, que tem como função intermediar recursos para associações de trabalhadores rurais que se dedicam à fabricação de matéria-prima para a produção de biocombustíveis, assinou convênios milionários com a Petrobras. O presidente da Cooperbio, Romário Rossetto, é primo do presidente da Petrobras Biocombustível, o petista Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, uma das principais fontes de recursos da Anca, do Cepatec, da Concrab e do Itac.

Fonte: Coturno Noturno

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/09/2009 - 16:35

Basta ter oposição.

O discurso ufanista do “petróleo é nosso”, arquitetado pela máfia petista, que tem na mentirosa compulsiva a representante mais simbólica do seu jeito de fazer política, não resiste a um discurso populista, realizado pela oposição, tampouco a um discurso politicamente correto. A balela do “petróleo é nosso” não resiste a duas explicações muito lógicas, que serão entendidas facilmente pelos eleitores.


Explicação 1 – A populista e demagógica

Se o “petróleo é nosso”, por que a Petrobras investe tanto dinheiro lá fora e não deixa todo o nosso dinheiro aqui dentro, para que o petróleo do pré-sal venha mais ligeiro, para resolver os nossos problemas da fome e da educação? A senhora e o senhor sabiam que a Petrobras, onde a Dilma é presidente do Conselho de Administração, investiu R$ 25 bilhões pelo mundo à fora, para produzir “petróleo que não é nosso”? E que vai investir mais R$ 31 bilhões até 2013, na Venezuela, na Angola, na Bolívia, no Equador e em Cuba, entre outros países? Se o “petróleo é nosso”, por que a Dilma, que é presidente do Conselho de Administração da empresa, quer gastar o nosso dinheiro, o dinheiro do Brasil, para produzir “petróleo que não é nosso”? A Dilma e o PT acusam o governo Fernando Henrique Cardoso de querer privatizar a Petrobras, mas vejam a diferença: enquanto FHC investiu R$ 5 bilhões lá fora, a Petrobras, onde quem manda é a Dilma, investiu R$ 15 bilhões! E agora quer investir mais R$ 30 bilhões na Venezuela, na Bolívia, no Equador e em Cuba. Afinal de contas, quem é que está entregando a Petrobras para os estrangeiros? Quem é que está tirando dinheiro aqui do Brasil para tirar “petróleo que não é nosso” lá do fundo do mar? Queremos uma Petrobras brasileira! Chega de mandar dinheiro para o Chávez, para o Fidel, para o Evo Morales, que nos tirou duas refinarias, para o Rafael Correa, que nos expulsou de lá, e botar mais dinheiro no Brasil. Com este dinheiro que a Petrobras gasta lá fora, para tirar “petróleo para os outros”, poderia ser feita mais uma refinaria no Ceará, outra no Rio Grande do Norte, sem precisar do Chávez! Não adianta a Dilma falar que o “petróleo é nosso”, “petróleo dos outros”. enquanto a Petrobras manda o nosso dinheiro para outros países, para produzir o


Explicação 2 – A politicamente correta.

Você sabia que graças à lei do petróleo, aprovada pelos tucanos, a Petrobras tornou-se a oitava maior empresa do mundo? Se a Petrobras tivesse ficado fechada, como os petistas queriam quando estavam na oposição, vocês acham que ela estaria explorando petróleo no mundo inteiro? Você sabe: para trabalhar em outros países, você precisa deixar os outros trabalharem no seu país. É uma troca que dá lucro para todo mundo. Tanto é que, depois que FHC mudou a lei do petróleo, a Petrobras só cresceu, se transformando na oitava maior empresa do mundo!Então vamos convidar você para viajar pelo mundo, para ver onde a Petrobras está, graças a ela ter se tornado uma multinacional brasileira (citar dados do relatório 2008 da empresa, na página 74). Depois de ver a nossa Petrobras fazendo sucesso no mundo, só temos a dizer uma coisa: a Dilma nao acha isso ruim, não. Ela, que sempre mandou na empresa, pois era a presidente do seu Conselho de Administração, tornou a Petrobras ainda mais multinacional: os investimentos no exterior triplicaram, saltaram de R$ 5 bilhões para R$ 15 bilhões. Dilma viu o quanto estava certo fazer a Petrobras crescer lá fora . Tanto é que, agora, em vez de acelerar o pré-sal, pretende botar mais R$ 30 bilhões em outros países, três vezes o dinheiro da Bolsa Família. Se a Petrobras tivesse que cair nesta conversa mole do “petróleo é nosso”, ela deixaria o dinheiro aqui, não é mesmo? Então, quando a Dilma falar essa bobagem do “petróleo é nosso”, pergunte para ela: mas quando o “petróleo não foi nosso”? Ela vai ficar sem ter o que responder, pois a Petrobras não seria tão grande no mundo inteiro, se o Brasil tivesse ficado fechado para o mercado.
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É difícil? Não, basta ter oposição.
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/05/2009 - 09:18

O MST e as consciências entorpecidas

Artigo no jornal O Estado

Integrantes do MST executaram quatro seguranças de uma fazenda em Pernambuco no fim de fevereiro. As famílias dos seguranças executados ouviram Tarso Genro dizer na televisão que não havia sinais de aumento da violência no campo. Você lembra: os assassinatos foram apenas uma forma de mobilização um pouco mais “arrojada”, nas palavras do nosso ministro leninista.
Os companheiros liderados por João Pedro Stedile e financiados com dinheiro público oferecem outro exemplo de sua ação direta. No Pará, fizeram jornalistas de reféns e os usaram como escudos humanos. Qual será o próximo passo, dominar a técnica dos foguetes do Hamas?
A imprensa politicamente correta sempre passou a mãozinha na cabeça do MST. Mesmo com as imagens disponíveis para quem quiser ver, os jornalistas desse imenso filão buscam subterfúgios para ignorar os fatos. Estão mais preocupados em transformá-los em historinhas de luta de classes. Foram ensinados na faculdade a agir assim e simplesmente não conseguem agir de outra forma.
Sou jornalista formado recentemente pela UFC. Mandei a notícia para a lista na internet dos estudantes de jornalismo da universidade. Escrevi o seguinte, personificando um aluno de esquerda revoltado:
“Olha a última da mídia burguesa, galera: tão dizendo que o MST fez jornalistas de reféns. Não dá mais pra agüentar tanta manipulação. Os movimentos sociais precisam fazer alguma coisa. Tenho certeza de que os nossos amigos da Fenaj vão se manifestar!”
E aí aconteceu o esperado: nada. Os estudantes não querem saber disso. Eles preferem continuar apegados ao mito. E a turma valente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) esqueceu de ler os jornais naquele dia, porque o site da entidade não traz nada a respeito. Em compensação, no dia 8 de abril, a turma valente da Fenaj enviou uma carta ao presidente Barack Obama pedindo a punição dos responsáveis pela morte de jornalistas no Iraque. Tenha em mente que são esses pelegos que controlam os cursos universitários do país e querem controlar a imprensa inteira.
O MST não seria o que é hoje sem a inestimável colaboração da intelectualidade de esquerda. Essa gente se encarrega de embelezar a revolução e apresentar invasores e assassinos como vítimas da “sociedade”. Nenhuma ONG foi consolar as famílias dos vigias executados. Nenhum padre de passeata da Teologia da Libertação foi consolar os órfãos. O pessoal dos direitos humanos tirou férias. Os articulistas bacanas e conscientes silenciaram. O terror é legitimado como resistência ao “sistema”, ao “neoliberalismo”, à “mídia burguesa”, ou a qualquer outra entidade folclórica que convenha à situação. As consciências estão entorpecidas por anos de mistificação marxista. Os olhos vêem, os ouvidos escutam, mas o cérebro se recusa a apreender a realidade.
Fonte: Bruno Pontes
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
23/04/2009 - 09:35

ENTIDADE DE JORNALISTAS SE CALA DIANTE DA AGRESSÃO DO MST. OU: “COFECOM NA LATINHA”

Vocês sabem que o MST usou jornalistas como escudos humanos na tentativa de invasão de uma fazenda no Pará. Entrei no site da Fenaj — Federação Nacional dos Jornalistas —, um dos muitos aparelhos sindicais do PT, para ver se havia lá alguma nota ou algum protesto. Nada! Há uma área na página eletrônica destinada a “notícias” que seriam do interesse da categoria. Nem uma miserável linha. Nem mesmo a informação referencial, objetiva.

A entidade ligada à profissão que expressou seu protesto foi a ANJ: Associação Nacional dos Jornais. Os “patrões”, como diria a turma da Fenaj, mostram-se mais preocupados com a segurança dos jornalistas do que os jornalistas que supostamente representam a categoria. É bem verdade que a maioria dos sindicalistas do setor nunca pôs os pés numa redação. Sabem de jornalismo o que ouviram falar a respeito…

A postura não me estranha. O delegado Protógenes espionou jornalistas à vontade, criminalizando o trabalho normal de reportagem. E a federação fez um sonoro silêncio a respeito. A Fenaj não serve à profissão, mas a uma causa. De fato, é uma das aliadas do MST na construção do, como é mesmo?, “outro mundo possível”.

Cofecom da latinha
Ah, já ia me esquecendo. O principal destaque da página da Fenaj é o decreto do governo para a realização da 1ª Cofecom. O leitor pode imaginar que Confecom é, sei lá, um daqueles exames de laboratório cujo material deve ser colhido numa latinha. É quase isso, mas não é bem isso. Trata-se da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que vai acontecer entre os dias 1º e 3 de dezembro. É uma das principais bandeiras das esquerdas do PT, que pretendem discutir o que chamam de “democratização dos meios de comunicação”.

Esquerdas, quando querem “democratizar”, querem é controlar e censurar. Será uma grande catilinária contra os veículos de comunicação, patrocinada pelo dinheiro público. Um dos maiores incentivadores da Cofecom é Franklin Martins, o homem que centraliza a comunicação do governo e também a verba oficial de publicidade, incluindo a das estatais.

Sabem quanto dinheiro foi reservado no Orçamento só para os petistas poderem acusar a imprensa de não ser democrática? R$ 20 milhões. Como vocês vêem, a Fenaj está muito ocupada. Não tem tempo de protestar contra bandidos que fazem jornalistas reféns e escudos humanos.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
23/04/2009 - 09:33

Uma nota contra o terrorismo

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), presidida pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), divulgou uma nota de repúdio à escalada de violência no campo protagonizada pelo MST, que, no Pará, decidiu recorrer até a escudos humanos para levar adiante a sua luta… de classes! Ou seu arranca-rabo, para ser mais justo com a ação. A prática dos valentes é internacionalmente consagrada pelo terrorismo. Segue a nota:
*
CNA: LEI E JUSTIÇA CONTRA MST

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, vem a público solicitar que as autoridades federais adotem, com a urgência que se faz necessária, medidas efetivas para restabelecer o Estado de Direito no Pará, unidade da Federação onde tem prevalecido a desordem e o mais completo desrespeito à Constituição e às leis do País. Acerca dessa gravíssima situação, cumpre chamar a atenção da sociedade brasileira para os seguintes pontos:

1) avança o clima de terror na sociedade paraense em decorrência de dois fatores de extrema gravidade: (a) a reiterada ação criminosa perpetrada por grupos armados, que se auto-denominam trabalhadores sem terra, e (b) a deliberada omissão do Governo do Estado. Autoridades do Executivo paraense, a despeito de terem recebido a missão constitucional de manter a ordem pública e cumprir as leis, convivem amigavelmente com tais movimentos que desprezam as determinações da lei, da Constituição e da Justiça;

2) as autoridades da República e o povo brasileiro não podem mais ignorar uma verdade trágica: o estado do Pará é um território sem lei, onde os direitos fundamentais da pessoa humana são ofendidos de forma recorrente e deliberada. A tolerância com as repetidas invasões e a negativa de dar cumprimento às ordens judiciais de reintegração de posse consiste em negar à sociedade paraense direitos constitucionalmente assegurados, a exemplo do direito de propriedade, do direito ao acesso à Justiça, do direito ao devido processo legal e da liberdade de exercício do trabalho;

3) a falta de consciência institucional do Executivo estadual pode ser comprovada por inúmeros fatos. Um deles: mais de cem proprietários que tiveram suas terras invadidas foram à Justiça do Pará e tiveram reconhecido seu direito à reintegração de posse. A governadora do Estado, no entanto, se recusa a atender às determinações judiciais e legais;

4) na próxima quarta-feira, a CNA oferecerá perante a Procuradoria Geral da República representação para que seja encaminhado ao STF pedido de intervenção federal no Estado do Pará. É a segunda vez neste ano – a primeira foi perante o Tribunal de Justiça do Estado do Pará – que os produtores rurais recorrem às autoridades competentes para que seja decretada intervenção federal com o objetivo de resolver os graves problemas que ora enfrentam;

5) passou do ponto de retorno a tolerância do povo brasileiro com as violações cometidas pelo MST, organização criminosa conhecida pela disseminação de práticas violentas, ilícitas e abusivas. O que está em risco é a democracia, o Estado de Direito e a segurança pública quando criminosos e meliantes conseguem ameaçar, intimidar e silenciar quem atua com seriedade, moderação e respeito às leis.

Brasília, 20 de abril de 2009
Senadora Kátia Abreu
Presidente da CNA

Fonte: Reinaldo Azevedo
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
21/04/2009 - 23:18

O ATO TERRORISTA DOS SEM-TERRA E OS OLHOS QUE SE NEGAM A VER O QUE VÊEM

O MST finalmente chegou lá. Optou por um ato abertamente terrorista: o uso de escudos humanos, a exemplo do que fazem Hezbollah e Hamas. PIOR: O JORNALISMO VÊ O FATO, FILMA O FATO, EXIBE O FATO, MAS TEM RECEIO DE CHAMAR AS COISAS PELO NOME. BOA PARTE DA IMPRENSA É HOJE PRISIONEIRA MENTAL E MORAL DE JOÃO PEDRO STEDILE. Chegarei a essa questão. Antes, algumas considerações.

Os métodos empregados pelos ditos sem-terra são por todos conhecidos. Os que se aventuram a lutar contra o movimento — OU MELHOR: EM FAVOR DA APLICAÇÃO DA LEI — acabam desistindo, moralmente atingidos por uma espécie de solidão. Logo se conjuram as forças do “progressismo” contra o “reacionário”. Foi o que aconteceu com o promotor de justiça do Rio Grande do Sul Gilberto Thums. Ele responsabilizou criminalmente invasores de terra, impediu invasões anunciadas, manteve os bandoleiros longe de terras produtivas etc. Mas cansou. Sua vida virou um inferno. Teve até conversas ao telefone gravadas clandestinamente. A VEJA desta semana traz uma reportagem a respeito e faz uma síntese dos males que o atingiram:

“Os ataques contra o promotor surgiram de todas as partes e seguiram os mais diversos métodos, da intimidação à ameaça. Em Brasília, o Ministério do Desenvolvimento Agrário, órgão do governo aparelhado pelo MST, enviou uma representação ao Conselho Nacional do Ministério Público acusando a instituição de afrontar direitos fundamentais das crianças ao tentar extinguir as escolas do MST. Há duas semanas, ao participar de uma audiência pública, o promotor foi recebido por 200 crianças cantando o hino do movimento e com cópia do Estatuto da Criança e do Adolescente nas mãos. A claque o deixou constrangido. A Comissão Pastoral da Terra (CPT), braço da Igreja Católica que dá sustentação ao MST, atacou em outra frente. Pela internet, lançou uma campanha mundial que soterrou o correio eletrônico do promotor. Thums, descendente de austríacos, foi comparado a Adolf Hitler, para citar apenas as mensagens menos hostis.”

Pois bem: os sem-terra, que já ocupam uma área da Fazenda Castanhais, pertencente à Agropecuária Santa Bárbara, no Pará, decidiram invadir a sede da propriedade. Houve troca de tiros com os seguranças. Sim, os sem-terra estava armados — agora é bala de verdade. Aí um Zé Mané poderia gritar: “Mas os seguranças também atiraram”. Se eles portavam armas legais, não cometeram nenhuma ilegalidade, embora se deva evitar esse tipo de confronto. Que abra a própria casa a invasores quem discordar. O direito de propriedade não foi abolido no país, ainda que muita gente possa achar isso estranho e considere propriedade — sempre a alheia —um papo reacionário…

Os escudos humanos do nosso Hamas, do nosso Hezbollah, eram jornalistas que cobriam o confronto. Foram feitos reféns pelo MST e postos na linha de tiro. Os líderes dos sem-terra buscavam o que sempre buscam: cadáveres para fertilizar o solo de suas mistificações. É a morte que alimenta a mística de que existe um problema agrário no Brasil. De fato, o setor, há muito, é só uma solução. Responde por boa parte das reservas que dão ao Brasil razoável segurança para enfrentar a crise. Os sem-terra não existem. São uma invenção política de João Pedro Stedile. Pode existir gente sem emprego, mas não sem-terra. Pode existir gente sem eira nem beira, mas não sem-terra. Pode até existir gente sem vergonha. Mas não sem-terra.

Olhos que vêem sem ver
Assisti ontem no Fantástico às cenas do confronto, filmadas por uma emissora afiliada da Rede Globo. O mais espantoso de tudo é que o repórter que cobria o conflito afirmou no ar algo como: “Os seguranças acusam os sem-terra de tentar invadir a sede da fazenda…”.

NÃO! DE JEITO NENHUM! NÃO SE TRATAVA DE UMA ACUSAÇÃO DOS SEGURANÇAS. AS IMAGENS MOSTRAVAM CLARAMENTE A TENTATIVA DE INVASÃO. NÃO CABIA, POIS, DIANTE DO QUE ERA EXIBIDO, ATRIBUIR A INFORMAÇÃO AOS SEGURANÇAS, COMO SE ALI ESTIVESSE UMA MATÉRIA CONTROVERSA, SUJEITA A UMA OUTRA VISÃO. AQUILO ERA UMA INVASÃO, CONTIDA PELOS SEGURANÇAS, QUE CUMPRIAM SEU DEVER. O QUE SE TINHA ALI ERA UM FATO: OS SEM-TERRA, ARMADOS, TENTARAM INVADIR A SEDE DA FAZENDA.

Os olhos vêem, as câmeras filmam, mas o juízo se nega a fazer a devida ponderação (veja em post abaixo detalhes da violência). Os filmes do chamado “massacre de Eldorado dos Carajás” desapareceram do YouTube. Entendo. É preciso ficar a mística. É claro que os policiais se excederam naquele caso. É claro que deveriam ter dado a sua contribuição para evitar a tragédia. Mas o fato inequívoco é que os ditos sem-terra avançaram para cima dos soldados com paus e foices. É fato. Está no filme, agora banido da Internet. Ouvem-se os primeiros tiros, e eles não recuam. Ao contrário: avançam. Aí aconteceu o que já se sabe. Perderam, claro, as vítimas e suas famílias. Perdeu o estado do Pará, que assistiu ao horror. Perderam os policiais, tratados como bandidos. Mas o MST ganhou. No YouTube restam apenas filmetes de prosélitos e demagogos. Exibidas as imagens originais, não haveria tribunal no mundo que não considerasse que os policiais reagiram a um ataque — reação violenta, sim, mas reação. Basta ver.

Mas acontece que NÃO SE QUER VER. Uma nova tragédia poderia ter acontecido no mesmo Pará, na mesma região de Eldorado dos Carajás. Oito pessoas ficaram feridas, duas com gravidade — um segurança e um invasor. E, mais uma vez, o fato cede espaço à mistificação politicamente correta. Faço uma aposta: é bem possível que Tarso Genro, o ministro da Justiça, fale nesta segunda sobre o episódio. Deve pedir uma severa investigação para saber por que os seguranças da fazenda, uma propriedade privada e produtiva, estavam armados.

E tenho de lembrar, não? O MST é financiado com dinheiro público. A baderna havida no Pará neste fim de semana, com o uso de escudos humanos, é, pois, patrocinada pelo governo federal. Seus principais artífices são o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Incra.

Os sem-terra continuam no local e fazem novas ameaças. Dizem dispensar até mesmo a ajuda federal. Querem resolver tudo à sua maneira.

Quase me esqueço: a fazenda pertence a Daniel Dantas. Daniel Dantas, que é um legítimo Daniel Dantas, como se vê, serve para tudo. Serve para esconder outros Daniéis Dantas, talvez mais Dantas do que ele próprio, e como pretexto para ações terroristas.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
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