O TrOgLoDiTA

Divagações…

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12/11/2009 -  23:54     

O genocida vem aí

Artigo no jornal O Estado

A Marinha de Israel interceptou terça-feira passada, a 160 quilômetros de sua costa, um navio carregado com 500 toneladas de armamento – cerca de nove mil bombas, três mil foguetes Katyusha, vinte mil granadas e mais de 500 mil balas, entre outros objetos. Segundo a inteligência israelense, as armas seriam entregues à Síria, que as entregaria ao Hezbollah no Líbano. O Hezbollah é uma organização terrorista cujo objetivo é matar o maior número possível de judeus e destruir Israel.

Quem forneceu as armas encontradas no navio? Quem é o responsável por equipar o Hezbollah e o Hamas? Daqui a alguns dias, o homem por trás dos carregamentos será recebido em nosso país com tapete vermelho. Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã. O psicopata que deseja apertar o botão do segundo holocausto judeu. Do primeiro holocausto, na visão dele.

Parlamentares do PT, do PC do B, do PSOL, professores universitários anti-Israel e jornalistas que prestam assessoria ao Hamas deveriam recepcionar Ahmadinejad no aeroporto com beijos e abraços. Durante a operação Cast Lead, quando Israel reagiu a oito anos de chuva de foguetes lançados pelo Hamas a partir da Faixa de Gaza, o discurso de Ahmadinejad foi endossado com entusiasmo por nossos esquerdistas radicais e idiotas úteis. Exigiam a rendição de Israel aos seus carrascos e igualavam os israelenses aos nazistas. Foi o que fez o PT em nota publicada no site do partido.


Lula já declarou que Ahmadinejad é “um irmão”. Não, me confundi. Lula chamou de “irmão e líder” outro ditador carniceiro, Muammar Kadafi. O que Lula disse a respeito de Ahmadinejad foi que ele, Lula, não é “obrigado a não gostar de uma pessoa porque o outro não gosta. O Brasil tem sua soberania”. O Brasil é soberano para fazer aliança com um genocida. Viva, viva!


Quando Ahmadinejad estiver aqui assinando papéis com Lula e servindo de escada para rompantes nacionalistas e amorais do nosso presidente soberano, tenha em mente que o iraniano é um dos motores da jihad contra o mundo livre. Ahmadinejad é agente de influência global e vem marcando posição na América Latina, na base de antiamericanismo, patrocínio a grupos terroristas e ódio mortal aos judeus e a Israel, a única democracia do Oriente Médio, o pequeno país cercado de inimigos por todos os lados.

* * *

Vejam os presentinhos que o Hezbollah receberia do amigo de Lula. Vídeo publicado no canal das Forças de Defesa de Israel no Youtube:

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05/11/2009 -  16:35     

O ”autoritarismo popular” de Lula

Editorial do Estadão de hoje comenta a confusão que os populistas fazem entre aprovação popular e controle das regras do jogo democrático:

“O venezuelano Hugo Chávez é um tipo rudimentar. O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não é. Chávez, que impôs ao seu país a reeleição ilimitada, diz não entender por que um presidente “que governa bem e tem 80% de aprovação” não pode disputar um terceiro mandato consecutivo, como se as regras da ordem democrática devessem variar conforme o desempenho dos governantes e os seus índices de popularidade. Lula, que, em parte por convicção, em parte por um cálculo do custo-benefício da aventura reeleitoral, recusou a possibilidade, acredita que pode chegar aonde quer por outros meios, mais sofisticados do que é capaz de conceber a mentalidade tosca do coronel de Caracas. Trata-se da criação de um novo e presumivelmente duradouro bloco de controle da máquina estatal, da manipulação desabrida de um sistema político desvitalizado e da exploração incessante do culto à personalidade do líder, para que a adulação da massa legitime os seus desmandos e intimide a oposição.

É a construção do que o ex-presidente Fernando Henrique denomina “autoritarismo popular” – um acúmulo de transgressões e desvios que “vai minando o espírito da democracia constitucional”, como adverte no artigo Para onde vamos?, publicado domingo neste jornal. Esse processo de erosão das instituições e procedimentos é tão mais temível quanto menos ostensivo e menos expresso em atos de violência política crassa, à maneira do que Chávez faz na Venezuela para quebrar a espinha da democracia no seu país. A lógica dos objetivos não difere – “a do poder sem limites”, aponta Fernando Henrique -, mas o método, no Brasil do lulismo, é insidioso. Por isso mesmo, “pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos”.

No interior do governo, Lula aninha uma burocracia sindical que se apropria sistematicamente do mando dos gigantescos fundos de pensão das estatais, os quais, por sua vez, têm assento nos conselhos das mais poderosas empresas brasileiras. Forma-se assim uma intrincada trama de interesses que se respaldam reciprocamente, não raro em parceria com empresários que conhecem o caminho das pedras – “nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas”, diz Fernando Henrique -, fundindo-se “nos altos-fornos do Tesouro”. Isso dá ao presidente um poder formidável sobre o Estado nacional que extrapola de longe as suas atribuições constitucionais. É uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais. No trato com o Congresso, Lula faz os pactos que lhe convierem com tantos Judas quantos estiverem dispostos a servi-lo para se servirem dos despojos da administração federal, enquanto a oposição balbucia objeções que dão a medida de sua irrelevância.

“Parece mais confortável”, acusa o ex-presidente, “fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes.” Mais confortável porque mais seguro. São raros os políticos oposicionistas que não se deixam acoelhar pelas pesquisas de opinião que mantêm Lula nas nuvens e que o aparato de comunicação do Planalto, sob a sua batuta, não cessa de exacerbar – daí a pertinência do termo “culto à personalidade”. Desde a derrota de 2006, o PSDB de Fernando Henrique praticamente desistiu de expor as responsabilidades pessoais do adversário vitorioso pela autocracia em marcha no País. Os pré-candidatos tucanos José Serra e Aécio Neves, por exemplo, medem as palavras quando falam de Lula, decerto receando que ele possa fazê-las se voltarem contra eles mesmos junto ao eleitorado que o venera. Mesmo na condenação à campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff, a oposição parece comportar-se como se estivesse “cumprindo tabela”.

Lula não precisa tomar emprestada a borduna de Hugo Chávez para ditar os modos e os caminhos da evolução da política nacional. “Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados”, descreve Fernando Henrique, “eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições.”

Extraído de Millenium

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03/11/2009 -  08:14     

Os patrões vivos do Stalinácio


Por Jorge Serrão

Gran-maestro, por instinto, na marketagem política, Hugo Chávez sugeriu aos brasileiros, sexta-feira passada, que defendam um terceiro mandato para Lula – a quem comparou a Jesus Cristo, por sempre trazer boas notícias para a Venezuela. Deus já deve estar de saco cheio (como naquele famoso pagode) de ouvir tanta bobagem…

Embora defendesse Lula forever, Chávez declarou estar certo de que Dilma Rousseff será eleita para sucedê-lo em 2010: “Todos sabem o peso que Dilma tem. É a próxima presidente do Brasil, podem anotar. É o que me diz esse coração. Ela é uma grande mulher com a cabeça bem coordenada”.

Independentemente de tanta demagogia, Chávez fez uma pergunta que merece resposta: “Por que um presidente que está bem e tem 80% de popularidade tem que sair?”. Elementar, meu caro Chapolim Colorado: porque existe uma regra do jogo, bem clara, que precisa ser obedecida aqui no Brasil.

A turma do Lula bem que fez de tudo. Não faltaram factóides de continuísmo. Mas não houve condições políticas para se aplicar o golpe institucional do terceiro mandato seguido. Os petistas e sua base aliada recuaram e agora terão de apostar tudo na Dilma (ou em outra alternativa de última hora, se ela não decolar conforme esperado).

Stalinácio já definiu, claramente, sua estratégia futura. Pretende voltar ao poder, a partir de 2015, nos braços do povo. Tanto que já avisa, antecipadamente, que um eventual futuro governo Dilma “não será o terceiro mandato”.

Lula já trabalha, discretamente, para descolar sua sagrada imagem de qualquer fracasso da próxima administração. Lula faz isto porque sabe que seu sucessor, seja quem for, terá dificuldades econômicas e políticas. Lula apenas tira o dele da reta antecipadamente. Quem negocia com Judas faz isto numa boa.

Os cenários para 2011 são desconfortáveis. A economia brasileira só mantém seu crescimento de anã por causa do crédito – que hoje já chega a 45,7% do PIB. Há quem aposte que isto uma hora quebra. Ainda mais porque a mágica do dinheiro fácil para o crédito ocorre junto com aportes do Tesouro Nacional que só fazem crescer a dívida pública – hoje em R$ 1,4 trilhão.

Tudo indica que, com a queda da arrecadação, faltarão recursos reais para cobrir tal rombo. Mas, como o governo é mágico, pode ser que algum problema – como volta de inflação – só estoure depois de 2011, quando Lula não estiver mais no poder. Situação cômoda demais para ele. Assim é fácil ser um franco atirador, quando deixar o cargo máximo da República.

Lula é malandro. A definição do antropólogo Roberto DaMatta cai como uma luva de boxe para Stalinácio: “Os malandros apenas confirmam o que os reis e os nobres realizam: eles, como os grandes futebolistas, driblam a lei. Os malandros não rompem com elas. Eles passam por suas brechas. Eles relativizam os limites, tornando-os elásticos, mostrando como é complexa a operação de uma sociedade que tem dois ideais: a do pobre (que nada pode) e a do Príncipe (que pode tudo)”.

Sorte que o filósofo popular Bezerra da Silva nos lembra que “Malandro é malandro; mané é mane”. Por falar nestas duas categorias, o “Príncipe dos Sociólogos” baixou o pau no Lula em seu artigo dominical em O Globo e no Estadão. No texto “Para onde vamos?”, FHC reclama que “DNA do ‘autoritarismo popular’ vai contaminado o espírito da democracia”. FHC cobra “um basta no continuísmo antes que seja tarde”. O provocador FHC também pergunta por que Lula “antecipa a campanha eleitoral e, sem qualquer pudor, passeia pelo Brasil às custas do Tesouro exibindo uma candidata claudicante”.

Lula deve ter detestado o texto (que não leu, mas leram para ele, com certeza). Mas não deve passar recibo para seu antecessor a quem deu continuidade com diabólicos “aprimoramentos”. Judas deve saber bem deste assunto. E Lula também, já que admitiu que foi obrigado a negociar com Judas para governar.

Lula se julga acima do bem e do mal. O autoritarismo popular a que se referiu FHC o transforma no Stalinácio (personagem batizado pelo escroque Agamenon Mendes Pedreira, em O Globo). Mas qual é a verdadeira essência do Lula – defensor da tese de que “hoje o povo tem sua própria opinião” e que não existem mais “formadores de opinião”? A pergunta pode ser respondida com o que acontecerá ao longo desta semana.

Lula é um mero serviçal do poder real mundial que nos faz engolir o processo globalitário. Tanto que, por seu “trabalho”, Stalinácio receberá o prestigiado Chathan House Prize, no próximo dia 5 de novembro, em Londres. Como um eterno sindicalista de resultados, depois de premiado no centro do poder global, Lula vai se encontrar pessoalmente com alguns de seus “patrões” globais: a rainha Elizabeth II, no Palácio de Buckingham, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, no famoso endereço de Downing Street, 10.

Enfim, vale o ditado popular: “Manda quem pode; obedece quem faz acordo com Judas”. Como Judas já é um sujeito historicamente muito malhado, só nos resta malhar um pouquinho o Stalinácio e lhe desejar um feliz Dia dos Muito Vivos, além de um proveitoso e lucrativo encontro com seus patrões transnacionais.

Fonte: Alerta Total

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19/09/2009 -  07:16     

Fumando Minc e cheirando Tarso

Carlos Reis | 13 Setembro 2009

E foi isso exatamente que um povo viciado, a Tribo Brasil fez: consumiu Lula, Dilma Roussef, Tarso Genro, e que não se diga, infelizmente, que não consumirá de novo. Se o fizer, entretanto, terá que assumir e subir no palco da maconha e do crack.

Em uma semana, somente uma semana, tivemos dois shows protagonizados por ministros do governicho Lula. Nunca antes neste país tivemos tanta pobreza no âmbito político e intelectual como agora. Nunca antes neste país se desceu tanto. Mas, convenhamos, nunca antes neste país tivemos tanta oportunidade de nos rirmos à larga, de criticar aos montões, de debochar de políticos. Nunca tivemos, por exemplo, políticos de governo tão trapalhões e tão ridículos como Tarso Genro e Carlos Minc. Eu bem que poderia compor uma outra dupla caipira, por exemplo, Dilma Roussef e Suplicy, mas aí já seria violar o Estatuto da Criança e do Adolescente. Fiquemos com o maconhista Minc, e o filoterrorista Tarso Genro. Já é bastante.

Comecemos pelo maconhista Minc. Aliás, maconhista, e não maconheiro, como o Temporão é abortista e não aborteiro – não confundamos o ato e a prática, com a defesa e a apologia de seu objeto. Pois o Ministro do Meio Ambiente enfumaçado do cocalero Lula (eu não disse também que Lula consome cocaína – talvez uma folhinha ou outra, em infusão alcoólica) soltou totalmente sua franga psicodélica em show de reggae defendendo o uso e a liberdade que cada um tem de destruir sua cabeça com a erva do diabo. Em seu delírio maconhista, falou em “defender o cerrado, a caatinga, a Amazônia, a Mata Atlântica e o reggae. O reggae é a liberdade,…”. A galera do reggae adorou. Já é a segunda vez que o Ministro das Ervas faz apologia da maconha e da sua liberação diante de público tão distinto. Chegou a citar a liberalidade da Argentina de Maradona e o seu futebol, sem se dar conta que a situação miserável dos hermanos talvez corra por conta dessa mesma liberação. A cocaína está no comando da seleção deles como está no comando do governo de Lula.

Com o outro ministro, o peremptório Tarso Genro, o caso é diferente. Confesso que fico com dificuldade de tipificar a espécie do ridículo. Começo por lembrar que eu apontei isso no momento em que o peremptório se transformou em Ministro da Justiça do cocalero Lula. Cito a mim mesmo:

“…Repito, querem desmontar aquela montanha de ego e essa máquina fantástica de falsificar a verdade? Denunciem a sua indigência intelectual. Isso desestabilizará mais facilmente o governo Lula e sua quadrilha palaciana e par(a)lamentar. Não percam tempo tentando fazê-lo lembrar da nossa moral porque ele nem sabe que ela existe. Mostrem um espelho para Tarso Genro. Digam para ele que ele não tem estatura física nem de um Carl Schmitt…

… Somente Tarso Genro poderia tornar óbvio o estado policialesco que o governo Lula, com ajuda tucana, conseguiu esconder até aqui…

… Tenho certeza que esta foi uma escolha acertada para o país. Tarso Herz Genro é um homem de Partido; um militante valioso com um senso perfeito da justiça social e tem conhecimento pleno da atual democracia brasileira que tem muito de sua marca. Não concordo com as previsões pessimistas e derrotistas de alguns analistas apressados. Não tenho dúvidas que o Brasil ganhará muito com a escolha feita. Será o coroamento final das instituições dessa democracia. Finalmente a verdade escondida será revelada. Além disso, o povo do Rio Grande o conhece e o recomenda. Deixem-no trabalhar e o povo brasileiro será amplamente recompensado, lhe ficando eternamente grato: SERÁ O FIM DE LULA! (de artigo de 16/03/2007).

Atacado impiedosamente no intelecto pelo voto de Cesar Peluso, que acho que leu o texto acima, e que o colocou na posição incômoda de um protetor vulgar do comunismo, do terrorismo e do companheirismo criminoso, agora o peremptório se desgasta ainda mais e se enreda ainda mais como mosca apanhada em uma teia: já tendo insultado a República da Itália, agora insulta o ministro do Supremo. Ora, Tarso Genro, deixa que eu insulte o supreminho! Você não!

A face do ridículo brilha a cada frase sua; a torpeza comunista avulta em cada gesto seu, como seu companheiro de ridículo, Suplicy, que se solidarizou com o criminoso de sangue com quatro mortes nas costas. Nem um nem outro sabem que estão defendendo o verdadeiro pai do PAC (Proletari Armati per il Comunismo) quando assumem a posição de protetores de criminosos condenados e foragidos. Já tinha sido assim com o gerente de vendas de cocaína no Brasil, Oliverio Medina, protegido de Dilma Roussef. Mas Tarso Genro foi longe demais porque tentou emprestar ar solene e pomposo a uma farsa, a uma mentira, a uma vulgar defesa de criminoso de sangue porque perpetrado por comunista, no abstrato alguém que defende em comum com ele a mesma causa assassina. Pegou muito mal fazer de um criminoso de sangue um perseguido político, um rifugiatti. Agora exposto, sangrando no ego, expõe o governicho cocalero de Lula à vergonha até no estrangeiro.

E por tudo isso, não será difícil imaginar essa República cocaleira como uma enorme pedra de crack ou uma carreirinha amazônica de coca. O Brasil de Lula, de Tarso, só fumando Minc…onha! E foi isso exatamente que um povo viciado, a Tribo Brasil fez: consumiu Lula, Dilma Roussef, Tarso Genro, e que não se diga, infelizmente, que não consumirá de novo. Se o fizer, entretanto, terá que assumir e subir no palco da maconha e do crack. Em outro lugar que não a República Cocalera estaria lançado o programa eleitoral para a sucessão presidencial, de governadores e parlamento, mas aqui não. No ano que vem saberemos se as drogas políticas estarão totalmente liberadas.

Fonte: Mídia sem Máscara

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15/09/2009 -  18:03     

CALL CENTER: VOCÊ TEM DE OUVIR!!!

call-center1

Ah, você tem de ouvir este arquivo. Não vou antecipar nada! Não vou estragar a surpresa.  É preciso ouvir até o fim.

Clique no ícone abaixo e divirta-se. Algumas pessoas vão ficar um pouco bravas, eu sei. Mas que é engraçado, isso é inegável.

Popout
Fonte de áudio original (call-center.mp3)
Fonte: Reinaldo Azevedo
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15/09/2009 -  11:00     

A ficção e a fantasia substituem a realidade

Por Arlindo Montenegro

Ler jornais tornou-se uma coisa enfadonha e repetitiva. Parecem repisar as mesmas notícias trocando as datas. Nenhuma análise parece racional, nem as responsabilidades sobre os eventos são apontadas, nem alguma sugestão direcionando para o dever social na exigência sobre os representantes e governantes.

Para os que estão no poder tudo é lícito, como usar colar de folhas de coca, como que legitimizando a droga que hoje pertence unicamente ao cartel das farc, membro do Foro de São Paulo onde circulam os amigos do Lula, do seu partido, de Chavez que já está palpitando até no Oriente Médio.

Olhando bem, lendo com cuidado, é espantoso ver como nada de interesse da soberania se decide em casa. Tudo depende de palpites e leis internacionais, com vantagens para os que se atribuem o título de “países civilizados”. No momento é impossível saber quem manda de fato no Brasil.

O que deixa a gente atarantada é que o domínio e o cinismo dessa gente, que governa prioritariamente para fortalecer a globalização cultural e econômica e imoral e se fortalece na relação íntima com os crimes mais odiosos Eles abrem mão da soberania, corrompendo a infância e a juventude, propiciando toda forma de violência, tráfico de drogas e tudo quanto atenta contra as liberdades democráticas.

Vamos deixar de lado a censura explicita e a vigilância sobre os cidadãos, premidos por responsabilidades crescentes para sobreviver pagando impostos sem contrapartida nem garantia das Leis, caducas, atemporais e frequentemente “interpretadas” para garantir a continuidade da corrupção, atos inconstitucionais e impunidade dos políticos e governantes.

O fanatismo imperante é crueldade pura. A inversão de valores implica conviver com o crime, cuidar da própria segurança sabendo que as Leis pouco ou nada podem garantir ao cidadão. A morosidade da justiça fortalece a impunidade e a percepção cínica de que “o crime compensa”. Nas rotas do crime formam-se as grandes fortunas. Trabalho é exercício de tolos.

Tudo quanto signifique liberdade com responsabilidade, deveres antes dos direitos, honestidade e atitudes dignas, aparece como exceção, novidade. Os procedimentos morais são satanizados, criticados, ironizados, distorcidos neste jogo em que os fundamentalistas da ideologia marxista mandam e desmandam, propagando uma espécie de psicologia de auto ajuda paternalista, um otimismo para o “futuro” jogando com a fé e as necessidades imediatas dos simplórios.

As pessoas parecem treinadas para temer a liberdade e as responsabilidades, preferindo o dolce far niente da submissão e da dependência. A perversidade está presente quando atacam as liberdades de imprensa, exceto se a imprensa for submissa e repetitiva do discurso oficial. Atacam a liberdade religiosa, querendo proibir os símbolos da fé nos tribunais.

Atacam todo tipo de liberdade como se fosse proibitivo exercer os direitos amparados em deveres de consciência. Assim, a ficção e a fantasia substituem a realidade.

Fonte: Alerta Total

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08/09/2009 -  22:06     

A independência que interessa

Como recuperar nosso país das mãos da corja? O primeiro passo, a atitude essencial, é investir pesado no combate cultural. A esquerda trabalha o tempo todo, em todas as frentes. É ingenuidade achar que as coisas podem ser amenizadas com um votinho de quatro em quatro anos (até porque não existe direita partidária aqui). É preciso desnudar as intenções perversas por trás da falação romântica, explicar quais são os passos no esquema de dominação, mostrar aos brasileiros ainda não idiotizados pela propaganda que nosso país se encontra numa encruzilhada: ou expulsamos os ladrões, onde quer que eles estejam, ou tentamos sobreviver na República Popular Democrática do Brasil, em que os bons e honestos são julgados e condenados pelos maus e parasitas. Já não é o que acontece?

Merda, é a raiva de ver Lula em cadeia nacional prometendo a segunda independência, a revolta com o deboche fantasiado de seriedade, a farsa pronunciada com a serenidade dos técnicos, a demagogia simulando um conhecimento superior. Seremos livres na medida em que nos submetermos à autoridade do governo. O paizinho Lula garante a fartura dos seus filhos, netos e bisnetos. O Brasil vai ficar rico. Teremos os bolsos cheios para pagar a campanha de 2010, a revolução comunista do MST, o sindicalismo oficial, a máquina estatal que não pára de crescer. Dinheiro suficiente para cobrir a folha de pagamento do lulismo, dinheiro suficiente para financiar o bolivarianismo no continente, dinheiro suficiente para comprar quem estiver à venda, dinheiro suficiente para destruir o que restar de obstáculo, dinheiro suficiente para a perpetuação no poder. Viva o pré-sal.

Fonte: Bruno Pontes

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03/09/2009 -  10:36     

O dogma Lula é irrevogável

ARNALDO JABOR

Por que Aloizio Mercadante não manteve sua “irrevogabilidade”? Porque não teve coragem de enfrentar Lula.

Mas, por que não teve? A razão é a mesma que acomete muitos intelectuais “não petistas”: Lula é “inatacável”.

Poucas pessoas têm coragem de contestar um ex-operário, aparentemente honesto, que muito sofreu para chegar onde está. Além disso, Lula tem a cor do que seria a pátina da “revolução”, de uma “justiça social” vaga.

Por isso, pergunto-me: será que os intelectuais não veem que nossa democracia conquistada há vinte anos está sendo roída pelos ratos da velha política?

Não se trata (nem estou pedindo) que esculachem o presidente.

Lula tem várias qualidades, mas está usando só os seus defeitos: autoritarismo de Ibope alto, “lua de mel consigo mesmo”, confusão conceitual no ensopadinho ideológico do “lulismo” (discursos populistas e práticas oportunistas), ausência de um plano concreto, além do virtual e midiático PAC, alianças com os mais sujos para “governar” e ficando incapaz de fazê-lo pelas mesmas alianças que agora o manietam.

A atitude de Lula de se colocar “acima” da política como sendo “coisa menor” é uma sopa no mel para corruptos e vagabundos. No dia seguinte à absolvição de Sarney, o PMDB não deu trégua e já quer mais emendas orçamentárias, no peito.

Alguns intelectuais ficam “angustiadinhos”: “Ah…eu tinha um sonho…que se esfumou…” – choram os militantes imaginários, e nada fazem. A covardia intelectual é grande. Há o medo de ser chamado de reacionário ou careta. Todos continuam com a mania de que são “radicais” (como ser, por exemplo, corintiano doente).

Continuam ativos os três tipos exemplares de “radicais”: os radicais de cervejaria, os radicais de enfermaria e os radicais de estrebaria. Os frívolos, os burros e os loucos. Uns bebem e falam em revolução; outros zurram e os terceiros alucinam. Padecem da doença herdada (resistente a antibióticos) de um voluntarismo com ecos stalinistas, cruzada com o germe do sindicalismo oportunista. Para eles, “administrar” é visto como ato menor, até meio reacionário, pois administrar é manter, preservar – coisa de capitalistas.

Lula é dogma. Diante dele, abole-se o sentido crítico. É como desconfiar da virgindade de Nossa Senhora. Fácil era esculhambar FHC.

Volto a dizer: não quero que “demonizem” Lula; pelo contrário, quero até que o ajudem nessa armadilha em que o país (e ele) caiu por sua atitude.

Lula viaja nessa maionese ambivalente (que até a “The Economist” denuncia) de leninismo sindicalista com apresentador de TV, um “mix” de Waldick Soriano com Getúlio.

Com essas alianças, Lula revigorou o pior problema do país: o patrimonialismo endêmico, que tinha diminuído depois de FHC. Temos agora uma espécie de “patrimonialismo de Estado”: boquinhas para pelegos (200 mil) e pernas abertas para o PMDB.

Estamos diante de um momento histórico gravíssimo, com os dois tumores gêmeos de nossa doença: a direita do atraso e a esquerda do atraso. Como escreveu Bobbio, se há uma coisa que une esquerda e direita, é o ódio à democracia.

Essa crise é tão sintomática, tão exemplar para a mudança do país, que não podia ser desperdiçada pelos pensadores livres. É uma tomografia que mostra as glândulas, as secreções do corpo brasileiro – um diagnóstico completo. Esse espasmo de verdade, essa brutal explosão de nossas vísceras, talvez seja perdida porque as manobras do atraso de direita e do atraso de esquerda trabalham unidas para que a mentira vença.

E intelectuais sérios, artistas famosos e celebridades não abrem a boca. Onde estão os velhos manifestos de que eles gostavam tanto?

Quando haverá manifestações da sociedade para confrontar a ópera bufa que rola à nossa frente? As denúncias foram todas provadas, a imprensa denuncia e é ameaçada, enquanto os canalhas se sentem protegidos pelo labirinto do Judiciário. E não se trata mais de mensalões e mensalinhos, netinhos ou netinhas nomeadas; trata-se da implosão de nossas instituições republicanas, feita pelos próprios donos do poder.

O Brasil está entregue à mentira oficializada, manipulada pelo governo e o Legislativo, num jogo de “barata-voa” com as denúncias, provas cabais, evidências solares, tudo diante dos olhos impotentes da opinião pública. E homens notáveis do país estão calados. Quando se manifestam isoladamente, são apenas suspiros esparsos, folhas de outono, lamentos doloridos…

Mudar é trair, para os tais “radicais” dos três tipos. Ninguém tem coragem de admitir a invencibilidade do capitalismo global, com benesses e horrores (como a vida). Ninguém abre mão da fé em utopias ridículas – o presente é chato, dá trabalho; preferem um futuro imaginário.

Não admitem que um “choque de capitalismo” seria a única bomba a arrebentar a casamata paralítica do Estado inchado, gastador e ineficiente, e que isso seria muito mais progressista que velhas ideias finalistas, esse “platonismo” de galinheiro sobre o “todo, o futuro, o ser, a história”. Eles não abrem mão dessa “elegância” filosófica ridícula. Só pensam no que deveria ser e não enfrentam o que inexoravelmente é. Preferem a paz de suas apostilas encardidas. Há uma grande indigência teórica sobre o Brasil contemporâneo. Ignoram a estrutura colonial e preferem continuar com teses mortas.

O mito do messianismo é muito forte, com sua origem religiosa. Não entendem que o homem de “esquerda” de hoje tem que perder fé e esperança, e que o verdadeiro progressista tem de partir do não-sabido e inventar caminhos.

Só uma força plebiscitária poderá mover essa grande pizza envenenada.

Por isso, pergunto, como os antigos: quando haverá uma manifestação séria da opinião pública? Uma ação continuada de notáveis da República para impedir esse jogo de carniça entre os Três Poderes, essa vergonha que humilha o Brasil? Vamos continuar de braços cruzados?

Arnaldo Jabor – O Globo – 01/09/09
FONTE: Blog do Jorge Pontual, New York On Time.

Fonte: Blog da Maya

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28/08/2009 -  23:45     

Uribe passa uma descompostura em Lula

Ai, ai… Lula chamou as bases colombianas, usadas pelos EUA, de “bases americanas”. E teve de pagar o micão de ser corrigido pelo presidente Alvaro Uribe. Sim, são coisas diferentes, ainda que o alinhamento do Brasil com a canalha bolivariana tente fazer tudo parecer a mesma coisa. Não vou aqui me estender muito sobre o óbvio. O Brasil faz dos EUA uma ameaça ao continente, mas não tem um “a” a dizer sobre os regimes autoritários que prosperam na região. A Venezuela já é uma ditadura — uma ditadura que fornece armas a narcoterroristas. Como é que estepaiz vai ser levado a sério no mundo? Lembrando indagação da Economist, “de que lado está o Brasil?”

Mas sensacional mesmo foi o exercício de lógica de Lula: se a Colômbia tem bases onde os EUA atuam desde 1952 — na verdade, o Plano Colômbia, com esforços especialmente voltados ao combate ao narcotráfico, é de 2000 — e se o tráfico continua, então é sinal de que a estratégia está errada.

É um raciocínio que deve ser consumido com azeite e aceto balsâmico para tornar o capim mais palatável. Até porque Uribe poderia ter respondido: “Pois é, presidente Lula, o seu país não tem Plano Colômbia, né? E lá? Vocês têm sido bem-sucedidos no combate ao narcotráfico?” É que Uribe parece ser uma pessoa educada.

Vamos ver: ainda que a afirmação de Lula fosse verdadeira – ela é mentirosa -, a sua conclusão vazada na forma de uma pergunta seria falsa por definição: o fato de uma medida não extinguir um determinado mal não implica que ela seja ociosa ou errada. Claro, alguém pode dizer que é preciso parar de construir cadeias, dado que sempre é necessário construir mais cadeias… De fato, Lula leva isso a sério, né? Prometeu construir cinco presídios federais; pronto, até agora, só há um. Ainda que tudo estivesse igual na Colômbia, cumpriria perguntar: e sem combater o narcotráfico, como estaria?

Mas é mentira que tudo esteja na mesma. Bogotá e Medelin reduziram drasticamente a criminalidade, hoje praticamente restrita à luta entre traficantes — quase não atinge o cidadão comum. É muito mais seguro viver em qualquer uma dessas cidades do que no Rio, por exemplo. A guerrilha comunonarcoterrorista que ameaçava destroçar o governo está isolada, reduzida a menos de uma quarto do que era antes do Plano Colômbia.

Então, qual é o problema de Lula e dos bolivarianos com Uribe e com os EUA? É ideológico, obviamente. Como Lula se atreve a dar lições à Colômbia sobre como combater o narcotráfico quando a mais famosa das cidades brasileiras, o Rio, conta com áreas dominadas pela bandidagem, com leis próprias, onde a Polícia não entra? Não há uma maldita lição que Lula possa dar a Uribe nesse particular. Ao contrário.

Lula quer arrancar alguma declaraçãozinha escrita do governo americano de que seus soldados vão atuar apenas em solo colombiano. Se conseguir, vai vender aos quatro ventos que os EUA se dobraram às exigências do Brasil. Sendo Obama quem é, não chega a ser impossível. E, no entanto, seria um troço inócuo. Até porque é preciso convir que, se e no dia em que se chegar à conclusão de que será preciso atravessar a fronteira, isso será feito com ou sem documento.

Fonte: Reinaldo Azevedo

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27/08/2009 -  23:22     

Lula explica o objetivo do Bolsa Família

Palavras dele: “Distribuir comida é moeda de troca em época de eleição. A lógica é manter a política de dominação que é secular no Brasil”.

O Bolsa Família é a arma de Lula para garantir o voto de estômago e manter a política de dominação: o povo pobre dominado pelo Estado. Ele sabe disso tanto quanto você.

Fonte: Bruno Pontes

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