O TrOgLoDiTA

Divagações…

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27/06/2009 -  08:00     

Os tiranos da Internet

Como o povo iraniano tem conseguido burlar o arsenal tecnológico dos aiatolás para bloquear o seu acesso à rede – e ao mundo

Camila Pereira e Renata Betti

A história mostra que qualquer ditadorzinho de aldeia sabe que sua permanência no poder exige censurar opositores. Os jornais são asfixiados economicamente ou simplesmente empastelados. As emissoras de televisão passam para as mãos do estado e vivem de cobrir eventos oficiais e de elogiar os mandatários. Mas como censurar a internet, essa rede caótica sem comando central formada por computadores que podem se ligar por cabos, satélites, retransmissores sem fio e cujos usuários têm meios de esconder facilmente sua identidade? A ditadura chinesa já censura a internet com um grau de sucesso apenas relativo. Mais recentemente, esse desafio foi colocado aos ditadores teocratas do Irã. Desde que o povo começou a se manifestar nas ruas contra o resultado fraudado das eleições presidenciais, os aiatolás passam dias e noites tentando cortar as ligações via internet dos iranianos com o exterior. Aqui

Fonte: Reinaldo Azevedo

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Tags relacionadas:  censura, internet, Irã
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22/05/2009 -  21:10     

Delírios caribenhos

do Instituto Millenium de Cristina Camargo

Imperdível o artigo de hoje de Nélson Motta, publicado em O Globo e Estado de SP:

Delírios caribenhos

Podem até imaginar que sou uma espécie de masoquista político, mas não consigo me livrar do vício insanável de ler todos os dias as Reflexões do Companheiro Fidel no Granma. Para dar boas gargalhadas. Agora ele denuncia o monopólio das comunicações, “que estão nas mãos de grupos que controlam tudo que é publicado”, sempre em defesa dos interesses mais vis do Império. Justamente quando nunca houve no mundo tanta liberdade e diversidade de fontes de informação na televisão e na internet, de graça e para todos. Menos em Cuba, onde a internet ainda é a querosene, e só funcionários fiéis do Estado têm acesso. Conexão em casa, nem pensar, os cubanos não podem navegar nem em lan houses, só os estrangeiros. O Beiçola de Caracas deve babar de inveja. Agora Fidel informa ao mundo que: “São evidente os esforços do Pentágono para monopolizar a informação e as redes de internet. Para bloquear o acesso de Cuba a essas fontes.”

Entenderam? Ele descobriu que o Pentágono controla a internet e conspira contra Cuba, bloqueando o seu acesso à rede. Além do “bloqueio” econômico, o digital. Nem o mais idiota dos latino-americanos pode acreditar nesse delírio cínico. Porque é ele que bloqueia o acesso dos cubanos à internet e às TVs internacionais! A verdadeira revolução vai começar quando a internet e a TV forem livres para todos os cubanos. E a tecnologia, que não tem ideologia, tornará isso inevitável, é só uma questão de tempo e de bites.

O companheiro Fidel tem futuro, na página de humorismo. Falando nisso, vale uma visita à pagina de humorismo, sim, ela existe, do Granma. É a coisa mais triste do mundo. Os temas das charges são sempre o Império e o Capitalismo. Não há piadas sobre ninguém, nem sobre nenhum problema cubano, nem os mais básicos, como alimentação e transporte. Uma típica charge deles é assim:

Capitalista com um saco de dinheiro na mão: “Preciso encontrar um paraíso fiscal”.

Capitalista atrás do guichê da Bolsa de Valores: “Pois aqui vais encontrar o inferno financeiro”.

Hahaha, esse humor revolucionário é mesmo de matar de rir. Ou de chorar, no caso dos cubanos.

Fonte: Millenium

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06/05/2009 -  12:36     

A vida online, sem privacidade e sem esconderijos

Buscadores e ferramentas online são gratuitas e úteis, mas em troca nossas vidas estão expostas e capturadas de várias formas. Não somos mais pessoas e sim cadastros, consumidores.

Por Roberto Soares Costa

Em pouco tempo não haverá mais esconderijos e a todo o momento estaremos sendo perseguidos por alguém. Situações inimagináveis até mesmo em filmes de ficção estão acontecendo, e a velocidade é tão rápida que ainda não paramos para pensar.

A evolução da tecnologia tem apresentado ferramentas poderosíssimas. Se ocuparmos minutos do nosso tempo para analisar o quanto nossas vidas estão expostas, uma crise de pânico pode se espalhar. O arsenal de ferramentas do Google, é um exemplo, nos captura de várias formas, não somos mais pessoas e sim cadastros, consumidores.

Quando fazemos uso do Gmail, onde nos permitem enviar e receber e-mails infinitamente, nossas mensagens vêm e vão sempre acompanhadas de propagandas e anúncios, seja pelas laterais ou no topo de nossas caixas de correio eletrônico.

Quando aderimos ao Orkut, alimentamos um álbum público com nossas fotos, relação de amigos, expomos todas as nossas preferências, deixando bem claro nosso perfil ao mundo. Quando realizamos pesquisas no Google.com, estamos dando dicas do que nos interessa, o que estamos precisando, qual é nosso estado de espírito, se tristes ou animados.

Nossas ações vão nos identificando dentro de um ambiente que nos tem como alvos.

Um outro exemplo do quanto nossa privacidade está comprometida, é o fantástico recurso do Google Maps, o Google Latitude. Com este recurso poderemos saber onde estão ou para onde estão indo, nossos filhos, amigos ou parceiros em tempo real. Esta tecnologia que está em fase experimental funcionará através de telefones celulares ou pelo navegador web. Por parte do Google não haverá nenhuma cobrança, já se tratando das operadoras de telefonia é de se esperar.

Saber onde estamos ou para onde vamos, nossos gostos, necessidades, relações sociais ou costumes, comercialmente é fantástico. A final receber um bom atendimento, ter soluções antecipadas às nossas necessidades, é tudo que queremos, no entanto o que assusta é não saber onde tudo isso vai parar.

[Webinsider]

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06/04/2009 -  22:50     

Empresa 2.0: não adianta aumentar o tamanho da trave!!!

Ao se implantar projetos 2.0, na verdade, não estamos instalando uma nova tecnologia, mas dando um up-grade no ambiente informacional das organizações.

Certa vez, em uma destas crises do futebol, um “gênio” qualquer sugeriu que se aumentasse o tamanho da trave para ver se saía mais gol.

Ah… se o gol fosse maior…


Toda vez que temos problemas humanos para resolver, optamos por investir em novas tecnologias (um gol maior).

Lidar  com seres humanos é algo de uma complexidade e um custo grande, nada melhor do que fingir que determinada solução mágica resolve  nossos problemas.

E varremos o fundamental (relações humanas)  para debaixo do tapete (tecnológico).

Cuidado para não tropeçar no tapete, repleto de problemas…

Tenho relido o livro “Ecologia da informação” de Thomas Davenport, com o sub-título “Por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação”.

O livro é a base, o fio da meada, para quem deseja levar a sério a implantação de projetos 2.0 nas empresas. O autor há alguns anos já nos lembrava que:

   1.  não encaramos até hoje os ambientes de informação de forma devida, se trata de um ambiente ecológico humano e não um problema técnico;
       
   2. preferimos criar mega-departamentos de tecnologia da informação, esquecendo-se que a tecnologia deveria ficar a serviço dos negócios, da competição e da interação entre as pessoas – e não o contrário;
       
   3. não colocamos a estratégia da informação como um dos itens fundamentais no planejamento das organizações;
       
   4. os departamentos de informação (e agora os de gestão de conhecimento) não estão subordinado ao alto escalão e, com isso,  perdem força;

(Deveriam, na verdade, ser um comitê permanente formado por todos os departamentos com um grupo pequeno executivo a este subordinado – minha opinião sobre o tema – vou desenvolver essa ideia mais adiante em outro post).
Até aqui, ambientes de informação eficientes sempre foram fundamentais para os negócios, mas as barreiras geográficas, os mercados cativos, os monopólios e a não valorização da meritocracia interna, em função do modelo hierárquico das empresas – acabaram por colocar tudo isso em segundo plano.

A nova verdade está brotando.

Estamos diante da semente de um novo capitalismo….

A tendência agora é que estes fatores intangíveis sejam cada vez mais um diferencial competitivo no capitalismo colaborativo.

Assim, há que se pensar que deveria haver um estímulo e um gerenciamento dos ambientes informativos.

Mais e pior: achávamos que os ambientes informativos eram estáticos.

Mas estamos descobrindo que eles se movem!!!

(Tudo que se move e é fundamental para os negócios precisa de  gerenciamento, monitoramento, atualização, treinamento, criação de nova cultura, etc).

Tivemos a Era do papel, passamos pela mídia de massa e pelo computador e agora estamos no da rede.

E já entrando na  rede colaborativa.   

Enfatizo: ao se criar uma empresa colaborativa estamos, sem dúvida, fazendo up-grade no ambiente informacional, o que passa por uma nova cultura, criação de novos valores, reestruturação do próprio conceito da organização. Todo o resto é tentar aumentar o tamanho da trave!

Ou seja, as empresas que não gerenciam, não cuidam, não discutem, não investem na “saúde” dos seus ambientes informacionais terão muito mais dificudade para compreender o que estamos passando, portanto,  implantar as políticas adequadas para continuar a ser competitivas no mundo 2.0.

Esse processo, no fundo, nos mostrará o quanto estávamos errados no passado, ao acreditar que nossos negócios seriam resolvidos com tecnologia e não com a melhoria sistêmica do ambiente.

É um risco enorme colocar, por exemplo, a implantação de projetos 2.0 na mão só de tecnólogos.

Têm tudo para fracassar!

Esse nosso momento, lembra bastante a cena final do filme “Show de Truman”, com o Jim Carrey, quando o personagem descobre que sempre viveu em uma bolha artificial (nossa visão dos ambientes de informação) e ao navegar até o “horizonte” o barco bate na parede pintada de nuvens (que mostra o limite da nossa visão).

O limite da visão tecnicista sobre os ambientes de informação chega ao fim!!!

Implantar projetos 2.0 nas empresas para mantê-las competitivas passa, antes de tudo, por uma revisão completa sobre como pensamos o gerenciamento dos ambientes de informação.

Uma ruptura radical com o passado para a preparação de uma uma etapa da humanidade, que troca conhecimento de uma nova maneira e vai moldar a sociedade, a partir dessa realidade.

É preciso ter esse espírito aberto, pois o projeto 2.0 pode virar mais uma tentativa de inócua de aumentar o gol para ver se o jogo melhora.

E o “time” – com as melhores tecnologias do planeta – ir direto para a segunda divisão do novo capitalismo colaborativo.

Concordas?

(Este artigo é uma continuação das reflexões que começaram com este: A Web 2.0 é um salto entre duas ecologias da informação!)

Todos os artigos de Carlos Nepomuceno

  06/04/2009 – Empresa 2.0: não adianta aumentar o tamanho da trave!!!  30/03/2009 – Informação e água parada só dão mosquito  23/03/2009 – A Web 2.0 é um salto entre duas ecologias da informação!  16/03/2009 – Compartilhar é trabalhar?  09/03/2009 – Não existe Papai Noel, nem Gestão do Conhecimento  02/03/2009 – A web está batendo um blogão!  16/02/2009 – Um Twitter para chamar de meu…  09/02/2009 – O nó teórico – só uma nova Ciência explica a Web  15/12/2008 – O sapo na panela invisível  08/12/2008 – Twitter: comunicação, informação ou distração?  18/08/2004 – Você.com.br  14/12/2002 – Agora é Linux?  19/07/2001 – Artigo sobre o livro “Só por prazer”, de Linus Torvalds 

    • Leia mais

    • 16/03/2009 - Tecnologias para ajudar as empresas a crescer e economizar – Parte II
    • 16/03/2009 - EXPECTATIVA: o segredo do sucesso em projetos, parte 3 (final)
    • 12/03/2009 - School of Net – Entrevista com Fábio Vitaliano Filho
    • 03/03/2009 - Entrevista com Karman
    • 02/03/2009 - Arquitetura de Data Warehouse – Parte 02
    Fonte: UOL
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    Tags relacionadas:  internet
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    02/04/2009 -  17:24     

    Contra o AI-5 digital

     

    stasi

    A ditadura acabou, mas seu espírito sobrevive. Segmentos da Polícia Federal aliados aos burocratas a serviço dos banqueiros e à turma do Senador Azeredo articulam a aprovação de um projeto de Lei que irá implantar medidas absurdas de criminalização da Internet.

    Querem acabar com a possibilidade de navegação na rede sem que nosso rastro digital seja vinculado ao nosso nome. Querem acabar com o anominato na comunicação em rede.

    Querem impedir que existam redes abertas, como aquela que existe em vários cafés em São Paulo, onde vc se conecta a Internet sem ter que mostrar documentos, escrever seu endereço e o nome de seus pais.

    Talvez tenham se inspirado nos governos autoritários, nas ditaduras que exigiam que o cidadão preenchesse uma ficha policial para adquirir uma máquina de escrever. Talvez sejam mais modernos e, na verdade, estejam copiando as práticas de identificação para o uso na Internet na China.

    CADASTRO BUROCRÁTICO NÃO CONTÉM CRESCIMENTO DE CRIMES DIGITAIS

    O número de incidentes de segurança reportadas ao Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança, CERT.br , cresce quanto mais atividades econômicas, sociais e culturais vão migrando para as redes.

    As leis estaduais, tais como a existente em São Paulo, que exigem cadastramento de usuários de Lan Houses, não aparentam ter o menor efeito no crescimento dos incidentes. Crackers não vão realizar ataques de Lan Houses. Podem escravizar máquinas windows sem que os seus donos saibam. Podem usar “embaralhadores de IPs” e se apoderarem de máquinas zumbis no exterior para realizarem invasões no país.

    Veja os incidentes reportados em 2005:
    total de incidentes 68.000
    fraudes 27.292
    worm 17.332

    Este número cresceu, em 2008, a despeito dos controles de Lan Houses e telecentros:
    total de incidentes 222.528
    fraudes 140.067
    worm 32.960

    Observe que boa parte dos ataques têm origem no exterior.

    Origem dos ataques (2005):
    US 37.89%
    Brasil 21.17%
    Espanha 8.01%
    China 6.19%

    Origem dos ataques (2008):
    Brasil 68.43%
    US 8.27%2005
    China 7.36%
    Russia 1.42%

    Várias medidas são necesárias para conter o crime e nenhuma delas exige a transformação dos cidadãos em suspeitos até que se prove o contrário. Nenhuma delas passa pela destruição da liberdade de navegação sem intrusão ou exige que os provedores sejam transformados em violadores da privacidade dos usuários e vigias privados.

    Precisamos de uma polícia tecnologicamente preparada, de campanhas educativas sobre como são cometidas as fraudes (crimes de estelionato), de reduzir o uso de sistemas operacionais que auto-executam arquivos não solicitados, entre outras medidas.

    Antes de mais nada, temos que ter uma LEI DOS DIREITOS DOS CIDADÃOS NAS REDES DIGITAIS. Tenho ou não o direito a privacidade? Tenho ou não o direito a navegação sem que corporações registrem meus movimentos na rede? Tenho ou não o direito a me expressar livremente na rede? Tenho ou não o direito ao uso justo da cópia de arquivos cerceados pelo copyright?
    A violação desta LEI DE CIDADANIA DIGITAL é que deve embasar a lei criminal. Devemos considerar crime a violação desses direitos.

    AZEREDO CAPTUROU O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA?

    Está havendo uma confusão estranha. Algumas pessoas estão dizendo que existe uma lei do Ministério da Justiça de crimes da Internet. O que existe é apenas e tão somente o Substitutivo do Senador Azeredo que está para votar na Câmara Federal. O Ministério está sendo pressionado pelo Senador Azeredo e por seus aliados na Polícia Federal para que apóie esse Substitutivo. Alguns segmentos dentro do Ministério aproveitaram o cenário para apresentar uma proposta de solução para o impasse que em muitos pontos é bem pior do que o Substitutivo do Azeredo.
    O deputado do PSDB, Julio Semeghini, relator do projeto do Senador Azeredo na Comissão de Ciência e Tecnologia, também está sendo pressionado a apoiar a proposta do ex-presidente de seu partido. Semeghini quer um acordo com o Ministério da Justiça que permita retirar os abusos do projeto Azeredo, mediante um compromisso do MJ apresentar um projeto que possa ser eficaz no que ele considera combate aos crimes digitais. A sociedade civil precisa

    O QUE IMPEDIU A VOTAÇÃO DO SUBSTITUTIVO AZEREDO ATÉ AGORA?

    Por que o projeto de crimes da Internet não foi votado na Câmara após sua aprovação no Senado em Julho do ano passado?

    Pela pressão da sociedade civil. Somente a petição online lançada por André Lemos, João caribé e eu atingiu mais de 140 mil assinaturas. Além disso, os deputados Walter Pinheiro e Paulo Teixeira conseguiram retirar o projeto da possibilidade de ir ao plenário quando conseguiram aprovar a convocação de uma audiência pública. O projeto só poderia ser votado após a audiência que ocorreu no final de novembro e permitiu que o projeto Substitutivo fosse desmascarado.

    É PRECISO AUMENTAR A MOBLIZAÇÃO CONTRA O VIGILANTISMO NA REDE
    CONTRA O PROJETO DO SENADOR AZEREDO

    Fonte: Trezentos

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    28/03/2009 -  11:47     

    Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

    Julio Severo

    A verdade precisa ser mostrada, para que a população saiba o que está acontecendo. Contudo, no Brasil as grandes redes de televisão se recusam terminantemente a defender a verdade, sonegando importantes informações sobre as corrupções morais, financeiras e éticas do governo mais corrupto da história do Brasil.

    Por coincidência, esse governo é socialista.

    Sobre os meios de comunicação o governo Lula exerce uma “censura” gentil e atraente: quando uma rede de TV é boazinha, as empresas estatais são boazinhas com ela, fazendo investimentos milionários em programas de TV. É bem fácil assim manter sob controle as “independentes” televisões do Brasil.

    Entretanto, quando esse método de persuasão não funciona, o jeito é usar a velha censura, com os pretextos mais “elegantes”.

    O fato é que o governo Lula está preocupadíssimo que os brasileiros tenham acesso na Internet a informações que eles nunca vêem nas redes de televisão “independentes”. Para acalmar o governo Lula, o Ministério da [in]Justiça quer impor algumas restrições “democráticas” na Internet, com as desculpas mais variadas, especialmente o combate à pedofilia.

    A informação abaixo foi adaptada do site esquerdista CongressoEmFoco:

    Se depender da vontade do governo Lula, a lei de crimes da internet será muito restritiva. Projeto do Ministério da Justiça (MJ) quer que os provedores de acesso mantenham por três anos todos os dados de tráfego de seus usuários. Ou seja: que hora se conectou à internet, em que sites entrou e quanto tempo ficou.

    A medida do MJ teve influência da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que tem ligações com a nefasta e infame polícia cubana de espionagem e repressão. Além de todos os dados de tráfego, o MJ quer que os provedores sejam obrigados a registrar o nome completo, filiação e número de registro de pessoa física ou jurídica. 

    A medida estabelece que os provedores de acesso serão obrigados a coletar, armazenar e “disponibilizar dados informáticos para fins de investigação criminal ou instrução processual penal”. Prevê também que, após o pedido do MP ou da polícia, os dados de navegação sejam entregues imediatamente mediante ordem judicial.

    O socialismo detesta a liberdade dos cidadãos do jeito que o diabo tem medo da Cruz.

    O bom senso adverte: O socialismo faz mal para a liberdade de expressão.

    Fonte: www.juliosevero.com

    Para entender as estratégias do governo para impor controle e censura na Internet,clique aqui.

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    28/02/2009 -  16:11     

    Internetês muda hábitos de escrita e comunicação

    Desde meados dos anos 90, muita coisa mudou nos hábitos de escrita e comunicação no mundo todo com a popularização da Internet, surgindo o “Internetês” que é uma forma de expressão grafolinguística que explodiu principalmente entre adolescentes que passam horas na frente do computador no Orkut, chats, blogs e comunicadores instantâneos em busca de interação – e de forma dinâmica.

    No Brasil, cerca de 15 bilhões de usuários troca 500 milhões de mensagens por dia por meio do Messenger (MSN) – programa da Microsoft. A linguagem da comunicação on-line, o internetês, rompeu os limites a que estava restrito, invadindo a TV e até a escola. O uso constante de computadores influencia a relação dos alunos com a escola e, em particular, a língua. De acordo com a professora e tutora do Portal Educação, Juliana Daher Sabatin, a linguagem da internet é, de fato, algo bastante moderno para muitos profissionais da educação. “Nós, professores de língua materna, precisamos buscar alternativas eficientes que consigam suprir as necessidades emergentes da tecnologia. Não se pode recriminar ao extremo, nem tampouco, liberar geral”, afirma Juliana. 

    Hoje, mais do que nunca, deve-se se prender mais ao ensino das variantes lingüísticas, ou seja, demonstrar ao aluno que não existe o certo ou o errado, o que existe é o uso adequado ou inadequado a certas situações. “Quando ele escreve no MSN ‘axo’ ele está empregando uma variante permitida àquele contexto, diferente de empregar ‘pq’, ‘vc’, entre outros exemplos, num momento de escrita culta, formal, como uma avaliação ou trabalho escolar”, ressalta a tutora do Portal Educação.

    O contato com a Internet, com o objetivismo, pode até deixar os jovens à mercê da leitura de livros, revistas entre outros, porém, para o especialista em Educação a Distância e tutor do Portal Educação, Enderson Lara, “o maior problema da pesquisa na internet não é o imediatismo a que o aluno tem acesso, certamente, o maior problema é a falta de orientação”, declara o especialista e ainda afirma que “existe na internet uma gama de revistas científicas conceituadas, jornais com versão on-line, artigos de autores de destaque e até livros divulgados para leitura na íntegra”.

    Para o tutor, os alunos são muitas vezes “taxados” como plagiadores (Ctrl C e Ctrl V), mas os educadores não orientam os estudantes a leituras direcionadas. “O banco de dados existente na internet é de uma riqueza sem tamanho, e eu não vejo essa riqueza como concorrente dos livros e revistas impressas e, sim, como complemento da leitura e mais, esse banco de dados poderia se tornar um aliado da educação, o que falta é o conhecimento dessas informações pelos professores, para que os mesmos possam orientar seus alunos no momento de fazerem suas pesquisas”, complementa.

    O aluno instigado e motivado à pesquisa, ao debate e ao estudo, certamente produz e traz resultados. Diferentemente ocorre quando o professor leva o aluno à sala de tecnologia e produz uma aula muito inferior aos conhecimentos daquele aluno, ou não tem domínio das ferramentas tecnológicas, ou pior ainda, não planeja aula nenhuma, deixa correr “solto”. Juliana Sabatin diz que “a não adaptação dos professores às novas formas de ensino e a intolerância ao vocabulário da internet, só faz a retardar os avanços tecnológicos na educação”, conclui a tutora.

    Fonte: Pantanal News

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    28/01/2009 -  12:24     

    Quanto tempo você passa conectado ?

     Todo mundo já brincou com algum colega chamando-o de viciado em internet, ou no mínimo foi vítima de tal brincadeira. Mas nem todo mundo atenta para o fato de que de repente pode haver um fundo de verdade nessa brincadeira toda. Você mesmo já se perguntou se a internet lhe traz algum problema? Lembre-se que o primeiro sintoma de um viciado é negar seu vício. Mesmo que não esteja em dúvida, veja se você se encaixa em qualquer um destes sintomas:

    1) Conecta-se todo santo dia sem exceção. 
    2) Perde a noção de tempo após estar conectado.  
    3) Cada vez mais deixa de sair com os amigos.  
    4) Gasta cada vez menos tempo ao almoçar, e come até em frente ao monitor. 
    5) Nega passar muito tempo logado.  
    6) Pessoas reclamam do excesso de horas que você passa diante do monitor.  
    7) Confere a sua caixa postal várias vezes por dia.  
    8) Você acha que faz os melhores websites e fica nervoso por dar logo a URL de seu último trabalho.  
    9) Navega pela internet, mesmo tendo outras tarefas no trabalho.  
    10) Conecta-se rapidinho ao ver-se sozinho em casa, com uma certa sensação de alívio.

     

    Fonte: http://diginetbr.tripod.com/servicos/bonus/viciado.htm

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    13/11/2008 -  08:38     

    Entrevista: A internet e suas implicações sociais

    Na noite de ontem, no canal 21, aconteceu o programa Hora Brasil. O tema debatido foi a Internet, suas utilizações e implicações sociais.

    O entrevistador, Pr Ronaldo Didini, tinha como convidados o consultor Volney Faustini, o editor Whaner Endo, o jornalista Sérgio Pavarini e o Pr Silas Malafaia.
    Desde que tomei conhecimento das idéias dos três primeiros a respeito da mediocridade reinante no meio do povo cristão, eu discordava de muitos aspectos e ainda discordo de alguns. Achava eu que havia certa generalização, pondo-nos a todos, principalmente pastores, no mesmo saco. Mas assistindo o programa de ontem deu para concluir que, se não estamos todos no mesmo saco, esse saco está grande demais.
    Apesar de, no meu entendimento, o saldo ter sido positivo, o programa poderia abordar questões mais pertinentes ao assunto. O Volney Faustini ainda consegiu falar um pouco e de forma cuidadosa e equilibrada sobre a necessidade de diálogo entre pais e filhos e de uma boa estrutura familiar para evitar o mau uso da Internet.
    Parece que o clima, que estava armado, para detonar a Internet, dilui-se. Com o que se estava querendo provar acabaríamos culpando Deus por ter colocado o provedor do conhecimento do bem e do mal no jardim do Éden, responsabilizando-o pelo pecado.
    Whaner Endo não foi nem de longe explorado no que sabia e foi limitado a falar um pouco de dispositivos de operação da Internet.
    O pastor Silas Malafaia foi o que mais falou mantendo a tônica evangélica e pela entonação tem “cacoete de púlpito”. 
    Sérgio Pavarini, também pouco falou mas foi categórico e conciso, aproveitando bem as oportunidades.
    Os participantes via e-mail foram na sua maioria, com exceções, bem pouco objetivos e relevantes. Pela natureza das perguntas e opiniões fiquei pensando, em dado momento do programa, que ali poderia virar uma sessão de aconselhamento pastoral.
    Mas o grande destaque e estrela do programa foi o entrevistador. Ele matou grande parte do tempo do programa falando muito, respondendo ele mesmo as questões que deveriam ser dirigidas aos convidados. Acho que o entrevistador sofre de problemas de auto afirmação. Falou muito de si mesmo e entrevistou a si mesmo. Síndrome de Jô Soares.
    Numa de suas falas, Sérgio Pavarini expressou com muita clareza, que a Internet está proporcionando uma democratização da voz, possibilitando questionamentos e levando os detentores do monopólio da comunicação (expressão minha) a pensar e evoluir, pois ninguém mais engole qualquer coisa.
    Com toda a certeza os comunicadores há muito estabelecidos têm resistido às novas vozes questionadoras da Internet. Estão percebendo que estão prestes a perder o poder da última palavra. Há mais gente que pensa e eles sentem-se intelectualmente ameaçados. Nessa democratização da voz todos têm direito de opinar e de ter a sua opinião, pelo menos, respeitada. É uma faca de dois gumes: “Quem diz o que quer ouve o que não quer”.
    Já tenho sentido na pele o preço por manifestar o que penso. O povo ainda não sabe lidar com opiniões contrárias. Acaba levando para o lado pessoal e aí surgem as ofensas. Mas se alguém quiser me xingar, fique à vontade, pois ninguém pode me rebaixar mais do que a própria cruz já me rebaixou.
    Só não posso dizer que sou o pior dos pecadores pois não estou buscando troféu…nem de pecador- mor. Os rankings, tanto positivos como negativos, são evidência de vaidade.
    Apesar da minha visão do programa ter tantos aspectos negativos foi um bom começo. Temos um longo caminho a percorrer.
    Pr Julio Soder
    Enviado por:  escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria: Sem categoria
    Tags relacionadas:  Entrevista, internet
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