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14/07/2009 -  22:27     

GERAÇÃO de “Ofendidos”

*Isaias Medeiros

Vivemos numa sociedade de pessoas “ofendidas”. O negro, por exemplo, que nunca soube que ser chamado de tal forma fosse ofensivo, aprendeu a se ofender com o nome que sempre designou a sua etnia (não raça, pois raça existe somente uma, a humana, da qual todos igualmente fazemos parte). Dessa forma, o negro agora não quer ser chamado de “negro”, pois alguns brancos lhe disseram que este termo é pejorativo, que significa algo ruim, inferior, e ele acreditou. Assim sendo, não existem mais os “negros”, e sim os “afro-descendentes”. O irônico (para não dizer perverso) é que este nome é bem mais “branco” do que qualquer outra coisa. É uma terminologia muito mais familiar ao mundo acadêmico (majoritariamente branco e elitista), do que à realidade daqueles que ela própria designa. Eu nunca vou ouvir um morador de alguma periferia (onde reside a maior parte dos negros) dizer com naturalidade que é um “afro-descendente”, ou mesmo que mora numa “área em situação de risco social” (só mesmo em propaganda política do PT). Quem fala bobagens deste tipo normalmente é funcionário público, pertence à classe média, e só lembra-se dos companheiros proletários “menos favorecidos” (os antigos “pobres”) na época das eleições.

Estas são expressões típicas das esquerdas, criadas pela moderna “elite intelectual” stalinista, e elegantemente mugidas pelos seus subalternos. Os conhecidos criadores de casos, ratos de diretórios acadêmicos e fãs de pós-graduações, chegaram à brilhante conclusão que é mais vantajoso para eles lutar para “resolverem” problemas que não existem, do que tentar melhorar as situações reais, que objetivamente necessitem de mudanças. A estratégia é a seguinte: Elege-se um “grupo em situação de risco social”; elencam-se “discriminações”, “preconceitos” e outras “ofensas” que esse grupo nunca tomou conhecimento que sofria, e então se inicia um agressivo trabalho de “vitimização” dos seus integrantes, até que estes acreditem que realmente haviam sido injustiçados, “postos à margem da sociedade”, “excluídos do sistema” e outras asneiras parecidas com essas.

A esquerda, além de até hoje não ter resolvido nenhum dos nossos problemas, ainda gasta o nosso dinheiro para gerar e promover novos distúrbios sociais. E nem estes ela consegue solucionar. Mas, isto não é de causar estranheza. Os revolucionários nunca apontam soluções ou as põem em prática, mesmo quando podem.

O que eles querem é: 1º – fragmentar a sociedade em grandes “minorias”, assim as pessoas perdem a noção de sociedade como um todo e pensam que aqueles que supostamente as defendem irão fazê-lo especialmente ainda mais, caso estejam ou permaneçam no poder; 2º – colocar cada um desses fragmentos em alvoroço, num estado permanente de insatisfação, impulsionado por uma sensação artificialmente criada de estar sendo violado em seus direitos fundamentais o tempo todo; 3º – chegar ao poder; 4º – tomar o poder. O PT ainda não conseguiu tudo o que quer. É por isso que ele continua a fomentar a histeria coletiva de várias “minorias discriminadas”: os homossexuais, as mulheres, os “afro-descendentes”, os abortistas, os adoradores do diabo etc.

Aproveitando o ensejo, eu também quero reivindicar publicamente a minha condição de “ofendido”. Como cristão que sou, venho me sentindo ameaçado em minha diversidade religiosa. Faço parte de uma comunidade em situação de risco social, que vêm sendo constantemente discriminada pelo movimento gay e pela grande mídia, que ameaçam censurar o meu livro de fé em todos os trechos que lhes convém. Em face disto, exijo a implementação de políticas públicas que assegurem a nossa liberdade de consciência e de culto judaico-cristão. Nossa pluralidade cultural (pois temos irmãos em praticamente todos os países e, portanto, representantes de inúmeras culturas) não está sendo valorizada enquanto manifestação multifacetada que reflete uma organização social composta por atores sociais ricos em diversidade de dons e participantes de uma graça multiforme. Também desejo expressar a minha indignação contra o preconceito que os evangélicos sofrem, ao serem rotulados de ignorantes por pessoas que nunca puseram os pés em uma igreja evangélica e, evidentemente, baseiam-se em idéias pré-concebidas sobre os crentes para formularem suas opiniões a respeito dos mesmos.

Para finalizar, como integrante de uma “maioria duramente discriminada”, a das pessoas que não são perfeitas, mas tentam ao menos ser decentes, passo a expor a seguir, sete coisas que me ofendem profundamente:

1. O Brasil possuir um Presidente da República “altamente inflamável”, “ligeiramente analfabeto”, “quase corrupto” e que ainda defende o homossexualismo como “direito humano inalienável” na ONU;

2. Nós termos um Ministro de Estado(Carlos Minc)que participa da mui digna “Marcha da Maconha” e depois disso pensa que tem “um teco” de moral para criticar os evangélicos;

3. Num país de maioria cristã, um ministro do candomblé ter sido nomeado Ministro de Estado (adivinha de qual Gilberto Gil eu estou falando);

4. O Terrorismo de Estado que vem sendo praticado pelo governo do PT, através do programa “Brasil sem homofobia”, usado para perseguir politicamente e criminalizar toda e qualquer manifestação contrária ao movimento gay e ao homossexualismo, desrespeitando assim os valores cristãos, a família e os direitos constitucionais da esmagadora maioria dos cidadãos brasileiros, que não concordam com o modo de vida gay (segundo pesquisas recentes deste mesmo governo);

5. Um indivíduo que declarou publicamente ter tido mais de 500 “parceiros sexuais”, e que é acusado de cometer o crime de apologia à pedofilia, o “Professor-Doutor” Luiz Mott, “Decano-do-Movimento-Gay-no-Brasil”, como ele mesmo gosta se intitular, receber a mais elevada condecoração do Ministério da Cultura, a “Medalha de Comendador da Ordem do Mérito Cultural”, sem aparentes justificativas;

6. Certas religiões “afro-brasileiras” que fazem trabalhos para destruir a vida financeira, familiar e espiritual das pessoas; que sacrificam e estupram crianças em rituais de magia negra; que possuem entidades espirituais que só “incorporam” em indivíduos gays, deixando clara a relação entre o homossexualismo e essas crenças (“quimbanda” significa também “homem efeminado”);

7. A absoluta falta de respeito dos nossos governantes pelos valores cristãos da imensa maioria do povo brasileiro, que têm a Bíblia como livro sagrado e norma de conduta moral e espiritual. Pesquisas recentes mostram que 99% dos brasileiros não consideram normal o homossexualismo, 92% crêem que Deus criou o homem e a mulher com sexos diferentes para que tenham filhos e 66% o consideram um pecado contra Deus. **Mas, ao invés de o governo respeitar a liberdade de consciência destas pessoas, ele as rotula preconceituosamente de “preconceituosas” e criminosamente de “homofóbicas”, pois imputa a elas um “crime” que sequer existe.

Irmãos cristãos, não votem em esquerdistas nas próximas eleições. Nós somos maioria.

Nenhum assassino de crianças (abortista), anti-família, ou anticristão chegará ao poder se nós não permitirmos.
Basta você colocar a sua fé em Jesus e seus valores morais acima de qualquer simpatia pessoal por algum candidato ou mesmo por uma ideologia política.

Lembre-se: VOCÊ NÃO PODE SERVIR A DOIS SENHORES. É a Palavra de Deus quem diz (Mateus 6:24).

Decida-se!

*Escritor de blogs e ofendido.

**Isto se configura, inclusive, como um atentado ao Estado Democrático de Direito, pois viola os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros (Art. 5º, inciso VI da CF), sendo esta conduta agravada pelo fato de o Estado ameaçar puni-los pela prática de suposto fato típico e antijurídico (crime) não previsto pela lei (“homofobia”), ao arrepio do Código Penal Brasileiro, que declara em seu art. 1º que não há crime sem lei anterior que o defina. Além disso, de acordo com o art. 4º da Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-lei nº 4.657, de 4/7/1942), “quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais do Direito”. Para isso, ele lançará mão do recurso da analogia, dos costumes jurídicos e do conjunto de pressupostos consagrados que inspiram a legislação. Um desses princípios afirma que “quem exerce seu próprio direito não prejudica ninguém”. Como pode então o mero exercício da liberdade de consciência, que é direito fundamental de cada brasileiro, previsto na CF do Brasil, prejudicar a outrem, ameaçando-lhe direito? Só mesmo na fantástica República das Bananas, que é dirigida por uma lula com cabeça de camarão.

Referências:

COTRIM, Vieira Gilberto. Direito e Legislação Introdução ao Direito. São Paulo – SP. Editora Saraiva. 21ª edição – 2000. 3ª tiragem – 2001. p. 79, 80, 93.
 http://juliosevero.blogspot.com/2009/06/…
 http://juliosevero.blogspot.com/2009/05/…
 http://www.historia.uff.br/cantareira/ed…
 Fonte: O Cristão Revoltado

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24/06/2009 -  09:25     

Revendo a masculinidade

masculo0

O que nos falta é uma imagem bíblica de masculinidade redimida que atrai, inspira e fortalece uma masculinidade frutífera. O lugar para começar é Jesus, mas mesmo aqui precisamos remover algumas confusões. Muitos aspectos da Sua personalidade são substituidos na percepção popular por suas qualidades mais “seguras” e “simpáticas”.

Homens pagãos na minha cidade ficam surpresos ao descobrir que Jesus passou muito tempo ignorando protocolos, defendendo os fracos, chocando multidões com as suas palavras, envergonhando hipócritas, falando a verdade “nua e crua” a políticos, dando apelidos aos seus melhores amigos (incluindo “satanás” em uma ocasião) e se irando muito!

Aqui eu estou apenas desdobrando a idéia de masculinidade lançada nas páginas iniciais da Bíblia. Adão, desde o primeiro dia, foi chamado para uma vida de trabalho, responsabilidade e, quando necessário, conflito (Gen. 2:16-17). Na verdade, foi a sua passividade com a serpente que o levou à sua queda.

O fato é que homens são os principais – não exclusivos – criadores de cultura.
Estatísticas provam que se um homem se converte a Cristo, sua esposa e filhos são muito mais propensos a seguir Jesus do que se a mulher se converte primeiro. Claro que queremos ver mulheres e crianças salvos, mas estou dizendo que nós também vamos alcançá-los se focarmos nos homens da casa.

As três vocações principais de formador de cultura, lider e guerreiro, apesar de não serem exclusivas aos homens, certamente são priorizadas a eles. E é a Bíblia e a cosmovisão que ela ensina que nos dá essa identidade digna e inspiradora para homens – uma identidade que só é alcançada em virtude da criação à imagem e semelhança de Deus e da redenção em Cristo pela graça. Homens vão trabalhar em, liderar e lutar por qualquer objetivo da Igreja. E é somente através do evangelho que pregamos que essas características podem ser utilizadas corretamente.

Então, como que essa visão de mundo com tantas recompensas para a masculinidade consegiu alienar tantos homens nesses dias? Onde foi que erramos? Eu sou tentado a sugerir (e eu devo ser menos tentado e mais corajoso) que nós criamos ambientes eclesiásticos que são afeminados, muitas vezes desencorajando muitos homens.

Joel Virgo - TheResurgence.com

Fonte: Solomon

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13/02/2009 -  12:13     

Ratzinger é um “Papa politicamente desastrado” – Leonardo Boff

O teólogo brasileiro Leonardo Boff, ex-colega de Joseph Ratzinger, classifica Bento XVI como um Papa “politicamente desastrado” e um “pastor medíocre” pela forma como geriu as declarações de bispos católicos sobre o Holocausto.
“Este Papa é politicamente desastrado. Irritou todas as Igrejas saídas da Reforma negando-lhes o título de Igrejas. Entrou em conflito com os muçulmanos, e agora com os judeus e todo o povo alemão, a ponto de a primeira ministra Merkel ter que intervir junto ao Vaticano. Na verdade, ele pode ser um bom professor, mas é um pastor medíocre que não sabe suscitar direcção à Igreja e ânimo nos fiéis”, refere Leonord Boff em entrevista escrita à Agência Lusa.
O fundador da Teologia da Libertação no Brasil, corrente de pensamento que envolve teologias cristãs de países do Terceiro Mundo, interpreta a suspensão da excomunhão dos quatro bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, entre eles o inglês Richard Williamson, como um acto conservador de Ratzinger.
O bispo negacionista Richard Williamson integra um grupo de prelados que contesta o Concílio Vaticano II e as propostas de reconciliação entre católicos e judeus e, recentemente, em entrevista a uma televisão sueca, negou a existência do Holocausto durante a II Guerra Mundial.
Segundo Boff, “Bento XVI sempre olhou com simpatia o grupo de Lefebvre [Marcel, fundador da Irmandade em 1970], pois se move na mesma onda conservadora” e refere que “tais bispos são seus aliados naturais. Quando se apresentou a oportunidade, logo os indulgentou da excomunhão. 
Leonardo Boff coloca em questão a escolha de Ratzinger para Papa: “Até hoje é um mistério, pois é uma figura de desunião, de polémica, quando a função de Papa é manter unido o corpo eclesial e animar a fé e a esperança dos cristãos. Ele faria bem a todos se aplicasse para si as leis canónicas, segundo as quais um bispo ou cardeal que ultrapassou 80 anos solicitasse afastamento voluntário de sua função”.
Boff, de 71 anos, chegou a partilhar o mesmo pensamento teológico de Ratzinger, contudo, devido às suas teorias da Teologia da Libertação, em 1984, foi submetido a um processo pela Sagrada Congregação para a Defesa da Fé, ex-Santo Ofício, no Vaticano, tendo sido afastado de todas as suas funções de magistério no campo religioso. 
“Houve uma época em que apreciei muito a sua teologia, mas depois que foi feito cardeal e presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, [Ratzinger] mostrou suas raízes bávaras, de um cristianismo rústico e muito tradicional”, afirma, referindo que o actual Papa foi seu inquisidor em 1984.
Nesta altura, refere Leonardo Loff, o Papa “puniu mais de 150 teólogos e cerceou a liberdade de pensamento na Igreja” e acrescenta que Ratzinger “vive cercado pelos grupos mais bajuladores que existem na Igreja, movimentos extremamente conservadores, tristes como se fossem ao próprio inteiro, mas cheios de dinheiro e de capacidade de manipulação do poder sagrado no interesse da mera manutenção institucional da Igreja e não de sua missão evangélica de serviço ao mundo, especialmente aos pobre e sofredores”.
Segundo Boff, a hierarquia central da Igreja está “vastamente desmoralizada”, pois sustenta teses “sem sentido de humanidade e de misericórdia” e citou posições que o Vaticano assumiu contra homossexuais, contraceptivos e relação ecuménica.
Defensor da causa dos Direitos Humanos, durante 22 anos, Boff leccionou Teologia e Espiritualidade em vários centros de estudos e universidades no Brasil e no exterior, além de professor-visitante nas universidades de Lisboa, Salamanca, Harvard, Basileia e Heidelberg.

Fonte: Noticias Cristãs

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02/12/2008 -  08:25     

Nada como uma boa perseguição

Toda crise, adversidade, tribulação e perseguição fazem muito bem a igreja. Essas coisas a despertam, fortalecem, purificam e a tornam dependente de Deus de fato.

Desde o Velho Testamento a história vem se repetindo. Toda vez que o povo de Deus era agraciado com paz com seus inimigos, prosperidade material e abundância, seu nível espiritual caía; dava lugar a idolatria e esquecia-se do seu Deus. Deus era obrigado a discipliná-los, levantando-lhes um inimigo ou tolhendo-lhes a colheita, para que se voltassem novamente para Ele e não se afundassem em seu pecado e se destruíssem. A prosperidade espiritual era infinitamente maior do que qualquer bênção material que eles pudessem ter.
O homem não sabe lidar com as bênçãos que Deus lhe dá. As facilidades e abundância de bens afetam sua natureza orgulhosa e tendem a levá-lo a substituir a dependência de Deus pela sensação de poder que as riquezas lhe dão. Elas lhe dão a ilusão de serem a provisão necessária para se auto-governar, assim como a provisão do conhecimento foi com Adão e a herança para o filho pródigo.
Com a igreja o princípio tem sido o mesmo. Quando os cristãos eram jogados aos leões na arena, em Roma, os crentes se multiplicavam como ratos pelos becos e guetos, confirmando o princípio enunciado por seu fundador: “Se o grão de trigo, caindo em terra, não morrer, fica só, mas se morrer produz muito fruto”. Ela crescia não só numericamente mas em qualidade espiritual, em abnegação e renúncia, preferindo morrer a ser “politicamente correta”. As conversões eram genuínas pois elas significavam, no mínimo, angariar a antipatia social. A igreja foi criada para ser diferente, informal, clandestina, revolucionária, nunca plenamente aceita por este mundo. Novamente a queda da igreja se estabeleceu quando as facilidades chegaram. O imperador Constantino tirou a igreja e o cristianismo da clandestinidade e obrigou a todos a aceitarem. Agora tínhamos verbas oficiais, poder político e liberdade. Foi a pior fase da história da igreja, conhecida como “a idade das trevas”.
Depois dos altos e baixos da história, vemos hoje uma igreja irreconhecível quando analisada sob o propósito que o seu fundador a criou. A liberdade, sua pregação antropocêntrica, seu apêgo à prosperidade material e ao poder político e seu mundanismo levou-a a tal corrupção que ela não é mais relevante no mundo, pelo contrário, é escandalosamente hipócrita. Por isso o seu dono terá que peneirá-la, limpá-la e purificá-la com a crise culminando na perseguição.
A crise financeira abalará o mercado evangélico levando os “adoradores” a adorar de fato e ao vivo, pois a lucratividade da venda de CDs não será mais interessante. As “pseudo-conversões” de “artistas” para “brilhar” no nosso meio ficará mais rara e serão genuínas.
A perseguição começará de forma velada e tornar-se-á legitimada pela força da lei, impedindo a manifestação e pregação contra o pecado e suas formas sob a alegação de preconceito. Isto nos levará a parar de apenas pregar e nos fará voltar a viver o cristianismo.
As reuniões públicas em templos, pela fiscalização dos opositores da “gaystapo”, deixará de ser conveniente nos levando a voltar a congregar nas casas, fortalecendo a comunhão e o partir do pão. Também sobrará mais dinheiro para assistência e missões pelo que deixará de ser gasto com a parafernália eletrônica do “louvor” e com a suntuosidade dos templos.
Quem pensa que a perseguição é um delírio de minha parte está vendo só o aqui e agora. Eu seria ingênuo se esperasse a aceitação da maioria. Além do mais não é necessário nenhuma revelação profética especial pois a Escritura mostra isso. Se você achar que Deus nos obriga a estar com Ele pelo domínio dos bens, eu digo que ainda é o último recurso que Ele tem e a única linguagem que a nossa natureza entende. Sem Ele nós nos destruiríamos. É isto que está acontecendo e irá acontecer fatalmente com a humanidade, pois ela é incompetente para se auto-governar. “We can” se Ele estiver mandando. Sem Ele é presunção e derrota.
Ser cristão será perigoso, mas um sentimento de clandestinidade, fé, cumplicidade e amor nos aproximarão. A insegurança e a brevidade desta vida trarão temor e dependência dEle aos nossos corações e nos levará a estar sempre atentos, aguardando com desusada expectativa a Sua vinda.
No livro de Atos há uma passagem que bem poderia ser descrita assim:
Alguns irmãos reunidos exultavam de alegria quando um irmão ainda desinformado chegou perguntando: – Que houve, irmãos, por que tanta festa? Conta a bênção!
- No…maior bênção irmão, tu nem imagina, maior honra! Glória a Deus!
- Conta, logo, tá me deixando curioso!
- Aleluia!!! Esta noite nós fomos presos e chicoteados por causa do nome do Senhor Jesus. Aleluuuuia!!! (coisa de louco, não?) At 5:40,41.
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