O TrOgLoDiTA

Divagações…

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12/08/2009 -  08:19     

CRIME DE HOMOFOBIA: o Estado sou eu

Ivaldo Lemos Júnior
Promotor de Justiça do MPDFT

Em direito penal, existem crimes cuja ação é movida pelo Ministério Público, ou seja, pelo promotor de Justiça, e outros, pela própria vítima, por seu advogado. Há ainda a ação pública condicionada, que é feita pelo promotor, após provocação explícita da vítima. Nesse último caso, não há obrigação de se mover o processo só porque a vítima assim o deseja. É possível que o promotor entenda que não houve crime e então o caso é arquivado.

O crime de homofobia, ou de “preconceito contra orientação sexual”, está para ser aprovado pelo Congresso Nacional, e o será, se não agora, daqui a um ano, ou dois, ou dez. Há clima suficiente para isso; seus defensores são militantes articulados e seus opositores são desorganizados e tidos como reacionários. Pois a homofobia será um crime único, cuja ação será de iniciativa pública, mas o seu conteúdo, privado. O promotor não precisará fazer nenhum esforço diante de casos concretos para saber se há indícios bastantes do ato delituoso, o que muitas vezes é uma decisão bem difícil; bastará que os grupos homossexuais lhe digam que o crime está caracterizado, e dessa conclusão não se ousará divergir. Quem ditará a política criminal não será o Estado e suas instituições, mas os movimentos gays, que representarei aqui na figura do Professor Luiz Mott, decano no assunto e mentor e principal articulador do Projeto 122/2006, que trata da Lei Anti-Homofobia.

Por exemplo, o Prof. Mott diz: “eu fui casado cinco anos, tenho duas filhas e sou bichona”. Se você usar esse mesmo linguajar, e afirmar que ele próprio ou qualquer outro gay é “bichona”, “bicha” ou “bichinha”, você provavelmente será processado e condenado por crime de homofobia. Não é mais o criminoso quem comete o crime. É a vítima que o comete por ele, e o define. O dolo, que sempre se exigiu como algo presente na conduta do agente criminoso, agora não está mais aí. O dolo passa a prerrogativa da vítima, e é na cabeça desta que pode ser localizado. Mas, bem entendido, só da vítima gay. O Prof. Mott pode perfeitamente escrever um artigo, como de fato o fez, defendendo a tese de que N. S. Jesus Cristo era sodomita – por mais absurdo que isso seja, e a despeito da ofensa que isso possa causar a numerosos cristãos, o que é irrelevante -, e isso deve ser visto como liberdade de expressão. Mas o sujeito que expressar a mínima repulsa ao erotismo das paradas gay, fizer uma piada qualquer ou manifestar desagrado à educação apologética ao homossexualismo que seus filhos forem obrigados a receber na escola, ou se contenta com tudo isso, calado, ou corre o enorme risco de ser processado e punido.

O que existirá não é propriamente uma delinqüência homofóbica, mas uma espécie de talão de cheques em branco para os homófilos, que estarão acima da lei; aliás, legislarão em situações concretas, ou até encarnarão a lei, de cujo comando deterão o monopólio. A única luz no fim do túnel será o conflito entre os próprios grupos gays, oportunidade em que o réu poderá ser absolvido, mas por dúvida quanto ao crime, não por inocência comprovada.

Para ser um pouco mais sincero, a homofilia está estreitamente relacionada com promiscuidade e pedofilia, e a minha fonte é o Prof. Mott ele mesmo, que confessa, orgulhoso, que “nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes”, o que dá uma média de quase um parceiro diferente por mês. E mais: “no fundo, todos nós, gays (e não gays) alimentamos em nossa imaginação um tipo ideal do homem que gostaríamos de amar e ter do lado. (…) No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um “homem” e sim um meninão.

Um “efebo” do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder. Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade, mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor”.

Portanto, cidadão brasileiro, se você não for muito entusiasta desse tipo de posição moral, aproveite para se indignar agora, pois amanhã o que te aguarda é o silêncio forçado ou o processo penal. Não duvide: as instâncias oficiais estão te esperando com banda de música.

Jornal de Brasília
Fonte: Site do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios
Publicado originalmente em 27/08/2007
Divulgação: O Cristão Revoltado!

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16/06/2009 -  16:53     

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer estatísticas

SOLANO PORTELA

Alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que, como afirmam os gays, “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais. Ocorre que o próprio movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

Em 14 de junho de 2009 São Paulo apresenta o que está sendo considerado como o maior evento da cidade, superando, mesmo, a anual corrida de Fórmula 1: A Parada do Orgulho Gay. A aferição de importância é feita não somente pelo número de pessoas trazidas à cidade, e conseqüente receita contabilizada pela rede de serviços, comércio e cofres públicos, mas também, como divulgou a Globo no Jornal Hoje de 13.06.2009, pela imensa infra-estrutura de organização, apoio e “segurança” – tudo pago, compulsoriamente, com a arrecadação do meu e do seu dinheiro, quer concordemos ou não com a prática.

Há muito estamos observando a imposição do estilo gay de vida sobre a sociedade, que cria não apenas uma classe de intocáveis e “não-criticáveis”, mas um segmento subsidiado, fomentado e imposto pela máquina governamental. A pressão se demonstra, como exemplo, pela legislação (Projeto de Lei 122/2006, que tramita no Senado Federal e que tem como relatora a Senadora Fátima Cleide) cujo nascimento se avizinha, tendo como parteiros os nossos legisladores; mas também pelo silenciar, quase compulsório, de qualquer oposição. Hoje em dia quase que não há voz que arrisque o seu pescoço político e se oponha às pressões heterofóbicas. Alguns, como o Deputado Henrique Afonso, são alvo de processo de expulsão do partido (PT), porque suas convicções pessoais falaram mais alto do que a ditadura do partido, que aprisiona a consciência dos seus membros em causas abortistas e heterofóbicas (veja: “Dinheiro Público Desviado para Causa Abortista“, neste site). A sociedade, narcotizada, vai sendo levada não apenas à deriva, mas navegando a um destino que resultará em sua própria extinção, pelo menos por falta de descendentes, a prevalecer a idéia de que podemos brincar impunemente com a estrutura básica biológica e metafísica dos seres humanos, implantada pelo Criador em suas criaturas.Como se não bastasse essa via governamental, que contraria gritantemente, o art. 5º, da nossa Constituição (”todos são iguais perante a lei…”), querem nos enganar com estatísticas falsas, não substanciadas, e com distorções de notícias procedentes do universo gay. Em 09 de dezembro de 2008 a Folha de São Paulo trouxe uma carta, no “Painel do Leitor” discutindo notícias recentes sobre assassinatos de homossexuais em uma praça de São Paulo, que eram investigados pela polícia. Nela, o missivista, o conhecido defensor da causa gay, recebedor de constante apoio governamental (deste e do governo anterior): Luiz Mott. Na carta, ele falava de um “genocídio de homossexuais” que estaria ocorrendo no Brasil. Obviamente, como cristãos e cidadãos ordeiros dessa nação brasileira, somos contra qualquer assassinato. Acreditamos até que a punição corrente para esses crimes seja por demais suave, no entanto, esse rótulo de “genocídio homossexual” é curioso, estranho e intrigante. A expressão não pode ser pacificamente aceita, sem análise maior.

Uma das estatísticas mais utilizadas é a de que “a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil”. Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado PL 122/2006, e a cobertura de inúmeras medidas supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, “tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos”, Mott compilou os seus dados através do método duvidoso e não científico de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de “estatísticas oficiais”. Segundo Mott, o Brasil atravessa um “homocausto”(trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!

Repetindo, repudio qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Mas sobre essas estatísticas e terminologia que está sendo utilizada pondero o seguinte:

1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão “genocídio” é curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos “atos bárbaros” da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”. Lemkim pegou a palavra grega “genos“, que significa “raça”, “tribo”, “grupo étnico”, unindo-a ao sufixo latino “cidium“, que significa “ato de matar”, “assassinato” – resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere aos assassinatos de homossexuais como sendo “genocídio homossexual“, está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com “raça”, “tribo”, “grupo étnico”). Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre “o direito de opção sexual”: ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar “genocídio”, contradizem-se em sua própria argumentação.

2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que, como afirmam os gays, “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais. Ocorre que o próprio movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

3. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não “dá mídia” nem impressiona tanto quanto as estatísticas do Mott.

4. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem – eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso dos assassinatos de homossexuais ocorridos no Parque dos Paturis, em Carapicuíba. Nenhum grupo gay deu importância ao fato de que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, era igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças).

A mídia esquece que os “ativos” são igualmente homossexuais; eles não são contabilizados nas estatísticas de violência da classe. E assim, com essas frases e “estatísticas” de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.

A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Além disso, as forças estatais alinham-se na imposição de uma onda heterofóbica, aceitando e promulgando estatísticas distorcidas, para substanciar ações e projetos que resultarão na destruição da frágil estrutura social, com um mínimo de ordem e decência – situação quase extinta em nossos dias.

*Solano Portela é teólogo, escritor e conferencista. - http://www.solanoportela.net

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17/04/2009 -  09:47     

UM VERMELHO-E-AZUL PARA DISSECAR UMA NOTÍCIA. OU COMO LER UMA FARSA ESTATÍSTICA. OU AINDA: TODO BRASILEIRO MERECE SER GAY

do VEJA.com: Blog | Reinaldo Azevedo de Reinaldo Azevedo
Vocês querem ver como se produz uma mistificação? Então leiam o texto abaixo, publicado na Folha Online. Refiro-me à notícia que ele relata. Reflitam um pouco a respeito do seu conteúdo. Leiam depois o vermelho-e-azul que segue. Tomem o exercício como um instrumento de leitura de jornais, sites, revistas, blogs etc e como arma para se defender da picaretagem de ONGs. Vamos à notícia:
Um homossexual é assassinado a cada dois dias no Brasil, mostra pesquisa
Relatório do GGB (Grupo Gay da Bahia) aponta que foram assassinados 190 homossexuais no ano de 2008 no Brasil — um a cada dois dias. O número é 55% maior que o registrado pela ONG (organização não governamental) em 2007, quando foram registrados 122 crimes do tipo. Das vítimas, 64% eram gays, 32% travestis e 4% lésbicas.
A entidade, a mais antiga associação de defesa dos direitos dos homossexuais no país, fundada em 1980, faz a pesquisa com base em notícias divulgadas pela imprensa nacional, pois não existe um órgão oficial que realize essa estatística.
Dados do GGB mostram o Brasil como o pais com maior número de crimes homofóbicos, seguidos do México –com 35– e Estados Unidos –com 25. Mesmo extraoficial, o relatório da associação é utilizado em citações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
A pesquisa mostra que o risco de um travesti ser assassinado é 259 vezes maior que um gay. Pernambuco é o Estado mais violento para esse tipo de crime, com 27 mortes, e o Nordeste aparece como a região mais perigosa: um homossexual nordestino corre 84% mais risco de ser assassinado do que no Sudeste e no Sul.
Os homossexuais jovens, com menos de 21 anos, são 13% das vítimas. Segundo o levantamento, predominam entre as vítimas travestis que se prostituem, cabeleireiros, professores e vendedores ambulantes. Gays são mais assassinados dentro de casa a facadas ou por estrangulamento, enquanto travestis são mortos na rua a tiros, segundo o GGB.
A maioria dos assassinos — 80% — são desconhecidos das vítimas e, de acordo com a pesquisa, predominam nesse grupo garotos de programa e vigilantes noturnos. Ao menos 65% deles são menores de 21 anos.
O GGB disponibiliza o manual “Gay vivo não dorme com o inimigo” como estratégia para erradicar os crimes homofóbicos. A associação pede providências à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e ameaça enviar um relatório, contra o governo brasileiro, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA (Organização dos Estados Americanos) e à ONU (Organização das Nações Unidas), pelo crime de prevaricação contra os homossexuais.
O relatório é elaborado pelo GGB desde 1980. Até 2008 foram documentados 2.998 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, concentrando-se 18% na década de 80, 45% nos anos 90 e 35% — 1.168 casos — a partir de 2000. 

VAMOS AO VERMELHO-E-AZUL
Relatório do GGB (Grupo Gay da Bahia) aponta que foram assassinados 190 homossexuais no ano de 2008 no Brasil — um a cada dois dias. O número é 55% maior que o registrado pela ONG (organização não governamental) em 2007, quando foram registrados 122 crimes do tipo. Das vítimas, 64% eram gays, 32% travestis e 4% lésbicas.
Os números do Grupo Gay da Bahia devem estar errados. O bom senso e a lógica indicam que deve haver mais vítimas homossexuais do que assevera esse levantamento, que, nota-se, nada tem de científico. Ninguém sabe ao certo qual é o percentual de homossexuais na população. Parece crível um número em torno de 10%.
Pois bem. São assassinadas no Brasil, a cada ano, 50 mil pessoas. Se, desse total, 190 eram homossexuais, então concluímos que eles representam apenas 0,38% das vítimas. SERIA O CASO DE ACUSAR UMA DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS HETEROSSEXUAIS? Mesmo representando 90% da população, seriam 99,62% dos mortos.
 ”Ah, Reinaldo, os números se referem apenas a mortes violentas, com características de discriminação”. É? Acompanhem, então, até o fim.

A entidade, a mais antiga associação de defesa dos direitos dos homossexuais no país, fundada em 1980, faz a pesquisa com base em notícias divulgadas pela imprensa nacional, pois não existe um órgão oficial que realize essa estatística.
É, trata-se de uma falha lamentável. Dos 50 mil assassinados todos os anos, quanto serão míopes, coxos, diabéticos, deprimidos? A gente precisa saber.

Dados do GGB mostram o Brasil como o país com maior número de crimes homofóbicos, seguidos do México — com 35 — e Estados Unidos, -com 25. Mesmo extra-oficial, o relatório da associação é utilizado em citações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
Da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, confesso, espero coisas muito piores. Quer dizer que o Brasil é o país com o maior número de crimes homofóbicos? Bem, os números acima evidenciam a falácia. A afirmação é mesmo fabulosa:
- todos os homossexuais assassinados foram vítimas de homofobia?;
- isso significa que nenhum deles estava envolvido com o crime?;
- será que há mais crimes homofóbicos no Brasil do que no Irã ou na Arábia Saudita? Ops! Desculpem! Esqueci que não existe homossexualismo no Irã e na Arábia Saudita. É proibido! E aí ninguém é…

A pesquisa mostra que o risco de um travesti ser assassinado é 259 vezes maior que um gay.
Qual é o “risco” de um travesti estar envolvido com o mundo do crime na comparação com qualquer outra, vá lá, categoria sexual do país?

Pernambuco é o Estado mais violento para esse tipo de crime, com 27 mortes, e o Nordeste aparece como a região mais perigosa: um homossexual nordestino corre 84% mais risco de ser assassinado do que no Sudeste e no Sul.
Ops! Pernambuco é o terceiro estado mais violento do país. Para gays e não gays. O levantamento é da própriaFolha, publicado há menos de uma semana. Há lá 51,6 homicídios por ano para cada grupo de 100 mil habitantes — em São Paulo, são 13,2 (quase um quarto). Pernambuco não é o estado que mais mata gays. É um dos estados onde mais se matam brasileiros. Sua população é estimada em 8,8 milhões de pessoas. Se há 51,6 homicídios para cada grupo de 100 mil, são assassinadas, por ano, 3.996 pernambucanos. Se 27 forem homossexuais, isso representa menos de 0,7% do total. Como se vê, também ali se pode acusar um inaceitável preconceito contra… heterossexuais. O Brasil estaria inventando a heterofobia.

Os homossexuais jovens, com menos de 21 anos, são 13% das vítimas. Segundo o levantamento, predominam entre as vítimas travestis que se prostituem, cabeleireiros, professores e vendedores ambulantes. Gays são mais assassinados dentro de casa a facadas ou por estrangulamento, enquanto travestis são mortos na rua, a tiros, segundo o GGB.
A maioria dos assassinos — 80% — são desconhecidos das vítimas e, de acordo com a pesquisa, predominam nesse grupo garotos de programa e vigilantes noturnos. Ao menos 65% deles são menores de 21 anos.
Qual é a reivindicação do GGB? Que um guarda acompanhe o homossexual que vai “caçar” um garoto de programa? Travestis mortos nas ruas, a tiros, foram alvejados como gado? Estariam envolvidos em alguma atividade, vamos dizer, de risco? Estamos falando de “homofobia” mesmo ou de pessoas que escolheram viver uma vida perigosa — que nada tem a ver com a sua condição sexual? Ninguém pode escolher a sua sexualidade (hetero ou homossexual), mas é perfeitamente possível escolher o grau de risco que se quer correr.
Não sei, com efeito, se há mesmo 10% de homossexuais. O que posso assegurar é que eles são mais de 0,35% ou 0,7% da população…

O GGB disponibiliza o manual “Gay vivo não dorme com o inimigo” como estratégia para erradicar os crimes homofóbicos.
É uma boa providência. Sendo impossível dormir com o guarda (a menos que o guarda seja do babado), uma boa providência seria não tentar dormir com um desconhecido… Aliás, é uma coisa que os heterossexuais também deveriam evitar.

A associação pede providências à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e ameaça enviar um relatório, contra o governo brasileiro, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA (Organização dos Estados Americanos) e à ONU (Organização das Nações Unidas), pelo crime de prevaricação contra os homossexuais.
Quais providências? Voltamos à história do guarda?

O relatório é elaborado pelo GGB desde 1980. Até 2008 foram documentados 2.998 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, concentrando-se 18% na década de 80, 45% nos anos 90 e 35% — 1.168 casos — a partir de 2000.
Reitero: os números do Grupo Gay da Bahia são uma rematada tolice. Certamente morrem mais homossexuais assassinados — em razão das mais diversas causas, não apenas homofobia — do que a ONG conseguiu registrar. “Ah, Reinaldo, o GGB só contabilizou os crimes com características de execução. Um gay assassinado num assalto a banco, por exemplo, não entra na lista”.

É? Então vamos lá. Consideremos uma população de 180 milhões de brasileiros: 18 milhões seriam gays. Ainda que as 190 vítimas de que fala o GGB só se referissem a mortes realmente violentas, com características de agressão de natureza sexual, estaríamos falando de 1,05 morto para cada grupo de 100 mil gays. Sabem o que isso significa? Que ser alagoano é 63 vezes mais perigoso do que ser gay — Alagoas lidera o ranking dos homicídios, com 66,2 mortos por 100 mil. Ser capixaba é 53,9 vezes mais perigoso do que ser gay. De fato, ser brasileiro é 28 vezes mais perigoso do que ser gay.

Se o Brasil matasse apenas 1,05 brasileiro para cada grupo de 100 mil, em vez de 50 mil assassinados por ano, eles seriam apenas 1.890.

É ISTO! O CONJUNTO DOS BRASILEIROS PRECISA RECORRER À OEA E, QUEM SABE?, ATÉ AO VATICANO PARA EXIGIR O MESMO TRATAMENTO QUE SE DISPENSAM AOS GAYS.

Não sei qual é a percentagem de matemáticos gays — deve ser bem superior a 1,05 por 100 mil. Poderiam dar um auxílio aos colegas.

Fonte: Reinaldo Azevedo
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02/04/2009 -  11:14     

Cientista médica escreve aos senadores sobre o PLC 122

Cientista médica leitora do Blog Julio Severo revela importantes fatos sobre as práticas homossexuais. A seguir, a carta dela aos senadores:

Prezado senador,

Gostaria, por meio desta, de expressar a minha opinião sobre o projeto que está para ser votado pelo Senado sob o número PLC 122/2006. A proposta pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo.

Como doutora em Genética Humana pela universidade de Tübingen, Alemanha, considero o homossexualismo um desvio da sexualidade que precisa urgentemente de tratamento. Não há evidências científicas de que o homossexualismo tenha surgido por ação da seleção natural na espécie humana. Contudo, existe amplo fundamento científico neste sentido para a relação heterossexual.

Em segundo lugar, como profissional da área médica, defendo que o homossexualismo não pode ser aceito como comportamento “natural”.  Não pode ser normal pessoas morrerem com garrafas dentro do intestino!! Num estudo publicado em 2004 na revista British Journal of Psychiatry, observou-se que 42% dos homossexuais, 43% das lésbicas e 49% dos bissexuais apresentaram pensamentos e ações auto-destrutivos. Em 1981, observou-se que aproximadamente um de cada 10 homicídios em Sao Franciscodeviam-se a práticas sexuais sadomasoquistas entre homossexuais! Analisando as estatísticas publicadas em 1999 no Clinical Psychology Review, observa-se além disso uma íntima associação entre o homossexualismo e violência doméstica: 48% dos casais de lésbicas e 38% dos casais homossexuais reportam este tipo de violência, comparados a 28% dos casais heterossexuais. Em outro trabalho publicado em 2005 na Family Practice News, observou-se que os homossexuais apresentam um aumento de quatro vezes no consumo de marihuana, 7 vezes de cocaína e 10 vezes de anfetamina comparados à população em geral!

Em terceiro lugar e como cristã, não posso concordar com essa proposta, da mesma forma como não poderia concordar com a aprovação da corrupção em qualquer nível. O homossexualismo é decorrente da corrupção humana, assim como o adultério. As pessoas envolvidas no homossexualismo são amadas por Deus, mas Ele deseja libertá-las de sua doença!! Como Ele, considero muito todas as pessoas sem qualquer acepção, mas desejo vê-las curadas e não escravas de vícios e doenças. O preconceito contra a doença do homossexualismo deve ser banido da mesma forma como o preconceito contra vítimas da AIDS, mas a doença não pode ser ignorada, ou de outra forma, os doentes morrerão! Isto não é amor. Alguém já disse que o oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença. Por favor, não seja indiferente ao clamor de milhares de vítimas deste desvio de suas almas, não o trate como “natural”! Não aprove o problema, mas trate-o e arranque as suas raízes!

Certa de que o conteúdo desta carta fará parte de ponderações sérias antes da sua votação, agradeço a atenção recebida,

Angelica Boldt

Fonte: www.juliosevero.com

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23/11/2008 -  10:32     

Censura

Evangélico é censurado e multado por fazer comentários “homofóbicos” em livro

Juiz ordenou remoção de livro das livrarias depois de trezentos exemplares vendidos.

Matthew Cullinan Hoffman

MATO GROSSO DO SUL, BRASIL, 22 de novembro de 2008  LifeSiteNews.com) — Um evangélico brasileiro foi multado em 2 mil reais e seu livro foi confiscado por publicar sua crença de que Deus condena e castiga os atos homossexuais.

Náurio Martinas França, que mora no estado de Mato Grosso do Sul, é autor do livro “A maldição de Deus sobre o homossexual: o homossexual precisa conhecer a maldição divina que está sobre ele”.

O livro declara a crença cristã de que a conduta homossexual é pecado, e até “demoníaca”, e avisa aqueles que não se arrependerem que “aquele que continua a ser homossexual está desafiando o poder de Deus e corre grande risco”.

A tribulação de Náurio começou no ano passado quando um juiz ordenou que seu livro fosse removido das livrarias depois de vendidos 300 de um total de 600 exemplares impressos. Depois do confisco, um grupo de homossexuais queimou o livro em protesto na frente da Igreja Internacional da Graça de Deus, onde Náurio é membro.

“O livro é baseado na Bíblia, na Palavra de Deus. A lei o considera homofóbico, etc.”, disse Náurio depois das acusações. “O que posso fazer? A lei do homem está usurpando a Bíblia. A Bíblia é a lei de Deus”.

A Bíblia repetidamente condena a sodomia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, inclusive uma famosa passagem de Romanos 1, que declara: “Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” (Romanos 1:26-27 ACF)

Embora o advogado de Náurio argumentasse no tribunal que seu cliente tinha o direito de expressar livremente suas opiniões e convicções religiosas, o juiz respondeu que tais direitos são menos importantes do que os “princípios apresentados na Constituição Federal, os quais são igualdade e a dignidade da pessoa humana” e “a não tolerância às discriminações”, de acordo com uma paráfrase da TV Morena.

A censura contra Náurio ocorreu depois de uma série de outros atos de censura por parte de autoridades governamentais, assim como ações legais intimidatórias, contra cristãos do Brasil que desejam expressar suas convicções religiosas.

Em 2007 a organização evangélica Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) recebeu ordem de parar sua campanha de defender o casamento heterossexual, chamando-a de “homofóbica”, apesar do fato de que o governo ainda não aprovou sua tão chamada lei “anti-homofobia” no Congresso. A VINACC acabou perdendo o caso.

Em março deste ano, o Ministério da Justiça multou a Associação de Funcionários Públicos em 14.800 reais por “discriminação” por proibir membros de registrarem seus parceiros gays como “cônjuges”. Em julho, o livro de um padre denunciando a feitiçaria foi removido das livrarias por ordem de um juiz brasileiro.

Outras organizações e blogueiros foram intimidados com ações legais por fazerem objeções públicas ao apoio do líder homossexual Luiz Mott à pedofilia e pederastia (veja cobertura de LifeSiteNews aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas.html).

Outras matérias relacionadas de LifeSiteNews:

Juiz brasileiro determina que livro de padre denunciando a bruxaria seja removido de livrarias

http://juliosevero.blogspot.com/2008/07/juiz-brasileiro-determina-que-livro-de.html

Homossexuais entram com ações legais por crime de ódio contra cristãos brasileiros

http://juliosevero.blogspot.com/2007/11/homossexuais-brasileiros-entram-com-aes.html

Grupos gays brasileiros lançam múltiplas ações legais para silenciar a oposição cristã

http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas.html

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

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13/11/2008 -  04:14     

Culto evangélico é atacado por homossexuais

Culto evangélico é atacado por homossexuais

Homossexuais atacam culto de igreja evangélica nos EUA como forma de protesto

 

 

No último domingo, dia 9, cerca de 30 homossexuais atacaram uma igreja na cidade de Lansing, em Michigan (EUA). 
O grupo se descreve como anarquistas homossexuais e é chamado de Bash Back! (Revide!). Ele afirma que a igreja evangélica é culpada de “transfobia e homofobia” e diz que luta por “liberação”, se opõe a “todas as formas de poder estatal” e exorta os membros a não condenar certos métodos de promoção de sua causa “com a desculpa de que o Estado considera ilegal”.
Durante o culto, os manifestantes de fora da igreja estavam batendo em baldes, gritando “Jesus era homossexual” no megafone e carregando uma cruz invertida cor-de-rosa. Eles distribuíram panfletos a quem passava por perto.
Quando o sinal foi dado, os manifestantes dentro da igreja se levantaram de seus lugares e começaram a gritar e atrapalhar o culto. Eles acionaram o alarme contra incêndio na igreja e atacaram o púlpito, desenrolando uma enorme bandeira colorida com o arco-íris que trazia a frase: “É NORMAL SER GAY! VAMOS REVIDAR!”.
Eles destruíram objetos da igreja, gritaram palavrões e confrontaram os membros da congregação. De acordo com Right Michigan, site de comunicação norte americano,  em sua manifestação eles também usaram camisinhas, brilho, confete e tecido cor-de-rosa. 
Os homossexuais estavam de câmera em punho tentando filmar reações violentas dos membros da igreja, porém não houve tais reações. Right Michigan também noticiou que aproximadamente uma hora depois da manifestação seguranças encontraram dois dos manifestantes juntos no banheiro da igreja. A polícia não prendeu ninguém.

(com matéria da LifeSiteNews)

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