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18/11/2009 - 11:10

Olavo de Carvalho explica militância esquerdista gay

Olavo de Carvalho explica militância esquerdista gay

Olavo explica no seu programa do dia 06 08 2007, os objetivos dos esquerdistas em criar a militancia gay e o que eles pretendem com a proposta da Lei Anti-Homofóbica.

Extraìdo do Blog da Maya

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
22/09/2009 - 15:54

Por que não sou esquerdista

Se não fosse os alertas dos meus amigos católicos eu talvez teria meu cérebro dissecado pela esquerda, isso é fato. Mas desde criança eu já via os Estados Unidos como um país de oportunidades, e só o fazia por ser capitalista e ansiar por liberdade e menos impostos, eu via o duro trabalho da minha família pra me criar tendo que dar boa parte do sustento a um governo inútil.

Minha conversão ao conservadorismo é lenta pois tenho muitas restrições, não quero deixar de ser cristão para ser conservador, o que me faz ser contra a pena de morte, ou até mesmo álcool e tabaco (não vou adentrar nisso aqui, mas digo bem que é estranho atacar maconha e defender outras drogas perigosas).

Sou um pensador livre, a esquerda não é assim. A esquerda cedeu a capacidade de pensar a seus teóricos, se a realidade não estiver como na visão desses teóricos, é a realidade que tem de mudar através de mentiras para a subversão da forma de ver, é cegueira causada. Não sou contra revoluções, senão seria anti-cristão, contudo tenho reservas quanto à revoluções liberais, o que não tenho quanto às revoluções comunistas mesmo as culturais, voltada a mentir sobre a realidade que não os convém.

A revolução cristã sempre foi respeitadora das tradições, foram tão pacíficas que as sociedades se converteram com o sangue dos mártires, foram tão verdadeiras que se temos a possibilidade de ler autores e filósofos gregos hoje se deve à cristãos copistas que não quiseram silenciar uma cultura, mas se demonstrou superior à ela.

Tenho um lado liberal porque eles não apontam teóricos, eles apontam para a realidade ao qual se sujeitam, para coisas mais interessantes e relevantes do que a mente utópica de Karl Marx e Che Guevara. A visão classista sempre foi uma invenção para incitar uma guerra civil, hoje se faz o mesmo quando é o homossexual, ou o negro, ou a mulher, usam deles para atacar uma cultura, uma base espiritual invisível da sociedade que está sendo moldada pelo cristianismo, ao invés de promover a ordem e a paz como os conservadores. Nada de errado nisso se não houvesse que mentir tanto para satisfazer os próprios desejos, como que se no Brasil houvesse homofobia, ou que ainda houvesse algo que a lei áurea não deu, e a mulher não tivesse valor. O que chamam de progresso não é progresso.

O progresso não é inovação revolucionária e destrutiva de valores… é na verdade adaptação de princípios e valores ao movimento de evolução, assim, progresso não é permitir que mães abortem, mas que mesmo que a ciência diga que não há vida no óvulo, essa vida não seja impedida, isso é humanismo, isso é progresso social, progresso espiritual principalmente!

A sociedade tem que ter uma base espiritual, invisível para ter uma visível. Tira a invisível, tira o significado. São as virtudes que mantém a sociedade na ordem pacífica, por isso meu pacifismo tolstoiniano libertário se encontrou com o conservadorismo na estrada, o conservadorismo não provoca guerras, ele promove ordem, ele responde o provocador ou quem o está ameaçando (Tenho reservas quanto a isso também), mas nunca tem outra causa senão a defesa do que já está estabelecido pelo senso comum, pela via tradicional.

O esquerdismo ao querer fazer o mundo conforme a sua imagem e vontade quer tomar o lugar do Criador, de nenhuma forma eu seria esquerdista, pois sou sujeito às leis naturais e à vontade de Deus, o mundo é como é, mal e bom como é, e o homem não pode transformá-lo em um paraíso, mas ao tentar fazer isso, conseguiu se aproximar um pouco mais do que é o inferno.

Fonte: Weblog de Charles Fernando Gomes

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/09/2009 - 02:46

Partido Único

A única novidade, agora, é que o governo celebra esse estado de coisas em vez de lamentá-lo como prova inequívoca de que a concorrência democrática normal foi extinta, de que, eliminada toda possibilidade de divergência ideológica, só o que sobrou foi a disputa de cargos entre grupos ideologicamente afins, isto é: o regime de partido único, com suas várias subcorrentes internas nomeadas como “partidos” só como concessão verbal provisória a eventuais nostalgias democráticas remanescentes, cada vez mais débeis e conformadas. A obscena alegria presidencial diante dessa monstruosidade prova que a substituição da democracia genuína pelo “centralismo democrático” leninista tem sido o objetivo de toda a esquerda brasileira há várias décadas, finalmente realizado acima de qualquer possibilidade de reversão do estado de coisas.

Olavo de Carvalho, em artigo recente.

Lembram? Cada dia compreendo que o conservadorismo é uma linha de livre pensamento, que por terem agentes sinceros produzirá uma concórdia. Fico contente de minha observação (por mais que seja uma obviedade que poucos querem ver) tenha sido embasada por um observador político de maior relevância que eu.

Fonte: Partido Único

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
09/07/2009 - 13:08

Estadão mente e manipula informação pró-esquerda

Para completar a porcalhada desinformativa, havia na matéria os links de vários podcasts que tive o cuidado de ouvir um por um, e depois checar quem eram os “ilustres” autores de tão abalizadas opiniões. Destaco três deles por serem os mais expressivos da manipulação pró-comunistas que o Estadão escolheu para “informar” seus leitores sobre a situação daquele país centro-americano.

Meu amigo Nivaldo Cordeiro vem fazendo um excelente trabalho de media watch em relação ao jornal O Estado de São Paulo – Estadão -, e tem apontado com bastante precisão as mentiras e manipulações daquele periódico no caso de Honduras. Hoje, peço licença ao amigo para fazer o seu trabalho, considerando a matéria veiculada no último domingo, 5 de julho, intitulada “Impedido de voltar a Honduras, Zelaya chega a El Salvador“.

Na referida matéria o autor pinta um quadro de horror e desrespeito aos direitos dos cidadãos se expressarem, afirmando que “milhares de manifestantes pró-Zelaya” foram agredidos pela Polícia e Forças Militares. Mas não cita que os detidos, até o momento, são desordeiros que teimam em desrespeitar o toque de recolher imposto pelo novo governo, uma medida preventiva justamente para evitar confrontos.Até agora, pelo que se sabe de fontes fidedignas, a democracia tem sido respeitada – a partir mesmo do momento da deposição do golpista Zelaya -, a rotina do país segue seu curso normal e os distúrbios que ocorreram ficaram por conta de forasteiros nicaragüenses e cubanos contratados para este fim, que foram detidos e deportados aos seus países. Mas isto o público brasileiro não precisa conhecer.

Para completar a porcalhada desinformativa, havia na matéria os links de vários podcasts que tive o cuidado de ouvir um por um, e depois checar quem eram os “ilustres” autores de tão abalizadas opiniões. Destaco três deles por serem os mais expressivos da manipulação pró-comunistas que o Estadão escolheu para “informar” seus leitores sobre a situação daquele país centro-americano. Todos doutores com cursos fora do Brasil e, além de professores universitários, orientadores de mestrado e doutorado, quer dizer, são as máquinas que moldam as cabeças ocas dos novos mestres e doutores que serão multiplicadores do ideário comunista conforme determinou Gramsci.

No podcast Professor da Unesp analisa Golpe de Estado em Honduras” o professor Luis Fernando Ayerbe reafirma a farsa do “golpe de Estado”, defende a volta de Zelaya e acoberta o papel de José Miguel Insulza, Secretário Geral da OEA. Como seu sotaque hispânico é muito carregado, resolvi pesquisar sua biografia. Trata-se de um argentino radicado no Brasil há algumas décadas, autor de um livro que exalta os 50 anos da revolução cubana e que recebeu, não só por este livro mas por outros de teor marxista, um prêmio em 2003, outorgado pela “Casa de las Américas” de Cuba.

O outro professor, também da UNESP, Hector Luis Saint-Pierre – “coincidentemente” argentino radicado no Brasil -, diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos daquela instituição, no podcast intitulado “Especialista teme que países sigam o exemplo” repete a história do “golpe militar” e a mesma baboseira do seu coleguinha de nacionalidade, universidade e ideologia.

E finalmente o empolado Ricardo Seitenfus, no podcast Representante da OEA analisa atual situação em Honduras“, além de reafirmar a mentira do “golpe”, apóia Insulza em seu papel “democratizador” – como se a democracia tivesse sido interrompida por aqueles que fizeram nada menos do que defendê-la e respeitá-la – , afirmando que é inaceitável que hoje em dia se retorne ao fantasma dos “golpes militares”. Querendo saber mais deste representante da OEA no Haiti, encontrei uma nota muito curiosa escrita por Diego Casagrande, e publicado pelo site Defes@Net em 2 de janeiro de 2008. Casagrande o entrevistava sobre questões das FARC e o doutor Seitenfus desconversou quando o jornalista lhe perguntou sobre as visitas de terroristas deste bando ao palácio do Governo quando Olívio Dutra era governador do estado do Rio Grande do Sul. Leiam a entrevista e vejam que primor!

É vergonhoso que a imprensa brasileira prime pela desinformação premeditada e que dê guarida e ouvidos a apenas um lado da opinião, amparada nos vários títulos universitários que os entrevistados possuem, em detrimento da informação correta e precisa como deve ser o papel da imprensa. Não foi ouvido ninguém “do outro lado”, alguém que veja as coisas como elas de fato ocorreram e que faça uma análise isenta e sem ranços esquerdistas. E é este tipo de democracia caolha que esta gente se orgulha de defender e que tem a petulância de dizer que está “informando”!

Fonte: Mídia sem Máscara

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
09/07/2009 - 12:13

É BARACK HUSSEIN, MAS PODEM CHAMAR DE “BARACK FIDEL CHE OBAMA”

Estão reclamado porque chamo o Obama genérico de Barack Hussein? Ué… Tais palavras não pertencem ao nomem dele? É, com efeito, deveria fazer como Gerald Warner, do Telegraph, e chamá-lo de “Barack Fidel Che Obama”, o “Idiota útil da revolução bolivariana”. Aqui e ali, no mundo, já se levantam algumas vozes críticas ao presidente dos EUA. No Brasil, na chamada “grande imprensa”, dominada pela esquerda (ao contrário do que diz a própria esquerda, que, assim, pode continuar a “denunciar a direita”), só se lêem elogios. Um misto de ignorância, trapaça ideológica e, como chamarei?, excesso de vigarice dialética. Lembrem-me de falar em outra oportunidade dessa vigarice dialética quando o tema é Barack Hussein, que eles chamam “Obama”.

Em seu texto, Warner chama a atenção para o fato de que Barack Hussein – ou “Barack Fidel Che Obama” – resolveu dar um cavalo-de-pau na doutrina Monroe, que estabeleceu as Américas como área de influência dos EUA. No começo do século 19, era uma proteção contra o colonialismo europeu. Depois, contra o marxismo europeu. Com Barack Fidel Che Obama, aprendemos, tudo mudou: agora, diz ele, democratas e republicanos concordam em respeitar o que ele chama de “democracia”, pouco importando se ela é simpática ou não aos EUA.

Grande avanço, não? É verdade! Não estivesse a doutrina que Barack Hussein representa tão bem servindo aos sabotadores do regime democrático. Bem, aos poucos, vai ficando claro que este escriba não está só ( mas ainda somos, é verdade, bem poucos) na censura radical e implacável àqueles que usam as faculdades do regime democrático para sabotá-lo.

Warner lembra de passagem quem são os fiadores de Manuel Zelaya, adotado agora pelo “Mundo Livre”: Chávez ele mesmo e Daniel Ortega, o “velho tirano sandinista”, que teve de recorrer, no passado, à imunidade parlamentar para se livrar de um processo por estupro. A vítimas é sua enteada. Era uma menina de 11 anos. O que isso tem a ver com o conjunto da obra? Revela a moralidade profunda dessa gente. Ortega é o mesmo que fraudou de modo escancarado as eleições municipais e que agora infiltra seus bate-paus para promover desordem em Honduras, ameaçando, inclusive, o governo provisório com acintosos exercícios militares na fronteira.

Warner conclui seu artigo lembrando que a reação de Honduras ao bolivarianismo é um sinal de esperança para, como se chamava antigamente, as forças ocidentais. O problema é que esse marxismo cafona, agora manifesto pelo bolivarianismo, tem um amigo nas Américas: Barack Fidel Che Obama.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
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