03/11/2009 - 08:18
Por Ernesto Caruso
O vício está em alta no Brasil, nas altas e nas baixas. No litoral, no interior, na praia, no planalto, morro, asfalto, centros, periferias, duplex, barracos, praças, bailão, pancadão, boate, bares e botecos, cujo resultado final é o homicídio com maior ou menor agravante pelo efeito da droga, ou o suicídio, pela overdose/dose homeopática; morte lenta do consumidor, desgaste gradual da família por uma doença provocada, muito além das que a natureza impõe.
Multiplicam-se os órfãos das drogas, cedo demais pela perda dos pais, tarde demais nos ombros de avós idosas, viúvas, cabelos brancos, andar lento, inchaço nas pernas, bolsos vazios, vida de sacrifício, sem remédio, ao lado do posto médico, hospital, falidos, onde já perdeu o marido que morreu na fila, sem socorro médico ou exaurido, não assistido, atingido pela bala perdida.
Hospitais que não conseguem atender quem trabalha, recolhe impostos e paga a previdência. Como vão dar conta dos envolvidos em surtos psicóticos, tratar dos viciados em escalada geométrica? O Estado só admite a internação voluntária. Mães pobres, sem esperança nos governo, esgotadas, acorrentam filhos e filhas em desespero para não verem seus filhos mortos pelo narcotráfico.
Dia desses uma ocorrência foi deveras comovente, não por ser a única, mas pelos registros que ficaram, sem motivar as autoridades. Triste o sacrifício imposto a uma jovem de 18 anos na luta contra o vício que exauria o namorado e por ele é barbaramente estrangulada e morta, no Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro, lá residentes e vizinhos de prédio.
O sofrido pai pelo vício destruidor do filho, agora acumula o desgosto de o ver como assassino. Desnorteado pediu desculpas à família da vítima e fez críticas à política de tratamento do dependente químico, afiançando que todo viciado que se torna perigoso, deveria ser mantido em tratamento para a defesa da vida de desconhecidos, como dos próprios entes queridos. Ressalta que a namorada era um anjo na vida do filho.
Pobre moça — Bárbara Calazans — vítima da irracionalidade do namorado e das autoridades que não cumprem com as suas obrigações, propiciando condições para a proliferação do mal.
Causas várias se somam, personalidade, meio, estímulos negativos, rupturas, etc, mas uma origem é inconteste, a existência da droga por um lado, e a propaganda, pelo outro.
Os apologistas da liberação, como a justificar o “eu não estou errado” chamam de hipócritas os contrários — rótulo simplista para demonizar — e dizem que o álcool e o cigarro fazem mal de igual forma. Hipócritas, viciados e falsos são eles. Fume um cigarro, beba o conteúdo de uma lata de cerveja, quantidade admitida para dirigir automóvel e fume um cigarro de maconha. Um só “baseado” é suficiente para a pessoa “viajar”, se esquecer do presente, gerar preguiça e facilitar a caminhada para as drogas mais devastadoras como o crack.
O vinho em doses controladas; uma taça nas refeições, é salutar.
Mas, mesmo assim, não se pode fazer propaganda de cigarro, já bastante coibido em lugares públicos, e o mesmo deveria ser para cerveja, no concernente à publicidade, pois a “lei seca” deu um freio no consumo de bebidas vinculado à condução de veículos.
Renda-se homenagem a Pelé; quero crer, nunca tenha feito propaganda de bebida alcoólica e de cigarro.
Ora, chamar de hipocrisia por hipocrisia, como considerar as drogas lícitas que consideram como o MAL, para justificar a maconha como BEM?
Se, desejam ajudar, façam campanhas contra o cigarro e as bebidas. Criem regras mais severas nos horários de funcionamento de bares e boates. Cobrem das autoridades o cumprimento da lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores.
Não se pode justificar a maconha pelo consumo excessivo do álcool. Ainda que assim entendam, um erro não justifica o outro.
Infelizmente, o governo empresta a sua imagem em favor do vício. Um presidente da República tem projeção elevada pelo cargo que exerce e qualquer dos seus atos gera influências, define posições. As empresas de propaganda usam com intensidade as figuras que se destacam, sejam bem conhecidas e normalmente exitosas nas artes, nos esportes, etc, nas promoções de produtos e nos processos educativos.
O presidente Lula em visita à região do Chapare, centro produtor de cocaína juntamente com Evo Morales, vestiu um colar feito de folhas de coca, e no discurso a uma platéia de cocaleros, anunciou que o Brasil substituirá os EUA na compra de têxteis, com tarifa zero, no valor de US$ 21 milhões. Morales concluiu: “Viva a coca, morte aos ianques.”
O ex-presidente dos EUA, G. W. Bush, excluíra a Bolívia da lei de preferências tarifárias, decisão mantida por Barack Obama, entendendo que o alto escalão do governo incentiva a produção de coca, matéria-prima da cocaína. Agravante de tal exposição é a constatação de que a Bolívia é o principal fornecedor de cocaína ao Brasil.
No mesmo contexto de incentivo ao vício, destaca-se a figura do ministro Carlos Minc, como defensor da descriminação da maconha, o que traduz um propósito de governo. Mesmo os que ficam calados, estão concordes ou já teriam se retirado em protesto
Minc participou da marcha que propõe a liberação, ampla, geral e irrestrita da erva maldita, na cidade do Rio de Janeiro, e a seguir em um show, elogiou com ritmo e poesia a Argentina por ter conquistado tal objetivo.
Argumenta de forma frágil que hoje a guerra das drogas mata mais do que a overdose. Pode até matar mais do que a overdose no imediato, mas é infinitamente menor do que o sofrimento que a droga dissemina, que sufoca e destroi as famílias, sobrecarrega a combalida assistência médica, que afasta o homem do trabalho, o faz um morto-vivo e o mata no médio prazo. Uma infâmia.
Querem transformar o traficante em empresário. E com isso, vai aumentar ou diminuir o consumo? Já na Inglaterra de liberdade incontestável foi muito diferente.
O ministro do Interior, Alan Johnson, pediu ao professor David Nutt, conselheiro do governo britânico para as drogas, que apresentasse sua demissão, por não admitir a sua afirmação de que a maconha, o êxtase e o LSD são substâncias menos perigosas que o álcool e o cigarro, pois perdera a confiança no especialista, concluindo: “É importante que as mensagens do governo sobre as drogas sejam claras.”
Não é possível que em termos de Brasil, as autoridades de diversos matizes ideológicos, educativos, princípios e fundamentalmente religiosos, compartilhem e vejam as cenas narradas acima, com a participação do presidente Lula e o seu ministro Minc, protagonizadas por noviças castiças.
O vice presidente José Alencar é católico fervoroso, pertence ao Partido Republicano Brasileiro (PRB), do Bispo Macedo, bem como o senador Bispo Marcelo Crivella, três grandes líderes na fé cristã, indubitavelmente.
Evangélicos, católicos e espíritas vêem esses vícios com naturalidade? Autoridades eclesiásticas, bispos, pastores não condenam esses comportamentos nas suas pregações? Como admitir alianças com quem blasfema, compara uma administração pública que para ter sucesso, há que considerar um acordo de Jesus com Judas?
Conclui-se que o governo é pró liberação da maconha, mas não deveria contar com o apoio das gentes que pregam o bem, a fé cristã.
Ora, Lula instituiu o Dia Nacional da Marcha para Jesus em cerimônia, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com a presença do senador Bispo Crivella (PRB), sobrinho de Edir Macedo da Igreja Universal, a ministra a ministra Dilma Rousseff, e os bispos da Igreja Renascer Sônia e Estevam Hernandes.
Desse mesmo governo, a ministra Dilma segue em peregrinação religiosa Vai à Salvador, participa da Lavagem do Bonfim, com as vestes e banho típicos do ritual do candomblé, e da missa com direito à saudação feita pelo pároco local e depois no norte do país, na tradicional procissão do Círio de Nazareth
Não há compromisso entre o que se prega e que se pratica, ou no vale tudo, acende-se uma vela a Deus e outra ao diabo.
Em termos de responsabilidade constitucional, a assistência médica que não está sendo devidamente prestada, é atribuição do sistema único de saúde no nível nacional, e que advém das contribuições dos trabalhadores (Art 198) e o combate ao narcotráfico, compete à polícia federal (Art 144, § 1º, II,III).
Vamos rezar a todos os santos para que livrem a sociedade brasileira de governos como o de LULA/DILMA, muito menos a sua continuidade, e pelos finados vítimas do narcotráfico e dos que lhes apóiam, não lhes dão combate com eficiência e dos que são omissos por interesse ou covardia.
Fonte: Alerta Total
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas
24/08/2009 - 10:46
Na foto, o Presidente da República Federativa do Brasil ajudando a promover a criminosa folha da coca, que é a matéria-prima para produzir a letal cocaína, cujo cultivo e uso é proibido no país, pois a droga que gera arrasa milhares de vidas pelo seu uso ou pelos crimes cometidos pelos traficantes. E não venha o Presidente da República Federativa do Brasil com a alegação de que as folhas da coca são consideradas sagradas por indígenas como Evo Morales. Ao ser mastigada, a folha da coca retira do usuário o pleno domínio das suas faculdades mentais, fato comprovado cientificamente, pois funciona como uma droga que aumenta a resistência física, mas com perda da capacidade de raciocínio. Por isso, indígenas como Evo Morales, que mascam publicamente a folha da coca, deveriam ser declarados incapazes, sendo-lhes permitido presidir no máximo o sindicato dos povos indígenas bolivianos, mas jamais o país. Um indivíduo sob o efeito das folhas da coca não tem condições de dirigir uma bicicleta, quanto mais um país. Evo Morales deveria optar entre ser um índio drogado, que fala pouco porque está com a lingua travada, ou o presidente da república. As duas coisas não funcionam. A não ser na cabeça doente e irresponsável do Lula.
………………………………………………………………………………………..
Se no Brasil é proibido, por que o Presidente da República divulga a folha de coca em visita oficial a outro país?
LEI Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006.
Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar:
Pena - reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa.
§ 1o Nas mesmas penas incorre quem:
I – importa, exporta, remete, produz, fabrica, adquire, vende, expõe à venda, oferece, fornece, tem em depósito, transporta, traz consigo ou guarda, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, matéria-prima, insumo ou produto químico destinado à preparação de drogas;
118 quilos de cocaína apreendidos na fronteira com a Bolívia, misturadas a uma “importação” de roupas. Lula acaba de autorizar a importação sem impostos dos têxteis bolivianos.
A visita de Lula ao Chapare, antro do narcotráfico boliviano, serviu para levar apoio a Evo Morales, grande incentivador do plantio da coca, aquela plantinha inocente que vira a cocaína que vem matar jovens brasileiros e alimentar a criminalidade nacional. Um orgulhoso Lula ostentou um colar de folhas da planta, embevecido com a homenagem recebida da indiada bandida e safada que habita o lugar. Além de deixar por lá U$ 332 milhões para construir a Transcocalera, pela OAS, sua grande doadora de campanha, Lula também assumiu o compromisso de importar U$ 21 milhões por ano em roupas bolivianas, substituindo exportações para os Estados Unidos, que retirou isenções do produto devido ao incentivo à produção da droga, dado por Evo. Esta foi a frase de Lula: ” Publicamos um decreto pelo qual o Brasil comprará produtos têxteis da Bolívia com as mesmas vantagens retiradas pelos Estados Unidos. Esta é uma oportunidade extraordinária para que a Bolívia desenvolva a sua indústria e agregue valor aos seus produtos”. O look boliviano, em breve, será a grande sensação dos bailes funks e dos ensaios de escolas de samba no Rio. E não nos surpreendamos se, no carnaval, tivermos algum samba-enredo glorificando as vantagens medicinais da coca. A moda do próximo verão será cocaína em fardos. É o tal “valor agregado” sugerido por Lula.
As oposições, acho, não farão como eu gostaria que se fizesse: pegar as imagens e o noticiário do dia de ontem e editá-lo ao lado dos presuntos produzidos todos os dias nos morros do Rio e nas periferias das grandes cidades. Vítimas do narcotráfico. Também não se atreveriam a juntar essas duas coisas à resistência brasileira em classificar as Farc – aliadas de Chávez, que é aliado de Evo Morales – como narcoterroristas.
Não! Não estou sendo sub-reptício ou oblíquo. Não estou ligando o PT ao tráfico de drogas. Se soubesse algo, diria – e sugiro que vocês não o façam nos comentários, ou teria de excluí-los. Estou afirmando, isto sim, que, em nome de afinidades ideológicas – com Evo, Chávez, Rafael Correa e as Farc -, o governo petista se torna um ALIADO OBJETIVO do narcotráfico, que responde por boa parte dos 50 mil homicídios que ocorrem por ano no Brasil. Um verdadeiro flagelo.
Lula quer ir lá fazer onda com Evo Morales? Vá lá. Mas realizar o encontro numa das regiões que respondem por boa parte da cocaína que se trafica no Brasil? Não! Aí já é acinte mesmo! A área destinada ao cultivo de coca na Bolívia cresceu. O país perdeu um incentivo concedido pelos EUA para a exportação de produtos bolivianos. Evo, na prática, se nega a combater o narcotráfico. A decisão foi de Jorjibúxi. E São Obama teve de referendar.
E Lula, para variar, não se conteve. Apelou à demagogia barata – e, lamento dizer, à mentira – para falar de si mesmo e de Evo: “O índio tem de provar que tem competência para governar, sindicalista tem de provar que tem competência para governar. Enfrentamos os preconceitos. Enfrentamos a ira dos poderosos que não se conformaram em perder o poder.”
É… No Brasil, Lula resolveu enfrentar a “ira dos poderosos” ao lado de patriotas como José Sarney, Renan Calheiros e Fernando Collor. Na Bolívia, Evo preferiu os que fazem bom uso do processamento das folhas de coca, cuja produção ele estimula. Acaba de criar uma nova região de incentivo à planta – desta feita, na fronteira com o Brasil.
Agora só falta Lula discursar no reduto de “importadores” de carros brasileiros no Paraguai e de exportadores de “tabaco paraguaio” para o Brasil…
Ah, sim: só para não perder a viagem, usaria também algumas imagens da Petrobras sendo ocupada - depois, foi expropriada, roubada mesmo – pelos trogloditas de Evo. E também não me esqueceria de mostrar o tratamento que fazendeiros brasileiros têm recebido dos evistas: incêndio de plantações, roubo de tratores, ameaça de expropriação.
Não vou dizer que Lula, agora, foi longe demais. Porque tudo lhe é permitido. E tudo lhe permitem. Ele sapateou sobre alguns cadáveres e a dor de suas respectivas famílias ao discursar onde discursou.
Fonte: Coturno Noturno
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Tags: drogas, Evo, Lula, narcotráfico
04/08/2009 - 11:26
Por Arlindo Montenegro
Os ideólogos e ideocratas comunistas, que se dizem “esquerdistas”, rótulo que para muitos mistifica os crimes dessa máfia internacional, aliviando a responsabilidade que lhes cabe, estão empenhados em guerra jurídica e armada contra o que resta de direitos democráticos, os mesmos direitos que utilizam para exercitar um poder mascarado, cínico, perverso.
A renovada guerra política e armada contra o que eles chamam de “estado burguês” ou “imperialismo”, é uma guerra que hoje se fundamenta e é financiada por recursos “lavados” do narcotráfico que atua em todas as áreas e mantém a população aterrorizada. Todas as políticas de Estado exercidas pelo partido líder das “esquerdas” abusam das instituições democráticas para extinguí-las.
Assaltos a bancos e empresas, seqüestros de toda sorte, assassinatos, roubos, furtos, tráfico de armas, foram as “formas de luta” implantadas neste país e praticadas durante anos, por muitos dos que hoje ocupam altos cargos em toda a estrutura dos três poderes. Acrescente-se na atualidade a prostituição infantil e de adultos, o subterrâneo tráfico de órgãos e o incremento do contrabando de minerais estratégicos, o controle da biodiversidade.
A disseminação das drogas no ocidente, sabe-se hoje, foi determinada pela União Soviética sob direção de Nikita Kruchiov e executada pelos serviços de inteligência da China e da URSS, com o objetivo de quebrantar a moral da civilização ocidental e destruí-la. Degradar a moral social das pessoas e instituições do ocidente, foi a estratégia elaborada na cadeia por Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano e teórico de cabeceira dos que governam o Brasil hoje, exceto claro, do Presidente que declara alto e bom som não gostar de leituras.
Em 1961, Raul Castro foi à Checoslováquia buscando ajuda e assistência militar. “Naquele tempo, Fidel Castro e os soviéticos pareciam manter desconfianças mútuas. O dirigente checo, Sejna, coordenou uma visita de Raul à União Soviética para encontrar Kruchiov. A ponte de amizade com a Checoslováquia, resultou em acordo militar com fornecimento de armas e treinamento do exército cubano.
A contrapartida foi a permissão para que os serviços de inteligência checos, infiltrado e dirigido pelos soviéticos, instalassem uma base de inteligência em Cuba, para organizar a distribuição e comércio de drogas nos EUA. O controle de Cuba pelos soviéticos, a ajuda “fraterna” e implantação do centro revolucionário comunista nas Américas, foi conseqüência da estratégia política centrada nas drogas.
Os narcotraficantes das Américas hoje são associados e controlados por governantes de Cuba, da Venezuela, do Equador, da Bolívia enquanto “empresários” deste comércio plantam papoula no Brasil para a produção de ópio. Somente a Abin e o Ministério da Justiça desconhecem isso, como ignoram as plantações de canabis em todo o nordeste e o quanto se “importa” do Paraguai, maior produtor regional dessa erva.
As apreensões de carregamentos de cocaína e maconha, não alcançam 15% do volume que chega às vítimas marcadas como alvo estratégico da inteligência comunista hoje associada à inteligência dos “capitalistas selvagens”, os socialistas fabianos, que ensaiam implantar a Nova Ordem Mundial.
Os alvos marcados são ditos “usuários” e as notificações da imprensa sobre eles são superficiais. Os argumentos jurídicos para as prisões jamais expõem as investigações, que sempre levam ao envolvimento de personalidades acima de qualquer suspeita, a políticos e decisões políticas que, em ultima instância, atentam contra a segurança nacional, saúde, educação e toda a estrutura institucional do agonizante estado de direito democrático.
Muitos dos atuais governantes obrigaram gente humilde do interior agrário, das periferias urbanas, estudantes e profissionais liberais, a encobrir seus passos durante o que chamam hoje de “resistência armada contra a ditadura”. Raros são os que reconhecem sua militância terrorista e a intenção de destruir os pilares da democracia de direito substituindo pela “ditadura de um só partido” depois de uma guerra civil prolongada.
Hoje eles induzem e financiam o MST, Via Campesina e outros grupos armados, fingindo ser idealistas e companheiros. É a mesmíssima guerra contra a democracia e as velhas oligarquias. E punem, impedem qualquer resistência, seja de fazendeiros, seja de intelectuais através dos veículos de mídia.
Vivemos num círculo vicioso que expõe a incapacidade da direção política a serviço da Nova Ordem Mundial. Uma “ordem” que destrói as mentes e as vontades através das drogas. O casamento entre capitalistas selvagens e ditadores sanguinários.
Fonte: Alerta Total
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas
04/08/2009 - 11:22
A disseminação das drogas no ocidente, sabe-se hoje, foi determinada pela União Soviética sob direção de Nikita Kruchiov e executada pelos serviços de inteligência da China e da URSS, com o objetivo de quebrantar a moral da civilização ocidental e destruí-la.
Degradar a moral social das pessoas e instituições do ocidente, foi a estratégia elaborada na cadeia por Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano e teórico de cabeceira dos que governam o Brasil hoje, exceto claro, do Presidente que declara alto e bom som não gostar de leituras.
Leia o artigo de Arlindo Montenegro: Por que eles defendem as drogas?
Fonte: Alerta Total
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas
25/07/2009 - 10:37
Por Arlindo Montenegro
O trivial variado da imprensa ligeiramente controlada serviu-nos uma declaração da ONU, informando que a produção de cocaína foi reduzida no último ano. No menu apareceram os esclarecimentos sobre a geografia da produção, preços de mercado e distribuição das diversos “mercadorias” alucinógenas, estupefacientes e um elenco dos itens desta poderosa indústria, que objetiva a sujeição política das nações, através do terrorismo e redução lenta e controlada de populações.
Comprando políticos, os 50 bilhões de dólares movimentados anualmente no item cocaína são disputados por banqueiros e somados aos recursos associados ao tráfico de armas e órgãos humanos, prostituição e empresas “lavadas”, de todo tipo que integram os cartéis das poderosas famílias mafiosas, relacionadas com a kgb, cia e outras intocáveis agências governamentais. Assim subsistem e ampliam seu império a serviço da Nova Ordem Mundial.
Diferente do caju, da manga e do arroz com feijão que alimentam o corpo, as “mercadorias” descritas pela ONU, que parece ter acesso à contabilidade dos empresários bolivianos, peruanos, colombianos, brasileiros, iranianos, afegãos e todos que as fabricam, as drogas servem para alterar as mentes e produzir conformistas. Por isso, na moita, grandes investidores já começam a produzir ópio no Brasil, um mercado aberto para grandes lucros!
Quanto maior a ação da cocaína e da maconha, falando apenas dos produtos mais consumidos pelas crianças, adolescentes e jovens, menor a capacidade de censura, menor a capacidade de aprendizagem e concentração, maior a confusão e conseqüentes comportamentos violentos, geradores dos atos de conformismo delinqüente e logo de criminalidade embalada pelas músicas, danças, literatura, cinema e licenciosidade globalizada.
Comportamentos que negam a educação, a autoridade da família para a eleição de propósitos de vida, são banalizados pela televisão e estão presentes nos jornais cotidianos, que também podem ser traduzidos como ausência de expectativas de vida em função da redução da autoridade do berço, valores e sentido de vida, normalmente implantados no lar, na primeira infância, arrebatados pela propaganda subliminar que ridiculariza a fé dos ancestrais.
Se na Europa morre uma pessoa a cada hora de overdose, no Brasil, não sabemos quantos morrem, quantos matam, quantos cometem suicídio, mais ainda quando não existe uma contagem apropriada lá nos cafundós. Tudo é feito a partir dos grandes centros urbanos, onde as concentrações da miséria favorecem as pesquisas.
E a mais recente pesquisa, foi efetuada pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, onde o mais novo “laboratório de análise” lança o mais novo “índice” para medir os homicídios na adolescência: IHA, anunciando que “ um em cada 500 adolescentes brasileiros será morto antes de completar 19 anos”.
Na seqüência vem a falação:
- a coordenadora do “Programa de Redução da Violência Letal Contra Adolescentes e Jovens do Observatório de Favelas” diz que “a revelação é forte e expressa a dramaticidade do fenômeno da violência no Brasil”.
- a “Subsecretária dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial dos Direitos Humanos” afirma que a estimativa anunciada de 33 mil assassinatos entre jovens de 12 a 18 anos causou “surpresa”. E anunciou um “pacto com gestores dos municípios e estados com maiores índices de assassinato para organizar ações conjuntas e diagnósticos para enfrentamento integrado do problema”. Reconheceu a “ineficiência” e a “insuficiência”, novas denominações da incompetência dominante das políticas públicas, “inclusive diante de situações como a evasão escolar” que empurra adolescentes para a criminalidade como fonte de sobrevivência.
- Inácio Cano, um dos professores da equipe de investigação do IHA concluiu que “o Brasil é um dos países mais violentos da América Latina, atrás apenas de El Salvador e da Venezuela… considerando “que a América Latina já é uma das regiões mais violentas do mundo.” Chega o representante da Unicef (essa da Criança Esperança) e diz que “Ficamos muito preocupados com o fato de a violência letal começar tão cedo, aos 12 anos.”E o documento faz uma revelação que está passando batida nas entrelinhas: “O Brasil está entre os quatro países que tem maior número de usuários de drogas injetáveis e figura entre os nove países com maiores índices de contaminação do vírus HIV no mundo!
Nenhuma palavra sobre a responsabilidade do Estado! Nenhuma palavra sobre a consistência dos propósitos documentados nas atas do Foro de São Paulo, que restaura nas Américas o que foi “perdido” com a queda do muro de Berlim. Nenhuma palavra sobre as diretrizes do Diálogo Interamericano, da Trilateral Comission, do G8, dos Bilderberg, todos promotores da redução de populações proposta pela Nova Ordem Mundial.
Isto é o que nos brinda a incompetência e a crueldade das políticas socializantes implantadas desde o governo FHC e sorrateiramente financiadas pelo Estado, atingindo e desestruturando em silêncio a cultura, a educação e as famílias, impedindo a evolução para o que poderia vir a ser uma nação soberana, pensante e executora do seu destino e sentido de construção social com respeito à vida.
A confusão que impera nas cabeças pensantes deste Brasil – onde os governantes desprezam as Leis e não são punidos, os corruptos idem, onde os policiais são punidos por matar traficantes encastelados em fortalezas do terror moderno, bandidos melhor armados que os agentes das emaranhadas Leis – é uma confusão originária de drogas bem conhecidas e um “viés” que também merece ser diagnosticado, acompanhado, indexado, localizado e isolado.
Fonte: Alerta Total
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas
10/06/2009 - 10:47

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) anunciou Segunda a interdição de um dos mais antigos maconhodrómo da capital, seu câmpus em Perdizes. A notícia é do Estadão. Sempre foi público e notório o uso dos campi para consumo da canabis. Como os eruvin judaicos – território definido pelos rabinos onde um judeu pode fazer no shabat tudo que é proibido a um judeu fazer no shabat – os universitários dispunham de um território próprio para consumir as drogas legalmente proibidas, e é óbvio que não deveriam se limitar à maconha. Se você quer fumar sua canabis ou cheirar sua cocaína sem maiores preocupações com a polícia, faça um vestibular. Uma vez dentro do câmpus, você está coberto de imunidades. Lá a polícia não chega e você pode curtir sua erva ou pó sem a desagradável intervenção desses estraga-prazeres.
Em 2003, o caso de uma universitária aleijada por um tiro na universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, trouxe à tona um dado óbvio, que autoridade universitária alguma gosta de comentar. O câmpus da Estácio era o mercado privilegiado dos traficantes, instalados no morro contíguo. Segundo gravações telefônicas feitas pela polícia, os líderes do tráfico estavam esperando o início das aulas para fazer caixa e comprar armas.
Comentei na ocasião: “Duas pestes a universidade introduziu no Brasil. O marxismo foi a primeira. Mais letal e destrutiva que qualquer droga, foi introduzida pela USP no país e a partir de São Paulo contaminou o universo acadêmico do país todo. A segunda foi a droga. Começou pela maconha, que adquiriu prestígio nos campi americanos, onde conservava seu nome mexicano, marijuana. Consumida anteriormente por marginais, foi elevada à dignidade universitária. Com esta bendita mania que temos de importar do Primeiro Mundo o que de pior o Primeiro Mundo produz, logo foi adotada pela universidade brasileira. O leitor deverá ter conhecido ou ouvido falar de pequenas comunidades do interior do país, onde a droga inexistia. Basta criar um curso ou extensão universitária nalguma dessas comunidades, e no dia seguinte a droga e o tráfico lá se instalam.
“Desde há muito se sabe que os campi abrigam aprazíveis fumódromos, protegidos pela asa cúmplice dos reitores. Mas ai de quem disser que o rei está nu. Foi o que aconteceu com o psiquiatra Içami Tiba. Ao analisar o caso de Suzane von Richthofen, estudante de direito da PUC de São Paulo que matou os pais no ano passado, afirmou: ‘A PUC é um antro de maconha’. Que a maconha tinha livre curso na PUC, isto era público e sabido, e nenhum universitário negará este fato. A PUC, melindrada, entrou com dois processos contra o psiquiatra: um de indenização por danos morais e uma queixa-crime por difamação. O crime foi dizer em público, com todas as letras, o que era público mas jamais admitido”.
Foram precisos seis anos para que um reitor, finalmente, admitisse em público o uso de drogas no câmpus de Perdizes. O atual reitor, Dirceu de Mello, decidiu defender o “franco enfrentamento do problema” e coibir o consumo nas dependências universitárias. “A PUC não quer ser marcada como um território livre para o uso de drogas. O que é ilegal não pode e pronto. Aqui não é lugar para ficar fumando maconha” – disse o pró-reitor de Cultura e Relações Comunitárias, Hélio Roberto Deliberador.
Os 120 seguranças da Graber, uma prestadora de serviço, receberam treinamento para abordar quem for visto consumindo drogas na unidade. Mas a abordagem será leve. Nada de encaminhar à justiça que for flagrado cometendo um ilícito. Em média, dez usuários por dia serão abordados. E por que apenas dez usuários? Deliberador não explica. É de supor-se que para não espalhar a inquietação entre estes bravos jovens – o futuro da nação – que finalmente encontraram um eruv tranqüilo onde transgredir a lei sem temer as conseqüências da transgressão à lei.
Se o leitor imagina que o transgressor será encaminhado às autoridades para a devida punição, em muito se engana o leitor. Os funcionários da Graber pedirão gentilmente que o cigarro seja apagado, alertarão – ó novidade! – que o uso é ilegal e que a universidade não é o espaço adequado para o consumo. Fica no ar a pergunta: segundo a PUC, qual seria o espaço adequado? Assim como os adeptos do tabaco estão sendo expulsos dos bares, os curtidores da erva estão sendo reprimidos no território livre e sem lei da PUC.
Na ocasião do tiro na estudante da universidade Estácio de Sá, o então secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, ficou seriamente preocupado com o caos social decorrente do fim do tráfico: “Imagine se nós conseguíssemos fechar todas as bocas-de-fumo por uma semana e não fosse vendido um papelote de cocaína ou um grama de maconha? O que aconteceria com 700 mil pessoas depois de três dias sem usar droga, em crise de abstinência? Um pânico igual aos tiroteios que nós assistimos todos os dias na televisão. Aquilo que vocês têm mostrado nas páginas da Folha: pai matando o filho, filho matando e roubando a mãe, filho declarando que ama mais a cocaína que a própria família”.
Preocupação digna de humanista que vê longe. Garotinho passou um recado à favela: dos bons serviços de vossos traficantes depende a paz social da nação. Nestes dias em que se erguem estátuas a Marighella e Cazuza, só falta erguer um monumento a este benemérito cidadão, o Traficante Desconhecido.
Segundo o pró-reitor da PUC, o segundo passo será identificar os usuários reticentes e os dependentes, até o próximo semestre. Esses estudantes serão chamados e encaminhados para acompanhamento socioeducativo com equipe multidisciplinar. Depois, será sugerido tratamento especializado. “Isso se o aluno quiser, porque não podemos impor tratamento para ninguém” – deliberou Deliberador, garantindo que nenhum aluno será desligado da PUC.
Quer dizer, os universitários serão alertados que fumar maconha é ilegal, que universidade não é o lugar adequado para ilegalidades, mas se quiserem continuar fumando sintam-se à vontade. Punição alguma, nem mesmo aquela ao alcance da PUC – o desligamento – será tomada.
O tráfico, penhorado, agradece.
Janer Cristaldo
Fonte: Antena Cristã
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas, maconha, PUC, universidade
26/05/2009 - 22:03
Já sugeri que tirem de Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, aqueles coletes “papai-agora-eu-sou-livre” e, em seu lugar, metam um camisa-de-força. A quantidade de asneiras que este senhor diz dentro e fora do âmbito de sua pasta é assustadora. A propósito: é mais um dos ministros herdados da VAR-Palmares. A VAR-Palmares era aquela entidade terrorista de que Dilma Rousseff também foi membro, onde, segundo a própria, cometeu apenas “crime de organização”. Mas o que é que a VAR-Palmares organizava? Chá das Cinco? O concurso “As Panteras do Leninismo”? Leitura da Bíblia? Ih, me desviei do foco. Essa gente mexe com os meus instintos mais refinados. Volto.
Minc foi convidado a prestar esclarecimentos à Comissão de Segurança Pública da Câmara sobre a sua participação na Marcha da Maconha. O deputado Laerte Bessa (PMDB-DF) considera, com razão nesse caso, que ele fez a apologia da droga. Minc, então, tentou se defender com um discurso, vamos dizer, embotado no que concerne à razão:
“As pessoas têm o direito de expressar a sua opinião. No caso de pessoas públicas, isso é mais que um direito, é um dever. Eu não estava pedindo para descumprir alguma lei, eu estava questionando a necessidade de modificar a lei. A atual política em relação a drogas é ineficaz, no mundo inteiro a política repressiva aumentou o poder de traficantes, aumentou o número de usuário e a capacidade de corrupção desses traficantes”.
Errado! Ministros de estado expressam, sobre questões de estado, a opinião do governo que representam. Ou bem a gestão Lula reprime o tráfico de drogas e desencoraja o consumo, ou bem age para descriminar (ou “descriminalizar”, como se diz por aí) as drogas. As coisas que Minc sente nas áreas mais recônditas de seu ser não interessam. Aliás, prefiro mesmo que ele nos poupe. De resto, a despeito da repressão aos latrocínios, eles existem em grande número. Vai ver isso decorre na criminalização do assassinato. Se a gente liberasse sob certas condições, não é?, talvez o mundo fosse menos violento…
Apologia, sim. O ministro marchou ao som de “Vou apertar, mas não vou acender agora”, que, além da defesa óbvia da bagana, ainda ensina como dar um truque na lei. E, até que a lei não seja mudada, um ministro de estado é seu procurador e representante. Se quer outro texto legal, que vá para o lugar certo para debater: o Congresso. Mas esse é Minc. Quando jovem, assaltava bancos para a VAR-Palmares. Depois de velho, já militante “verde”, chegou a enfiar algumas batatas em escapamentos de ônibus no Rio. Vai ver era contra viagens. De ônibus…
Eu sempre digo que certas coisas indispõem as pessoas para sempre com a lógica. Não tem jeito. É como se uma nuvem impedisse a vítima de entrar no território da razão. Leiam o que ele diz ainda:
“Enquanto o álcool e o cigarro, que fazem mal, e você encontra no mercado, a maconha também faz mal, talvez tanto quanto o álcool e o cigarro, mas você compra na mão do traficante. Não são os delegados que defendem a política de drogas. Alguns traficantes de maconha ficam contemplados com a atual política que dá a eles o monopólio da venda dessa droga.”
Viram? Ele foi tentar estabelecer um paralelismo para tentar evidenciar por que a maconha deve ser liberada e consegue, no máximo, no ordenamento lógico, evidenciar que álcool e cigarro também deveriam ser proibidos. Intelectualmente falando, é um coitado! Politicamente, integra a turma do perigo.
Já lhes disse qual é o ponto — e nem é de natureza moral ou comportamental. O Brasil não poderia descriminar sozinho a maconha. O resto do mundo não optará por isso. Imaginem o que isso viraria. Logo, marchas dessa natureza são apenas licenças que alguns setores reivindicam, no seu esforço por uma sociedade sem limites. Ademais, lembrar do álcool e do tabaco é, sim, útil: liberada a maconha, haveria, certamente, uma explosão de consumo, chegando ao nível dessas outras drogas. Seria uma questão dramática de saúde pública.
A propósito: liberada a maconha, o que se faria com a cocaína? Continuaria na mão do tráfico? A maconha, diga-se, não é a preocupação central dos governos que efetivamente combatem o tráfico. E também não é o que mais dá lucro ao traficante. Por que é o caso de tirar o colete do homem e pôr no lugar a camisa-de-força? Porque, segundo o “raciossímio” de Minc, a melhor forma de acabar com o poder do crime é tornar legais os atos criminosos. Os traficantes virariam o metro moral do que o ordenamento legal deveria ou não fazer.
Coloquem um Mico Leão no Ministério do Meio Ambiente. Mas do tipo dourado. O colete de Minc tem de ter um substituto à altura.
Fonte: Reinaldo Azevedo
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas, Minc
24/05/2009 - 07:52
Por Arlindo Montenegro
O jovem ministro do Meio Ambiente (como é mesmo o nome dele?) liderou a passeata pelas ruas de Ipanema, no Rio, em defesa da descriminalização da maconha. Protegidos por dezenas de policiais, os passeantes gritavam: “Ei, da polícia! Maconha é delícia!”. O trânsito estava fechado e o Ministro Carlos Minc, feliz, risonho no meio da moçada, discursou:
“O usuário da maconha não pode ser tratado como criminoso… a proibição gera a violência dos traficantes que aterrorizam as comunidades… a lei despenalizou, vamos avançar para descriminalizar.” Entendeu bem? A violência dos traficantes que aterrorizam as “comunidades” deve-se à lei. Fantástico! Os comunistas estão no poder há dezenas de anos, mandam nos poderes judiciário e legislativo e ainda não mudaram essa lei?!
Se não mudaram, ainda vale a Lei 6368, de 21/10/76, que trata do incentivo ao crime: “Instigar e induzir, são duas formas semelhantes de levar psicologicamente alguém à prática de um ato”. Mas esta é uma lei da “ditadura”! Agora na “democracia” do PT, permite-se aos militantes e Ministros marchar à margem da Lei. O mesmo ato foi proibido em mais de 200 municípios.
O Príncipe FHC, perdeu uma eleição para Jânio Quadros porque declarou que havia puxado um fuminho e que era ateu. Hoje defende a liberação da canabis nos foros internacionais. Há algum tempo o próprio Ministro da Justiça foi aplaudido por maconheiros do mundo inteiro no Pará. É preciso um ministro marchante sair à rua para dizer o que o governo que tudo pode, quer?
As drogas têm livre trânsito, não obstante as operações da Polícia Federal, cócegas neste comércio trilionário. Será apenas agitação e propaganda?… Ou será porque o doctor Unger declarou que o Brasil tem de ser um país rebelde? Vai saber!!! O governo pode baixar o decreto já! O Meio Ambiente, livre do cigarro, vai ficar cor de rosa orgástico com maconha, crack e cocaína, êxtase, merla e os cambáu. Um “barato” que sai muito caro para a nação.
É política do PT liberar drogas. O Ministério da Educação já editou uma cartilha ensinando como fumar maconha e engolir uma dose de vodka pra esconder o fedor, aconselhando a não fazer as trilhas de “pó” com cédulas ou cartões de crédito, etc. Ensinam, induzem a universalização do vício.
Segundo Mena Barreto, é o mesmo que criar doentes mentais: “Se a ciência médica nos ensina que o viciado ou dependente é um doente mental, sua absolvição traz implícito o reconhecimento de um estado perigoso…”
Na opinião do sociólogo e jornalista José Maria, “a universidade brasileira, na ânsia de criar um novo mundo, especializou-se em destruir o existente”. É o que faz o crime organizado da esquerda no poder, desde que os militares lhes passaram de mão beijada a administração do Estado.
Quem quiser um bom exemplo é só pegar a Cartilha do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, elaborada na UFP e referendada pelo Ministério da Saúde, disponível na internet e dirigida “ao público em geral, principalmente a estudantes a partir dos 12 anos de idade”.
Na cartilha que ensina as crianças a proteger-se na atividade sexual pode-se ler: “Se alguém achar que palavras complicadas, de origem grega ou latina, tornam a coisa mais séria ou científica (o que é uma grande besteira!), a seguir estão algumas palavras sinônimas”. Seguem-se as designações mais vulgares da genitália. Como nos livros do Jorge Amado e nos banheiros públicos. De quebra, insere-se a ironia com a ciência e o saber, “uma grande besteira”.
A cartilha das drogas segue o mesmo caminho ensinando às crianças a gíria dos usuários de drogas e traficantes, fazendo analogias assim: “Além desse ‘prazer’ indescritível, que muitos comparam a um orgasmo, o crack e merla provocam também um estado de excitação, hiperatividade, insônia, perda de sensação do cansaço, falta de apetite.”
Como recomendação às desinformadas crianças brasileiras, lê-se: “Algumas farmácias desonestas, vendem essas substâncias por baixo do pano”. E destaca-se a “moda” entre ingleses e norte-americanos: “Nos Estados Unidos, a metanfetamina tem sido muito consumida na forma fumada em cachimbos, recebendo o nome de ‘Ice’ (gelo). O ‘êxtase’, tem sido uma das drogas com MAIOR ACEITAÇÃO…”
“A educação que se pratica hoje no Brasil está levando à morte a nossa sociedade. O pai que entrega seu filho para a escola pública não sabe que o está matriculando na escola do crime e que só o acaso poderá salvá-lo”. Não sei de onde copiei a citação acima. Mas certamente de alguém que sabe que vivemos sob o tacão do governo do crime organizado.
A Polícia? Está amordaçada como os militares. O programa de TV “Assembléia Legislativa em Debate”, de 26 de Janeiro de 2009, reuniu o apresentador Mauro Frysman mais 4 ilustres: o Deputado Simão Pedro, do PT, um tal de Ivan Seixas, um Procurador da Justiça Federal, Marlon Weichert e o Presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abraão.
Os entrevistados louvaram seus heróis, todos os que pegaram em armas e aterrorizaram o Brasil durante anos. Disseram que lutavam contra a ditadura dos torturadores que ainda estavam impunes… Em dado momento, o Procurador da Justiça declarou: “… o Brasil vive o fenômeno, primeiro, do privilégio da violência, basta ver que as polícias do Rio e de São Paulo praticam o extermínio sob a fachada de que são autos de resistência”.
Nem as autoridades policiais dos dois Estados, nem seus Secretários de Segurança, nem seus Governadores, disseram nada. Quem cala consente? Ou as polícias estão marginalizadas pelo Estado que privilegia os humanos traficantes?
Se o Procurador Federal participante daquele programa está informado da violência praticada pelas polícias do Rio e São Paulo, por que não instaurou o inquérito policial civil ou criminal para apurar os fatos? Será que está prevaricando também?
Fonte: Alerta Total
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas, Minc
13/05/2009 - 17:20
de Reinaldo Azevedo
Ai, ai. As tolices de Carlos Minc, o ministro do Posto 9, continuam a mobilizar alguns tolinhos. Um deles vem me falar que o Brasil pode, sim, descriminar sozinho as drogas porque é uma “questão de soberania”. Agora tudo é “questão de soberania” — até dar abrigo a homicidas condenados em seus respectivos países. Eu lá falei em direito internacional ou algo parecido?
Afirmei que o Brasil “não pode” tomar essa decisão de modo isolado porque isso transformaria o país numa espécie de centro mundial produtor e distribuidor da droga no mundo — além de se tornar a Meca mundial de viciados. O que isso tem a ver com soberania, Mané? Outros vêm me falar: “Ah, na Holanda…” Ok. Dêem-me antes um padrão holandês de organização social — construído antes da tolerância com as drogas — e depois conversamos. Imaginem no que se transformariam, por exemplo, as escolas das periferias pobres do Brasil com as drogas liberadas. “Ah, a gente faria um trabalho de educação…” É, é verdade… Ele tenderia a ser tão eficaz quanto é o de combate ao álcool…
“Então por que não proibir o álcool também?” Olhem, se proibirem, paro de beber o meu uísque. Mas acho que não seria prudente porque a bebida é liberada em quase todo o mundo — exceção feita, creio, aos países islâmicos (alguns islâmicos ricos vêm beber no Ocidente…). E aí teríamos os efeitos negativos decorrentes de proibir o que o resto do mundo libera.
Sei que é difícil convencer um defensor das drogas — consumidor, então, nem se diga — das virtudes de se pensar com um pouco de lógica. Mas não sei fazer coisa diferente. Não gosto de conviver com o discurso errático de maconheiros ou com a egotrip de cocainômanos. Não confio no que me dizem as pessoas sob o efeito das drogas ou do álcool por razões óbvias. Mas a minha abordagem em relação a isso tudo nunca foi de natureza, como direi?, moral. Poderia ser. Não haveria nada de ilegítimo nisso. Mas não é.
Se o ministro do Posto 9 consome ou não alguma substância ilícita, não é problema meu — desde que não seja nas dependências de algum órgão público. O ponto não é esse. Como homem de estado, a sua fala é IRRESPONSÁVEL porque o governo que ele representa, oficialmente ao menos, tem diretrizes a respeito do assunto. Que não são coincidentes com o seu discurso. Sem contar que são outros o VERDE E A FUMAÇA dos quais ele tem de cuidar.
*
PS: Alguns cariocas ficaram bravos com a brincadeira que fiz, chamando Minc de “Coroa do Rio”. É claro que é uma caricatura — já brinquei vária vezes com o “caipira de São Paulo”. Sou paulista. E caipira. Referia-me, por óbvio, à música Menino do Rio, de Caetano. Posso tratar do assunto a sério também. Lembrava que os meninos envelhecem. Ou que “o menino é o pai do homem”, como queria Wordsworth, frase aproveitada por Machado de Assis em Memórias Póstumas de Brás Cubas. Ou lembrava ainda São Paulo, o apóstolo, sobre meninos pensarem como meninos, e homens, como homens. Nada mais triste, mais patético, como queria Antero de Quental, do que a tolice num velho. Como bem lembrou o poeta português, ela pode ser tão constrangedora quanto a gravidade numa criança. Minc já é velho. E continua tolo.
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas, liberação
12/05/2009 - 17:58
Acabei de falar com Diogo Mainardi. Ele acompanhou a Marcha da Maconha da janela do seu apartamento — foi tirado da cama pelo alegre alarido. O pessoal se concentrou no Posto 9, em Ipanema, que centraliza a distribuição de drogas na praia, e caminhou em direção ao Posto 8, parando no meio do caminho, na Vieira Souto. Em frente ao prédio do Oráculo de Ipanema.
O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) não se contentou em defender a descriminação das drogas só em seu próprio nome, não. Falou também pelos ministros José Gomes Temporão (aquele, da Dengue e da Saúde), Tarso Genro (da Justiça e poeta da mão cheia) e Juca Ferreira (dedicado à cultura — laboratorial — de cineastas…). Ao “dexavar” (não adianta recorrer ao Houaiss) o seu discurso, Minc deixou claro que contava também com o apoio dos ex-ministros Gilberto Gil (Cultura — não me digam!!!) e Nilmário Miranda (Direitos Humanos).
É isso aí. Como se vê e se suspeitou aqui, não se tratava da manifestação de um porra-louca em particular, não é mesmo? Trata-se mesmo de uma posição de governo. Ou Temporão desmente Minc ou está obrigado a nos dizer os efeitos benéficos da descriminação das drogas. Ou o poeta da Justiça desmente Minc ou nos diz como as drogas livres podem nos conduzir a uma nova ordem legal. Dispenso o tal Juca (quem é esse mesmo???) de demonstrar a intimidade entre droga e cultura financiada pelo estado porque se trata de uma realidade autodemonstrável.
Fico imaginando uma manifestação como essa, com esses apoios, em sólidas democracias ocidentais onde as drogas são igualmente proibidas. As oposições iriam para as cabeças. Aqui, elas se calam. Parece que todos eles, como é mesmo?, estão “se lixando” para o povo. O conjunto da obra explica por que há no país territórios tomados pela bandidagem e 50 mil homicídios por ano. Em breve, será falta de precisão falar no poder “paralelo” do narcotráfico.
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: drogas, liberação
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