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12/07/2009 - 05:38

De olho na “Doutora” Dilma(2).

Será o caso da “Doutora” Dilma semelhante ao da “Doutora” Cristina Campolina, que era coordenadora do curso de história da Universidade Federal de Minas Gerais? O TCU a condenou a devolver R$ 655 mil de sua bolsa de doutorado para a Universidade de Illinois (EUA) entre agosto de 1986 e fevereiro de 1991.Em sua defesa, ela disse que vive em “extrema penúria financeira”, mas não adiantou. O tribunal determinou que ela quite a dívida e lhe aplicou uma multa de R$ 22 mil. Campolina afirma que não terminou a tese porque seu orientador dizia que só aceitaria o trabalho se ele tivesse documentos inéditos, os quais ela nunca achou.Diante da impossibilidade de quitar a sua dívida, ela diz que tentará revalidar os créditos do doutorado no Brasil e defender a tese na UFMG. Porém, como não cumpriu o prazo para a devolução do dinheiro -acrescido de juros pela demora no pagamento-, deve ser acionada pela Advocacia Geral da União. Leia o caso aqui. E ai, TCU e AGU, já verificaram se não existe uma pendência desta natureza com a “Doutora” Dilma? Sabe como é, alguém pode ter inscrito a “Doutora” Dilma em um programa de bolsas, alguém pode ter depositado o dinheiro na sua conta e ela nem sabia…

Terá a “Doutora” Dilma Rousseff obtido alguma “progressão funcional” em função do seu “mestrado” e “doutorado” que foram sem nunca ter sido? Com a palavra, o Ministério Público, sempre tão zeloso para pegar bagrinhos e tão medroso para fisgar baleias.

Fonte: Coturno Noturno

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/07/2009 - 12:14

Quanto mais mexe, mais fede.

Em nota, a Casa Civil afirmou que a ministra Dilma Rousseff “jamais incluiu ou autorizou a inclusão de seu currículo na plataforma Lattes”.A base de dados do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) informava erradamente que ela tinha concluído mestrado na Unicamp. Dilma não defendeu tese.Questionada pela Folha sobre como o erro também figurava no site da Casa Civil, a assessoria de Dilma disse que “era uma informação errada que estava no site do Ministério de Minas e Energia e que foi transcrita pela assessoria, sem revisão, para a página da Casa Civil”.Segundo o ministério, as informações foram incluídas na plataforma Lattes em maio de 2000 por um grupo de pesquisa da Fundação de Economia e Estatística do RS, entidade presidida por ela de 1991 a 1993. A FEE-RS disse que só se manifestará na segunda-feira.O nome da ministra, de acordo com a Casa Civil e o CNPq, foi incluído como integrante do grupo de pesquisa “Estado e Setor Financeiro” -nenhum dos envolvidos explicou até agora por que isso teria sido feito, já que Dilma tinha se afastado do grupo e da fundação.O CNPq diz realizar desde quarta-feira uma pesquisa em seus arquivos para tentar descobrir quem incluiu as informações no sistema, mas já indicou que pode não chegar a conclusão nenhuma.
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Durante 9 anos, a ministra candidata viu o seu currículo falso ser publicado em todos os lugares. Em inglês e mandarim. Dezenas de vezes, ao ser apresentada em eventos, estes dados foram citados e ela ficou lá, quietinha. Agora afirma que não foi ela quem incluiu os dados. Até pode não ter sido, mas quem forneceu os dados, obviamente, foi ela. Todos aqueles detalhes não poderiam ser criados pela mente de alguém. E mais: a ministra candidata, se recebeu bolsa do CNPQ, cometeu crime. Deve ser condenada a devolver, com juros e correção monetária, os valores que gastou como “mestre” e “doutoranda”, sendo apenas uma reles e medíocre aluna-ouvinte. Está na hora do Ministério Público abrir uma investigação. Quanto mais mexe, mais fede.
Fonte: Coturno Noturno
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
23/06/2009 - 09:14

OS CRIMES DELES E OS CRIMES DOS OUTROS

Que importância tem Wilson Simonal?”, perguntam-me uma ou outra pessoa. Em si mesma, a questão parece não ter grande alcance político, mas ela sintetiza uma postura – e talvez seu alcance vá além do que parece, ou o maior jornal do país não lhe teria dedicado três páginas. Num feito realmente inédito, o repórter recicla a própria reportagem, feita há nove anos, para, visivelmente, contestar uma suposta leitura revisionista que estaria sendo feita. Por que digo “estaria”? Porque, como se sabe e é público e notório, ninguém endossou o crime contra o contador. Ocorre que, antes como agora, Simonal não está sendo julgado e condenado por aquilo que fez. É quase o contrário: usa-se a ocorrência para alimentar o que não passa de uma fantasia. E isso, com efeito, é mais importante do que parece. Antes que volte a este ponto, uma consideração que talvez facilite algumas sinapses.

Para Simonal – ou, vá lá, para a sua biografia -, é uma má sorte não ter sido acusado de assassinato. Porque de tal acusação, é óbvio, teria se safado com facilidade. Desde logo e de sempre, alguém se lembraria de perguntar: “Matou quem?” E a ausência de resposta descaracterizaria o crime. Ocorre que a acusação feita no passado e refeita agora – “informante” – pode subsistir no vácuo, pode ser feita sem história. Afinal, o que foi que ele “informou” sobre o meio artístico? Quais são e onde estão as suas vítimas? Não há nada. Tem-se apenas um exemplo escandaloso do pior jornalismo a serviço de uma causa.

Qual causa? A esquerda não aceita luzes sobre seu passado; não aceita nada que não seja o lugar da vítima. Não é por acaso que não se conhecem nem mesmo os nomes das pessoas que matou em sua “luta contra a ditadura” – que também era uma luta pela implantação de uma… ditadura. A simples menção ao passado deste ou daquele fora de um contexto virtuoso levanta uma grande onda de indignação. O objetivo é “blindar”, em sentido militar mesmo, o seu passado. A palavra chegou ao português via francês e remete ao verbo alemão “blenden”: “cegar, ofuscar”. Sim, na mesma origem está a palavra inglesa “blind”, verbo e substantivo, e derivações. O passado da esquerda está blindado, protegido por viseiras e mistificação. E, diante dele, devemos optar pela cegueira.

A ficha falsa
Querem uma prova? Basta ver a indignação com a tal “ficha falsa” de Dilma publicada pela própria Folha. Tudo indica, de fato, que era uma montagem que circulava na Internet. E ela fez bem em reclamar. Mas a coisa não parou por ali. Fez-se da dita-cuja mero pretexto para escoimar o passado de Dilma de suas inconveniências. A ex-dirigente da VAR-Palmares veio a público para declarar, sob o silêncio cúmplice da larga maioria, que ela havia cometido apenas “crime de organização”. De organização?  Duas perguntas com respostas:

Pergunta 1 –  O que ela “organizava”?
Resposta –
A VAR-Palmares.

Pergunta 2 – E a VAR-Palmares organizava o quê?
Resposta -
Lembro só algumas coisas, que muitos pretendem chamar “resistência” – e que eu chamo “terrorismo”:
- 01/07/1968 – A execução de Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen, major do Exército alemão (na verdade, morto pela Colina, grupo que depois ajudou a formar a VAR-Palmares. Em 1968, Dilma era do Colina);
- 12/10/1968 – Execução de Charles Rodney Chandler, capitão do Exército dos EUA;
- 31/03/1969 – assassinato do comerciante Manoel da Silva Dutra, durante assalto ao Banco Andrade Arnaud, no Rio. Carlos Minc estava no grupo.
- 11/07/1969 – Assassinato de Cidelino Palmeiras do Nascimento, motorista de táxi (conduzia policiais em seu carro), decorrência do assalto ao Banco Aliança;
- 18/07/1969 – Roubo do “Cofre do Adhemar”. O dinheiro nunca apareceu;
- 24/07/1969 – O assassinato do soldado da PM-SP Aparecido dos Santos Oliveira, decorrência de um assalto a uma agência do Bradesco, de que a VAR-Palmares fez parte;
- 22/10/1971 – Assassinato de José do Amaral, suboficial da reserva da Marinha;
- 05/02/1972 – Assassinato de David A. Cuthberg, marinheiro inglês, de 19 anos, que visitava o Brasil com sua fragata. Quatro membros da VAR-Palmares estavam entre os executores. Crime do rapaz: seu uniforme representava o imperialismo inglês…

A onda de indignação que se seguiu à publicação da “ficha falsa” tentou transformar Dilma numa espécie de freira dos pés descalços. Parecia que era dirigente da VAR-Palmares para promover a Primeira Comunhão das moças católicas. Para os “inimigos”, a ausência de provas que condena; para os amigos, o excesso de provas que absolve. David A. Cutherberg, por exemplo, morreu sem saber por quê, mas a VAR-Palmares sabia muito bem por que o matou: tinha uma utopia… Reação obviamente histérica aconteceu, também, por ocasião do termo “ditabranda”. Como escrevi aqui, até entendo que muitos contestem o emprego de tal palavra. Mas se aproveitou o episódio para, uma vez mais, reciclar uma falsa história de santos e demônios.

Não se enganem: a tentativa de esmagar Simonal é só uma forma de contar a história dos vivos, não dos mortos. E não se trata de nenhuma conspiração. Não lido com misticismos. Fosse uma, seria algo até mais fácil de combater porque conspirações têm um centro, um núcleo. Lida-se com algo bem pior: com uma cultura.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
23/06/2009 - 09:12

PAC empaca e Dilma culpa FHC.

Hoje Dilma Rousseff jogou pedras no governo anterior, aquele que acabou em 31 de dezembro de 2002.Declarou que o PAC empacou porque FHC não deixou projetos. E que, por isso, passou 2007 produzindo papel. Aí a gente se pergunta: de 2003 a 2007, início do PAC, os petistas produziram o quê? O mensalão? A cueca dolarizada? O dossiê contra Serra? O dossiê contra Dona Ruth Cardoso? O problema da falta de projetos é exclusivamente do PT, da incapacidade profissional dos seus técnicos, da inapetência pelo trabalho tão normal nos pelegos sindicalistas das estatais, na falta de visão dos companheiros burocratas encastelados em repartições públicas ou na inoperância dos militantes barbudinhos teóricos de muitos “saberes” e poucos“fazeres”, que pululam nas universidades públicas. Dilma Rousseff deveria trocar seus produtores de power pointpor um PMO para poder ser chamada de gestora. Afirmar que nem papel existia para fazer investimentos é confissão de culpa. Dilma Rousseff poderia ter dado uma série de desculpas: a crise financeira, o mau tempo, a burocracia, a falta de dinheiro, o seu linfoma. Tudo menos falta de projetos, depois de quase sete anos com Lula no poder.

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O PAC anda empacado mesmo. Há uma página no site da Presidência da República para acessar e conhecer o programa. Quando você clica para conhecer detalhes das obras de infra-estrutura, surpresa:“please, log in” e você precisa de passaporte e senha para entrar. Estariam ali, guardados a sete chaves, os famosos projetos?
Fonte: Coturno Noturno
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
01/06/2009 - 23:47

Quem paga a quadrilha da Dilma no São João de Caruaru?


O Blog do Jamildo registrou a chegada da ministra vestindo azul e a sua saída vestindo vermelho: a mesma blusa, em cores diferentes.
Na Casa Civil, não há nenhum compromisso na Agenda Oficial da ministra Dilma Rousseff para os dias 30 e 31 de maio. O que significa que a autoridade legalmente constituída está de folga neste final de semana. Lula, por exemplo, coloca na sua agenda que está em São Bernardo do Campo, SP, sem compromissos oficiais. É assim que funciona. Ontem à noite, a ministra foi a uma festa de São João, em Caruaru, Pernambuco. Festa combina com folga. Hoje à tarde, a ministra vai estar em Brasília, para a Missa da Cura e Libertação, em Taguatinga. Missa combina com folga. Uma agenda pessoal pesadíssima para quem está em pleno tratamento de um câncer. Uma agenda caríssima para quem está viajando, por exemplo, em jatinho fretado por conta própria. Porque não existe nenhuma razão para que o pobre contribuinte brasileiro pague jatinho para uma ministra fazer festa no sábado e ir à missa no domingo. Para uma ministra sem nenhum compromisso oficial. Ainda mais tendo em vista os escancarados objetivos eleitoreiros da programação, estampados em todos os jornais do Brasil. Quem paga a quadrilha da Dilma Rousseff no São João de Caruaru?
Fonte: Coturno Noturno
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
21/04/2009 - 23:21

DILMA, O DOCUMENTO QUE ELA DIZ SER FALSO E O “CRIME DE ORGANIZAÇÃO”

Ficha que a ministra Dilma Rousseff sustenta ser falsa

Publiquei ontem um artigo cujo título é “As primeiras lágrimas eleitorais de Dilma Rousseff”, que segue abaixo. Ela esteve em Belo Horizonte, onde tratou do tal programa (eleitoral) “Minha Casa, Minha Vida”. Avisou que estados e municípios estão fora da jogada — só entram no cadastramento, como empregadinhos da propaganda oficial — e chorou ao lembrar que é mineira. Brinco no texto abaixo que está em curso a construção publicitária da “mulher que endurece sem perder a ternura”. Mas ela também sabe fazer o contrário: “enternece sem perder a dureza”. Leiam atentamente trecho de reportagem publicada pela Folha. Volto depois.

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) questionou a autenticidade de um dos documentos referentes à sua prisão pelo regime militar publicado, com outros quatro, em reportagem da Folha no último dia 5. Segundo a ministra, a ficha em que ela aparece qualificada como “terrorista/assaltante de bancos” e da qual consta o carimbo “capturado” sobre a sua foto é uma “manipulação recente”. Dilma disse que o documento não consta dos arquivos em que ela mandou pesquisar. “A ficha é falsa, é uma montagem. (…) Estou, atualmente, numa discussão, tentando ver com a Folha de S.Paulo de onde eles tiraram aquela ficha, porque até agora ela não está em nenhum dos arquivos que pelo menos nós olhamos. Então, ela não é produto nem daquela época, ela é produto recente, manipulado, de órgãos ou de interesses escusos daqueles que praticaram esses atos no passado”, disse a ministra em entrevista à radio Itatiaia, de Belo Horizonte.
(…)
“Eu nunca militei em São Paulo nesse período que eles relatam na ficha. Eu morava em Minas. Tem datas aí [na ficha], de 1968, que eu não só morava aí [em BH] como estudava na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Tinha endereço certo e sabido.” Na sua reportagem, a Folha informava, na legenda sob a reprodução do documento, que a ministra não havia cometido crimes a ela imputados. Dilma disse ainda que, embora tenha ficado presa por seis anos, “infelizmente ou felizmente”, nunca foi julgada por participação em ações armadas. “Nunca fui julgada por nenhuma ação armada ou por um assalto a banco, porque as minhas circunstâncias foram essas, não os cometi.”
(…)
“A minha situação fica bastante desagradável para aqueles que defendem ou que houve ditadura branda no Brasil ou que no Brasil havia uma regularidade, naquele período, democrática. Nem uma coisa nem outra. Naquela época se torturava, se matou, se prendeu”.
(…)
“Muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas… E presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião, que é, vamos dizer assim, a excrescência das excrescências da ditadura”.

Comento
A reportagem da Folha traz uma Nota da Redação: “Tão logo a ministra colocou em dúvida a autenticidade de uma das reproduções publicadas, a Folha escalou repórteres para esclarecer o caso e publicará o resultado dessa apuração numa próxima edição”.

Vamos lá. Devagar com o andor porque o santo pode não ser de barro, mas é do pau oco. O documento a que a ministra se refere circula há muito tempo na Internet. Nunca o publiquei aqui porque não consegui comprovar a sua autenticidade — isto é: se vem mesmo dos arquivos dos órgãos se segurança do regime militar. Se é falso, a ministra tem razão de reclamar, e certamente a Folha fará a devida correção se necessário. Publico a imagem agora porque a própria Dilma se referiu ao documento, e o leitor tem o direito de saber do que ela está falando.

Pois bem. Quando foi presa, Dilma pertencia à VAR-Palmares, um grupo dedicado a ações terroristas. A ministra tem um jeito estranho de contar a história, justificando por que foi presa: “O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião”. Epa! “Organização” de quê? De chá das cinco? O que é que a VAR-Palmares “organizava”? Lembro algumas coisas (só algumas):

01/07/68 – A execução de Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen, major do Exército alemão (na verdade, morto pela Colina, grupo que depois ajudou a formar a VAR-Palmares. Em 1968, Dilma era do Colina);
12/10/68 – Execução de Charles Rodney Chandler, capitão do Exército dos EUA;
31/03/1969 – assassinato do comerciante Manoel da Silva Dutra, durante assalto ao Banco Andrade Arnaud, no Rio. Carlos Minc estava no grupo.
11/07/69 – Assassinato de Cidelino Palmeiras do Nascimento, motorista de táxi (conduzia policiais em seu carro), decorrência do assalto ao Banco Aliança
18/07/1969 – Roubo do “Cofre do Adhemar”. O dinheiro nunca apareceu.
24/07/69 – O assassinato do soldado da PM-SP Aparecido dos Santos Oliveira, decorrência de um assalto a uma agência do Bradesco, de que a VAR-Palmares fez parte.
22/10/71 – Assassinato de José do Amaral, suboficial da reserva da Marinha;
05/02/72 – Assassinato de David A. Cuthberg, marinheiro inglês, de 19 anos, que visitava o Brasil com sua fragata. Quatro membros da VAR-Palmares estavam entre os executores. Crime do rapaz: seu uniforme representava o imperialismo inglês…

Não é preciso justificar tortura e ditadura para reconhecer que o que vai acima é uma lista de crimes. Então ficamos assim: concordamos em não passar a mão na cabeça de assassinos, estejam eles de um lado ou de outro da linha.

Um eventual erro jornalístico, que pode ser corrigido, não é desculpa para fraudar a história. Quem atua na organização de um grupo terrorista e homicida não tem por que se orgulhar, não. E noto que Dilma diz que “feliz ou infelizmente”, não participou da ação propriamente dita. “Feliz ou infelizmente”? Isso quer dizer que ela ainda tem dúvidas se os homicidas que estavam do seu lado agiram certo ou errado? Ainda hoje a ministra discrimina os assassinos? Os que eram seus aliados eram mais respeitáveis do que os adversários?

Se a ficha é falsa, que se corrija a informação. Mas é certo que, na “organização” da VAR-Palmares, Dilma não se encarregava de lavar pratos ou de cuidar da contabilidade. Ela tem todo o direito de ver a sua história contada de acordo com os fatos. E o Brasil também.

E que o eventual erro não seja usado como pretexto para tentar intimidar a imprensa. A ministra merece a verdade. Nada mais do que a verdade.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/04/2009 - 11:12

Feridas cancerosas abertas

Por Arlindo Montenegro

Dona Dilma anda enjoada com essa gente aí, que divulga falsas interpretações sobre sua vida pregressa. São fotos, fichas policiais e artigos escarafunchando a secreta atividade clandestina, naqueles anos duros, quando a jovem idealista revolucionaria e marxista militou naqueles grupos que, “faziam a revolução”.

Ela foi uma líder por livre e espontânea vontade, por convicção ideológica firmada no berço pelo pai, um comunista búlgaro. Armas na mão, seus liderados (ela não!) bombas e fuzis debaixo da cama, assaltaram bancos, seqüestraram diplomatas e empresários, mataram militares, policiais e gente inocente.

Tentavam abrir caminho para a revolução comunista internacional patrocinada por Cuba, China, União Soviética, Coréia do Norte, Albânia e comunistas europeus, todos defensores ardentes das guerrilhas na América do Sul. Todos visceralmente contrários à presença massiva dos exércitos imperiais dos EUA no Vietnã.

Ela diz, segundo a FSP deste Sábado, que sua situação é “desagradável para aqueles que defendem ou que houve ditadura branda no Brasil ou que no Brasil havia uma regularidade democrática naquele período”. A ditadura que alguns jovens cultos defendiam era a ditadura do proletariado e não a ditadura que defendia o estado democrático de direito.

“Naquela época se torturava, se matou, se prendeu”. É a pura verdade! Vale para seguirem o blá-blá-blá de Regis Debray (Revolução na Revolução, bíblia dos ignorantes idealistas que queriam ser como o Che Guevara), como vale para os que, por dever de ofício, defenderam as instituições da ditadura que impediu a comunização do Brasil.

A mãe do PAC, a “cara” do Lula, se ressente dos comentários desta gentinha burguesa e “reacionária” que através de jornais e revistas, em blogs de direitistas burgueses desprezíveis, até mesmo no Congresso Nacional, anda conspurcando sua imagem de “democrata totalitária e humanista de esquerda”!

Ela não pode negar que foi bem treinada. Seu amigo e auxiliar Giba revelou à revista Piauí: “Sua tarefa, no começo de l969, era a preparação de um assalto a uma agência do Banco do Brasil. Até janeiro daquele ano, o Colina (grupo armado em que ela, dona Dilma atuava com função dirigente) contabilizava, em Minas, quatro assaltos a bancos, uma meia dúzia de carros roubados e dois atentados a bomba, a residências de autoridades locais.” Tudo perfumaria!

Dona Dilma declara que foi prisioneira e torturada “por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. (…) Muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas… E presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas.”

Ô dona Dilma, peraí! Aquelas pessoas, militantes organizados e armados, em sua maioria idealistas manobradas por gente esclarecida como a senhora, como seus pares no atual governo, deitaram e rolaram com agressividade guerreira. Ainda não foram ouvidos os testemunhos de centenas de familiares dos mortos no cumprimento do dever, tão jovens e idealistas como o eram seus companheiros “internacionalistas” e menos brasileiros.

Depois das aventuras mineiras, o cerco da “repressão criminosa” aos valorosos defensores da “democracia comunista” que aterrorizavam a ditadura dos “gorilas e democratas capitalistas”, a senhora foi militar na VPR de Lamarca, associada à ALN de Mariguella. Todos armados e treinados para matar e tomar o poder. Isto é somente “crime de opinião e organização”?

Os comunistas e seus militantes, muitos inocentes úteis sem opção, atiravam contra outros brasileiros que então estavam ao lado da ordem que vocês dizem “burguesa”, “imperialista”, “corrupta”, a mesma ordem que hoje defendem com unhas e dentes. Queriam o poder contra a cultura democrática e cristã do povo brasileiro. Queriam o poder total e conseguiram depois de anistiados pelos “ferozes” ditadores militares que perdoaram seus “deslizes juvenis” para pacificar a nação.

É diferente a natureza democrática no concernente à crença e confiança na humanidade. Diferente porque sabe quando recuar e reconhece não ser dona absoluta da verdade. Briga e reforça seus pontos de vista respeitando as regras democráticas do estado de direito. Atua de modo oposto à prepotência e desprezo com que os poderosos que são seus pares tratam esta nação.

A generosidade daqueles que estavam à frente dos governos militares, nos cinco anos em que “o povo” trabalhava alheio aos entreveros armados, não foi reconhecida. O perdão, a compreensão, o diálogo, a severidade no trato dos recursos públicos, a saúde, a segurança e fundamentalmente a educação universal, está bem distante das cogitações e práticas marxistas.

Vocês estão com a faca e o queijo. Ignoram as leis e mantêm a política do medo: medo do desemprego, medo de não pagar as contas, medo de bala perdida, medo dos impostos, medo dos traficantes, medo do mst, medo dos grampos. Implantaram o que indicavam os comunistas russos como ferramenta do poder.

A globalização e concentração econômica abrem caminho para a o poder total do estado. O Sistema Eleitoral, os Juizes, o Congresso, os sindicatos, estão dominados e nem existe mais oposição, só uns gatos pingados insignificantes. Precisa fingir religiosidade indo ler a bíblia na missa do Padre Marcelo? A igreja das Cebs infiltrada pelos marxistas já lhes proporcionou o PT e o Poder.

Os sobreviventes – entre os que saíram para matar e morrer pelo comunismo internacional – estão anistiados e bem postos em funções publicas, nas Universidades, nos jornais e revistas, nas tevês. A anistia foi bem aproveitada e as feridas continuam abertas porque vocês são incapazes de conviver com os brasileiros que ainda sonham, desarmados, com a liberdade.

Isto é característico de “internacionalistas proletários” como a senhora, Dona Dilma. Você pode tentar reescrever a História com a ajuda de seus marketeiros. Mas a História nem sempre aceita tantas inverdades fabricadas pela máquina de ilusionismo político.

E as feridas históricas nunca se fecham, como se fossem um câncer em metástase.

Fonte: Alerta Total

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/04/2009 - 10:55

Uma família exemplar

Por Arlindo Montenegro

Um advogado, viúvo, membro do Partido Comunista da Bulgária, chegou ao Brasil em 1930. Para um comunista de nível superior abandonar a Europa, em plena efervescência revolucionária, pode-se inferir que cumpria uma “tarefa” do Partido da Internacional Comunista.

O Partido Comunista no Brasil era jovem, recém filiado ao organismo Internacional, que enviou para os trópicos inúmeros “agentes”, com a missão de informar Moscou sobre o cumprimento das rígidas, pétreas condições de atuação dos novos militantes comunistas crioulos.

Dentre as diretrizes impostas para ser um comunista internacionalista, estava escrito: defender sem reservas “todas as repúblicas soviéticas” e posicionar-se claramente contra “reformas políticas burguesas” pois a legalidade burguesa não merecia confiança. Outras normas indicavam o trabalho “sistemático e perseverante” entre as tropas (militares), a necessária agitação “racional” entre os camponeses, nos sindicatos, cooperativas e outras organizações das massas operárias.

Uma das 21 recomendações exigidas se destaca: “criar, em toda parte, um organismo clandestino paralelo à organização legal”. E outra: renunciar e denunciar o patriotismo e o pacifismo, considerados hipocrisia e falsidade. Hoje é fácil entender o PT legal e o Foro de São Paulo (clandestino) escondido da opinião publicada. A parte obscura comanda, a parte que aparenta legalidade executa as “palavras de ordem”.

Os sindicatos, cooperativas, organizações de massa, grupos confusos como o MST e outras “ongs” atuam como “vanguardas” políticas e militares mantendo a “agitação racional”. Tudo para cumprir os objetivos táticos da estratégia do comunismo internacional. Por ser internacional, sem pátria, desprezando os anseios pacifistas, justificam-se os passos de destruição sistemática das instituições (Constituição, Poder Legislativo, Poder Executivo, Forças Armadas) adotados pelo Partido que comanda o Poder Executivo.

O Brasil está sob o comando do mais cruel, do mais guerreiro e assassino movimento político internacional, globalizado, sem bandeira, que sempre contou com recursos financeiros ilimitados, espalhando guerras civis, esmagando culturas nacionais e concentrando cada dia mais o produto do trabalho e riqueza das nações nas mãos de uns poucos potentados globais.

Voltando à vaca fria, aquele Advogado que veio da Bulgária, casou com uma mineira. Trabalhou para a Mannesman, construiu casas, gostava de jogar, fumava muito e apreciava as mesas fartas. Sua filha foi bem educada para ser uma boa comunista, no lar ateu. Como secundarista já estudava marxismo. Casou somente no civil com um companheiro também comunista.

Aderiu à luta armada. Teve aulas sobre “armamentos, tiro ao alvo, explosivos e enfrentamentos com a polícia” e dedicou a vida à organização dos “focos de guerrilha” para implantar a guerra civil e facilitar a tomada do poder pelos comunistas no Brasil. Guardava embaixo da cama um monte de armas e bombas. Militou nos mais agressivos e sanguinários grupos terroristas combatidos durante cinco anos pelos governos militares. A moça formou-se como notável dirigente comunista. Esteve presa, sofreu torturas e entregou alguns “companheiros”. Foi solta pelos “ditadores”, entrou para o PDT de Leonel Brizola e depois para o PT.

Dona Dilma apareceu lendo uma epístola numa missa católica oficiada por um padre estelar. Para uma militante comunista com sua formação é mangação com a fé cristã! É genuína hipocrisia! É passar diploma de jegue, besta de carga, pra todos os que prezam a fé cristã.

Agora estão dizendo que a ministra Dilma vai aproximar-se dos “movimentos sociais” camponeses, liderados pelo MST (legalmente inexistente) que recebe dinheiro dos cofres públicos através de ongs legalizadas mas que não prestam contas. É querer tapar o sol com a peneira dizer que existe conflito entre a ministra e os que espalham o terrorismo no campo. Afinal é centenária a orientação do comunismo internacional: a agitação “racional”, isto é controlada, entre os camponeses.

A história mascarada do Brasil, omite as origens da desordem fabricada para facilitar a “socialização” (termo light para implantação do comunismo totalitário de um só partido) que se alastra pela América Latina. Os “caras” dos ministérios e a companheira Dilma, estão cumprindo direitinho as ordens dos financiadores e estrategistas construtores da globalização capimunista.

Os recursos produzidos pelo trabalho humano em todos os quadrantes da terra estão agora mais centralizados do que nunca. Implantam-se as bases do governo total mundial, onde a segurança e bem estar será privilégio dos que forem acolhidos como legisladores, juízes e executivos do poder central global. O resto que fique à mercê dos narcotraficantes, sem tempo de protestar, agir ou organizar-se contra a bandidagem governante.

Assim se prenuncia a negação da pátria, dos costumes, das tradições, das culturas nacionais, da soberania sobre o território. Se prenuncia a eliminação da família, das religiões, da propriedade privada. Bem no roteiro da escravidão desejada pelo programa do Comunismo Internacional há mais de um século.

Dona Dilma está no comando. Acompanham-na os mesmos estudantes, operários, militares que foram enrolados nas guerrilhas. Acompanham-na os mesmos desinformados, desesperados, inocentes úteis que recebem diariamente a ração da droga do marxismo a que servem como nova religião. Uma religião de fanáticos que desprezam o saber, que desprezam a nação, que desprezam a si mesmos.

E nós, os idealistas, românticos, democratas, cristãos tradicionais, conservadores, piedosos, caridosos, perdoadores, amantes da verdade e da liberdade…”tamos ferrados” e designados para o eito mais duro, ou a morte numa prisão política!

(Quem desejar mais detalhes sobre a trajetória de dona Dilma, é recomendada a leitura da Revista Piauí, edição 31, de 9 de Abril/09)

Fonte: Alerta Total

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
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