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27/10/2009 - 17:21

A ESSÊNCIA CRIMINOSA DOS INTELECTUAIS DO PCI

Ainda comentando o manifesto daqueles que se dizem intelectuais contra a CPI do MST, estive a refletir sobre um trecho:

Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.

É a cara do Primeiro Comando dos Intelectuais esse negócio, não? Em São Paulo, o PCI é a voz, digamos, acadêmica do PCC; no Rio, do Comando Vermelho e dos Amigos do Amigos, né? Essas bestas cúbicas não negam a sua origem.

Não existe organização socialista na história — atenção: em qualquer tempo ou lugar — que tenha se formado sem considerar a possibilidade de cometer crimes em nome da causa. Não me refiro, obviamente, apenas àqueles crimes definidos pelos códigos, mas também aos outros, aos morais. O que é um crime moral? É aquele que, independentemente do código vigente, alguém comete na esperança de que o outro, o adversário, seria incapaz de cometer.

Não há esquerda sem essa ambigüidade moral; sem a constatação de que existe a moral “deles”, que lhes permite fazer qualquer coisa, e a moral do “outro”, que seria mais restritiva e, por isso mesmo, os protegeria do contra-ataque. Um esquerdista de verdade está sempre testando os limites dos inimigos na esperança de contar com a moralidade dele para se preservar. E, não raro, têm lá a sua razão em prever uma reação frouxa, não é mesmo?

Vejam o trecho de asquerosa demagogia. Não é porque existem injustiças no mundo que a gente vai sair por aí destruindo laranjais, roseirais ou capinzais… Não existe causa humana que dê a alguém a condição de absolutista moral. Ou existe? No mundo deles, eis o ponto, existe.

A causa ainda é, pasmem!, o “socialismo”. Como o socialismo não virá — não como eles anseiam —, sem poder chegar ao fim, ao grande crime, contentam-se com os meios criminosos.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/06/2009 - 21:23

“Nós ainda não atacamos ninguém.”

Petrobras-Guantanamo. Eles querem uma “guerra santa”.

Mal-educado como qualquer ex-sindicalista, agressivo como qualquer petista flagrado em irregularidades, pronto para a batalha, como ele mesmo diz. José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, considera a CPI que será instalada uma guerra do mal contra o bem. Ele, claro, é o bem. Afirma que será um vale-tudo. É mais um imbecil guindado a um posto importante pelo companheirismo pelego. Deveria ser demitido a bem do serviço público pela forma com que ameaça, atinge a liberdade de imprensa e se posiciona contra a democracia. Está usando recursos públicos para afrontar a República, o que é citado dezenas de vezes dentro da matéria. Está montando um exército pago pela gasolina mais cara do mundo para defender o feudo petista. Vejam algumas respostas da sua entrevista ao Estadão, que serão o delírio da máfia de ratazanas pagas para bater palmas no blog da estatal:
A empresa se recusou a divulgar os salários individuais dos executivos. Mas, não seria mais transparente pelo menos divulgar as remunerações dos conselheiros?

Vou pedir o salário total e individual da diretoria do Estadão. Os conselheiros da Petrobras ganham 10% do que o que os diretores recebem. E não é sobre tudo: não têm PLR, 13º ou férias.
Como a Petrobras está se preparando para a eventual instalação da CPI esta semana? Esses temas podem entrar na investigação.

Do nosso ponto de vista legal, na nossa avaliação, não. Porque são temas que não estão pedidos na CPI. Há uma sistemática clara: a imprensa nos últimos seis, sete, oito meses tem, no fim de semana, uma matéria bombástica de acusação contra a Petrobras; na segunda-feira, uma suíte que reproduz essa matéria na boca de um parlamentar da oposição pedindo para (o assunto) entrar na CPI. É sistemático: ou é O Globo, ou o Estadão, ou a Folha de São Paulo, ou uma revista.

E aquelas ONGs que receberam dinheiro da Petrobras e, quando foram procuradas, não existiam?

Não é verdade. Esse caso particular dessa ONG do Rio de Janeiro é outra fabricação falsa. E pode-se evidenciar isso. A gente não tinha o blog ainda para mostrar isso, hoje já temos, que é para fazer esse tipo de combate. Que é exatamente mostrar isso: o repórter pegou a foto de um lugar onde não estava funcionando o projeto e publicou como se fosse.

A Petrobras está preparada para um vale-tudo?

Nós estamos preparados para um vale-tudo! Nós estamos preparados. Nós ainda não atacamos ninguém ainda. Não atacamos ninguém ainda. Só temos nos defendido.

Fonte: Coturno Noturno
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
10/06/2009 - 21:50

O “é” da coisa

Os governistas sabotaram de novo a instalação da CPI da Petrobras. Simplesmente não compareceram à sessão. Vocês se deram conta da quantidade de ações e estratagemas para impedir o funcionamento dessa comissão? E olhem que o placar a favor do governo é acachapante: 8 a 3. Enquanto isso, tome vigarice blogueira contra a imprensa, protesto de rua organizado por cuequeiros, discurso terrorista sobre prejuízos que a empresa sofreria… Tem-se a impressão de que a Petrobras se tornou, de fato, o “é” da coisa, a PDVSA do PT. Desvendar alguns dos seus segredos — que nada têm a ver com o sigilo de decisões empresariais — parece que corresponde a desvendar os segredos da República petista.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
10/06/2009 - 19:52

Abrindo a caixa-preta da Petrobras

Algumas almas penadas, de boa fé, perguntam pasmas de espanto: – Por que Lula, um político astuto, proclama abertamente não haver “fato determinado” para a instalação da CPI e diligencia pessoalmente para que não se abra a caixa-preta da Petrobrás?Bem, as razões são muitas e já foram expostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público depois de exames acurados.Petrobras

“O nacionalismo é o último refúgio dos canalhas.”
Samuel Johnson, lexicógrafo inglês

O Partido dos Trabalhadores e os chamados “partidos da base aliada” estão criando todo tipo de expediente para desmoralizar a CPI da Petrobras, antes mesmo que ela seja instalada. São manobras ardilosas executados por quem, no Senado, conhece bem de perto as tramas adequadas para impedir que se abra a caixa-preta da poderosa empresa estatal, transformada hoje no mais sólido trampolim para se implantar uma “república popular” no País, projeto  do Foro de São Paulo – criado por Fidel Castro e Lula – exclusivamente voltado para “restabelecer na América Latina do que foi perdido no Leste Europeu”.

(Admita-se ou não, antes de ser um instrumento de manipulação política, os colossais recursos financeiros da estatal do petróleo, manobrados por mãos ávidas dentro governo, vêm se qualificando, tal como na Venezuela de Chávez, como uma formidável alavanca para se erguer o “Estado Forte” de Lula).No entanto, a julgar pelo espantoso volume de cartas enviadas aos jornais, a opinião pública ainda existente no País clama para que a “oposição”, ou o que se tem como tal, encare com firmeza a urgente tarefa de levar adiante o inquérito parlamentar, mesmo que ele seja totalmente controlado pelo governo e que sua presidência e relatoria fiquem nas mãos dos que não querem que a verdade negra, envolta com o dinheiro fácil jorrado dos cofres da Petrobras, venha à tona.

No final dos anos 1950, quando ainda rapazola incauto, participei de varias marchas em favor da “intocabilidade” da Petrobras. Numa delas, contra a presença do Secretario de Estado norte-americano Foster Dulles, em visita ao Brasil, gritava, furioso, “go home, ianque! Go home, ianque!” E reverbera alucinado, cordoveias dilatadas, tal qual o perfeito “idiota útil”, sem saber exatamente do que tratava: “O petróleo é nosso! O Petróleo é nosso!”.

Não sei se, de fato, à época, o petróleo era nosso, isto é, do povo brasileiro, do padeiro da esquina ou do trabalhador que sai de casa (muitas vezes a pé, quem sabe devido aos preços elevados dos combustíveis) e sangra o dia todo para sustentar a boa vida das mais diversas corporações. Anos depois, investigando o assunto, descobri que os comunistas, com seus slogans demagógicos, sempre estiveram rondando a Petrobrás – e logo fiquei desconfiado.

Hoje, no entanto, tenho certeza absoluta que o petróleo da Petrobras não é “nosso”. Muito antes pelo contrário: ele pertence inteiramente ao PT e seus agregados políticos, entre eles os diversos partidos comunistas e socialistas, Ongs esquerdistas, MST, UNE e entidades sindicais, como, por exemplo, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que ocupa considerável parte dos três mil cargos gerenciais da empresa, a compor uma vasta e bem remunerada nomenclatura, cujos padrões ideológicos, de ordem totalitária, ferem de morte a democracia formal.

Algumas almas penadas, de boa fé, perguntam pasmas de espanto: – Por que Lula, um político astuto, proclama abertamente não haver “fato determinado” para a instalação da CPI e diligencia pessoalmente para que não se abra a caixa-preta da Petrobrás?

Bem, as razões são muitas e já foram expostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público depois de exames acurados. Segundo o noticiário da mídia, os buracos são muitos: eles vão desde denúncias de supostas irregularidades  na Agência Nacional de Petróleo, incluindo a sonegação de tributos (no entendimento de alguns, na ordem de R$ 4,300 bilhões), até as compras sem licitações e fraudes na construção de plataformas petrolíferas, passando por superfaturamento nas obras das refinarias, desvios na distribuição de royalties (um dos quais, dos mais vultosos, envolvendo Victor Marins, o irmão de Franklin Martins, o braço esquerdo de Lula na Propaganda do governo) e nas doações milionárias de fornecedores da empresa ao PT e partidos aliados do governo.

Pelo que foi dado a saber, os integrantes da oposição dentro da CPI estão especialmente interessados em levantar os contratos assinados na área de Comunicação Institucional (dirigida pelo ex-sindicalista Wilson Santarosa), no organograma da Petrobras diretamente ligada ao presidente da empresa, Sergio Gabrielli. Nesta área institucional, responsável pela distribuição de vultosas verbas a programas sociais, ambientais e culturais, soma-se o grosso das apontadas irregularidades. E nela há indícios de concessão de financiamentos a Ongs inexistentes e patrocínios culturais sem licitação. (Ano passado, os gastos com tais programas e projetos foram estimados em R$ 900 milhões, mas a previsão para o ano em curso – tido como crítico -ultrapassa a casa de R$ 1, 2 bilhão).

Em resposta às denúncias, em específico no que diz respeito ao repasse de verbas destinadas a programas de assistência a crianças e adolescentes, por exemplo, a empresa justifica que não há critério político-partidário na sua distribuição e que a legislação vigente não prevê a sua atuação no campo da prestação de contas nem da fiscalização – como se isso a eximisse de responsabilidade na malversação do dinheiro público.

(A Petrobras orgulha-se de ser hoje uma das empresas mais ricas do mundo, com faturamento anual em torno de R$ 200 bilhões. Quem duvida?  Mas eis a razão: enquanto os Estados Unidos vendem um galão de gasolina (quase quatro litros) por U$ 2,30 centavos, no Brasil um litro do combustível (”Podium”, tido como de elevada octanagem) é vendido por R$  2,99 – o que explica porque o brasileiro indefeso vai ao trabalho a pé ou faz o fogo da cozinha devastando a floresta).

No encalço da Petrobras, para se contrapor a instalação da CPI, o pesado ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, embora sirva a um governo por natureza globalista (como, de resto, todos os governos ditos socialistas: “Operários de todo o mundo, uni-vos!”), apelou para o jogo bruto do nacionalismo: “A oposição pode prejudicar uma das maiores empresas do mundo. Provavelmente está querendo desmoralizar a Petrobras para depois privatizá-la”. Quer dizer, encoberto pelo guarda-chuva roto do patriotismo “enragê”, o ministro de Lula quer passar o rolo compressor por cima das denúncias e justificar o injustificável. Tem cabimento? Como diria Maricá, o Marques, “É doce morrer pela pátria, mas é mais doce ainda viver à custa dela”.

Quando a mim, brasileiro até a raiz dos cabelos – a começar pelo nome, Ipojuca – sou pela imediata privatização da Petrobras, antes que ela se transforme na maior empresa do mundo e o pobre nativo, pasmo de admiração, se torne ainda mais miserável.

Fonte: Mídia sem Máscara

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
09/06/2009 - 09:21

Petrobras: caixa dois do governo Lula.

Editorial de O Globo, hoje:

Outro sinal da transformação da Petrobras em uma espécie de caixa dois de operações políticas está exposto na reportagem do GLOBO, no domingo – cujo sigilo foi quebrado pela estatal -, sobre o apoio continuado ao projeto sem destino do uso da mamona como biocombustível. A própria Agência Nacional de Petróleo (ANP) já atestou a inviabilidade do programa. Mas,como assentamentos do MST, da Contag e outras organizações ditas sociais são beneficiários do projeto, milhões de reais continuam a ser repassados, enquanto a mamona apodrece em armazéns no sertão nordestino. Não por acaso, no lado da estatal, quem gerencia esta área é Miguel Rossetto, ministro do Desenvolvimento Agrário no primeiro governo Lula, quando patrocinou o aparelhamento do Incra pelo MST e satélites. Hoje, transfere dinheiro da Petrobras para os antigos aliados -, com a vantagem de não precisar prestar contas ao TCU.O ataque da Petrobras à imprensa, nova especialidade de uma empresa que deveria estar concentrada na exploração do petróleo e gás, não deve ser, portanto, um simples desvio organizacional. Longe disso. Tudo parece coerente com um estilo de administração e diversificação de objetivos adotados nos últimos tempos. Leia a íntegra aqui.
Fonte: Coturno Noturno
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
09/06/2009 - 08:00

Vai te enxergar, Gabrielli.

Este sujeito sai da categoria de suspeito para a posição de idiota e imbecil. O nome dele é José Sérgio Gabrielli. O cargo dele é fantoche da Dilma na direção da Petrobras. Este sujeito obscuro foi capaz da seguinte declaração sobre o blog rasteiro da Petrobras: “Nós vamos revolucionar o jornalismo brasileiro”, disse, defendendo que as empresas brasileiras passem a fazer o mesmo. Vai te enxergar, Gabrielli. Você é suspeito de dirigir uma estatal onde as falcatruas se acumulam. Você não é um empresário, você é um esbirro do PT. Você é o cocô do cavalo do grande bandido chamado governo dos trabalhadores, esta coisa nojenta e corrupta que está arrasando o Brasil. Não ofenda a classe dos empresários. Você não é um Antônio Ermírio de Moraes, um Jorge Gerdau, um Alexandre Grendene. A grande maioria das empresas do Brasil não estão mergulhadas na lama como a que você dirige. A grande maioria das empresas do país não precisa ter uma relação conflituosa com a imprensa através de um blog, como única forma de defesa contra as acusações que se acumulam. A Petrobras só montou este blog numa tentativa desesperada de usar a opinião pública como um escudo contra as denúncias pelas quais você terá que responder com o próprio couro na CPI. Você está revolucionando a corrupção no Brasil, Gabrielli, tentando calar os questionamentos que você terá que responder. É o TCU quem acusa. É o MPF que contesta. A Imprensa apenas repercute a lama que existe debaixo dos teus pés, Gabrielli.

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Viva a CPI da Petrobras: até a gasolina baixou!

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
09/06/2009 - 07:09

Ecos fascistóides

Abaixo, seguem alguns comentários extraídos do blog da Petrobras. Fica evidente a tentativa da empresa de fazer uma espécie de chantagem com a “grande imprensa”, usando a rede para o trabalho de difamação. Embora seja blog oficial de uma empresa pública, as críticas raramente são publicadas — só se forem construtivas… O pior é que a Petrobras incentiva os idiotas a achar que, não fosse a estatal, não existiria imprensa no Brasil. Há um aí abaixo que acha que até o jornal Valor Econômico é de oposição, o que, convenham, é uma ofensa ao dedicado trabalho que se faz lá. Nunca antes nestepaiz um veículo aderiu ao governo com tanta clareza e falta de cerimônia. È uma injustiça fazer uma acusação como essa… Leiam. Volto em seguida.

Eu, como detentor de ações ON e PN da Petrobras, faço um pedido assim como o fiz ao canal Relação com os Investidores da empresa:
Por favor, como acionista desta empresa, gostaria que esta parasse com os anúncios publicitários nos seguintes meios de notícia: Folha de S. Paulo, Rede Globo, O Estado de S. Paulo, Veja, O Globo e Valor Econômico.
Como investidor e como pessoa, não me cai bem ver em uma página um anúncio da empresa que tanto amo, que representa meu país, e ainda me cede um retorno financeiro e, virando a página, uma notícia com calúnias, mentiras, intrigas e demais fatos negativos sobre o meu patrimônio.
Há outros meios para se anunciar, assim como há outros investimentos para eu ganhar dinheiro. É lastimável a empresa ainda anunciar nestes jornais, revistas e redes de televisão. Se após o vencimento dos contratos de publicidade a empresa continuar a dar um tapa na cara dos brasileiros anunciando novamente em quem só quer o nosso mal, eu paro de investir na empresa. Aliás, não só eu, mas como todos com quem converso e que acreditam em um país melhor.
Grato pela atenção,
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Excelente o Blog dando respostas rápidas e objetivas e encarando a midia de frente, sem medo. Chega de manipulações, de noticias distorcidas. O povo está com a Petrobras. Por mim, as Folhas da vida morrerão à mingua, sem leitores.Mentiram, omitiram, manipularam, distorceam tanto que perderam os leitores ( e a vergonha) pelo caminho….
*
PARABÉNS pela iniciativa. Acredito que o próximo passo deveria ser a Petrobras parar de patrocinar ou até mesmo, suspender suas campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que atacam diretamente a empresa, defendendo implicitamente a privatização do pré-sal e até mesmo da própria Petrobras. Espero que a direção da empresa e o governo assim o façam, mexa-se no bolso deles.
*
Parabéns pelo blog. Esta iniciativa é importantíssima diante da falência total da credibilidade dos grandes veículos de comunicação do Brasil, se é que algum dia tiveram tal credibilidade. A iniciativa da Petrobras só demonstra que não só os cidadãos, como as grandes companhias brasileiras, não podem mais confiar em jornais que são grande somente em seus nomes e em sua arrogância, em seu desejo deslavado de fazer política partidária para aqueles que foram, e são, a favor de vender a Petrobras, sem x, a preço de banana.

Voltei
Com 1.150 pessoas dedicadas à “área de comunicação” mais três assessorias de imprensa contratadas, é realmente uma vergonha a Petrobras não ter o seu próprio jornal diário, a sua própria televisão e a suaprópria revista — a sua própria previdência já é dona de uma boa fatia das empresas do país. E, como se nota, a gigante parece ambicionar ter, também, um governo próprio. Por que não pensa em criar uma moedaprópria? O passo seguinte será declarar a independência.

Vejam a indigência intelectual que está sendo estimulada. Coisa de quem acredita que não tem de prestar contas a ninguém. É… Se a Petrobras realmente deixasse de anunciar na “mídia”, em qualquer mídia, só os veículos que vivem de puxar o saco do governo é que morreriam. Os napoleões teriam de reidigir as sas cartas no hospício.

Apesar de tanto adesismo, a imprensa é o único território ainda não plenamente conquistado pelo lulo-petismo. E a turma não se conforma. Franklin Martins e José Sérgio Gabrielli resolveram partir para o ataque.

PS: Se a Petrobras parasse de financiar filme ruim, já seria uma bênção.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
05/06/2009 - 06:57

As últimas da tribo tuPTniquim

Pânico.

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Não existe no mundo uma empresa onde existam 3.000 funcionários com poder para assinar contratos. Só isso já é motivo para uma CPI.
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Transcoca: Lula doa dinheiro do BNDES.

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
30/05/2009 - 09:51

Custe o que custar (para o país).

Da Veja:

Um dos programas mais divertidos da televisão brasileira, o Custe o que Custar (CQC), vai ganhar um concorrente de peso. Nesta semana, o Senado instalará a CPI da Petrobras, investigação que deveria apurar suspeitas de malfeitorias na administração da maior empresa do país. A CPI, que já tem seus onze integrantes definidos, será dirigida por Renan Calheiros, um colecionador de escândalos especialista na arte de barganhar verbas e cargos por favores a governos. Seu elenco, que vai frequentar o horário nobre da televisão pelos próximos 180 dias, tem bastante experiência na área. Dos onze integrantes da CPI, oito são réus em ações criminais no Supremo Tribunal Federal ou tiveram sua campanha financiada por empresas que fazem negócios com a petrolífera. O favorito ao cargo de relator, o senador peemedebista Romero Jucá, é investigado em dois inquéritos e já foi indiciado por crimes de responsabilidade e corrupção eleitoral. Nas mãos de Calheiros e sua turma, portanto, a CPI da Petrobras tem tudo para se transformar em uma espécie de CQC. A diferença é que o humorístico dirigido por Calheiros, além de não ter nenhuma graça, custará muito caro aos cofres públicos. A CPI da Petrobras nem começou e já mostrou a que veio. Um de seus integrantes, o senador João Pedro, do PT do Amazonas, sugeriu o roteiro que ele considera ideal: “Acho que temos de ir no passado da Petrobras e investigar coisas como o acidente da plataforma P-36 e os gestores durante o governo Fernando Henrique”.Embora as auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) que serviram de base para a criação da CPI tenham identificado superfaturamento milionário (81,5 milhões numa única obra), contratos sem licitação e indícios de fraudes recentes, o petista pretende iniciar a CPI investigando fatos ocorridos há oito anos. A tecnologia de transformar CPIs em campeonatos de delitos é recente e eficaz, quando o objetivo é não apurar nada. Foi adotada na CPI dos Correios, em 2005, e na CPI dos Cartões, no ano passado – e começa a ser reprisada agora. E foi exatamente para garantir que as investigações sejam mantidas sob estrito controle dos interesses oficiais que o governo lançou mão dos valiosos serviços oferecidos por Renan Calheiros, Romero Jucá e outros integrantes do noticiário policial do Congresso. Eles estarão lá, atentos, de prontidão, dispostos, como sempre, a fazer o que for preciso, custe o que custar.

Fonte: Coturno Noturno

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
25/05/2009 - 11:27

A VERDADEIRA PRIVATARIA DO BRASIL: OU: “TIREM AS PATAS DA PETROBRAS”

No passado, uma campanha nacionalista, que chegou a mandar alguns brasileiros para a cadeia, era “O Petróleo é nosso”. Os petistas e“coministralhas” afins gritam hoje: “A Petrobras é nossa”. Nossa? De quem? De certo modo, eles têm mesmo razão. A Petrobras é deles. Como é deles o conjunto das outras estatais – o que representa uma fatia enorme de poder, pouco importa o governo de turno. As oposições têm de dar início a uma campanha imediata, clara e sem ambigüidades. “A Petrobras não é deles; a Petrobras é do povo”. É PRECISO DENUNCIAR IMEDIATAMENTE A PRIVATIZAÇÃO DO ESTADO QUE ESTÁ SENDO PROMOVIDA PELO PARTIDO OFICIAL. O maior privatista do Brasil chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. Não, não se trata de uma privatização feita às claras, à luz do dia, em leilão público. Hoje, a privatização é feita à socapa, nos gabinetes de Brasília. Ninguém fica sabendo de nada. E eu vou demonstrar que é assim. Vou evidenciar que é assim.

Alguns leitores reclamam: “Mas essa Petrobras não deveria ser mesmo privatizada?” Claro que deveria. MAS NÃO SERÁ. NUNCA! Quando alguns cretinos se orgulhavam de uma gigante chamada Telebras, telefone era coisa para ricos, que se declarava no Imposto de Renda. A privatização universalizou o serviço. Mas a saparia conseguiu convencer o “Seu-Mané-com-Telefone” que ele era mais rico e mais feliz quando era um “Seu-Mané-sem-Telefone”, com suas fichinhas na mão, usando o orelhão do boteco da esquina. Assim, leitores, esqueçam essa história de que esse ou aquele políticos deveriam “ter a coragem de defender a privatização da Petrobras”. Não seria coragem. Seria burrice. Ninguém vai fazê-lo. E tampouco se vai privatizar a estrovenga. Nunca! Há quem se orgulhe até de uma das mais caras e piores gasolinas do mundo. Assim, não queimem a mufa com essa bobagem. Adiante.

As oposições têm de deixar claro que a Petrobras precisa ser DESPRIVATIZADA, que não é propriedade de um partido. De fato, precisam evidenciar que os petistas têm de devolver o Brasil aos brasileiros. E contar, com coragem, com desassombro, como é que esses destemidos estão promovendo a sua privatização – desta feita, às escuras, sem leilão, sem concorrência, sem nada. Ao contrário: as privatizações do PT ajudam a eliminar a competição.

Querem um exemplo claro? Lula mudou uma lei apenas para permitir que Sérgio Andrade, seu amigo, principal financiador de sua campanha e um dos donos da Oi, comprasse a Brasil Telecom. Não! Escrevi errado: ele mudou a lei para LEGALIZAR uma compra que já havia sido feita. Mas não só isso: o BNDES, um banco público, foi um dos financiadores da operação. Dada a seqüência temporal, um banco oficial se comprometeu a financiar uma operação ilegal. Mas se tinha a certeza de que o Apedeuta cumpriria a sua parte. E ele cumpriu. Fundos de pensão – vale dizer: sindicatos de estatais – são donos de uma parcela da Oi. Assim, dinheiro público, do BNDES, financia a fatia do “privatismo” do sindicalismo petista – que é onde, hoje em dia, está o dinheiro.

“Ah, mas o BNDES participou das operações de privatização da Telebras no governo FHC”. É verdade. Operações públicas, que fizeram uma montanha de dinheiro entrar no Tesouro – dinheiro que foi fundamental no processo de estabilização da economia, de que Lula foi grande beneficiário. De qualquer modo, já ali teria sido necessário estancar a sangria de dinheiro das estatais para os fundos se eles queriam entrar no negócio.  O fato é que o chamado “escândalo” da privatização da Telebras, está claro a esta altura, foi uma dessas tramóias inventadas  em cima do nada. Não! Na verdade, as fitas provavam o contrário do que se queria evidenciar:. O governo de então agiu para elevar o ágio do bem público que estava sendo vendido, não para rebaixá-lo. Ademais, a privatização da telefonia correspondia a trazer a concorrência para o setor – que chegou. Lula se dedica, hoje, a eliminar a competição.

O BNDES também está, por exemplo, na fusão da Sadia com a Perdigão – mais um monopólio está sendo criado no país: é a Petrobras dos Embutidos. E, mais uma vez, os fundos são grandes beneficiários da operação – leia-se: a nata sindical ligada ao PT. O partido dá as cartas por ali. Ademais, as estatais – e isso quer dizer: todos nós – põem dinheiro nos fundos; os recursos não provêm apenas da contribuição dos trabalhadores coisa nenhuma. Quem disse que o PT não gosta de “privatização”? Gosta, sim. Desse modelo de “privatização”, que aumenta enormemente o poder do partido e põe algumas das maiores empresas do país sob o seu controle político. Gosta da privatização, em suma, do dinheiro público.

Uma pautinha muito boa, a ser feita por uma equipe, é mapear o poder real de cada fundo de pensão. Poderia ser assim:
- Nome do fundo;
- quanto a estatal realmente põe de dinheiro no dito-cujo;- patrimônio – especialmente focado na participação em grandes conglomerados;
- como o BNDES atuou para financiar operações que eram de interesse também desses fundos e, pois, do sindicalismo e do partido a ele associados.

Com efeito, esses fundos poderiam ser a demonstração de que a melhor saída para o mundo do trabalho é mesmo o capitalismo, né? É o modelo que pode realizar sem cadáveres o que o socialismo sempre prometeu. Mas, por aqui, deu-se um jeitinho de perverter a coisa toda:
- dinheiro das estatais continuam a irrigar os fundos;
- em vez de eles injetarem recursos no mercado, são tomadores; é o estado que injeta dinheiro neles.

“Ah, mas esse Reinaldo não sabe o que diz. É assim na maioria dos países”. Não é, não. Pra começo de conversa, os maiores fundos são formados por trabalhadores de empresas privadas. Não há dinheiro público na jogada. E as entidades não estão sob a influência – na verdade, controle – de um partido político. Faça-se a anatomia desses fundos no Brasil, procedendo-se, inclusive, a um “quem é quem” na cúpula. E veremos, então, quem está com o poder real no Brasil e quanto isso nos custa. E então se verá quem realmente é o maior “privatista” do Brasil. Uma fórmula particular de “privatização”. A da telefonia buscava o que conseguiu: universalizar o telefone. Esta outra também consegue o que busca: fortalecer o poder dos burgueses do capital alheio.

Não. As oposições não precisam de todo esse teretetê. Basta lançar a campanha, assim, bem grandiloqüente, com sotaque até antigo: “A Petrobras é do povo! Tirem as patas!”. Como vêem, penso em algo bem sutil para enfrentar a mentirada. Ou se vai pra luta política ou ainda se acaba refém da baixaria. Há certo tipo de gente que parou de assaltar bancos e seqüestrar pessoas para assaltar a verdade e seqüestrar reputações.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
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