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26/06/2009 - 20:51

UnoAmérica denuncia Evo Morales por crime de lesa-humanidade

Hoje é uma data muito importante, não só para o futuro da Bolívia como para todo o nosso continente. Acaba de ser entregue à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da ONU, em Washington, uma denúncia sobre os crimes de lesa-humanidade cometidos pelo presidente cocalero Evo Morales e seus ministros de Estado, no episódio que ficou conhecido como o “Massacre de Pando”.

Para os que acompanham o Notalatina este fato é conhecido, pois fiz na ocasião uma cobertura dos eventos que a mídia brasileira, com exceção do estado do Acre – indiretamente envolvido no conflito -, só divulgou a versão fraudulenta de Morales, e o Informe Mattarollo encomendado pela UNASUL, cujos presidentes são todos membros do Foro e São Paulo, exceto o presidente Uribe. Quem não tomou conhecimento do assunto na época, ou quem já esqueceu do que se trata, basta clicar aqui e assim poder compreender a importância deste ato ocorrido hoje em Washington.

O Informe de Pando, que foi entregue à CIDH hoje, reveste-se de uma magnitude por ser a primeira vez que uma entidade, no caso UnoAmérica, entende que não dá mais para aceitar de cabeça baixa as imposições de tiranos comunistas que reescrevem a história, cometem crimes de assassinato, fraudam, desrespeitam os mais comezinhos direitos da pessoa humana e ficam impunes. Não tenho lembrança de alguém tornar pública uma denúncia que desmascare esses presidentes do Foro de São Paulo e seus incontáveis crimes e que eles sejam julgados, condenados e depostos de seus cargos por isso. Vejo sim, uma esquerda raivosa, histérica, mas muito bem articulada, acionar suas redes transversais a qualquer sinal de ameaça aos seus planos criminosos. E isto é tão verdadeiro que, quando começou-se a falar que a UnoAmérica estava elaborando um relatório com este objetivo, vários sites comunistas publicaram artigos de conhecidos articulistas sinistros tentando diminuir o impacto e criminalizando os autores da denúncia com mentiras, calúnias e histórias fraudulentas que jamais foram provadas. Basta que os leitores revejam a edição anterior a esta para confirmar o que estou dizendo – e eu apresentei provas!

Então, convido-os a lerem a nota abaixo, de autoria de Alejandro Peña Esclusa, Presidente de UnoAmérica, em que ele explica resumidamente de que trata este documento. Acrescento que me orgulho de pertencer à UnoAmérica e de ser signatária deste Informe, cujo conteúdo integral encontra-se já disponível no site do Heitor De Paola, bastando clicar em “resumo da acusação” no texto abaixo para conhecê-lo integralmente. E parafraseando o que dizia meu falecido e muito querido amigo Hoarcio Zaratiegue, “quando deixemos de ser covardes, estes presidentes do Foro de São Paulo deixarão de ser valentes”.

Fiquem com Deus e até a próxima!


*****

ONGs de direitos humanos filiadas à UnoAmérica acusam Evo Morales por delitos de lesa-humanidade

*Alejandro Peña Esclusa


Washington, 23 de junho – Representantes de várias Organizações Não-Governamentais (ONGs) latino-americanas acorreram esta manhã à
Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), localizada nesta capital, para acusar o governo boliviano por delitos de lesa-humanidade. Tais ONGs estão filiadas à União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica.
No passado mês de março, ativistas de direitos humanos provenientes da Argentina, Colômbia, Venezuela e Uruguai, realizaram um informe exaustivo sobre os atos de violência suscitados em setembro de 2008 no estado de Pando, e concluíram que os massacres perpetrados em El Porvenir e em Cobija foram planejados e executados por funcionários do governo boliviano; entre eles, o Vice-Presidente da República, Álvaro García Linera, e o ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana com pleno conhecimento do presidente Evo Morales.

UnoAmérica publicou ontem em sua página eletrônica um resumo da acusação, onde afirma que: “Primeiro, a agressão foi planejada; segundo, a incursão foi noturna; terceiro, os agressores eram forasteiros; quarto, usou-se táticas militares; quinto, o objetivo era assassinar, lesionar, seqüestrar, torturar e encarcerar um setor da população por sua forma de pensar (opositores ao governo); sexto, violou-se o direito ao julgamento justo e ao devido processo; sétimo, negou-se o direito à informação (Habeas Data); e oitavo, em alguns casos, os corpos de segurança do Estado usaram armas de guerra para agredir cidadãos civis desarmados, e em outros, houve omissão cúmplice por parte dos funcionários militares e policiais”.

Nessa ocasião, o governo boliviano culpou a oposição pela violência, particularmente o governador de Pando,Leopoldo Fernández, que ainda permanece encarcerado injustamente até a presente data.

UnoAmérica assegura que “planejar enfrentamentos violentos e posteriormente culpar a oposição – para assim criminalizá-la e persegui-la – converteu-se em um modus operandi do governo de Evo Morales. Fatos similares aos de Pando ocorreram anteriormente em Cochabamba e em Sucre”, diz o Informe.

A acusação foi entregue na sede da CIDH pelo deputado Wálter Arrázola Mendivil (Bolívia), pelo advogado e defensor de direitos humanos Jaime Arturo Restrepo (Colômbia), o ativista de direitos humanos Iván Restrepo (Colômbia) e o presidente de UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, em representação das ONGs que elaboraram o Informe.

O documento foi redigido pelo Dr. Jaime Arturo Restrepo e está subscrito por: Asociación de Familiares Víctimas del Terrorismo (Perú), Asociación de Víctimas Civiles de la Guerrilla Colombiana, Centro de Estudios por los Derechos Humanos de Uruguay, Federación Verdad Colombia, Fundación Orión (Venezuela), Movimiento por la Verdadera Historia (Argentina), a ONG 1810 (Argentina), Asociación Civil Fuerza Solidaria (Venezuela), o diputado Wálter Arrazola Mendivil (Bolivia), a Drª. Graça Salgueiro (Brasil), a Drª. María Fernanda Cabal (Colombia), o Dr. Marcelo Cypriano Motta (Brasil) e o Sr. Josué Meneses (Perú).

* Presidente de
UnoAmérica

Tradução e comentários:
G. Salgueiro

Fonte: Notalatina
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
12/05/2009 - 17:45

Tens Idéia de Quanto Controlam a tua Vida?

Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?

Pode ser que esta seja a primeira vez em que lês um artigo meu ou de outro amigo escritor liberal-conservador, desde o meu blog ou do gentil sítio que o hospeda neste momento. Pode ser também que já nos tenhas lido com certa freqüência, contudo, sem ir além da reflexão. Pois foi especialmente pensando em ti que escrevo as palavras adiante.

Vivemos em um país cujas belezas naturais nos convida diariamente a gozar os prazeres da vida com certa intensidade. Um país tão grande, decerto, nos inspira uma sensação de liberdade que tende a nos colocar em uma certa “zona de conforto”, cuja conseqüência primeira é largarmos para depois certas preocupações tais como a nossa espiritualidade ou, digamos aqui, certos problemas cuja intervenção de nossa parte parece situar-se, no plano da eficácia, em algo muito distante.

Porém, esta “distração”, chamemo-la assim, com coisas que dizem respeito ao nosso futuro e, portanto, ao projeto do que queremos fazer de nossas vidas, a cada dia cede lugar necessariamente a preocupações de curto prazo, até mesmo diárias. Estas preocupações de curto e curtíssimo prazo, porém, quase sempre não fazem parte de nossas escolhas, propriamente, mas das que as fizeram uma horda de burocratas de carteirinha em nosso lugar. Em suma: eles estão conduzindo as nossas vidas; estão vivendo as nossas vidas; estão seqüestrando-as para os seus próprios projetos pessoais.

A cada lei, medida provisória, decreto ou portaria publicada, gradativamente vamos entregando parte de nossas vidas e abdicando dos nossos sonhos para uma meia dúzia que as viva e sonhe em abundância.

Esta sensação de liberdade ainda remanescente em nosso país está com os seus dias contados, pois já falta pouca coisa com que o estado possa pensar em intervir, e fazendo assim, trocar o que tu pensavas em fazer pelo que ELE pensa em fazer.

Distraído e inerte, pensas ainda gozar de liberdade no tanto que te interesse beber um chope no fim de semana. Se este for o teu único projeto de vida, não tenho nada a te dizer. Porém, se queres algo mais dela, começa a raciocinar nos fatos que seguem adiante, e que o estado já toma conta da tua vida e nem te dás conta, por acostumado.

De início, já pensaste sobre qual seria a idade ideal para alguém se aposentar? 65 anos? 70 anos? Pois uma pessoa cônscia de sua liberdade dirá: “- pretendo me aposentar quando eu quiser!” Vês? Ela disse que pretende planejar a sua vida e por meio da poupança e dos investimentos em um plano de previdência privada, ela mesma definirá o dia de parar as atividades para gozar plenamente a vida. Porém, no cenário atual, é o estado quem dita, unilateralmente, quando as pessoas podem se aposentar, praticamente ignorante da expectativa de vida que cada ser humano mais ou menos aproxima para si, de acordo com a sua saúde e a penosidade da profissão que exerce.

Mais: que crime pode cometer alguém que decidiu não ter de escolher quem o vá roubar? Estou falando, claro, das eleições. Porque um cidadão tem de necessariamente ficar proibido de tirar passaporte, prestar concurso público, e até mesmo obter um empréstimo? Lembro-me de uma vez em que um amigo meu, servidor público federal, encontrava-se enfermo e não votou, acarretando-lhe a suspensão do seu salário por ordem do T.R.E., que não computou a sua justificativa. Não é um absurdo?

Olha também pro teu cinto de segurança: o estado te obriga a usá-lo com base numa estatística. É pensando em uma maioria que se salva por tê-lo usado na ocasião do acidente que ele te obriga a usar o cinto, assim como também é desprezando uma minoria que se salva JUSTAMENTE por não tê-lo usado. Não te compete mais julgar por ti próprio sobre a conveniência de usá-lo, de modo que, caso te envolvas em um sinistro, podes muito bem encaixar-te no infeliz grupo dos que TERIAM se salvado, caso não o utilizassem. Porém, isto não é um problema do estado. Ele não está interessado nem na tua vida, nem na tua liberdade, mas nos custos com a rede pública hospitalar. Tu és propriedade dele!

A todo instante assistes a programas televisivos que te doutrinam a economizar água e eletricidade e a selecionar o lixo. Estes programas tratam a água como se ela fosse petróleo, um recurso não renovável, o que é falso, pois, depois de usada, retorna à natureza. Esta doutrinação de hoje serão as leis e decretos de amanhã. Amanhã bem cedo, diga-se. Porém, nem passa pela tua cabeça que estás a COMPRAR a água que passa pela tua torneira, assim como a eletricidade que passa pelo teu contador e também os serviços de recolhimento de lixo.

Em um ambiente de liberdade plena, isto é, em uma sociedade em que as pessoas adquirissem tais confortos de empresas privadas operando em regime de liberdade de mercado (sem monopólios) as pessoas teriam a consciência de que esta água é sua PROPRIEDADE, assim como CONTRATAM o fornecimento de eletricidade e o recolhimento de lixo. Para estas pessoas, não importa de onde vem a água, a luz ou para onde vai o lixo. Importa-se-lhes, sim, o QUANTO vão PAGAR por estes bens! Pois, tanto quanto mais raros, mais caros tornar-se-ão, e quanto mais caros, maiores serão os cuidados quanto aos desperdícios, assim como também maiores os incentivos para que os produtores invistam na produção e na oferta destes bens.

Se, por sua vez, o lixo for valioso, que os interessados em busca de lucro os garimpem onde estiver, e isto pode incluir até mesmo pagar aos moradores para que selecionem o lixo e assim facilitem o seu trabalho. Simples assim. Vês como trabalhas de graça para o estado, mesmo pagando caro por serviços de péssima qualidade? Quando eu era criança, muitas vezes ganhei bons trocados vendendo os jornais e garrafas da nossa casa. Agora querem me obrigar a dá-los de graça…bonito…

Pensa então que agora já não podes nem beber nem fumar, porque há restrições, multas e prisões de toda sorte. Pensa também no caso mais grave de entregares o teu filho querido à escola para que ela o eduque não segundo as tuas convicções morais, econômicas e religiosas, mas segundo as do estado.

Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?

Até aqui só prestei contas de coisas amenas. Pensa, contudo, que o MST está mais forte do que nunca, invadindo terras, dizimando-as como nuvens de gafanhotos, seqüestrando e matando pessoas, e tudo isto com milhões e milhões pagos por ti. Lembra que os arrozeiros de Roraima – não os despreze pelo só fato de morarem tão longe – não foram desapropriados de suas terras, mas sim EXPROPRIADOS (pois só lhes foi concedida indenização pelas benfeitorias, avaliadas de forma subestimada unilateralmente pelo estado), ou seja, expulsos e banidos como se fossem cães de rua. Imagina que também agora inventaram que qualquer lugar pode ser objeto de EXPROPRIAÇÃO, de CONFISCO, caso meramente se alegue que algum dia descendentes de africanos moraram ali. Toma tenência também de que, daqui a pouco, estará para ser votada uma lei que, se aprovada, vai te botar na cadeia por simplesmente crer que homossexualismo não é bom.

Assustado? Pois, paremos por aqui, por hora. A lista é interminável.

Pois, por favor, toma um comportamento sério. O rumo para o qual estamos seguindo não sofrerá alteração enquanto te mantiveres silente e isolado. Convida teus amigos e familiares para discutir sobre este estado de coisas. Pega este artigo e o lê para eles. Pega todos os artigos que tens encontrado no site em que viste este artigo e o lê e discute semanalmente. A primeiríssima coisa que todos temos a fazer é nos darmos conta de que estamos todos juntos no mesmo barco, e que precisamos nos apoiar para uma mudança de senso comum. Com o tempo, cada grupo irá encontrar coragem, apoio e criatividade para executar ações que ponham um basta a tantos desmandos.

Por ocasião do contra-golpe militar de 1964, a população já exercia um florido protagonismo anticomunista. Principalmente as mulheres, unidas em torno das igrejas e templos, (e naquele tempo, por serem na maioria donas de casa, possuíam mais tempo para se reunirem e agirem), cumpriram um importante papel para o salvamento da nação, de modo que a intervenção militar pôde ser possível, graças à aprovação popular maciça.

Pois, necessitamos retomar este espírito de congraçamento. Perde a vergonha, a timidez e arranja já um encontro de amigos para este fim de semana. Aproveita para entrar em contato comigo, contando dos sucessos. Conto contigo!

Fonte: Mídia sem Máscara

Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
08/05/2009 - 14:00

Mesquinharias democráticas.

“Após ter então agarrado cada membro da comunidade e tê-los moldado conforme a sua vontade, o poder supremo estende seus braços por sobre toda a comunidade. Ele cobre a superfície da sociedade com uma teia de normas complicadas, diminutas e uniformes, através das quais as mentes mais brilhantes e as personalidades mais fortes não podem penetrar, para sobressaírem no meio da multidão. A vontade do homem não é destruída, mas amolecida, dobrada e guiada; os homens raramente são forçados a agir, mas constantemente impedidos de atuar; tal poder não destrói, mas previne a existência; ele não tiraniza, mas comprime, enerva, ofusca e estupefaz um povo, até que cada nação seja reduzida a nada além de um rebanho de animais mais tímidos e trabalhadores, cujo pastor é o governo”.
Alexis de Tocqueville
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A democracia, tal como se compreende atualmente, é algo que causa asco, repulsa, porque ela é um sinal moral de decadência. Existe uma desvirtuação dos valores, uma incoerência de princípios, que perverte as concepções instituicionais e políticas da democracia liberal. De fato, se há algo que a deturpa é, sem dúvida, a cultura “politicamente correta”, que ameaça as liberdades nos países democráticos. “Cultura politicamente correta”, por assim dizer, é a engenharia social totalitária das esquerdas no prisma dos valores, usando das artimanhas do Estado para controlar idéias, pensamentos, sentimentos e ações, ainda que de forma sutil e através dos métodos formais da democracia. Alguém me objetará e me rotulará de “fascista” por dizer isso. Mas é justamente por rejeitar esses métodos de coerção perversos no Estado democrático que estou longe de ser um fascista. Pelo contrário, o “fascismo”, no amplo sentido que essa palavra significa, combina perfeitamente com esses adeptos de uma tolerância postiça. Até porque, lembremos, a democratização do chavão antifascista surgiu dentro da propaganda de Stálin (que sabemos perfeitamente, não foi nenhuma maravilha de democrata). Nada melhor que a figura do ditador soviético para personificar a conduta do ativismo social de esquerda!
É curioso que os políticos encontrem mecanismos no âmbito da cultura para regulamentar questões que estão fora da esfera de sua prática. Hoje em dia a democracia não se contenta a legislar sobre condutas: ela agora interfere os gostos, nas aptidões, nas idéias e quer regulamentar julgamentos e “preconceitos” das pessoas. É assim que podemos dizer num ocorrido recente no estado de São Paulo; a Assembléia Legislativa, por obséquio dos caprichos de uma deputada, criou uma lei estadual estapafúrdia proibindo as crianças de comprarem coxinhas nas escolas públicas. A justificativa era a de que a comida engordava ou não era saudável; os garotos deveriam comer alimentos mais nutritivos. A lei não poupa nem mesmo os pirulitos, os doces, as pipocas, massas e folheados, que fazem a felicidade das crianças. Ou seja, para a idiota que criou essa lei, não somos capazes de ajuizar o que comemos; devemos ter a tutela estatal para escolher gostos alimentares. Ou pior, a deputada quer substituir a guarda dos pais, ao regulamentar o que os filhos dos outros devem comer. Inclusive, ela vai resolver os nossos problemas de auto-estima, já que nas palavras dela, os gordinhos vão sofrer com a aparência, coitadinhos. A débil mental ainda justifica o projeto nestes termos: “o cardápio inadequado nas escolas pode repercutir negativamente na saúde dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento do sobrepeso, obesidade, dislipidemia (presença de níveis elevados ou anormais de lipídios e/ou lipoproteínas no sangue), diabetes, hipertensão, problemas hepáticos, doenças arteriais, sem falar na baixo autoestima, discriminação social, entre outros vários problemas.” Se dependesse desses ursos sábios do Legislativo, o direito de saborear um bom prato estaria abolido para sempre, junto com os temperos:Pizzarias e churrascarias seriam fechadas; pipocas nos cinemas, nem pensar! O negócio mesmo é comer capim!
Na capital paulista, o Estado escolheu outra vítima: os fumantes. O prefeito de São Paulo, junto com os estúpidos vereadores da câmara municipal, indo na onda politicamente correta da Assembléia Legislativa de ditar gostos alheios, revogou o direito dos paulistas de puxarem sua cigarrilha em bares e restaurantes. Ao arrepio da permissão dos próprios bares, que permitem essa prática, o governo se acha na autoridade de ditar regras alheias à vontade do cidadão comum. Da mesma forma que somos idiotas o bastante para nos alimentarmos, os fumantes são idiotas o bastante a não se preocuparem com sua saúde. Quem sabe mesmo de saúde é o governo, mesmo que milhares de brasileiros morram em filas de hospitais públicos. Porém, não há o que se desesperar: o ministro da saúde, o famoso militante pró-aborto José Temporão, já falou que o SUS deveria ser elevado a patrimônio da humanidade!
O totalitarismo no cerne cultural dos comportamentos prossegue em coisas cada vez mais detalhadas e absurdas. Outro político, um deputado federal, sem ter mais o que fazer, inventou um projeto de lei para o Congresso Nacional, que mandará pra cadeia quem negar o holocausto judaico ocorrido na Segunda Guerra Mundial. Agora o Estado vai transformar em dogma qualquer sentido de crença sobre um fato histórico, por mais controverso que seja. Na realidade, o tal parlamentar imita a mesma ação que ocorrera na França, quando o Partido Comunista oficializou a mesma lei, mandando prender quem negasse o extermínio de judeus pelos nazistas. O absurdo desse projeto é criminalizar a pesquisa e dúvida históricas contrárias ao que é comumente aceito. Para se imputar uma lei dessas, será necessária uma “história oficial”, na qual os historiadores serão proibidos de questionar as crenças governamentais sobre os acontecimentos históricos. Ou na pior das hipóteses, é o Estado quem vai nos ditar o que é história.
É correto afirmar que o holocausto existiu, que o revisionismo histórico, em sua grande parte, é uma fraude e que os nazistas fizeram um crime abominável contra a humanidade. No entanto, como toda experiência histórica, há suas controvérsias, e da mesma forma que há fraudes no lado dos revisionistas, não é incomum haver fraudes também nas versões divulgadas pelas fontes judaicas. Houve muitos casos de pessoas que se diziam vítimas do holocausto e que foram desmascaradas como farsantes, mesmo no meio da comunidade judia. Contudo, o holocausto virou uma propaganda ideológica, um espantalho histórico do politicamente correto entre alguns segmentos judeus radicais, obcecados pela idéia falsa da “peculiaridade”ou “singularidade” do sofrimento deles. Isso porque, mesmo entre as fontes judaicas, os dados sobre os mortos do genocídio nazista são incertos. A disposição para “histórias oficiais” é aparato digno da União Soviética ou qualquer regime tirânico do século XX, que deseja moldar a história, não de acordo com as evidências e sim com a ideologia do poder político instituído. Entretanto, o cidadão brasileiro médio pode renegar os dogmas da Igreja; pode renegar os dogmas da Cristandade; pode até mesmo renegar os valores da tradição judaica. Porém, se ele renegar o dogma de fé do holocausto vai pra cadeia. . .
A mesquinharia democrática não pára por aí. Ela é um fenômeno universal, da expansão das burocracias nos sistemas democráticos e no império do ativismo ideológico mais rançoso, na promoção destas burocracias, entorpecendo, tiranizando e imbecilizando a sociedade. Recentemente o governo inglês publicou uma lista de pessoas consideradas “personas non gratas” e que seriam impedidas de entrar no país. Entre os estigmatizados na lista, estão um extremista judaico, um militante do Hamas, um racista da KKK e um conservador religioso norte-americano, considerado “homofóbico”. Muita gente deve ter achado a medida belíssima, já que dá o aval da Inglaterra em ser o cúmulo da tolerância. A ministra do interior, responsável pela publicação dos estrangeiros malvistos, fez a seguinte declaração numa cadeia de TV de seu país: “Penso que é importante que as pessoas compreendam os nossos valores e as nossas normas… e o gênero de coisas que tornam quem quer que seja indesejável neste país (…) Se não é capaz de seguir as regras que são as nossas, os nomes e os valores, que são os nossos, será excluído deste país e, ainda mais, os nomes dessas pessoas excluídas serão tornados públicos.” A ministra britânica mal percebeu a perversão do seu raciocínio. Ela simplesmente se acha no direito de responder por tudo aquilo que os ingleses pensam e que todos devem se adaptar ao modelo politicamente correto imposto por ela. Por outro lado, as pessoas colocadas na lista não estão sendo julgadas por suas ações e sim por suas crenças. Por mais abominável que seja um extremista judeu, um simpatizante do Hamas ou um racista da KKK, o direito de consciência compete a cada um e não cabe ao governo fazer juízo disso. Reitere-se, ela não falou de condutas, mas de crenças. No entanto, a ministra se acha a personificação da tolerância banindo aquilo que não a agrada. A monstruosidade é mais que clara: quem provara ser fanática, intolerante e visivelmente perigosa foi a própria ministra. Ela demonstra não tolerar qualquer pessoa que fuja do seu modelo de valores e de sociedade e usa da coerção estatal para impô-lo. Se ela pode decretar listas banindo estrangeiros por questões de consciência, em nome dos valores e das normas aos quais ela acredita serem “superiores”, que dirá então de qualquer pessoa moderada que divirja de seus iluminados conceitos? O governo britânico se esqueceu de colocar um nome na lista: o da própria ministra.
Malgrado o surgimento dos amantes da tolerância criando leis intolerantes pra todo mundo, a moda atual é oficializar uma lei, que se posta na prática, vai revogar não somente a liberdade religiosa, moral e ética, como criminalizar a consciência de vez. Esse projeto é a lei anti-homofobia e visa punir qualquer manifestação contrária ao comportamento gay. Em suma, se algum pastor, padre ou rabino pregar abertamente que o homossexualismo é errado, dentro do ponto de vista cristão ou judaico, vai pra cadeia. O mesmo destino será aplicado a qualquer pessoa incomodada com as manifestações públicas de práticas homossexuais. Os movimentos gays extremistas não estão satisfeitos com isso: nos EUA, em algumas igrejas católicas e evangélicas, eles já invadem os púlpitos e profanam os cultos, praticando orgias, beijando-se na boca e constrangendo os fiéis cristãos. No Brasil, Júlio Severo, um militante evangélico e blogueiro que denunciava a tentativa do movimento gay de criminalizar o cristianismo, foi duramente perseguido pelo movimento homossexual. O sujeito sofreu as mais absurdas hostilidades. Seu blog quase foi apagado e se não fosse por conta da pressão de alguns amigos e mesmo advogados, seu site seria tirado do ar. O chefe dos GLS da Bahia, Luiz Mott, publicou seu endereço, junto com o endereço de outros cristãos, para expô-los a agressividade dos gays. Não satisfeitos, esses fanáticos mobilizaram o Ministério Público Federal para processar o evangélico pelo crime de “preconceito homofóbico”. A lei anti-homofobia nem ainda existe e já estão criminalizando pessoas por razões de consciência. Julio Severo não suportou a pressão violenta: acabou saindo do país.
A criadora do projeto de lei 122/2006, que criminaliza a “homofobia”, parte do pressuposto mentiroso de que os cristãos e aqueles que rejeitam o homossexualidade são causadores de perseguição e assassinatos de homossexuais. Inclusive, a deputada criadora desse projeto totalitário diz que o foco de ação da lei é justamente os religiosos, em particular, padres e pastores que pregam juízos contrários à homossexualismo. A lei tem a proeza, em nome da “tolerância”, de revogar praticamente as garantias constitucionais de liberdade religiosa e de consciência, consagradas pela Constituição Brasileira. Na prática, o projeto é um ato sutil de censura prévia a qualquer tipo de opinião divergente do movimento homossexual. Tamanha ousadia não se limita somente a direitos de opinião: é uma lei que dá “super-direitos” aos homossexuais, quebrando a regra de igualdade de todos perante a lei e sacralizando a conduta homossexual como um comportamento distinto e provedor de privilégios a um determinado grupo. A monstruosidade do projeto é clara: ela criminaliza toda uma ordem de valores sociais conjecturados na tradição cristã, que rejeita o homossexualismo e, por conseguinte, a liberdade de pensamento e de opinião. Cada cidadão, de uma hora para outra, será elevado como potencialmente criminoso, por conta de rejeitar a conduta homossexual. Ele será obrigado, traindo sua consciência religiosa ou moral, a acatar algo que rejeita e que acha moralmente repugnante. Em parte, essa lei já existe em sua forma municipal, por conta da cidade de São Paulo, que parece, tornou-se o laboratório de engenharia social in vitro, preparando o espírito do país para tais loucuras. Os homossexuais podem cair em orgias, sodomia e todas as formas aberrantes de promiscuidade sexual na Parada Gay da Avenida Paulista sem serem criticados. Eles serão “intocáveis”. Pelo contrário, se alguém manifestar aversão a tais práticas, mesmo no púlpito de uma igreja, poderá responder processo na justiça. Já conseguiram expulsar um pobre evangélico, que não fazia mal algum a ninguém e apenas escrevia algumas verdades inconvenientes ao movimento homossexual. Que dirá então quando a lei passar no Congresso Nacional?
O Estado democrático não se limita a determinar gostos alimentares, cigarros, versões históricas, crenças políticas e religiosas ou gostos sexuais. Ele também invade a esfera racial e social quando cria cotas raciais e sociais em universidades, escolas públicas e ambientes de trabalho. O regime das cotas é um dos mais completos atos de demência educacional instituídos no país. Um país mestiço agora é obrigado a seguir as categorias de raça artificialmente fabricadas pelo governo e pelos engenheiros sociais, em particular, os militantes racistas negros. Eles cobram critérios de avaliações racistas sobre os alunos, para determinar o seu lugar na universidade, através da cor de sua pele. Ou mais, a luta de raças na escola é também a luta de classes. Os alunos de escolas privadas terão o ônus maior ao fazer uma prova, já que os alunos de escola pública terão privilégios distintos de avaliação. A premissão marxista é notória: como os alunos de escola privada são os “ricos privilegiados”, eles devem ser prejudicados em favor dos “excluídos”. O Estado, em nome da tolerância, da democracia e da igualdade, gera as mais monstruosas discriminações de classe e de raça: criou um regime de castas dentro da educação, na qual alguns alunos são mais iguais do que os outros.
O paradoxo da democracia atual é criar estigmas sociais e preconceitos odiosos às bases civilizacionais de seu sistema: a família, a religião, a conduta ética cristã, a Igreja, os conceitos cabais da justiça, da liberdade, etc. E em nome disso, ela promove os mais monstruosos controles sociais e estatais em nome de“corrigir” as consciências alheias, na prática, com o intuito de destruir as liberdades e os conceitos éticos, morais e institucionais dentro dos países democráticos. Nunca, na história humana, o governo exigiu tanto poder contra o ser humano. Só encontramos um fenômeno parecido no Estado nazista ou soviético. O império dos políticos medíocres, dos senhoritos arrogantes, dos ativistas sociais fanáticos, impregnados de crenças totalitárias, é uma ameaça às instituições democráticas, porque todos eles estão em lugares de proeminência:nas faculdades, escolas, mídia, centros de poder, desvirtuando, corroendo e lentamente destruindo as bases civilizacionais na democracia. Já dizia um astuto escritor: “a democracia é a causa da ditadura”.Nada mais profético do que esses tempos para comprovar essa terrível verdade. E como diria Tocqueville, os braços da burocracia estatal se expandem, até que cada nação seja reduzida a um rebanho de ovelhas, cujo pastor é o governo!
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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