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Honduras é um país paupérrimo, com mais de 50% da população abaixo da linha da pobreza. 40% das crianças hondurenhas vivem nas ruas. 28% da população economicamente ativa está desempregada. Guatemala, Nicarágua e El Salvador, países socialistas, fecharam as fronteiras, impedindo o acesso de alimentos, remédios, combustível, isolando o país por terra. O BID congelou investimentos de U$ 250 milhões no país, pressionado por uma ONU comandada por um sandinista e pela OEA dirigida por um simpatizante do chavismo. Outro país socialista, a Venezuela, não vai mais vender petróleo para Honduras. Os socialistas, que tanto contestam o embargo à Cuba, querem sufocar o povo hondurenho. Lula aliou-se ao embargo. Com orgulho imenso, o governo petista que ama o socialismo informa que está suspendendo uma série de projetos desenvolvidos naquele país na área da saúde: um programa de combate ao mal de Chagas, a implantação de um sistema de sangue e hemoderivados, um projeto de treinamento para manejo de bancos de leite humano e a construção de um centro de traumatologia. Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores do Brasil, jacta-se da “situação insustentável” em que ficou Honduras, tendo em vista o bloqueio. Celso Amorim tem razão em dizer que Honduras “não tem condições de sobreviver por muito tempo.” Não tem mesmo. Se já era difícil sobreviver com a ajuda do mundo, será impossível viver bloqueado, embargado, sufocado pelo socialismo bolivariano. Honduras é um país que vive há 28 anos em plena democracia. Bastou assumir um presidenteligado ao socialismo para que o país voltasse a ter o estado de direito ameaçado. O povo de Honduras saiu às ruas, ontem, pacificamente, para dizer ao mundo que tomou uma decisão soberana e que ela faz parte do seu direito inalienável a auto-determinação, baseado no respeito à Constituição. Honduras vai resistir, Honduras vai lutar pela sua democracia. Enquanto isso, Lula, Amorim e Garcia vão matar alguns hondurenhos por dia, em apoio ao presidente socialista Manuel Zelaya. Vão matar crianças de fome, febre e falta de leite. Tudo para defender o socialismo, o chavismo, os interesses do Foro de São Paulo. Um dos países mais pobres do mundo está sitiado pelos poderosos socialistas. Não, eles não comem criancinhas. Eles as matam vagarosamente.

Fonte: Coturno Noturno