O Brasil está sendo governado pelos “excluídos”. Um tipo declassès “vítima” da sociedade, mórbida criancinha imatura e mimada, que culpa a humanidade pelas suas frustrações pessoais. O representante-mor de dessa turma da exclusão, sem dúvida, é o presidente Luis Ignácio Lula da Silva. Ele personifica a mentalidade de uma época e a sua decadência espiritual. É o operário permanente, o sindicalista em tempo integral, o “filhinho”nordestino do Brasil pobre, ainda que hoje esteja no mais poderoso cargo da república e seja um homem muito rico. Curiosa definição da elite petista: uma elite que nunca é elite, sempre coitadinha, sempre injustiçada e cheia de autopiedade neurótica de si mesma, ainda que tenha o Estado e as verbas públicas nas mãos. A vulgaridade do presidente em sempre querer ser o perpétuo excluído chega a ser patética: Lula continua fazendo o papel demagógico da criatura inculta e ignorante de sempre, usando de um português vulgar ao público, achando que isso reproduz a linguagem tosca dos pobres.O encargo da “elite” ou da classe malvada é sempre da oposição. Isso quando há oposição: apenas 16%!Arquivo de maio, 2009
Falando sobre gente excluída. . .
O Brasil está sendo governado pelos “excluídos”. Um tipo declassès “vítima” da sociedade, mórbida criancinha imatura e mimada, que culpa a humanidade pelas suas frustrações pessoais. O representante-mor de dessa turma da exclusão, sem dúvida, é o presidente Luis Ignácio Lula da Silva. Ele personifica a mentalidade de uma época e a sua decadência espiritual. É o operário permanente, o sindicalista em tempo integral, o “filhinho”nordestino do Brasil pobre, ainda que hoje esteja no mais poderoso cargo da república e seja um homem muito rico. Curiosa definição da elite petista: uma elite que nunca é elite, sempre coitadinha, sempre injustiçada e cheia de autopiedade neurótica de si mesma, ainda que tenha o Estado e as verbas públicas nas mãos. A vulgaridade do presidente em sempre querer ser o perpétuo excluído chega a ser patética: Lula continua fazendo o papel demagógico da criatura inculta e ignorante de sempre, usando de um português vulgar ao público, achando que isso reproduz a linguagem tosca dos pobres.O encargo da “elite” ou da classe malvada é sempre da oposição. Isso quando há oposição: apenas 16%!Chávez foge da raia.
Hugo Chávez provocou, ontem, um grupo de intelectuais presentes no país, chamando-os para um debate em igualdade de condições , no seu “Alô Presidente, 10 Anos”, que ficará quatro dias em cadeia nacional. Mário Vargas Llosa, o escritor peruano, aceitou debater, em igualdade de condições. Foi o que bastou para o fanfarrão Chávez dizer que o debate não era com ele, mas com “intelequituais bolivarianos”, aqueles tipos caricatos como Emir Sader e Leonardo Boff, pois afinal de contas ele era o presidente da Venezuela. Cagou na bombacha, como se diz no Rio Grande. Leia mais aqui. E aqui.
Fonte: Coturno Noturno
O excluído, esse indivíduo perigoso da civilização.
Atenhamos a frase de Paulo Freire, sobre as passeatas dos rejeitados e toda sorte de estúpidos neuróticos que se vitimizam. Para ele, basta gritar, espernear e reunir uma turba, que essa gentalha lunática já se torna portadora de direitos, de exigências. Se o negro se sente rejeitado pelo branco, se a mulher se sente rejeitada pelo homem ou se o homossexual se sente rejeitado pela Igreja e pela sociedade heterossexual, claro, é porque o seu sentimento de rejeição demanda direitos. O pior é que o pedagogo estúpido ainda coloca os reprovados na sala de aula como alguém credor de reivindicações: ou seja, o negócio mesmo é matar a professora ou bani-la num campo de concentração qualquer, porque ela é uma odiosa paladina da pedagogia da opressão capitalista. Daí a entender o porquê do aluno brasileiro médio ter sido bestializado, a ponto de não ser mais avaliado pelos critérios de provas e vestibulares; e o porquê dos professores serem espancados na sala de aula. As provas são opressivas aos alunos burros! E os alunos burros são excluídos e potencialmente revolucionários porque odeiam a professora exigente e os colegas inteligentes que estudam. E os que querem amar e não conseguem? No palavrório vazio do Sr. Freire, os que querem e não podem amar, bem que poderiam estuprar ou matar a mulher amada que rejeita o amante. E os que querem ser? Os psicopatas são o que são e realmente há muitos problemas com eles. Devem ser pobres “excluídos”, coitados, porque muitos estão na cadeia e a sociedade não permite a eles serem como são. A conclusão que se chega é a de que o Sr. Paulo Freire, um dos arautos do discurso dos excluídos na educação, não passa de um débil mental, um velho senil e infantil, que fala asneiras com solenidade messiânica. E os seus seguidores o aplaudem, tais como os beatos do Antonio Conselheiro!
DANCING LULA
Fonte: Pavablog
Desplante.
Custe o que custar (para o país).
Da Veja:
Um dos programas mais divertidos da televisão brasileira, o Custe o que Custar (CQC), vai ganhar um concorrente de peso. Nesta semana, o Senado instalará a CPI da Petrobras, investigação que deveria apurar suspeitas de malfeitorias na administração da maior empresa do país. A CPI, que já tem seus onze integrantes definidos, será dirigida por Renan Calheiros, um colecionador de escândalos especialista na arte de barganhar verbas e cargos por favores a governos. Seu elenco, que vai frequentar o horário nobre da televisão pelos próximos 180 dias, tem bastante experiência na área. Dos onze integrantes da CPI, oito são réus em ações criminais no Supremo Tribunal Federal ou tiveram sua campanha financiada por empresas que fazem negócios com a petrolífera. O favorito ao cargo de relator, o senador peemedebista Romero Jucá, é investigado em dois inquéritos e já foi indiciado por crimes de responsabilidade e corrupção eleitoral. Nas mãos de Calheiros e sua turma, portanto, a CPI da Petrobras tem tudo para se transformar em uma espécie de CQC. A diferença é que o humorístico dirigido por Calheiros, além de não ter nenhuma graça, custará muito caro aos cofres públicos. A CPI da Petrobras nem começou e já mostrou a que veio. Um de seus integrantes, o senador João Pedro, do PT do Amazonas, sugeriu o roteiro que ele considera ideal: “Acho que temos de ir no passado da Petrobras e investigar coisas como o acidente da plataforma P-36 e os gestores durante o governo Fernando Henrique”.Embora as auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) que serviram de base para a criação da CPI tenham identificado superfaturamento milionário (81,5 milhões numa única obra), contratos sem licitação e indícios de fraudes recentes, o petista pretende iniciar a CPI investigando fatos ocorridos há oito anos. A tecnologia de transformar CPIs em campeonatos de delitos é recente e eficaz, quando o objetivo é não apurar nada. Foi adotada na CPI dos Correios, em 2005, e na CPI dos Cartões, no ano passado – e começa a ser reprisada agora. E foi exatamente para garantir que as investigações sejam mantidas sob estrito controle dos interesses oficiais que o governo lançou mão dos valiosos serviços oferecidos por Renan Calheiros, Romero Jucá e outros integrantes do noticiário policial do Congresso. Eles estarão lá, atentos, de prontidão, dispostos, como sempre, a fazer o que for preciso, custe o que custar.
Fonte: Coturno Noturno
CNA vai levar Minc Leão Dourado ao Conselho de Ética Pública
A senadora Katia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), divulgou ontem uma nota (ver íntegra abaixo) de protesto contra as declarações destrambelhadas do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, segundo quem os produtores rurais brasileiros são “vigaristas”. Depois se desculpou e foi pedir aquele vasilhame branco, de alça, ao presidente da República, dizendo-se acuado por outros ministros. Carlos Minc Leão Dourado está, como se vê, fora do controle. E não só nos assuntos que concernem ao meio ambiente e à agricultura. Ele também gosta de participar de marchas da maconha. Não que isso faça dele, por si, um mau ministro disso ou daquilo. Mas, parece, revela certa confusão mental sobre o que é e o que não é apropriado a um ministro de estado. Participar da marcha do fumacê, na contramão da política, ao menos a oficial, do governo que ele representa é impróprio. Atacar os produtores rurais brasileiros, especialmente com uma linguagem destrambelhada, também é impróprio.
Minc está perdido e tem, parece, alguns problemas de, sei lá como chamar, identidade talvez. Ter substituído Marina Silva na pasta, aquela entidade da floresta especializada em preservar na gaveta projetos essenciais ao desenvolvimento do país, mexeu com o homem. Em sua defesa, tenta demonstrar que deu uma monte de licenças ambientais, como se isso lhe desse uma outra licença: a de dizer asneiras. Uma coisa é certa: um ministro de estado que chamasse o MST de vigarista estaria na rua. Faz sentido: afinal, o MST não produz comida, né? Só consome as cestas básicas da comida que os outros produzem…
Faz bem a CNA em levar este cidadão ao Conselho de Ética Pública. Não que possa dar em grande coisa. Mas é bom que a confederação lembre que as instituições existem. Um dia elas voltarão a ser úteis ao país. Vá, Minc, escolha um coletinho bem transado e anuncie o pedido de demissão.
Segue a nota da CNA:
Por cultivar a convivência respeitosa com os poderes da República, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vem a público pedir a atenção da sociedade para os seguintes pontos:
1) rompendo os limites da civilidade, desrespeitando as regras elementares da convivência democrática e assumindo os riscos de responder por suas afirmações difamatórias, o ministro Carlos Minc tentou desqualificar os produtores rurais do Brasil;
2) em um momento de dificuldades econômicas como este, em que o País sabe que pode contar com os produtores rurais, é profundamente lamentável que um integrante do governo desrespeite gratuitamente quem produz e luta contra a crise que está corroendo o emprego e a vida das pessoas;
3) a construção de um Brasil ecologicamente responsável está sendo buscada pelo consenso. Ofensas e palavrões são intoleráveis. A sociedade brasileira não merece ser submetida a tais constrangimentos. O Presidente da República, que tem em sua história passagem marcante pelo sistema sindical, certamente saberá avaliar e tomar as medidas cabíveis para conservar o ambiente democrático e republicano;
4) a CNA levará à Comissão de Ética do governo federal denúncia pública contra Carlos Minc por considerar que seu ato é inaceitável. Um funcionário público, que usa o posto que lhe foi confiado pelo Presidente da República para desconstruir toda e qualquer ponte em direção ao diálogo com a classe produtiva, deve responder pelos seus atos em todas as instâncias;
5) a CNA e os produtores rurais do Brasil manifestam sua admiração, seu respeito e sua solidariedade aos parlamentares que representam a agropecuária no Congresso Nacional e que também foram agredidos publicamente;
6) os produtores rurais reafirmam ao País o compromisso com a preservação ambiental e com a manutenção da produção de alimentos. Lembram ainda que nas democracias, presidentes da República, ministros e demais autoridades, debatem e buscam o consenso sobre os assuntos de interesse da sociedade. O que não se admite, e não se pode admitir, é que o ministro do Meio Ambiente tente camuflar a solerte intenção de estabelecer o confronto no setor rural brasileiro, mostrando-se desqualificado para o cargo que ocupa.
Brasília, 28 de maio de 2009
Senadora Kátia Abreu
Presidente
Fonte: Reinaldo Azevedo
ONDE É QUE LULINHA ESTUDOU MESMO, LULÃO?
Olhem, como se diz por aí, “na boa”, não sei como Lula consegue se olhar no espelho depois de fazer certos discursos. Tá bom, vá lá, eu sei. Eu mesmo já identifiquei aqui uma possível patologia psíquica: Lula é destituído de superego. Por que isso agora? Ontem, esse gênio da raça descobriu os culpados pela baixa qualidade do ensino: a classe média: “Uma das razões pelas quais a escola pública foi se deteriorando é porque grande parte da classe média se afastou dela. Para não brigar [por qualidade], decidiu colocar os filhos na escola particular. E pagar na mensalidade de 3º ano primário o mesmo preço de uma universidade particular”.
Não está sozinho nessa avaliação. Há alguns teóricos da educação — também de classe média ou acima disso, que jamais pisaram numa escola pública — que acham a mesma coisa. É a velha tese de que os responsáveis por seus problemas são as vítimas. Ora, a classe média se afastou da escola pública porque ela era ineficiente. Claro, claro: o pai e a mãe poderiam ter-se convertido em militantes da causa. Enquanto isso, os filhos ficariam comendo grama; enquanto isso, a esquerdopatia reinante nos sindicatos de professores ficariam promovendo greves. “Ah, os sindicatos só são assim porque as condições são ruins”. Mentira! Em São Paulo, a Apeoesp se opôs a um programa de qualificação do corpo docente. É gente que promove queima de livro. Mas me afastei um pouco.
Lula, quando ainda dirigente da oposição, poderia ter dado o exemplo. Poderia ter posto os filhos para estudar na escola pública. Quem melhor do que ele para liderar o movimento, não é mesmo? Pois se preparem para uma revelação. Sabem o Fábio Luiz da Silva, o Lulinha, o Ronaldinho de Lula? ESTUDOU EM ESCOLA PARTICULAR. É, em escola particular. Mais precisamente, no Colégio Singular, em Santo André, uma das mais conceituadas da região. Como eu sei? EU DAVA AULA LÁ.
Mas é claro que a coisa foi feita à moda Lula. Fábio estudou no Colégio Singular, mas com bolsa de estudos, entenderam? Lula, o burguês do capital alheio, pôs o seu prestígio político a serviço da concessão de um privilégio — ou vocês acham que ele não tinha dinheiro para pagar a escola do seu gênio empresarial? Tinha. Mas, vocês sabem, onde há uma mamata, Lula está lá, mamando. “O cara” até recebe pensão por ter lutado contra a ditadura, ora essa!!! Enquanto ele “lutava”, construía o PT, que o faria chegar à Presidência, constituía um patrimônio que nenhum outro trabalhador com o seu nível de instrução tem e garantia a melhor escola para os filhos — sem desembolsar um tostão por isso.
Do Singular, já saíram alunos que se transformaram em profissionais de primeiro time, alguns com renome internacional. Volta e meia, um ex-aluno de lá manda um comentário a este velho professor… Só tenho 47. É que comecei a dar aula muito cedo. Pois bem, não foi o caso de Lulinha. Cursou biologia, vagou aqui e ali etc. Quando o pai alcançou a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico: “Lulinha, onde fica a zebra?” Ele indicava. “Lulinha, onde fica a anta?” Ele mostrava. “Lulinha, onde fica o jumento?” Ele dava o caminho. O pai chegou lá, e ele se transformou num empresário de enorme sucesso, não é? A Telemar — atual Oi, de que Sérgio Andrade, o principal financiador das campanhas do seu pai, é sócio — logo descobriu o seu talento para o mundo dos negócios. A fala a seguir é pura imaginação benevolente deste escrita: “Que é isso, Lulinha? Alguém com o seu talento em, bem…, em seja lá o que for, merece ser empresário”. E Lulinha virou empresário. A família Andrade gosta da família Lula. Custeou a educação de Lurian em Paris.
Como a gente vê, o Brasil continua mesmo a ser um país injusto. É preciso pôr um fim nesse regime que garante a existência de fidalgos — sejam eles da antes chamada “burguesia”, seja da antes chamada “classe operária”. O que o Brasil ainda não conseguiu ser, de fato, é uma República. É preciso pôr fim ao regime dos aristocratas. E Lula é o seu mais pançudo representante.
Mais uma vez, este senhor é flagrado a fazer o exato oposto do que enuncia e anuncia
Fonte: Reinaldo Azevedo
O TERRORISMO ECOLÓGICO E A VERDADE REALMENTE INCONVENIENTE
Leram abaixo? A ONG de Kofi Annan anda espalhando mundo afora que o aquecimento global — qual? — mata 315 mil pessoas por ano. Uau! Antes que prossiga, uma observação: aquecimento global, pelo visto, é área de atuação de figurões desempregados ou sem ocupação, né? Kofi Annan presidindo ONG? Ai, Jesus! E quem cuida do cofre??? O filho dele está metido no meio? Se consegue fazer falcatrua na ONU, imaginem numa entidade internacional cheio de financiadores europeus e americanos com consciência culpada… Adiante.
O que sempre me espanta na Igreja do Aquecimento Global dos Últimos Dias é a precisão dos valentes. Se eu perguntar para Kofi Annan se vai chover amanhã, é bem capaz de ele molhar o dedo na saliva para tentar interpretar a direção dos ventos. Ou de consultar alguma entidade popular, referendada por culturas locais não-eurocêntricas… Mas ele deve estar na turma que sabe exatamente qual será a temperatura média em 2030… Tenham paciência.
Cético? Não acredito nem em aquecimento global? Nego-me a aceitar as evidências? Eu? Eu não! Vigarista é quem esconde a realidade. Leiam, se quiserem, um texto publicado no Telegraph.com.uk. Dou uma síntese do artigo “Elevação do nível do mar e a maior mentira jamais dita”. Começa Christopher Booker, o autor: “Se uma coisa, mais do que qualquer outra, é usada para justificar as propostas de que o mundo deva gastar dezenas de trilhões de dólares para combater o aquecimento global, essa coisa é a crença de que nós enfrentaremos um desastre com a elevação do nível do mar. As calotas de gelo da Antártida e da Groenlândia vão derreter, dizem-nos, os oceanos aquecidos vão se expandir, e o resultado será uma catástrofe”.
Booker lembra um pouco do terrorismo que se faz sobre o assunto. Embora o tal Painel da Mundaça Climática fale numa elevação do mar de 59 cm (17 polegadas) até 2100, o filme de Al Gore (um dos desempregados chiques do onguismo), Uma Verdade Inconveniente, prevê uma elevação de 20 pés — fiz a conversão para vocês: 6,096 metros. O autor lembra os gráficos apresentados para aterrorizar, em que cidades como Xangai e São Francisco aparecem tomadas de água pela metade — ou o desaparecimento de ilhas como Maldivas e Tuvalu.
Tudo muito bom, tudo muito bem. Ocorre que a maior autoridade em aquecimento do mar, no mundo, é o geólogo e físico Nils-Axel Mörner. Este senhor, muito qualificado, vejam lá, estuda o nível do mar há 35 anos. E é taxativo: não! Ele não se elevou nos últimos 50 anos. E é irônico: a elevação, em um século, poderia ser de, no máximo, 10 cm (4 polegadas), com uma margem de erro de… 10 cm! Vocês sabem: um especialista como ele lida com margem de erro. Kofi Annan e Al Gore não precisam disso.
O aquecimento global, claro, virou refúgio de espertalhões. Mörner desenvolveu um trabalho especial de olho na situação das Maldivas. Já há 20 anos, os líderes locais recebem ajuda externa para se prevenir do desastre. Ele estudou o assunto e constatou: não, o mar não está se elevando. Antes de anunciar o resultado dos estudos, propôs aos dirigentes locais a exibição de um filme tranqüilizando a população. Os tais governantes recusaram… Devem jogar no mesmo time de Kofi Annan. Leiam o artigo. Vale a pena.
Eu o tomo como verdade absoluta? Nada do que é humano, baseado em análises e projeções, eu tomo como verdade absoluta. Apenas deixo claro que há gente competente, séria, que questiona o terrorismo ambiental — em particular, este do aquecimento global. Bem lida a fala de Kofi Annan, a vigarice já é anunciada na saída: ele está interessado em fazer um arranca-rabo entre países pobres e ricos — aqueles sofreriam mais ou efeitos do aquecimento, embora contribuem menos para ele… É a forma que a luta de classes tomou no nosso tempo: uma disputa para ver quem produz mais calor e mais pum…
Eu ousaria dizer — não! Eu ouso dizer — que a corrupção dos ditadores africanos, que tiranizam seu próprio povo e roubam o dinheiro da ajuda internacional, responde por milhões de mortes. São os amigos terceiro-mundistas de Kofi Annan e de Al Gore. Essa conta do número de mortos em razão do aquecimento global é uma dessas vigarices que convencem trouxas bem-intencionados, que acham mesmo que a gente “precisa salvar o planeta”, seja lá o que isso significa. No Brasil, até ator de novela se dá ao luxo, com a profundidade dramática de um pires, de fazer terrorismo ecológico com base em dados furados.
Fosse verdadeiro todo esse terror, gostaria de saber quantos humanos seria preciso matar para fazer uma planeta ecologicamente correto. Sim, se é para dar comida para toda essa gente — e eu sou a favor disso —, será preciso rever algumas metas, não é mesmo? No caso do mar, fiquem tranqüilos. Doutor Mörner tem os dados: o Adriático não sobe; é Veneza que afunda.
Fonte: Reinaldo Azevedo
Aprenda a detectar um petista
Eu já devo ter dito aqui algumas vezes que o petista não é apenas uma pessoa que vota no partido. O petista é mais do que um simples eleitor: ele age diariamente conforme uma mentalidade própria do grupo, possível de ser detectada onde quer que o petista esteja posicionado, especialmente agora, com a CPI da Petrobras escancarando tudo. Tentarei modestamente expor o comportamento dos companheiros em alguns setores. Você vai reconhecer amigos e familiares em algum dos seguintes casos:
O petista na política: ele manda no Brasil desde 2003, ocupa todos os cargos importantes da máquina estatal e assina os papéis que fazem os grandes negócios. Mesmo assim, quando é preciso esconder os podres, o petista na política não se constrange em voltar dez anos no tempo e se fingir de pobre opositor sem dinheiro no bolso e sem parentes importantes. Os mesmos petistas que antigamente promoviam uma CPI por mês e por qualquer motivo agora afirmam que investigar a Petrobras é crime de traição à nacionalidade. Os mesmos petistas que mandam na empresa desde 2003, os mesmos petistas que lotearam tudo ali dentro, rapidamente ressuscitam FHC e o terror da privatização, uma palavra demonizada pelo PT por motivos claros: se a Petrobras for vendida, Delúbio Soares perde sua mamata de 4 milhões de reais. Se a Petrobras sair das mãos dos petistas, eles não poderão entregar o patrimônio do povo brasileiro a Hugo Chávez. Sem a Petrobras, vai faltar dinheiro para a campanha da Dilma. Xô, privatização.
O petista na universidade: ele geralmente é professor filiado ao partido e trata os alunos adolescentes como massa de manobra. Ele se encarrega de construir o discurso que legitima o petismo. Ele ensina aos estudantes que pessoas malvadas estão querendo prejudicar o PT e que isso é um absurdo que não pode ser tolerado pelas forças democráticas. Naturalmente ele faz isso usando uma linguagem um pouco mais intelectualizada para não dar bandeira.
O petista na imprensa: ele é antes de tudo um humorista involuntário, responsável por grandes momentos do jornalismo chapa-branca. O petista na imprensa foi o estudante preferido do professor petista. Ele é filiado a sindicatos petistas, e esses sindicatos sempre são financiados pelo governo federal; pela Petrobras, inclusive. O petista na imprensa ecoa os releases preparados por Franklin Martins. Ele acha que jornalismo deve ser isento e imparcial, o que, nesse caso, significa tratar os governos petistas com toda a delicadeza do mundo. O petista na imprensa também apóia o famoso “controle social” dos meios de comunicação, ou seja, a submissão de todos os jornais e revistas ao PT em nome da pluralidade de opinião.
O petista que lê artigos deste tipo: ele diz que o autor é inimigo do povo e o proíbe de criticar Lula pelo fato de que a popularidade do presidente é alta. Minha sorte é que só tenho cinco ou seis leitores, portanto não represento ameaça à democracia.
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