25/11/2009 - 11:01
Maria Lucia Victor Barbosa
Lula da Silva é saudado internacionalmente como um homem da “esquerda herbívora”, um moderado, um conciliador. Sempre fazendo piadas, usando metáforas futebolísticas, falando bobagem, bem-humorado é como se o presidente fosse o estereótipo do brasileiro, o “homem cordial” de que falou Sérgio Buarque de Holanda.
Para ser mais amado lá fora só faltava Lula ser carioca e não pernambucano aclimatado em São Paulo, porque estrangeiros são loucos pelo Rio de Janeiro de praias paradisíacas cheias de mulheres quase nuas, de povo feito de sol e mar. Para os visitantes bala perdida é pura adrenalina no país do carnaval e do futebol.
Entretanto, se Lula da Silva é o “cara” da “esquerda herbívora”, inofensiva, festiva é estranho que ele viva em idílios políticos com Hugo Chávez, Fidel Castro, Evo Morales e demais ditadores que representam a fina flor da esquerda primata do Terceiro Mundo. Parece que os caras lá de fora têm certa dificuldade em entender o Brasil e seu governante, percebendo apenas superfícies folclóricas e deixando de lado visões mais profundas sobre atitudes, comportamentos e ações que se desenrolam no país real em contraste com o país imaginário.
Sintomática a complacência internacional com o presidente da República e sua diplomacia tangida pelo chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, quando aqui é recebida a figura abjeta de Mahmoud Ahmadinejad, o perigoso fanático que persegue, prende, mata seus opositores; não tolera liberdade de pensamento, religiosa ou das minorias; viola direitos humanos; frauda eleições, apóia grupos terroristas, diz que o Holocausto não existiu e prega de forma obsessiva a destruição de Israel.
Essa figura daninha e monstruosa, rejeitada pelas potências ocidentais que temem que Ahmadinejad desenvolva a bomba atômica, foi agraciado com um convite do “filho do Brasil”, que afirmou que o receberia de braços abertos. No rastro dos salamaleques o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afrontou o presidente israelense, Shimon Peres, quando da visita deste ao Brasil no último dia 11, ao dizer de forma arrogante que o Brasil fala com quem quiser. Quem sabe o ministro da Defesa acredita no persa, quando esse hipocritamente afirma em sua carta dirigida “à grande nação brasileira” que é “defensor da justiça, da ternura e da paz no mundo. Por certo Jobim ignora que Ahmadinejad está estendendo cada vez mais sua influência sobre a América Latina, sobretudo, através da Venezuela e da Tríplice Fronteira onde estão bases operacionais do Hezbollah e de outros terroristas.
Muito “terna” a besta-fera do Irã quando nega uma das piores manchas da humanidade, o Holocausto. Será que nosso “herbívoro”, que é a cara do país como ele mesmo disse certa vez, tem noção do que foi esse genocídio? Será que também nega as torturas, indignidades, horrores, mortes, tudo que foi infligido de mais pérfido aos homens, mulheres e crianças que cometeram o único “crime” de serem judeus? Pode ser simplesmente que tudo isso seja indiferente ao cara porque apenas lhe interessa negócios com o Irã, o que faz lembrar o título de um filme passado há muitos anos: “De como aprendi a amar a bomba atômica”. Afinal, nós também enriquecemos urânio.
Possivelmente a visita de Ahmadinejad, a intromissão do Brasil em Honduras, o antiamericanismo e o antissemitismo do governo petista e seu achego a ditadores, não impedirão que os olhos do mundo Lula da Silva continue como um esquerdista “herbívoro” e cordial. Talvez, apenas a Itália não esteja gostando no momento de ser taxada de fascista pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, mas se resignará a não receber de volta o terrorista Cesare Battisti.
Entretanto, para quem consegue observar certos sinais fica evidente que um processo cuidadosa e lentamente desenvolvido vai transformando a “esquerda herbívora” em “carnívora”. É que para alcançar ao poder mais alto da República o PT, em sua quarta tentativa, deixou de lado a linguagem virulenta, prometeu o paraíso aos ricos e aos pobres, vestiu seu “Lulinha paz e amor” de Armani e domesticou-lhe um pouco as maneiras. Uma vez no poder, uniu-se a gregos e troianos, esbanjou populismo, cooptou partidos e instituições, mandou às favas a ética, dominou o Congresso através de mensalões e outros “benefícios” e agora, chegando à reta final do segundo mandato, recrudesceu o ataque à imprensa e coroou seu domínio com a anulação do STF, conforme ficou demonstrado no caso do terrorista italiano. Com isso, definitivamente, o PT se tornou um partido acima da lei e, assim, sem nenhum pejo, trouxe de volta ao seu alto comando notórios mensaleiros, devidamente abençoados pela candidata Rousseff. Afinal, corruptos são os outros. Ao mesmo tempo, o PT retornou à idéia de Estado ampliado, do discurso requentado da esquerda revolucionária, da crítica ao neoliberalismo que tão bem praticou em sua fase “herbívora”. Não há dúvida de que se a dama de aço ganhar começará a fase “carnívora”. E Lula corre o risco de ouvir de sua escolhida: “Cale-se, você já ficou tempo demais, as rédeas estão conosco, agora é para valer”.
Extraído do Blog do David Bor
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Lula
24/11/2009 - 02:00
Julio Severo
Atualmente, a ideologia politicamente correta (que é mais uma das muitas máscaras do socialismo) condena não os criminosos, mas os crimes. Quando um maometano entra num lugar, grita “Alá é grande” e mata com bomba ou arma de fogo muitas pessoas, os jornalistas PCs (politicamente corretos) se limitam a dizer que “uma bomba” matou várias pessoas… Ou que a violência matou várias pessoas… Ou então, de forma igualmente genérica, que o terrorismo matou várias pessoas…
Protegendo os islâmicos e tirando a proteção de cristãos
Aliás, o mesmo socialismo que condena os cristãos conservadores como “fundamentalistas” e “fanáticos”, protege o islamismo chamando-o de “religião de paz” — enquanto seus adeptos persistentemente tiram a paz e a vida de centenas de milhares de pessoas inocentes todos os anos.
Essa proteção, em boa parte, é um efeito da luta de alguns judeus socialistas ocidentais, que conseguiram estabelecer leis de proteção às minorias. Essas leis são hoje usadas por ativistas homossexuais e islâmicos para proteger seus próprios interesses e impor sobre as sociedades ocidentais a ideologia homossexual e islâmica. Quem paga a conta de tudo isso são os cristãos, que acabam sofrendo pressões e opressões de grupos diametralmente opostos.
Em contraste, os cristãos são rotineiramente perseguidos em países islâmicos. Mas, por incrível que pareça, agora os maometanos exigem uma lei internacional contra a “islamofobia”, pois eles dizem que o islamismo precisa ser protegido das pessoas que não gostam do terrorismo e de terroristas criados pela “religião da paz”. Os maometanos, com o apoio dos socialistas, aprenderam a tirar proveito da paranóia ocidental contra a intolerância, preconceito e discriminação e estão conseguindo perseguir e oprimir cristãos e judeus em seu próprio território.
Em matéria de paranóia, a mente islâmica radical em nada deixa a desejar à mentalidade socialista.
Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã que nega o Holocausto e diz querer destruir Israel, tem um governo que não vê problema algum em torturar e matar homossexuais. Mas Ahmadinejad nunca foi incomodado pelos mesmos grupos socialistas de direitos humanos que rotineiramente acusam os cristãos de “crimes” contra os homossexuais. Esses “crimes” cristãos não se referem a atos de violência real, mas exclusivamente opiniões que refletem a condenação da Bíblia às práticas homossexuais. Essa é a realidade socialista: silêncio para com o que o Irã islâmico faz, e muitas mentiras covardes contra os cristãos.
A visita do presidente do Irã ao amigo Lula no Brasil
Por falar em Ahmadinejad, ele estará visitando o Brasil no final de novembro. Ele será recebido de braços abertos pelo amigo socialista Lula.
Ahmadinejad financia grupos terroristas contra Israel, porque desconhece e rejeita a aliança de Deus com Abraão, Isaque e Jacó. Lula mantém amizade com Ahmadinejad porque… Por que? Escolha você a razão:
Lula não se importa com a aliança de Deus com Abraão, Isaque e Jacó.
Lula não se importa com as violações de direitos humanos dos cristãos no Irã.
Lula não se importa com as violações de direitos humanos dos judeus no Irã.
Lula não se importa com a tortura e assassinatos de homossexuais no Irã.
Lula não se importa com o patrocínio iraniano aos grupos terroristas muçulmanos contra Israel.
Você poderia apresentar uma lista longa de problemas na Ditadura Islâmica do Irã, mas Lula não se importa. Os socialistas são assim: eles não se importam com Deus, com valores morais, com inferno e até com seus próprios amigos socialistas — a não ser que tenham grandes interesses pessoais envolvidos. Não há nada mais importante para um socialista ambicioso do que promover a glória de seu próprio umbigo.
Socialista Shimon Peres visita socialista Lula
Tentando talvez amenizar a visita de Ahmadinejad ao Brasil, o presidente de Israel, Shimon Peres, tomou a iniciativa de visitar o Brasil antes de Ahmadinejad, no dia 10 de novembro. Contudo, Lula também não se importa com o fato de que Peres tenha os mesmos sentimentos “democráticos” socialistas com relação ao aborto e o homossexualismo.
Apesar da afinidade ideológica, moral, política e ética com Peres, Lula prefere a amizade de Ahmadinejad, que tem posições opostas a Lula e a Peres nas questões do aborto e homossexualismo. Lula deixaria de abraçar Ahmadinejad só porque o camarada socialista Peres não se sente bem com o desejo de Ahmadinejad de destruir Israel? Por algum motivo, Lula vê em Ahmadinejad mais um meio de promover sua própria glória.
Por sua vez, Shimon Peres pouco se importa com o fato de que, em quase oito anos de governo e tendo visitado vários países islâmicos vizinhos de Israel, Lula nunca tenha tido a menor disposição de visitar Israel. Em resposta ao descaso óbvio de Lula para com Israel, Peres disse: “Ele tem sua agenda e suas prioridades. Não tenho que lhe dar lições. Nós o consideramos um amigo. Nós nos conhecemos há muito tempo. Começamos na mesma trilha socialista. Então posso dizer que lembro dele ‘desde a infância’. Ele tem seu próprio jeito de priorizar as coisas”.
A mente socialista anda de mãos dadas com a paranóia — seja no Brasil, nos EUA e até mesmo em Israel. A mente socialista não se importa com o mal quando o vê. Quando um homossexual estupra um menino de 6 anos, o jornalismo socialista vê apenas um genérico “estupro contra uma criança”, sem trazer identificações específicas comprometedoras para o movimento homossexual. Quando um terrorista islâmico mata inocentes, o jornalismo socialista aplica a mesma medida, noticiando apenas “a bomba que matou várias pessoas”, ou o “terrorismo que matou várias pessoas”, deixando o islamismo radical totalmente isento e protegido.
De forma oposta, qualquer crime contra um homossexual vira oportunidade para lançar sobre os cristãos uma culpa específica e detalhada pelo crime, mesmo que nenhum cristão esteja envolvido e mesmo que as circunstâncias do crime indiquem possibilidade de violência entre os próprios homossexuais. Isso faz parte da paranóia socialista.
A paranóia da ideologia da diversidade e tolerância
Em países em que o socialismo domina em plenitude, os inimigos do sistema são eliminados por qualquer e todo motivo. Veja Cuba, Coréia do Norte, etc. Em países em que a população está gradativamente sendo condicionada a abraçar o socialismo, a sociedade é primeiramente levada à paranóia. É pura paranóia aprovar leis que condenam cristãos pelo crime fictício de “homofobia”, pois os cristãos não têm uma tradição de matar homossexuais. Mas assim agem Obama e Lula.
Nos EUA, o Ministério de Segurança Nacional de Obama diz que um terrorista verdadeiro se destaca por algumas características especiais: ele pode ser alguém que se opõe ao aborto e ao homossexualismo. A adesão ao islamismo não pode ser classificada como característica de terrorismo, pois os maometanos são minoria e merecem proteção. Portanto, embora todos os terroristas que atacaram os EUA em 11 de setembro de 2001 fossem islâmicos, e embora todos os terroristas que atacam Israel sejam islâmicos, a ética socialista manda ignorar esse fato, assim como manda esconder no noticiário a palavra “homossexual” ou “homossexualismo” em todos os crimes violentos em que meninos foram vítimas de um homossexual.
Proteger a diversidade e a tolerância à perversão no Brasil, EUA e Europa enquanto apoiando o Irã e outros países islâmicos que detestam a diversidade e a tolerância é marca registrada da paranóia socialista. Os socialistas podem criticar, condenar e xingar Deus e seus seguidores, mas para eles a diversidade e a tolerância são sagradas — apenas no Brasil, EUA e Europa, e jamais no Irã, Cuba, Arábia Saudita, etc. Sei disso por experiência, pois meu blog já esteve na mira do Ministério Público Federal (MPF) por críticas ao homossexualismo e ao islamismo. Em março de 2008, quatro jornalistas islâmicos de São Paulo entraram com queixa no MPF pedindo o fechamento do meu blog por preconceito ao islamismo, porque denunciei terroristas islâmicos.
Direito de livre expressão de criticar o homossexualismo e o islamismo? Isso é conversa de capitalista!
Em julho de 2007, na mesma época em que meu blog foi fechado por alguns dias por causa de acusações e calúnias dos ativistas homossexuais, denunciei que o site homossexual ParouTudo havia publicado um artigo defendendo abertamente a pedofilia. (Veja o texto pedófilo aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/pedofilia-e-homossexualismo.html) Eu pedi que as autoridades investigassem e se mobilizassem, mas hoje, mais de dois anos depois, absolutamente nada foi feito. Esse é o vale-tudo da diversidade e tolerância onde até a pedofilia defendida por homossexuais é beneficiada?
O site ParouTudo continua no ar, sem nenhum problema, mas paira sobre meu blog o risco de ser fechado pelo MPF. Não é vergonhoso o Blog Julio Severo ser alvo de ações do MPF enquanto ativistas homossexuais defendem a pedofilia bem debaixo do nariz da “justiça” literalmente cega? É ou não é paranóico tirar o direito de livre expressão do Blog Julio Severo e manter o direito de livre expressão de sites homossexuais que defendem abertamente a pedofilia?
Por isso, se você acha paranóico Lula abraçar Ahmadinejad (cujo governo odeia cristãos, Israel e homossexuais), isso é socialismo. Se você acha paranóico Obama mirar com exclusividade cristãos conservadores que se opõem ao aborto e ao homossexualismo e isentar terroristas cuja identificação comum é a “religião da paz”, isso é socialismo. Se você acha paranóico Shimon Peres se humilhar diante de um Lula que se alia a Ahmadinejad, isso é socialismo.
O Israel moderno, dominado pelo socialismo, tem paradas gays e aborto legalizado. Mas com toda essa incrível afinidade ideológica, Lula prefere Ahmadinejad, que não permite nem aborto nem homossexualismo na ditadura islâmica do Irã. Por amor à sua própria glória, um socialista — seja ateu, católico, islâmico ou evangélico — poderia entregar a própria mãe e a própria pátria ao diabo.
Os judeus rebeldes de Israel no passado, cujo testemunho de apostasia se encontra no Antigo Testamento, faziam pouco caso do inferno, para onde acabaram indo. Hoje, mesmo conhecendo em menor ou maior grau esse testemunho, Lula, Obama e Shimon Peres igualmente fazem pouco caso do inferno e se prostram diante do mesmo socialismo que está vendendo suas nações aos enganos mortais da ideologia homossexual, abortista e islâmica.
Fonte: www.juliosevero.com
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: homossexualismo, socialismo
22/11/2009 - 17:24
Falta ainda pouco mais de um ano para o fim do governo Lula, mas Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, por alcunha “O Megalonanico”, chega amanhã ao ápice dos desastres morais a que conduziu a diplomacia brasileira. Assim que Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, botar os pés em solo pátrio, o Brasil celebra o seu encontro com a impostura megalômana do governo Lula, que nada mais faz do que trair a pequenez de propósitos de seus líderes, em desacordo com a crescente importância do Brasil no mundo — importância adquirida a despeito dessas lideranças, não por causa delas.
O Brasil não estará recebendo nesta segunda apenas o negador do Holocausto, como se isso já não fosse delinqüência suficiente. Recebe também o financiador do terrorismo no Líbano, nos territórios palestinos e no Iraque. Não bastasse, Ahmadinejad é o chefe de um governo que conduz um programa nuclear secreto e que promete varrer Israel do mapa. Se credenciais que fazem deste senhor um pária moral ainda faltassem, lembremo-nos de que reprimiu com impressionante brutalidade manifestações contra as fraudes no pleito que o reelegeu — fraudes reconhecidas pelos aiatolás do Conselho da Revolução Islâmica.
Só o “Aiatolula”, o “filho do Brasil”, o “cristo pagão saído do ventre de mãe nascida analfabeta”, não viu problema nenhum nas eleições e se apressou em reconhecer o resultado, afirmando que os justos protestos da oposição se equiparavam à chiadeira de uma torcida quando seu time perde o jogo. Lula não vê problema em gol de mão quando isso beneficia seu time. Na entrevista que concedeu a William Waack (aqui), Ahmadinejad se mostrou muito grato: “Eu realmente gostei da postura dele. Nos encontramos alguns anos atrás. Somos muito bons amigos”. Não duvido…
Na entrevista, o presidente do Irã tenta matizar a negação do Holocausto e, entendo, só consegue tornar seu juízo ainda mais detestável — e vocês já entenderão por quê: “A questão que apresentamos é muito clara. Eu fiz dois questionamentos, fiz duas perguntas claras. A primeira questão era: ’se o holocausto aconteceu, onde aconteceu?’ Claramente, aconteceu na Europa. Todo mundo sabe disso. A segunda pergunta: ‘o que isso tem a ver com o povo palestino?’ ‘Por que o povo deveria pagar por isso?’ Por que deveriam dar a terra dos palestinos por causa de crimes cometidos na Europa?”
Notem que a existência do Holocausto, em seu discurso, é apenas uma hipótese improvável. Não será neste texto que vou tratar sobre o que foi acordado em 1948 na região que compreende Israel e os territórios palestinos, qual era o status do povo palestino e por quais países ele se espalhava etc. Teremos tempo de tratar desses assuntos em outros posts. Importa destacar que o desdobramento óbvio de suas indagações implica o fim do estado de Israel — o que, hoje em dia, não é reivindicado nem pela Autoridade Nacional Palestina. Não por acaso, o Irã financia o Hamas e o Hezbollah, que têm, entre os seus princípios, justamente a destruição do estado de Israel. Não por acaso, o próprio Ahmadinejad promete “varrer Israel do mapa”.
Então vejam que curioso: o presidente do Irã ora nega que o Holocausto tenha existido, ora apenas o coloca em dúvida. Uma coisa ou outra, não importa, ambas ilustram um raciocínio que conduz à destruição de Israel. Assim, por desdobramento lógico, se o Holocausto do século passado, na cabeça delirante deste delinqüente, não existiu, ele promete promover um neste século. ESTE VIGARISTA NEGA A MORTE DE SEIS MILHÕES DE PESSOAS NO PASSADO PORQUE REIVINDICA MATAR ELE PRÓPRIO MAIS SEIS MILHÕES NO PRESENTE.
Na sexta-feira, ao receber Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, Lula, o “amigo de Ahmadinejad”, afirmou que a ONU deveria conduzir as negociações entre Israel e os palestinos e sugeriu que os EUA não deveriam participar das negociações porque seriam os “culpados” pelo problema. A isto está reduzida a política externa brasileira: estende o tapete vermelho para um financiador do terrorismo internacional, que prega a destruição de Israel, e ataca uma nação democrática, historicamente comprometida com uma solução pacífica no Oriente Médio. E isso no momento em que o Brasil volta a ocupar uma cadeira rotativa no Conselho de Segurança. Mas Lula, sabemos, quer a permanente.
Recebendo Ahmadinejad? Defendendo o direito do Irã de “manter um programa nuclear pacífico” quando o próprio líder iraniano não esconde as pretensões de destruir um país que considera inimigo? Ora, há uma questão de lógica elementar: quem é amigo de todo mundo é necessariamente condescendente com os maus e injusto com os bons.
A presença de Ahmadinejad no Brasil ofende a consciência democrática e pisoteia as noções mais comezinhas, mais básicas, mais elementares do humanismo. Sua única virtude é contribuir para revelar uma nesga ao menos da face real do lulo-petismo, maquiada pela máquina de propaganda.
Extraído de Reinaldo Azevedo
Autor: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Irã