07/11/2009 - 18:05
Para aqueles que não bebem, eu penso que ainda não começaram a viver. Devido ao fato de ainda não terem experimentado a sensação de flutuar, sair fora do corpo, vomitar e melhorar. Aprender os seus limites. Não viu ainda as entranhas da transfiguração que a gente mesmo passa. O inferno atolado da terra, quando não se consegue mover com maestria.
A coragem para revelar o verdadeiro sentimento; a sede incontrolável da conquista do sexo oposto, a cegueira da racionalidade, transmitida em atitudes irracionais. Tentação do erro pensado antes de tudo e ao mesmo tempo realizado.
O bêbado sente o céu em todas as suas esferas; céu (cristalino), PRIMUM MOBILE, céu das estrelas fixas, céu de saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e a Lua, que transforma as pessoas com suas fases.
As histórias ficam, sem a bebida ou com ela, mais, eu não to aqui pra falar que sem bebida a vida é uma maravilha. O mundo é um caos e as coisas nunca vão ser do jeito que agente planeja que elas sejam.
To bebendo a bebida da saudade, to curtido, assumindo a mentira da vida, vivendo aquilo que eu não sou e tentando descobrir para que tudo isso.
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal
Tags: cachaça, cultura, delírio
16/10/2009 - 18:01
“O homem é um verme, e um alimento para os vermes”, se tudo fosse relativo com certeza o homem não teria sobrevivo por tanto tempo. Obcecado pela saúde em virtude do sonhado viver eterno, e certo de que “a existência precede a essência” prefere se rebelar contra as coisas simples de uma vida cotidiana. “O futuro é vivido tão ou mais intensamente do que o presente”, “o heroísmo cotidiano não é mais percebido em ampla escala por ser aplicado a quase todas as pessoas”, sejam elas das grandes ou pequenas cidades. Quando se quer ter tudo e não se tem nada; ocorre a transformação do homem em produto do fim.
Como diria o nosso poeta Mario Quintana, em Homo Sapiens:
“E eis que, ante a infinita Criação,
O próprio Deus parou, desconcertado e mudo!
Num sorriso, inventou o homo sapiens, então,
Para que lhe explicasse aquilo tudo…”
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria, cultura
Tags: homo sapiens
01/10/2009 - 10:14
Como o Brasil pode enfrentar a violência social e a violência no trânsito ?
Feridas só realmente se fecham, quando os interessados na cura resolvem combatê-la. Se o enfermo é do tipo que não gosta de ir ao médico, tomar remédio e principalmente cuidar de sua saúde, certamente estará fadado a não melhorar.
O interessado neste caso, é o povo brasileiro. Se cinqüenta mil pessoas morrem assassinadas neste país todo ano, é um sinal bem claro que o sistema não esta muito saudável. Sem generalizar toda a juventude: jovens do país não tem, dentro de sua formação infantil aprendizado sobre os perigos que a bebida gera quando se relaciona com a direção.
Violência social, é o retrato de políticas públicas defasadas, de famílias desestruturadas, de uma sociedade incapaz de enxergar a gravidade desta situação. Violência no transito; resultado de Leis que geram múltiplas interpretações, da falta de infra-estrutura e logística das estradas, tudo agravado pela falta de educação da sociedade, quando o assunto é transito.
Resolver a violência social requer investimento amplo em educação, acompanhado de projetos sociais, que ao invés de doar dinheiro em troca de presença escolar cobre resultados na escola, e na sociedade. Para isso é necessário que os próprios ínvidos, beneficiados pelos projetos sociais, elaborem pesquisas que possam ser implantadas dentro de suas comunidades; já que os mesmos conhecem melhor do que ninguém tal realidade. Esse é um dos caminhos possíveis dentro do contexto social brasileiro para resolver algumas questões sociais.
A violência no transito também não foge muito da palavra educação. Mais além de educação para jovens; só se conseguirá resultados consideráveis quando começar pelo indivíduo ainda criança, para que ele cresça conhecendo os perigos de álcool misturado ao volante de um automóvel. O transito também envolve outros fatores como a melhora de sua infra-estrutura: estradas sinalizadas, radares que funcionem e opções que possam transportar mais pessoas confortavelmente sem necessariamente utilizar o automóvel.
Com certeza ajudaria muito na diminuição dos acidentes, que hoje ocorrem em maior numero nas grandes cidades. Atitude, falta de ambas as partes, sociedade e governo. Se queremos curar estas feridas devemos começar por nós mesmos, com pequenas atitudes.
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Sem categoria, cultura
Tags: educação, SOCIEDADE, transito, violencia
22/09/2009 - 11:59
O Maximo que consegue lembrar-se da infância é o tempo que passou na FEBEM. Alberto é o tipo de cidadão que tinha tudo para se tornar mais um nas estatísticas, de indivíduos que não chegam vivos aos trinta anos. Passada a experiência da FEBEM ele voltou às ruas. Como nunca conheceu sua família, sempre teve dificuldades para se relacionar com as pessoas, principalmente as mulheres.
A necessidade de sobreviver numa cidade que parecia não se importar muito com sua presença o fez cometer pequenos delitos, até que em certo momento foi preso, antes da prisão definitiva havia sido preso por cerca de 60 vezes. Sua vida era infratora, e apesar disso ele não enxergava outra possibilidade de sobrevivência que não fosse o crime. Já maior de idade, foi parar na penitenciária mais conhecida e perigosa do Brasil, na época chamada de Carandiru. Aquela penitenciária era o reflexo de um sistema totalmente falido e desestruturado. Envolvido com facções se viu em meio a uma briga, onde o resultado foi 60 dias na solitária, esses dias naquela escuridão, foram essenciais para “certo delírio” com ele próprio diz: – “compreendi que para sair daquela escuridão só dependeria de mim. Ficou preso no Carandiru, por 5 anos, ingressou nos estudos ainda dentro do presídio completando seu ensino fundamental; passados 60 dias de sua saída da prisão, aconteceu a rebelião que gerou o massacre do Carandiru.
Consciente que a saída da caverna era através da educação, passou por maus bocados até se formar em pedagogia. Os fatos muitas vezes lhe mostravam o contrário, e que não sairia daquela escuridão; ele convicto e mais do que nunca enxergando o mundo, fora da cadeia não desistiu do seu sonho. A educação seria na sua vida a válvula de escape, mesmo com todas as circunstancias, mostrou ha ele a profunda importância da cidadania. Hoje é professor doutor em educação da Universidade de São Paulo (USP), construiu uma família, têm dois filhos uma casa, tudo aquilo que desejava nos tempos em que não tinha um horizonte para enxergar.
Essa é a história de um homem, muito interessante, contada pelo Globo Repórter no ultimo dia 18 de setembro de 2009, que conseguiu sair de uma caverna muito mais profunda do que possamos imaginar, esse personagem talvez enxergue o mundo hoje melhor que a maioria de nós.
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, cultura
Tags: caverna, cultura, mito, SOCIEDADE
15/09/2009 - 19:47
Lembrando os 08 anos do 11 de Setembro
O intuito Americano na guerra do Iraque, é nada mais que controlar aquela parte do mundo. O Iraque estrategicamente para os EUA; é muito importante em vários sentidos, além do petróleo que hoje os americanos ditam o valor de mercado, controlando o preço do barril, elevando e diminuindo, de acordo com sua saúde financeira. Petróleo este que os iraquianos vendiam antes da guerra para os principais investidores do mercado Americano que são: Alemanha e Japão, os principais compradores de petróleo do mercado iraquiano, como agora os Americanos detêm o controle do Petróleo, ditam as regras de acordo com sua vontade. Além do controle os americanos têm um parceiro comercial muito forte que são os Emirados Árabes, hoje detentores de boa parte dos investimentos no setor de petróleo mundial e Americano. Os EUA descobriram um jeito estratégico de cercar o oriente médio, colocar Japão e Alemanha contra a parede, e sem sombra de duvidas armar uma carapuça que serviu direitinho em países como Rússia e China. A China, por exemplo; já consegue muitas vezes entrar nos sistemas ultra-secretos dos Americanos, se mostra por tanto uma ameaça. Essa guerra é mais que os sete pecados de Bush, ele deixou os americanos estrategicamente bem, numa eventual desavença que possa ocorrer, entre as grandes potencias econômicas e militares, além de estar perto de outros países como o Irã, outra pedra no sapato americano. Suas conseqüências, como o valor exorbitante de TRÊS TRILHÕES DE DÓLARES gastos até o ano passado poderiam resolver muitos problemas na África por exemplo. Lembrando que essa guerra ainda não acabou. O atentado de 11 de setembro serviu como bode expiatório, para a família Bush criar negócios bilionários com uma família que poucos devem saber que é velha conhecida do clã de George W. Bush e de todo o mundo, a família Bin Laden. Para aqueles que não sabem os Bin Laden não são afegãos, são bilionários sauditas, ou alguém pensa que o Osama e defensor dos fracos e oprimidos, nada disto ele é um empresário. Basta uma pequena pesquisa no You Tube sobre documentários do 11 de setembro, e você meu caro leitor descobrirá o verdadeiro demônio da guerra do Iraque.E o preço dessa monstruosidade foi e continua sendo a vida de milhares de inocentes. A manipulação feita por boa parte da imprensa americana com os verdadeiros fatos que aconteciam naqueles bombardeios foi um absurdo, tudo pautado por um líder que não estava interessado em libertar ninguém e sim no ouro negro, debaixo dos pés daquelas pobres almas conformadas com o sistema que viviam. É essa liberdade que os Americanos querem para o mundo?…
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Cinema, Notícias, cultura
Tags: 11/08/2001, capitalismo, cultura, guerra, política
04/09/2009 - 19:51
Dizem que malandro que é malandro nasce de bigode, mais acredito que eles nascem com a necessidade, e ela os leva a construir jeitinhos para caminhar com a vida sem preocupações futuras. O jogo de cintura fugas reverencia o que chamamos da vontade, de reverter um quadro social através da criação mental comunicativo transformacional, inserindo fantasias ao receptor ouvinte, levado sem perceber ao objetivo traçado pelo malandro. Essa história é de um amigo, que convenceu a mim mesmo por várias vezes e oportunidades. Critico seu modo levar a vida, mais entendo que se faça necessário.
Sentado no banco da praça, logo pela manhã observa a movimentação fumando cigarro de palha. Sempre ligado em tudo que é novidade na cidade, fica todos os dias de papo na rua com os senhores aposentados, garis e todos que freqüentam a praça. Não o confunda com uma pessoa qualquer, por que isso ele não é, sua capacidade de inverter as situações é típica do malandro brasileiro que tem jeitinho pra tudo.
Dotado de um dom, se é que nós podemos chamar assim, a malandragem se tornou a profissão dele. João Paulo é o tipo de pessoa que na gíria popular, da nó até em pingo d’água, as vezes eu que o conheço a anos me vejo sendo levado através do papo convincente.
João Paulo há 24 anos não sabe qual o significado da palavra trabalho. Influencia tanto a cabeça das pessoas que quando elas menos percebem já estão tomando cerveja com ele, e falando sobre a vida alheia; aliás, esta é a principal ferramenta utilizada pelo malandro, para poder se aproximar e conseguir efetivar seu objetivo beber Sem pagar, com alimentação não preocupa, a mãe é aposentada e coloca comida dentro de casa e o resto é resto. Para ele “a morte é a vida vivida e a vida é a morte que chega”. Tem o corpo franzino mais muito ágil na hora de uma briga, já se envolveu em várias confusões, devido ao histórico delas é figura mais que conhecida da polícia. Logicamente nunca conseguiram colocar as mãos nele.
Envolveu-se com mulheres “chave de cadeia” como se diz por aqui. Com a ultima, João Paulo quase se casou, morou com ela em outra cidade por uns tempos. Malandro como é; percebeu que teria que trabalhar. Deu um jeito mais que rápido, de ligar para mãe lhe comprar passagens de volta. Voltou à terra natal. Chegando no ônibus das dez, refletiu como era ótima a vida que levava antes de se mudar. Percebeu que seus amigos mudaram o tratamento com o velho malandro, o tempo que ficou fora, levou a uma reflexão o quanto era folgado e esperto o nosso João Paulo.
Passaram então a evitá-lo, e acordaram para o fato de quantas vezes trabalharam para sustentar seus vícios e também os de João. Ele logo percebera isso, e passou a criticar os amigos, arrumando outras companhias, mais interessantes à suas vontades. Remontou seu ciclo de “boas amizades”, conseguindo assim fazer suas festas ou as dos outros; do jeito que dava.
A malandragem foi a forma de sobrevivência, que este meu amigo, encontrou para conseguir suas roupas de play boy, tênis caro, boné maneiro e lógico os vícios de cigarro e bebida. Vindo de uma família humilde sempre percebi que se não fosse a comunicação persuasiva e teatral de sua pessoa, certamente estaria entre as estatísticas de jovens no mundo do crime, às vezes ele me diz que nasceu na cidade errada, e eu claro concordo com ele, mais penso que se não fosse nascido nesta pequena cidade não sobreviveria da malandragem.
Uma pessoa querida que infelizmente já não está entre nós mais que certamente viveu a vida, um dia de cada vez como se este dia fosse o ultimo, portanto viveu últimos dias durante seus vinte e quatro anos, descanse em paz meu amigo.
DO SEU AMIGO: LUCAS ARTUR
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal
Tags: adeus, AMIZADE, malandragem
04/09/2009 - 18:56
O sistema educacional é muito ruim em toda as escolas, tanto escolas particulares quanto privadas. O governo não quer ninguém educado; se tivéssemos hoje no país, toda uma população extremamente alfabetizada, não teríamos candidatos com processo judicial nas costas com possibilidade de se eleger, para um cargo que deveria passar o sentido de transparência. Com uma população educada isso nunca ocorreria. É muito mais fácil controlar cabeças semi-analfabetas do que, cabeças totalmente alfabetizadas e esclarecidas, com opinião para derrubar qualquer ato, de qualquer instituição que queira empurrar goela abaixo uma injustiça destas, porque o povo entenderia o sentido da palavra democracia.
É daí que encontramos professores totalmente desacreditados com a profissão, por que não conseguem o mínimo de estrutura necessária de trabalho, que é o incentivo ao profissional, do estado e da população em geral. Um professor na minha cidade ganha menos que um faxineiro; não menosprezando a profissão, mais de um professor se exige no mínimo um diploma de magistério, e de um faxineiro se exige no máximo que tenha concluído o segundo grau. Como é que se sente uma pessoa que estudou quatro, cinco anos a mais que outra, ganhar menos na profissão? E sem contar que o professor ao chegar em casa continua à exercer, por que tende preparar as aulas do dia seguinte.
Tenho uma mãe que trabalhou como faxineira à vida toda, se esforçou para ver a filha formada professora; minha irmã, e agora que conseguiu realizar este sonho, não consegue entender como a filha dela que se dedicou muito mais do que ela nos estudos, pode ganhar menos que ela própria.
As escolas estão caindo aos pedaços em boa parte do país, Onde Brasil vai ser primeiro mundo sem o mínimo? Que é educação e saúde, que são os alicerces de uma cultura desenvolvida. Por que não se fala em criar impostos para também desenvolver a educação, que sejam permanentes, que tenham fiscalização dura. Ao tratar de educação estamos falando do futuro que são as crianças. O que estamos deixando para elas; é essa merda dessa cultura do jeitinho brasileiro, que só nos leva do nada ao nada. Por isso o governo não quer o povo educado.
Escutei de um dos meus melhores professores alguns dias atrás, uma coisa que eu nunca esperaria ouvir dele, ele me disse pra não virar professor. Eu vi no rosto dele a desilusão de um profissional que dedicou vinte e cinco anos de sua vida, a uma profissão que esperava ser reconhecida como merece. Ele disse pra mim, que ao encontrar com um antigo colega de mestrado, vendendo pastel numa feira, que tinha abandonado completamente a profissão de professor, foi quando ele jogou a toalha. Este colega lhe disse: que naquela feira vendendo pastel, ele já havia comprado dois apartamentos, com o salário de professor nunca iria realizar tal façanha, e não arrependeu de ter deixado a oficio de professor, por que vivia tranqüilo. É claro que não temos escolas adequadas, com todos os recursos disponíveis e desejáveis, mais se tivéssemos profissionais felizes ao trabalho, eu garanto que os resultados seriam outros; mesmo que eles realizassem aulas debaixo de uma arvore, dedicação e atenção aos alunos nunca faltaria.
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal, Sem categoria, cultura
Tags: educação, prefessor, PROFISSÃO
16/06/2009 - 10:40
PARA QUE SERVE UMA IDEOLOGIA?
Reverter o que parece irreversível, fazer com um fato que pareça impossível, se torne disponível. Fazer com que um ser indigente se torne gente, com caráter, e competente, para alcançar o inalcançável, de forma inteligente. Inteligência dos que são idealistas, para transformar o pensamento do povo com suas ideais de moral.
Moral que todos nós temos, só não sabemos que temos, a força para realizar um ideal, não se comprimindo aos limites de nossa mente, e sim soltando-o à todos que podemos concretizá-lo, basta inovar, e trabalhar pra que isso aconteça. A ideologia está dentro de todos nós, alguns nasceram com magnetismo para alçar seus pensamentos de modo a mudar o sentido de tudo, que se passa à sua volta, de um jeito que seres não tão privilegiados, idolatrem sua ideia, e à adotem como se fosse as suas próprias.
Desenvolver uma ideologia não é tarefa das mais fáceis; para tornar algo concreto é necessário um grau de competência extraordinário. Um ideólogo não é um cara simples, e isso, o transforma em um formador de opinião. Convicções em assuntos de nível debatedor, revolucionário são temas complexos para um mero mortal, pessoa que veio ao mundo só de passagem, não conseguem transcender seus pensamentos. Senhoras e senhores que conseguiram desenvolver uma ideia diante da história, foram poucas.
Homens como; Tiradentes, Che Guevara e outros, que construíram um ideal, introduziram muita teoria, que não pode ser levada toda ao pé da letra, por qualquer homem que se diz esclarecido. Será que Jesus Cristo; ou Buda, e tantos outros que marcaram à nossa história, não foram, de certo modo ideólogos com pensamentos e convicções políticas ou religiosas? Eu mesmo passei este artigo inteiro pensando se tudo isso que escrevi agora, não é uma ideologia para convencer os meus nobres colegas do jornal de debates, de que todo ideal que é exposto ao outro é relativo à ideologia. Concluindo então minha opinião, todos temos algo a dizer que saia dessa massa cinzenta, só que poucos vieram com esta virtude incrível de transformar a sua ciência de formação de idéias numa matéria a ser estudada pelos outros.
LUCAS ARTUR
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria, cultura
Tags: cultura, ideologia, pessoas
07/06/2009 - 20:44
O governo Brasileiro em quinhentos anos de história, não conseguiu um controle diante do desmatamento. A mata atlântica foi devastada por que os governantes daquela época achavam que nossas matas eram fonte de renda inesgotável. Para um país que tem nome de uma árvore, é uma vergonha qualquer tipo de dado divulgando; o revelado descaso do povo diante do seu patrimônio. Descaso porque apenas fica na discussão o povo não arregaça as mangas e mostra ao governo, a seriedade que deve ser tratado um tema como este, no maior ecossistema que existe no mundo. E o interesse de outros país de se apropriar dessa riqueza, inconsciente para o povo brasileiro.
Fazendeiros e latifundiários, estão invadindo a nossa Amazônia, faz mais de um século. O governo só viu isso agora, com a chegada do aquecimento global. Cientistas Americanos já pré-viam essa situação alarmante, que se encontra a maior floresta do mundo a uns cinqüenta anos. Pessoas de fora que alertaram, este país sobre aquilo que acontece hoje. A seca de 2005, onde um numero, enorme de peixes morreu, por falta de água, moradores ribeirinhos passaram sede e fome por que não havia peixe nos rios, as plantações se acabaram entre outras complicações de saúde publica, tudo isso sabia-se que poderia acontecer, e não se fez nada para mudar.
O único modo de acabar com o desmatamento no Brasil, e principalmente na Amazônia, é quadruplicar o numero de fiscais do IBAMA, e triplicar o numero de soldados do Exercito atuando nestas áreas; não descartando punições reais aos destruidores da floresta. Só assim consegue-se um controle de uma região maior do que muitos países, com fiscalização redobrada, e força nas fronteiras para possíveis conflitos que venham à acontecer no futuro, isso é defender o Brasil e principalmente o meio ambiente.
A floresta Amazônica fica numa terra sem lei, por que os poderosos mandam até em prefeituras, e no povo carente que necessita trabalhar. Para conseguir o seu pão de cada dia acatam qualquer ordem que lhe for dada.
Se pensarmos em todas as espécies que foram extintas da mata Atlântica, e aquelas que poderão ser também na Amazônia, certamente o governo de hoje e os reis de ontem dariam a seriedade que o assunto merece. Tentar controlar a situação de modo legal nunca dará controle real ao governo. Onde não existe lei, não existe governo. O descaso é eminente diante deste assunto, mais se não cuidarmos do nosso patrimônio, o perderemos de um jeito ou de outro, já que o aquecimento global esta ai, a conseqüência dele, é a morte de milhares de pessoas todo ano, devido à distúrbios no clima, e o governo Americano também com seus interesses umbiguos, por que se o mundo consumisse como eles eram necessários cinco planetas para atender à todas as demandas; principalmente a energética.
Fica a esperança de conseguir preservar o maior patrimônio natural da humanidade. Se conseguiremos, não sei mais, um mês tão importante como este, serve para que as pessoas reflitam um pouco sobre tudo que a cultura contemporânea do consumo, vem fazendo com o planeta. O jeito de pensar moderno, é cada um por si. E exatamente isso que esta destruindo o meio ambiente e consequentemente, os seres humanos.
Lucas Artur
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Sem categoria, cultura
Tags: BRASIL, MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE
26/05/2009 - 14:24
A MELHOR OPÇÃO PARA O ANO QUE VEM
A ministra conseguiu com força moral, e experiência ambiental refazer projetos que em poucos anos dariam dor de cabeça para o pais, por que não tinham uma equipe técnica competente para avaliar os riscos ambientais e de sustentabilidade.
O governo na minha opinião, perde uma excelente ministra e uma líder internacional com moral suficiente para, controlar o olho grande que o mundo esta sobre a Amazônia. O ministério do meio ambiente nunca teve uma pessoa tão capaz de assumir tal cargo como Marina, ela conseguiu no ano de 2006 reduzir o desmatamento na Amazônia, coisa que nunca foi feita no Brasil em 500 anos de história.
O presidente Lula perde mais um ministro competente, por falta de jogo de cintura, ou interesse político. o antigo ministro do turismo, no qual não me recordo o nome, também era uma pessoa da área, foi trocado pela Paulista Marta Suplici, que no auge da crise aérea deu uma declaração, mostrando que só está no ministério pra fazer política, e não entende nada de turismo. Turismo para ela deve ser só pegar as malas, e viajar para Paris, fazer compras, jantar em restaurante caro, dormir em hotel 5 estrelas, ela não sabe que existe por trás deste nome, um mercado em plena expansão que movimenta bilhões de dólares, e gera milhares de empregos em quase todos os setores da economia.
A pessoa mais competente para à sucessão de Lula, deixou o ministério do meio ambiente. Mulher que, saiu da pobreza assim como Lula, tem muita moral fora do pais, e uma capacidade técnica apurada para lidar com a fala, talvez anos luz melhor que o próprio presidente, que de vez enquanto solta comentários lamentáveis. O presidente tinha o candidato perfeito bem debaixo do seu nariz, e não o enxergou.
Não é por que ela foi competente, que os ambientalistas lamentam sua saída repentina, é por que o governo tem projetos ousados na aérea de energia, que envolvem o meio ambiente, como: o do rio Madeira, rio São Francisco, Angra 3, dentre outros que o país tem por obrigação fazer para que se possa chegar ao desenvolvimento social e econômico desejado, se não houver responsabilidade e capacidade técnica, esse sonhado futuro estável nunca existirá. A sustentabilidade pode ser cara a curta prazo, mais a longo prazo, exatamente aquilo que interessa à todos,compensa e muito, podendo ir por água à baixo. Água essa que está em dois dos três projetos que acabo de citar neste artigo à cima. Se não levarmos à sério o cuidado com a natureza, a perderemos certamente, já que países como Inglaterra e EUA, só estão esperando um bom motivo para tomar o pouco restante no mundo, a Amazônia brasileira; isso nunca foi novidade para ninguém. Estamos perdendo para nós mesmos o nosso patrimônio.
LUCAS ARTUR
Autor: lucasdakipaiva@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, cultura
Tags: 2010, ELEIÇÕES, política
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