Segundo moradores, a casa 860 teve parte da laje destruída pelo bloco de gelo (Foto: G1)
A suposta queda de um bloco de gelo intriga moradores de Cidade Tiradentes, bairro do extreme leste de São Paulo, nesta segunda-feira (29). Segundo relatos de testemunhas, um bloco de gelo caiu do céu sobre a laje de uma casa por volta das 10h e quebrou parte da estrutura com o impacto. Ninguém ficou ferido.
Moradores relatam ter ouvido um “estrondo” pouco antes da queda. “O impacto foi grande. Parecia um botijão de gás explodindo”, contou a dona-de-casa Luziene Conceição dos Santos, de 50 anos, proprietária do imóvel de número 860 da Rua dos Têxteis, que teve parte da laje destruída.
Moradores dizem que parte de laje ficou destruída (Foto: G1)
Segundo o relato de Luziene, após o impacto, moradores viram um avião sobrevoar a região. Segundo os moradores, a área fica sob uma rota aérea. Ninguém viu de onde o bloco de gelo surgiu. “Só vi que era uma barra grande. Olhei da janela e vi que a laje estava cheia de pedaços de gelo”, contou o pastor Renato Edmundo da Silva, 38 anos, vizinho de Luziene.
Consultado pelo G1, o comandante Ronaldo Jenkins, diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), descartou a relação entre a suposta pedra de gelo e os aviões que passam pela região.
A vizinhança da Rua dos Têxteis se mobilizou com o susto. O mecânico Raniel Sergio Ferreira fotografou partes do bloco de gelo espalhadas na rua. A Polícia Militar foi acionada e esteve no local, mas como ninguém ficou ferido e não houve registro de ocorrência.
Nesta segunda-feira (29), o tempo permaneceu aberto sem ocorrência de chuva, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura de São Paulo. Não houve condições meteorológicas para a precipitação de granizo, segundo o meteorologista do órgão Michael Pantera.
A comissão especial que estava elaborando o projeto de reforma eleitoral concluiu os trabalhos nesta quarta-feira. O projeto, que ainda será levado para votação em plenário, permitirá a doação de campanha pela internet. Porém, proíbe propagandas pagas pelos candidatos na rede, o que hoje é permitido apenas em veículos impressos.
As propagandas eleitorais serão liberadas apenas em sites do próprio candidato, incluindo blogs, comunidades no Orkut e Twitter. Os sites deverão ser registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os deputados também pretendem regulamentar os crimes de calúnia e difamação cometidos na internet e garantir o direito de resposta a essas manifestações.
As regras serão semelhantes às válidas atualmente para os telejornais e mídias impressas. Em caso de calúnia ou difamação na internet, o dono ou responsável pelo blog deverá ceder igual espaço para resposta do candidato. Para realização de debates, também será preciso a concordância de dois terços dos candidatos.
Pelo acordo feito nesta quarta-feira entre os deputados da comissão e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), o projeto será levado para análise do colégio de líderes na próxima terça-feira e no mesmo dia poderá ser votado em plenário. Para valer nas eleições de 2010, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado até setembro deste ano.
O que não muda
O texto elaborado pela Câmara confirma vários pontos normatizados pelo TSE, que até hoje não tinham sido regulamentos por lei, como, por exemplo, a obrigatoriedade do uso da linguagem de libras ou legendas nas propagandas televisivas. A lista dos financiadores de campanhas também só será divulgada depois da eleição do candidato, conforme ocorre atualmente.
A atuação do TSE também deve sofrer mudanças. O tribunal será obrigado a divulgar novos entendimentos até o dia 5 de março do ano do pleito, e deverá dar preferência aos julgamentos sobre registro de candidatura e outros processos relativos à eleição.
Outra novidade será a possibilidade de o candidato recorrer em eventual recusa da sua prestação de contas pelo tribunal. Processos por crime eleitoral devem ser impetrados pelo acusador antes da diplomação do eleito, em 1º. de janeiro seguinte à eleição.
Pontos sem consenso
O uso de outdoors para fazer campanha política deve continuar proibido. A proposta, porém, ainda não tem consenso entre os deputados, e a comissão especial deixou a decisão para o plenário da Câmara.
Outra emenda sem acordo foi apresentada pela bancada feminina da Câmara. Hoje, a lei estabelece cota de 30% para mulheres nos partidos, mas não existe sanção para as legendas que não cumprem a regra. As deputadas defendem a regulamentação desta punição.
A bancada feminina também pleiteia que 10% do fundo partidário e 20% do tempo de TV e rádio sejam ocupados por candidatas. Ambas as exigências ficaram para definição do plenário.
(Carol Pires(IG), repórter em Brasília)
Após empate, cidade americana decide eleição em jogo de cartas
‘Que jeito de ganhar –ou perder– uma eleição’, disse McGuire.
Constituição permite que eleição seja decidida em jogo de azar.
(Do G1, em São Paulo)
A cidade de Cave Creek, no estado do Arizona (EUA), gosta de manter a tradição. E, por isso, após o empate na eleição para uma cadeira para a Câmara de Vereadores, a vaga foi decidida em um jogo de cartas, segundo o jornal “New York Times”.
O juiz George Preston embaralha as cartas, observado pelos candidatos Thomas McGuire (à esq.) e Adam Trenk. (Foto: The New York Times)
Adam Trenk, de 25 anos, ficou com a vaga na Câmara Municipal de Cave Creek, após tirar um rei de copas, enquanto seu adversário, Thomas McGuire, de 64, conseguiu um seis de copas. O juiz George Preston foi o responsável por embaralhar o baralho –fez isso seis vezes.
A cidade de Cave Creek, que tem por volta de 5 mil habitantes, não tinha conseguido definir um vencedor entre Trenk e McGuire no pleito tradicional. Depois de uma recontagem, cada um recebeu 660 votos. Por isso, a cidade optou pela tradição para escolher o futuro vereador.
“Que jeito de ganhar –ou perder– uma eleição”, disse McGuire.
O cantor de música country Marshall Trimble é uma das pessoas favoráveis ao método utilizado para decidir o pleito. “Somos muito ligados às nossas raízes, ou pelo menos nós gostamos de pensar assim”, afirmou ele.
Segundo o “New York Times”, a constituição do estado permite que uma eleição seja decidida em um jogo de azar. Além disso, os dois candidatos concordaram com um jogo de cartas.
Uma italiana que perdeu o vôo 447 da Air France, que desapareceu no oceano Atlântico no dia 1º de junho, morreu em um acidente de carro na Áustria. Johanna Ganthaler, uma pensionista da província Bolzano Bozen, passou férias no Brasil e, junto com seu marido, não conseguir embarcar no avião após chegar atrasada no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro. As informações são do jornal britânico The Times.
Ganthaler e seu marido, Kurt, embarcaram de volta à Europa no dia seguinte, segundo informações da Ansa citadas pela publicação.
Não há informações sobre a causa do acidente, nem o horário exato. Segundo o jornal da Grã-Bretanha, o carro em que os dois estavam entrou na pista contrária de uma rodovia em Kufstein, na Áustria, e bateu de frente em um caminhão. Kurt ficou seriamente ferido no acidente, informou o The Times.
Venezuela suspende venda de Coca-Cola Zero por ‘riscos à saúde’
REUTERS
CARACAS - O governo da Venezuela ordenou nesta quarta-feira que a filial local da Coca-Cola, a maior fabricante de refrigerantes do mundo, tire de circulação seu produto Coca-Cola Zero, por considerar ser danoso à saúde, informou a agência estatal de notícias ABN.
A medida ocorre após vários obstáculos enfrentados pela empresa na Venezuela, em meio a uma onda de nacionalizações.
O ministro da Saúde e Proteção Social venezuelano, Jesús Mantilla, disse que a medida contra a Coca-Cola e sua fabricante local foi estabelecida por considerar que o refrigerante contém um componente que pode ser prejudicial para os humanos, mas não deu detalhes do elemento ao qual se referia.
“O produto deve sair de circulação para preservar a saúde dos venezuelanos”, disse Mantilla, após funcionários terem inspecionado a filial local da gigante de refrigerantes.
O Ministério da Saúde disse que a medida considera “evitar as próximas vendas do produto, assim como ordenar a retirada de todas as Coca Cola Zero que se encontram nos estabelecimentos comerciais”.
A filial venezuelana da Coca-Cola não respondeu à decisão.
(Reportagem de Antonio de la Jara e Fabián Cambero)
A exibição do filme em Riad foi apenas para homens
Após três décadas sem cinema – desde que a atividade foi proibida nos anos 70 – o público da capital saudita, Riad, teve pela primeira vez a oportunidade de assistir a uma obra na tela grande.
O filme em cartaz foi uma produção nacional intitulada Menahi - uma comédia sobre um beduíno ingênuo que se muda para a cidade grande.
Alguns religiosos radicais tentaram afugentar a audiência e interromper a exibição.
Nenhuma mulher teve autorização de assistir ao filme na capital, embora algumas tivessem podido ver a obra – sob restrições – em outras cidades.
O país começou a abrir espaço para as artes desde que o rei Abdullah chegou ao trono em 2005.
Mas foram necessários cinco meses para que os produtores do filme conseguissem permissão do governo para exibir a obra em Riad, em um centro cultural dirigido pelo governo. Houve pouca publicidade antecipadamente.
Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70, quando líderes profundamente conservadores temiam que eles levassem a um ambiente misto – com homens e mulheres – e minassem os valores islâmicos.
Desde então, houve pouca diversão pública, exceto corridas de cavalos e camelos e festivais celebrando a cultura tradicional saudita.
Mulheres
O filme foi produzido pela companhia Rotana, de propriedade do príncipe saudita bilionário Alwaleed bin Talal.
A companhia exibiu anteriormente o filme em várias outras cidades sauditas, inclusive Jedá e Taif. Em algumas as mulheres puderam assistir ao filme em recintos separados dos homens.
Mas a prática islâmica é mais rigorosa em Riad.
O filme vem sendo exibido em Riad desde sexta-feira no Centro Cultural Rei Fahd, onde duas sessões diárias são realizadas com lotação quase total. As salas têm capacidade para cerca de 300 pessoas.
No sábado, um grupo de homens conservadores se concentrou diante do centro, tentando dissuadir os espectadores de ver o filme.
Mas a maioria ignorou os apelos e entrou na fila para comprar refrigerantes e pipoca, aguardando uma oportunidade de posar com os astros do filme.
O príncipe Alwaleed, sobrinho do rei Abdullah, disse que acredita que os cinemas acabarão abrindo na Arábia Saudita. No ano passado, o reino realizou seu primeiro festival de cinema nacional.
Professor se atrapalha e coloca filme pornô em escola nos EUA
Segundo escola, apenas dez alunos teriam visto as cenas de sexo.
‘Oh, meu Deus, vocês viram isso?’, disse o professor após tirar o DVD.
(Do G1)
East High School, em Denver, onde aconteceu o incidente. (Foto: Reprodução/Site oficial)
Um professor substituto de geografia de um colégio de Denver, no estado do Colorado (EUA), foi colocar um filme para os alunos assistirem, mas acabou colocando um DVD pornô, segundo o jornal americano “Denver Post”.
O professor titular estava fora da cidade em uma conferência, de acordo com os pais dos alunos, que foram informados do incidente pela direção da escola na quinta-feira (2).
Quando o professor substituto foi buscar o filme que estava agendado para os alunos assistirem, ele encontrou um DVD sem especificação no laptop do professor titular. Ele pensou que era o filme programado.
No entanto, quando o filme foi colocado, os alunos acabaram deparando com cenas de sexo, segundo Kerstin Froyd, mãe de um dos alunos.
O DVD ficou ligado apenas alguns segundos. O professor correu rápido para desligar e disse: “Oh, meu Deus, vocês viram isso?”.
Alguns dos alunos viram as cenas de sexo. Mas, após um breve momento de choque, os 23 estudantes começaram a rir do incidente.
Kerstin contou que a escola afirmou que apenas dez alunos disseram que realmente viram as cenas. A porta-voz das escolas públicas de Denver, Lourdes Souss, disse que o incidente seria investigado.
Ela sobe, ela desce, ela dá uma rodada. A privada do futuro é linda, mas é importante mesmo para acabar com a eterna briga entre homens e mulheres que moram juntos: O dilema da tábua.
No começo, o grande problema era quando homens faziam xixi sem levantar a tábua. Por maior que seja o controle, existe o risco de acidente. E quem sofre é a mulher, que não pode fazer suas necessidades de pé, apesar das técnicas revolucionárias da Ivete Sangalo. A questão evoluiu e, recentemente, outro entrave é o de não fechar a tampa da privada depois das necessidades. “Eu não sou obrigada a ficar vendo o que você fez”, elas dizem. E têm razão.
Mas com a privada do futuro, esses problemas acabaram. Uma de suas faces é como um mictório de banheiro público. Basta, porém, a mulher apertar um botão que o aparelho roda no próprio eixo, revelando um assento.
E não é só isso! A tábua, depois do uso, é higienizada por um sistema que espirra vapor d’água e emana raios ultravioleta. Sem chances para micróbios e bactérias.