Arquivo de março, 2009
26/03/2009 - 16:42

A crise econômica mundial, deflagrada nos EUA, pode estar contribuindo para novas espécies de relacionamento. Isto é o que mostra o casal Mathew Arce e Nicole Thompson-Arce. Totalmente falidos e com inúmeras contas a pagar, os dois aceitaram morar na Flórida com o ex dela, Craig Thompson, de quem se separara em 2005.
Mesmo após o divórcio, Nicole e Craig continuaram a ser amigos. A própria ex-sogra (na foto com o casal falido) de Nicole foi à cerimônia do segundo casamento da ex-nora.
As flores do casório murcharam pouco depois da festança, em julho do ano passado. Nicole e Mathew ficaram sem emprego e à beira do precipício financeiro.
Sensibilizado com a bancarrota do casal, Craig fez a oferta. Ele mora em uma casa com três quartos e um só banheiro. A proposta foi aceita. E agora Craig e Nicole não precisam mais criar os dois filhos em duas casas. E todos, aparentemente, estão felizes na alegria e na tristeza. E viva a modernidade!
(Enviado por Fernando Moreira)
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
24/03/2009 - 21:45
Estou vivo, que azar…

Por acreditar que vivia seus últimos dias sobre a Terra, devido a sequelas de um derrame, o norte-americano James Brewer, de 58 anos, decidiu deixar sua consciência mais leve: na cama do hospital, pediu que a mulher chamasse a polícia e confessou ser o autor de um assassinato ocorrido há 32 anos.
Bom, ao que parece, o senhor Brewer só não contava que sua saúde fosse tão boa.
Além de não morrer, Brewer melhorou e teve que comparecer a uma corte no Tennessee para encarar a acusação de assassinato. Ele confessou ter matado, Jimmy Carroll, um vizinho que ele acreditava estar envolvido com sua mulher em 1977. Na época Carroll tinha 20 anos.
“Ele nos procurou, pois queria limpar a alma, já que achava que ia para o beleléu”, afirmou o detetive Tony Grasso, que escutou a confissão de Brewer. Grasso interrogou Brewer ainda no hospital, mas o homem estava com problemas para se comunicar, devido ao derrame.
No início, a mulher de Brewer ajudou na tradução, mas decidiu no meio da entrevista que precisava de um advogado.
Após fotografar e tirar as digitais de Brewer, Grasso chamou as autoridades do Tennessee.
Brewer se entregou na semana passada. Ele apareceu na corte com o mesmo advogado de 32 anos atrás e foi preso.
Por mais de três décadas, James and Dorothy Brewer viveram numa casa humilde na cidade de Shawnee, no Oklahoma, com os nomes de Michael and Dorothy Anderson. Brewer trabalhava como mecânico numa fábrica, até sofrer um derrame cerca de três anos atrás. O casal se tornou até membro da igreja local e criaram um grupo de estudos da Bíblia.
Brewer chegou a ser preso após atirar e matar em de abril de 1977, Jimmy Carroll. Após pagar uma fiança de 10 mil dólares, Brewer decidiu fugir com a mulher. O casal mudou de nome e de estado, onde viveram uma nova vida e viram a filha crescer.
Brenda Buie, irmã mais nova de Carroll, afirmou que a esperança de pegar o assassino do irmão praticamente havia terminado.
“Eu nunca pensei que este dia fosse chegar”, ela afirmou.
(por Fábio Saraiva)
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
21/03/2009 - 22:22
(Ewerthon Tobace – De Tóquio para a BBC Brasil)
O astronauta Koichi Wakata só pode trocar de cueca uma vez por semana
O astronauta japonês Koichi Wakata, que chegou à Estação Espacial na última terça-feira, tem, entre as tarefas que terá que executar, uma missão fora do comum: testar uma nova cueca desenvolvida para diminuir o mau cheiro e absorver o suor.
Wakata, de 48 anos, está proibido de trocar as roupas íntimas – que incluem camiseta, cueca e meias – mais do que uma vez por semana.
As novas peças – fabricadas em material que contém fios de polímeros anti-bactericida – foram criadas por pesquisadores da Universidade Feminina do Japão em conjunto com outras cinco fabricantes de roupas locais.
Segundo a Agência de Investigações Aeroespaciais do Japão, elas também absorvem o suor e outros líquidos, separando-os do corpo humano e secando em questões de minutos.
Em geral, os astronautas trocam de roupa apenas a cada três dias no espaço, porque não há água suficiente para lavar as peças. Os “banhos” são tomados com a ajuda de esponjas umedecidas.
Mas com as missões espaciais cada vez mais longas, cientistas estão buscando formas de fazer com que as roupas da tripulação possam ser usadas por mais tempo.
Segundo a mídia japonesa, as empresas que criaram as peças também pensam em usar a mesma tecnologia para desenvolver roupas para quem vive na Terra.
Missão
Wakata será o primeiro japonês a ficar tanto tempo no espaço – serão três meses no total – e sua principal missão será concluir a construção do Módulo Experimental Japonês, chamado de Kibo.
O Kibo, que em japonês significa esperança, foi desenvolvido para conduzir pesquisas científicas em órbita. No compartimento cabem até quatro astronautas, que realizarão os experimentos.
Wakata tem uma grande facilidade de manipular braços robóticos, essencial para seu trabalho no espaço.
Durante o treinamento na Nasa, a agência espacial norte-americana, ele também ajudou no desenvolvimento do aparelho que faz inspeção em busca de danos na aeronave.
16 tarefas
Mas o astronauta terá outras estranhas tarefas a cumprir, além de testar a roupa íntima espacial.
Entre os desafios está pingar colírio nos olhos em gravidade zero, “voar” num “tapete mágico”, dobrar roupas e praticar queda-de-braço com outros astronautas.
No total, são 16 tarefas inusitadas, escolhidas entre 1.597 sugestões enviadas pelo público, que participou de uma promoção feita pela própria Agência de Investigações Aeroespaciais do Japão.
Wakata chegou à Estação Espacial Internacional na última terça-feira, junto com a tripulação do Discovery, lançado ao espaço no dia 15.
O japonês vai substituir a também engenheira de bordo da estação, a norte-americana Sandra Magnus, em órbita desde novembro. Ela volta à Terra com o Discovery.
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
19/03/2009 - 08:43
(por: Miguezim de Princesa)
I
Peço à musa do improviso
Que me dê inspiração,
Ciência e sabedoria,
Inteligência e razão,
Peço que Deus que me proteja
Para falar de uma igreja
Que comete aberração.
II
Pelas fogueiras que arderam
No tempo da Inquisição,
Pelas mulheres queimadas
Sem apelo ou compaixão,
Pensava que o Vaticano
Tinha mudado de plano,
Abolido a excomunhão.
III
Mas o bispo Dom José,
Um homem conservador,
Tratou com impiedade
A vítima de um estuprador,
Massacrada e abusada,
Sofrida e violentada,
Sem futuro e sem amor.
IV
Depois que houve o estupro,
A menina engravidou.
Ela só tem nove anos,
A Justiça autorizou
Que a criança abortasse
Antes que a vida brotasse
Um fruto do desamor.
V
O aborto, já previsto
Na nossa legislação,
Teve o apoio declarado
Do ministro Temporão,
Que é médico bom e zeloso,
E mostrou ser corajoso
Ao enfrentar a questão.
VI
Além de excomungar
O ministro Temporão,
Dom José excomungou
Da menina, sem razão,
A mãe, a vó e a tia
E se brincar puniria
Até a quarta geração.
VII
É esquisito que a igreja,
Que tanto prega o perdão,
Resolva excomungar médicos
Que cumpriram sua missão
E num beco sem saída
Livraram uma pobre vida
Do fel da desilusão.
VIII
Mas o mundo está virado
E cheio de desatinos:
Missa virou presepada,
Tem dança até do pepino,
Padre que usa bermuda,
Deixando mulher buchuda
E bolindo com os meninos.
IX
Milhões morrendo de Aids:
É grande a devastação,
Mas a igreja acha bom
Furunfar sem proteção
E o padre prega na missa
Que camisinha na lingüiça
É uma coisa do Cão.
X
E esta quem me contou
Foi Lima do Camarão:
Dom José excomungou
A equipe de plantão,
A família da menina
E o ministro Temporão,
Mas para o estuprador,
Que por certo perdoou,
O arcebispo reservou
A vaga de sacristão
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
17/03/2009 - 22:28

(Cravo de defunto)
Recebi de uma amiga e antes de repassar a você, pesquisei no site “quatrocantos.com“.
Veja no final deste email o que lá encontrei…
(enviado por: Zeneide Ester)
DENGUE TEM CURA – divulgue urgente!!!!!!!!!!!!!!
A expansão da dengue interessa aos
laboratórios que vendem milhares de
frascos de remédios inócuos por dia.
Os governos municipais recebem verbas vultosas
para combater essa doença, mas preferem
aplicá-las em outras atividades (por que será ???).
Todo esse desleixo tem contribuído para o
surgimento de novos tipos de Dengue, sempre mais
resistentes e mais letais. No Rio de Janeiro, os
casos registrados oficialmente aumentaram mais de
100% em relação a 2007.
Médicos alopatas prescrevem receitas com Tylenol
enquanto falam aos pacientes que não existe cura
para a doença, o que não é verdade. O cravo
amarelo, conhecido popularmente como cravo de defunto, é baratíssimo e ecologicamente
correto. Possui tons variados chegando ao
laranja e suas folhas têm um cheiro
inconfundível, que espanta o mosquito da
Dengue.O chá não tem cheiro nem gosto e os
sintomas da doença (febre e dor) desaparecem
em duas a três horas, normalmente.
Ajude a divulgar a cura da dengue pela medicina
naturista. O nome cientifico do cravo amarelo é targetes erectus linn, que possui princípio antiviral eficaz contra o flaviviridae (vírus da dengue). Em muitas cidades é possível encontrar essa planta em floriculturas, praças, canteiros de avenidas e jardins. Também é comum encontrarmos nos quintais de casas da periferia. Em lojas especializadas, pode-se comprar sementes para plantar. Com o chá, em curto espaço de tempo, o dengoso não terá mais febre, dores em todo corpo, ânsia de vômito, etc., e não transmitirá o vírus para outras pessoas.Em minha cidade, conheço um médico alopata que tomou o chá e se curou, passando a recomendar a seus pacientes, embora, continue a prescrever a medicação convencional do paracetamol, que não cura. O chá cura mesmo !!!
O chá pode ser tomado puro ou adoçado. O paracetamol pode ser tomado juntamente com o chá para aliviar a febre e as dores, imediatamente. Há registro de uma mulher grávida que não tomou o chá e perdeu o bebê.
Outro caso, a mulher grávida contraiu dengue, sua médica autorizou-a a usar o chá. Ela se livrou da dengue e toda gravidez transcorreu normalmente..
Outros nomes populares: botões-de-solteirão, cravo, cravo-francês, rosa-da-índia, tagetes e tagetes-anão. French marigold (inglês), clavel de índias (espanhol), marigold (francês), tagete (italiano).
Constituintes químicos: carotenóides, cineol, linalol, carvona, ocimeno, dextra-limoneno, fenol, anetol, eugenol, quercetagetina.
Propriedades medicinais: analgésica, aperitiva, antiespasmódica, anti-reumática, antitussígena, imunoestimulante, laxativa, peitoral, pesticida natural, purgativa, sudorífera, vermífuga.
Indicações: acne, aliviar problemas pancreáticos e de ouvido, angina, aumentar a resistência imunológica, autismo, bronquite, cólicas uterinas, crianças com deficiência mental, espantar insetos (pulgões, formigas, pernilongos), espasmo, furúnculo, dores reumáticas, melhorar o apetite, prisão de ventre, problemas de aprendizagem, resfriado, reumatismo, sudorífico, tosse, vermes e DENGUE.
Obs.: usado como floral: em choques emocionais, traumas, mágoas, debilidades sensoriais.
Parte utilizada: folhas, flores.
Contra-indicações/cuidados: não há registro.
Efeitos colaterais: não há registro.
Modo de usar para dengue: faça um chá, fervendo durante dois minutos cerca de 20 galhos em meio litro d´água. Tome morno, um copo pequeno (não tem gosto algum), a cada hora.
——————————————-
Texto que tirei do site “quatrocantos.com“:
Lenda?
Consulte o seu médico.
Chá de cravo de defunto no combate à dengue.
|
Durante a epidemia de dengue que assolou o Brasil no verão 2001/2002, enquanto circulava a mensagem acerca do uso da borra de café no combate ao Aedes aegypti circulou um artigo intitulado Cravos Amarelos x Dengue de autoria do médico carioca Radjalma Cabral de Lima.
|
|
Nesse artigo, o doutor Radjalma Cabral de Lima, que trabalha na Secretaria de Saúde do Acre desde 1999, relata a sua bem sucedida experiência no uso do chá do cravo de defunto no tratamento da dengue.
Segundo ele,
|
O chá das flores ou folhas do cravo de defunto é usado na medicina popular contra angina, tosse, como antiespasmódico, anti-reumático e contra cólicas uterinas.
|
Quando ele trabalhava num hospital da Cooperativa Pindorama, bem próximo da cidade de Penedo, estado de Alagoas, ele encontrou uma epidemia de dengue. E o que fez ele?
|
A todos os pacientes que apresentavam dor muscular ou articular generalizada, com febre, independentemente do diagnóstico, orientei à enfermagem “perplexa” que ministrasse goles do chá ainda morno, ao mesmo tempo em que solicitei que a cozinheira continuasse preparando mais chá, conforme a necessidade.
Todos ficaram ainda mais perplexos quando, após as duas primeiras horas de atendimento, as pessoas já não apresentavam queixas.
|
E o resultado foi que, depois de algum tempo
|
… não havia mais uma epidemia de dengue e sim uma epidemia de cravos nos jardins. Situação semelhante aconteceu no ano em que trabalhei no PSF em Caruaru, Pernambuco.
|
O cravo de defunto, Tagetes erecta Linn., é uma planta originária do México e suas propriedades terapêuticas são reconhecidas desde o tempo dos astecas. Nos países de língua inglesa, ela é denominada marigold e african marigold. No México, na América Central e na América do Sul (exceto o Brasil) é conhecida como cempasuchil (do nahuatl, língua falada pelos astecas, cempohualxochitl), amarillo e flor de muerto.
Na agricultura, recomenda-se o seu uso como cultura intercalada no combate aos fitonematóides, microrganismos que danificam as raízes das plantas. Devido ao forte odor das flores, é usado como repelente natural de pulgões, ácaros e de algumas lagartas. Também é usado na produção de corantes, de óleos essenciais e como suplemento alimentar das aves.
São muitas as ervas e raízes de reconhecido valor no tratamento de doenças. O próprio cravo de defunto vem sendo estudado, nos EUA, devido à possibilidade de se obter, a partir dele, a luteína.
O artigo Lutein for Healthy Eyes apresenta o uso da luteína obtida a partir do cravo de defunto na prevenção de algumas doenças.
O fato é que todos sairíamos ganhando se, aqui no Brasil, houvesse incentivos para que pesquisas fossem realizadas no sentido de conhecer melhor os efeitos das ervas usadas na chamada medicina popular. Se confirmadas as propriedades anunciadas, tanto melhor, pois trata-se, quase sempre, de medicamentos baratos e, portanto, acessíveis à grande maioria da população.
Além disso, seria uma forma de assegurar que os direitos de patente de fabricação fiquem de posse de empresas e instituições brasileiras.
De qualquer forma, não se automedique, especialmente se você estiver com suspeita de dengue. Antes de tomar o chá de cravo de defunto, ou qualquer outra medicação, consulte o seu médico até para saber se o que você tem é mesmo dengue.
Lembre-se, também, que tomar remédio por conta própria pode mascarar os sintomas da doença e dificultar o correto diagnóstico.
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
15/03/2009 - 18:03
Número de apreensões de medicamentos falsos subiu 315% de 2005 ao ano passado, quando quatro lojas foram interditadas no Rio. Entre os produtos ilegais estão anti-hipertensivos, calmantes e comprimidos contra câncer
(Márcia Brasil e Pâmela Oliveira)
Rio – Salvar vidas, curar, tirar a dor. Isso é o que se espera de um medicamento. Mas a falsificação e o contrabando de remédios têm ameaçado pacientes que buscam desde o controle da pressão arterial até o tratamento contra o câncer. A aposentada Sidnéia dos Santos Corriça, 71 anos, foi uma das vítimas do esquema. Ela ficou cega de um olho após uma cirurgia de catarata por ter usado um gel oftalmológico falsificado, distribuído a hospitais. De 2005 para 2008, o número de remédios ilegais apreendidos no Brasil aumentou 315%, segundo estatísticas da Polícia Rodoviária Federal.
Em 2008, foram apreendidas 496.663 caixas de produtos piratas — anti-hipertensivos, anorexígenos, calmantes e remédios contra disfunção erétil são os principais. O mais preocupante, segundo autoridades, é que eles já são vendidos em farmácias. “O aumento das apreensões mostra tanto o crescimento da falsificação quanto o da fiscalização”, analisa o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP).
FARMÁCIAS FECHADAS NO RIO
O problema foi discutido em reunião entre o CNCP e o Conselho Federal de Farmácia. “Por competitividade, algumas farmácias acabam comprando medicamento falso. Se esses remédios começarem a entrar com força nas farmácias, acabou. Vamos fechar uma por uma”, avisa Barreto.
Só no Rio, ano passado, foram presos 23 criminosos especializados na falsificação e contrabando de remédios — crime hediondo. Quatro farmácias foram fechadas pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública.
GRANDES QUADRILHAS
“A pirataria não é mais um crime cometido pelo camelô da esquina. Por trás disso estão grandes organizações com estruturas empresariais internacionais”, afirma o ministro do Supremo Tribunal de Justiça, Gilson Dipp, presidente do Conselho Nacional de Justiça.
A inquietação sobre o crescimento do mercado de remédios ilegais chegou ao Congresso. A senadora Serys Slhessarenko (PT/MG), autora de projeto de lei que define crime organizado e inclui a falsificação de remédios, destaca que esse tipo de crime movimentou em 2006, no mundo, US$ 35 bilhões (R$ 80,5 bilhões), de acordo com a OMS.
“É um valor surpreendente. Isso torna este um mercado lucrativo, inclusive por estar entrando em nossas farmácias. Ele está conseguindo a façanha de se legalizar, conquistando pontos de venda oficiais”, avalia Slhessarenko.
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
14/03/2009 - 23:16

Eis uma história que nem todos conhecem …
…mas que nos leva a pensar se …
…precisamos mesmo
conviver com a rivalidade. Refere-se a dois
dos três tenores que encantaram o
mundo, cantando juntos
Mesmo quem nunca visitou a Espanha, conhece a rivalidade existente entre …
…catalães … …e madrilenos, ..
. …dado que os catalães lutam pela autonomia, numa Espanha dominada por Madrid.
Pois bem …
Plácido Domingo é madrileno.
José Carreras é catalão.
Devido a questões políticas, em 1984, Carreras e Domingo, tornaram-se inimigos.
Sempre muito solicitados em todo o mundo, ambos faziam questão de exigir nos seus contratos, que só atuariam em determinado espetáculo se o adversário não fosse convidado.
Em 1987, apareceu a Carreras um inimigo muito mais implacável que o seu rival, Plácido Domingo:
Foi surpreendido por um diagnóstico terrível: leucemia.
A sua luta contra o câncer foi muito difícil, tendo-se submetido a diversos tratamentos, a um transplante de medula óssea, além de uma mudança de sangue, que o obrigava a viajar mensalmente até aos Estados Unidos.
Nestas circunstâncias, não podia trabalhar e apesar de ser dono de uma fortuna razoável, os elevadíssimos custos das viagens e dos tratamentos, dilapidaram as suas finanças.
Quando não tinha mais condições financeiras, teve conhecimento da existência de uma fundação em Madrid, cuja finalidade era apoiar o tratamento de doentes com leucemia.
Graças ao apoio da fundação “Formosa”, Carreras venceu a doença e voltou a cantar.
Voltou a receber os altos cachês que merecia, e resolveu associar-se à fundação.
Foi ao ler os seus estatutos, que descobriu que o seu fundador, maior colaborador e presidente da fundação, era Plácido Domingo. Depressa soube que Domingo tinha criado a fundação para ajudá-lo e que se tinha mantido no anonimato para que ele não se sentisse humilhado ao aceitar o auxílio do seu “inimigo”.
Mas… O mais comovente foi o encontro de ambos.
Surpreendendo Plácido Domingo num dos seus concertos em Madrid, Carreras interrompeu a atuação deste, subindo ao palco e humildemente, ajoelhou-se a seus pés, pediu-lhe desculpas e agradeceu-lhe publicamente.
Plácido ajudou-o a levantar-se e com um forte abraço, selaram o início de uma grande e bela amizade.
Mais tarde, uma jornalista perguntou a Plácido Domingo,
porque criara a fundação “Formosa”, num gesto que além
de ajudar um “inimigo”, ajudava também o único artista
que poderia fazer-lhe concorrência.
A sua resposta foi curta e definitiva:
“-Porque uma voz como aquela não poderia perder-se.”
Esta é uma história real da nobreza humana e deveria servir-nos de inspiração e exemplo.
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags:
13/03/2009 - 09:23
Coisas do Maranhão!!! Ou do Brasil?!

- Para nascer, Maternidade Marly Sarney;
- Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola Sarney ou, Roseana Sarney;
- Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto,
Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney;
- Para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney;
- Para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se preferir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney. Se estiver no interior do Estado, ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante, todas do mesmo proprietário;
- Para saber sobre as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Murad Sarney (recém-batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);
- Para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas ‘maravilhosas’ rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney.
Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney…
Seria cômico se não fosse triste…. |
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
Tags:
09/03/2009 - 22:48
O bloco do Caldeirão do Huck “Lata Velha” é uma grande farsa. A fraude foi desmascarada por João Marcelo, um (in)feliz “contemplado” (leia-se enganado) pelo programa da Rede Globo. Com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro, que então é reformado para se parecer com o carro do cliente. Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura. Fico a pensar se um bloco supostamente simples como o “Lata Velha” tem tantas fraudes, apenas para conseguir lucrar em cima, quantos podres ainda estão sob as mentiras e calúnias da Globo? Um dia a casa cai…
(texto original)
“Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79.
O próprio João Marcelo demorou para entender o que estava acontecendo.O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda. Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma
odisséia em busca do verdadeiro carro.
“Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e
sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu
para não vendê-lo nunca”, lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o
apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas
quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A
participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores
Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma
carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa. Dias depois, a
produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e
fotos do carro.
“Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já
para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera.. Tive sete aulas de
canto em Niterói. Tudo isso levou uns 26 dias. O carro supostamente foi para
Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar
a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho
Fonseca ,baterista da banda Jota Quest”, diz João Marcelo.
Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar
O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público.
“No dia seguinte à gravação, dei uma volta com o carro,
escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que
atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da
Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido
R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era
ficar como Opala modificado”, explica.
Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com
Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João
Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do
programa. Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso
fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da
emissora Aloísio Legey.
“Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra,
diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu
levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada,
só o meu carro de volta”, conta João Marcelo, que não esperava uma reação
tão enérgica do diretor:
“O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o
programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado
abóbora e, por isso, a situação era grave”, afirma. O comerciante contou que
ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado.
Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a
tal Caravan:
“Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O
carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para
legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não
era do Opala. As placas de identificação nas portas do veículo também eram
de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra
carcaça”,garante.
Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e
a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em
Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais. A pergunta que fica é a seguinte: Onde foi parar o Opala?!?…”
E para quem ainda não acredita, aqui vai o link do processo em
andamento:
Processo em andamento
Obs: observem o domino do link , governo do RJ … não é fake!
Se entrar no site do Tribual de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
http://www.tj.rj.gov.br/ e fizer a consulta de processo pelo
número 2007.203.000972-9. obtém-se o mesmo resultado.
Autor: ivivas@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
Tags:
Voltar ao topo