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Arquivo de fevereiro, 2009

28/02/2009 - 01:23

Vida, felicidade e insanidade (Um pouco de tudo)

Você sabe o que quer da vida?

Bom, eu não. Nem sei se quero algo. Apenas gosto de viver. De sentir o vento gostoso no rosto e depois correr lágrimas por um amor que partiu pra longe de mim. Talvez, buscando lá no fundo, eu queira algumas coisas da vida. Talvez até muitas. Quero ser feliz, quero sentir o cheiro da chuva, quero sentir o gosto do beijo roubado, quero sentir o prazer de tocar a jóia mais preciosa do mundo (sem valor quantitativo, mas com o maior valor qualitativo), quero poder ver as belezas que a natureza me proporciona, sentir cheiro de mato, ver a beleza mais sublime da Lua em meus momentos de solidão. Quero poder sorrir sem ter motivo, e ter motivo pra sorrir plenamente. Quero amar e ser amada na mesma intensidade, ou talvez apenas ter a sensação gostosa de saber que sou amada. Quero a Lua, o Vento e o Sol, todos pra mim, de uma forma mesmo egoísta, perdão se me sinto feliz em ter coisas que pessoas as vezes desprezam. Quero música, quero percepção, quero projetos, quero batuque. Quero mais uma vez subir em um palco no caminho e mostrar pra alguns que tem sangue no meu batuque.Quero ser feliz! Quero tanto, tenho alguns e sonho sempre!

Hoje ouvi num súbito me perguntarem se estou feliz. Felicidade é tão momentâneo. Apenas consigo dizer que meus momentos finais tem me apresentado serenamente feliz. Me deixado contente. Mas o que é felicidade? Alguém ai consegue fazer, apenas superficialmente, uma definição cabivel? Eu não. Eu apenas sei ser feliz, não sei dizer em palavras o que isso significa. É tanto e não parece nada. É pouco e tão resplandecente. Infinitamente intenso e complexo. É sentimento bom.

Na vida temos um pouco de tudo. Amor, felicidade, desespero, carência, saudade, fome, desejo, tesão, vontades, tristezas. As vezes sorrisos, noutras lágrimas. As vezes libído, noutras dor profunda na alma. Ah! sexo, cigarro e bossa nova pra completar o dia. Vai! Já fui tão longe. Fui buscar o que deixei pra trás. No caminho, forças e graça. Deixa o mundo ser mundo e vai ser homem!

Vá com Deus!

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Amo você com tudo que tenho
Até mesmo nas coisas que faltam,
sei que apenas palavras seria pouco pra eternidade que te supero!
Meu menino,
deita no meu ombro e faça dele o teu alento
caiba na palma da minha mão mas não se esqueça que te prometo o mundo.
É a melhor forma de dizer que tens os meus sentimentos.

Como se fosse a Lua e o Sol de novo?
faça arder a chama do que cultivo em ti
como sempre fez nesses ‘milhares’ de anos vividos.

Sonhe!
Viva a vida como se fosse a última,
só não se esqueça de olhar sempre para frente.
Se cair, grite-me.
Estarei do teu lado para lhe dar as mãos
Se for gritar,grite e exploda de alegria.
Se for chorar, não contenha as lágrimas que escorrem.

És o teu melhor,
mas nunca deixe de sempre tentar,
a vida é feita de escolhas!

Amo você como se não houvesse um outro alguém!

Para Bruno Augusto, o amigo, o amante, o amado! Meu eterno coração que bate em ti! Te amo!

Autor: meninazaplua@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/02/2009 - 17:38

Declarações a um grande amigo

As primeiras palavras são sempre importantes quando começamos a dizer o quanto a pessoa é importante, não só pra mim, mas para a vida! Palavras são minhas melhores companheiras mas são nesses momentos que elas se enrolam e dispersam, me perco e tropeço em tanto sentimento. Fiquei pensando qual seria a melhor forma de dizer tudo que gostaria e poucas foram as palavras que vieram: Eu te amo! Creio que já seja suficientemente razoável para demonstrar o quão valioso és. Mas precisava dizer algumas coisas que contemplariam as singelas e sinceras palavras tão bem definidas.

Um menino

Sua forma delicada e singela de transparecer para o mundo a sua juventude, a gargalhada gostosa, a alegria implacável, a aparência de anjo (meu anjo da guarda), a vontade de ganhar o mundo ainda com o simples poder do coração, a maneira bonita com a qual brinca, se delicia com a vida e dança conforme a música. É um menino faceiro de trejeitos ousados.

Um homem

Certo em suas decisões, cauteloso em suas convicções, de bela fase, de magnitude indiscutivel, de integridade e personalidade invejáveis, com passos incertos porém com o olhar em todos os cantos, seu potencial como ser humano é o que mais o define, O Cara!

Um ídolo, um poeta

Com belas palavras transcreve tudo aquilo que qualquer pessoa tem vontade de dizer mas não diz, ilustra a sua vida com letras e as pinta em nossa história!

Um amigo, meu companheiro

Seria dificil defini-lo como amigo, pois ele transcende todas as barreiras da minha vida, é meu ouvido, minha voz, minhas idéias, minha companhia para todas as horas, minha entrada e minha saída, meu porto seguro, meu dançarino, meu poeta, meu delirio. É com ele que sento algumas tardes e conto coisas que escondo até da minha alma, é meu segredo e minha imagem, minha inspiração, minha ilustração. É com ele que dou gargalhadas, que falo de amor, de sexo, de mundo, de filosofia, de conhecimento. É com ele que divido meus melhores e piores momentos. Um amigo, um campanheiro, um anjo da guarda, um irmão. Gostamos das mesmas músicas, das mesmas farras. É dele que sinto falta quando tenho algo pra contar, quando quero conversar, quando estou com raiva e quando estou na plenitude da felicidade. É quem esteve do meu lado nos últimos tempos fazendo parte da minha história. E é quem eu quero para sempre estar do lado, escutar, quando necessário dar aos mãos para ajuda-lo a levantar, ser amiga e companheira.

Como poderia eu, deixar de lhe presentear, Theu, com a melhor coisa que tenho a lhe oferecer: as palavras. Ainda não foi nem um terço de tudo aquilo que penso e sinto ao seu respeito, mas deu pra deixar em síntese o quão importante és. Toda essa festa de palavras foi apenas com o intuito de lhe parabenizar pelo novo ano, pela nova primavera. Que seus passos possam continuar iluminados, seus caminhos traçados no melhor papel. Que a tua vida seja repleta de brilho e irradiação. Nunca deixe de ser o meu maior exemplo, o meu melhor amigo, o mais belo companheiro. Te amo pelo intocável fato de você existir! Estar do teu lado a cada nova caminhada é sempre o mais instigante presente! Seja feliz, sempre!

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O Vento dança para a Lua se tornar mais radiante

Venha, amigo vento, venha mostrar-me o teu encanto

Leva-me para longe, cante para mim.

Autor: meninazaplua@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/02/2009 - 23:37

Sentidos, conversas e algo mais – 2º ato

Na pênumbra do beco apertado, a luz pública é a única que alimenta aquele encontro. Tão raro, tão singelo e prazeroso. Violão, vozes, pensamentos e conversa. – Um cigarro, por favor?! Não nos cansa a certeza de que é, talvez, ali que encontramo-nos. Que enxergamos a alma em plenitude silenciosa. Tanta conversa, tantos assuntos mesmo em pausa para o silêncio. As laudas da vida, da memória, do amor. – Vamos falar de sexo? Porque é tão bom. Porque é tão prazeroso. – Satisfação, porque prazer só tenho na cama. Quem está dali, deve imaginar a Menina da Lua  desnuda em palavras cantadas, em versos bonitos, em poesias falada. Mas não! É a mais escondida das fases, a mais silenciosa do momento e quem tem o pudor nos olhos e o despudor nas mãos. De ventre quente, de alma quente. Como o fogo que arde sem doer. De pele fria, arrepiada como a noite em dias de cheia.

Mais um cigarro, conversa e lembranças. Preocupação? Que nada. Vamos viver a vida. Aquela para ser vivida, para torná-la ousadia, pecado gostoso, responsabilidade comedida. Então vamos falar de quê? Vamos ficar calados e ouvir os carros lá fora? As janelas fechando e o cachorro da vizinha aos latidos? Que venha a gargalhada gostosa, o sorriso pintado de verde e amarelo, o nariz vermelho para contar-lhes estórias. Venha palhaço de graça, a magia constante do renascer. Venha criança, sente-se conosco e ouça essa música que canto para ti, música de alma, música de vida. O samba da porra-louquice, a bossa que nova e usada, a Música Para Bons, para poucos.

Então é isso. As cortinas outra vez se fecham, a voz outra vez se cala. Sorriso na face, plenitude na alma, calor no coração. É assim, ser amigo, ser comparsa, ser mundo, não ser farsa. As rimas contadas, cortadas pelo som estridente de longe. Hora das palmas. Laudas escritas, reproduzidas e repensadas. Se finda mais um momento. Todos levantam, se saudam e vão. – Mais um cigarro, por favor?!

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“O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome…”

“Por ela é que eu faço bonito
Por ela é que eu faço o palhaço
Por ela é que saio do tom
E me esqueço no tempo e no espaço
Quase levito
Faço sonhos de crepon

E quando ela está nos meus braços
As tristezas parecem banais
O meu coração aos pedaços
Se remenda prum número a mais

Por ela é que o show continua
Eu faço careta e trapaça
É pra ela que faço cartaz
É por ela que espanto de casa
As sombras da rua
Faço a lua
Faço a brisa
Pra Luisa dormir em paz..”

[citações.música.Filosofia.Luísa.Chico Buarque]

Ps.: Já disse a ele que meu nome é com z! rsrs

Autor: meninazaplua@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/02/2009 - 01:20

Sentidos, conversas e algo mais.

Ele, tem medo do escuro. Ela, também. Cheiro, é quase ver, é quase sentir, quase. O quase que mata. Devora, angustia.A vida tem lá os seus momentos fatídigos, mas tem seu cheiro recordador. Tem seu gosto apaixonador, seus momentos de busca. Mas é engraçado como há aqueles que preferem não vivê-la, engraçado como talvez não tenha quem busque, quem goste, quem ouse. Vida é ousadia ponderada, é resquício de memória, amor, sexo. Tem lá os seus sofrimentos, tem lá as suas demoras, mas acendemos um cigarro, gargalhamos ou talvez choramos em companhia de um bom amigo, do velho companheiro e seguimos a prosa. Tomamos uma cerveja gelada, acendemos outro cigarro e vamos pensar nesse desigual mundo social. Nessa pobreza de paz interior, nessa angústia interna, na relação entre outros e entre nós. Como se relacionar é dificil, não é? Até com nossa própria consciência. Mas pensando bem, é bom se relacionar. Conhecer melhor o outro. Ter o prazer do novo, do desconhecido. Mas atropela a fase de ver coisas que talvez te encomode, ou talvez não, apenas passam desapercebidos e nunca venha a notar.

Outra roda de gelada. Ele, continua com as mãos suadas mas com o olhar preso ao que assiste. O que te apetece? Pode me dizer? A mim, teus olhos, tua boca, teu cheiro, teu sexo, tua vergonha, tuas mãos. Ela, continua firme do teu lado, segurando-lhe as mãos. Está vendo aquilo? Está ouvindo? O silêncio é tão sozinho, tão vazio, tão gostoso a sós. Outro cigarro e com esse já foram três. Ouço dizer que estou fumando demais. Bobagem, adiantando apenas alguns anos de vida. Mudo de assunto, vou falar de amor. Aliás, prefiro não ariscar. Terreno misterioso demais. Não aguento, tenho que falar. Sou apaixonada, tenho o coração em pedaços e não sei o que fazer. Normal. Sempre procuramos problemas onde talvez não tenha. Outra gelada e a conta, já é tarde e já falei demais. Mais um cigarro só pra acabar com essa. Despedida geral e casa. Cama pra ser mais exata. Meus olhos não fecham e tudo que sinto é o cheiro impregnado, gostoso, do teu perfume, e as palavras ecam no silêncio: Cheiro é quase ver, quase sentir, quase!

Fragmentos, recortes de cenas prontas na memória. Vivida com amigos, amor, consciência e uma mesa de bar.

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Disse que nunca darei meu amor para ninguém sem ser você, baby
E se eu dar meu amor para alguém que não seja você
Então me ame (para sempre)
Eu disse ‘me ame’ (para sempre)
Oh baby me ame não só por prazer
Me ame sempre para sempre
Me ame sempre para sempre
Porque te amo
Não poderá ser melhor..

_

Eu não quero dizer mais nada hoje
Oh, ho, eu não quero ouvir mais nada hoje
Oh ei, ei, ei, eu não quero dizer mais nada, oh, ho
Oh, vamos
Você consegue sentir?
Você consegue sentir?
Vamos..

[citações.Bob Marley All day all night.Pearl Jam Believe you me]

Autor: meninazaplua@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/02/2009 - 16:26

O banquete (Platão)

Depois de uma orgia festiva na casa de Agaton, devido ao exagero cometido na festa do dia anterior, sobretudo o excesso de bebidas, fatigara os convidados de Agaton. Pausânias propôs então que em lugar de beberem, ficassem ali a conversar, a discutir ou que cada um fizesse algo “diferente”. Proposta aceita por todos. Ao que Eriximaco acrescentou que se fizesse elogios a Eros, no qual os convidados deveriam fazer um discurso para louvar o amor, porém Sócrates, um dos presentes, resolve que antes de falar sobre o bem que o amor causa e seus frutos deveriam definir antes o que é o amor. Momento de Aristófanes que começa seu discurso advertindo que sua forma de discursar será diferente. Faz de imediato uma denúncia à insensibilidade dos homens para com o poder miraculoso de Eros, e sua conseqüente impiedade para com um deus tão amigo. Para conhecer esse poder, ele diz que é preciso antes conhecer a história da natureza humana e, dito isto, passa a narrar o mito da nossa unidade primitiva e posterior mutilação. Segundo Aristófanes, havia inicialmente três gêneros de seres humanos; os quais eram duplos em si mesmos: havia o gênero masculino masculino masculino, o feminino feminino feminino e o masculino feminino masculino, o qual era chamado de andrógeno. Nas palavras do poeta:

É então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a natureza humana. Cada um de nós portanto uma téssera complementar de um homem, porque cortado com os linguados, de um só em dois; e procura cada um o seu próprio complemento. (O Banquete)

Assim, aqueles que foram um corte do andrógeno, tanto o homem quanto a mulher, procuram o seu contrário. Isto explica o amor heterossexual. E aquelas que foram o corte da mulher, o mesmo ocorrendo com aqueles que são o corte do masculino, procurarão se unir ao seu igual. Aqui Platão apresenta uma explicação para o amor homossexual e trans-sexual feminino e masculino, tratando como algo natural ou normal. Quando estas metades se encontram, sentem as mais extraordinárias sensações, intimidade e amor, a ponto de não quererem mais se separar, e sentem-se a vontade de se “fundirem” novamente num só. Esse é o nosso desejo ao encontramos a nossa cara metade.

O amor para Aristófanes e Platão é portanto o desejo e a procura do todo perdido por causa da nossa injustiça contra os deuses. O último a elogiar o amor foi Agaton, o anfitrião do banquete. Ao contrário dos que o precederam, Agaton não se propõe enaltecer os benefícios que o Eros faz ao homem, mas sim cantar o próprio deus e a sua essência, passando em seguida a descrever-lhe o “dote”. Após toda essa longa lista de adjetivação atribuídas a Eros, nota-se o quanto o poeta se distancia de sua proposta inicial e de seu preceito metodológico.

Finalmente chega a hora de Sócrates discursar, e fala que sendo o Amor, amor de algo esse algo é por ele certamente desejado. Mas este objeto do amor só pode ser desejado quando lhe falta e não quando possui, pois ninguém deseja aquilo de que não precisa mais.

O que deseja, deseja aquilo de que é carente, sem o que não deseja, se não for carente(O Banquete ).

…..

Bom, eu já achei a minha alma gêmea, minha outra metade ou do que vocês queiram chamar. Seguimos lado a lado embora não saiba o porque de não estarmos propriamente em apenas uma alma. Há amor, há carinho, há desejo e falta algumas coisas que poderiam ser fundamentais. Um dia descubro o motivo e o conto a vocês. Enquanto isso, continuo assim, assistindo de longe, amando em silêncio.

Autor: meninazaplua@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/02/2009 - 20:15

O samba bate outra vez..

Foi quando disseram: “O samba bate outra vez..”. Chegou pra comemorar, ser feliz, cantar. O surdo puxou, cuica gemeu, pandeiro marcou e da voz se ouvia palavras Contra o mal olhado eu carrego meu patuá… Os pés querendo sambar, o sorriso estampado. A festa bonita. Todo carnaval tem seu fim e ainda nem começou. Vamos entoar esse cantico e desfilar na avenida. Ô abre alas que eu quero passar, ô abre alas que eu quero passa. Eu sou da lira não posso negar, eu sou da lira não posso negar... Não podia faltar as velhas marchinhas, historicas. Para completar sambas enredo magníficos. Mangueeira Eu sou Mangueira. Tem frevo no samba. Deu nó na madeira orgulho da cultura brasileira. Pulsa coração, na batida do nosso samba.

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[citações.É hoje (Geraldo Pereira).Abre alas (Marchinha).Samba-enredo da Mangueira 2008]

Autor: meninazaplua@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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