Pigmeu bebendo o darkmel teve uma leve impressão que já tinha saboreado aquele líquido. Nergal contou de como se tornou o general do reino de Infinitia numa batalha que durou alguns anos e com isso o seu ouvinte logo começou a imaginar quanto tempo levaria essa nova guerra.
Nergal vendo a preocupação no rosto de seu companheiro resolveu fazer perguntas pra saber as habilidades do Pigmeu. Ele começou a contar como sempre se livrava das situações sem se dar muito bem sempre acabava mal pra ele, foi quando avistou um vulto estranho na floresta que desapareceu no escuro da noite, depois disso Pigmeu sempre ficava olhando pra tentar ver alguma coisa e continuava a sua conversa quando uma flecha veio parar do lado do Urso-man o fazendo saltar e pegar seu machado e sai em direção oposta de onde veio o ataque.
Pigmeu como da vez em que agarrou a elfazumbivampininfomaníacas, mais uma vez agarrou seu adversário, que não teve reação, pois o ligeiro guerreiro já tinha imobilizado o agressor. Nergal pegou o seu machado e correu ao encontro deles e foi logo perguntando: – Que diabos você pensa que estar fazendo? Desculpe-me senhor eu pensei que fossem as elfazumbivampininfomaníacas.
- O que? - indagou Pigmeu, como se não pudesse acreditar. - Você o conhece Nergal?
-Sim ele um guardião do Bosque dos Cedros, um dos nossos melhores e mais rápidos guerreiros. – Disse Nergal imaginando como um dos seus foi derrotado em questão de segundos, Pigmeu nem imaginava o que acabara de acontecer com um sorriso amarelo no rosto falou: – Isso sempre acontece quando estou com medo acabo agindo sem pensar, me desculpe você está bem? Ainda não sei o seu nome!
Meu senhor não tenho tempo para apresentações tenho que seguir em frente se não pode ser tarde. - E saiu fazendo zigue-zague entre as árvores. Apenas quando estava distante gritou – As forças do mal estão se reunindo.
Luke que agora era mestre dos goblins se manteve dentro da caverna por um período longo o bastante para ser totalmente tomado pelo sentimento de ódio que os goblins conviviam, à toda hora vinha um goblin diferente até ele e questionava se ele precisava de alguma coisa ou ainda se existia algo que ele gostaria que seus súditos fizessem, e ele pergunta ao goblin que alí estava: – Quando os guerreiros estarão prontos para uma investida contra os humanos? Prontamente o goblin responde: – Já estão senhor, aguardamos apenas suas ordens… – O que faz parado aqui então? Vamos Logo!!! Diz Luke chutando a cara do humilde súdito. Logo estavam dezenas de goblins que de forma desordenada e mal armada berravam uns com os outros ao pé da montanha, Luke não parecia mais o mesmo, seus olhos demonstravam ódio não tinha mais aquele andar manso e desajeitado, e sim passos firmes e decididos, ao passar entre os goblins todos se ajeitavam e entravam em formação de guerra, ao chegar à frente de seus súditos todos silenciaram e um goblin se aproxima com um elmo e uma clava, empunhando a clava e vestindo o elmo, Luke monta o único cavalo que por ali se via e grita: – Avante!!!
Nergal e Pigmeu treinavam na clareira quando mais uma vez são surpreendidos por um vulto. – Espere Pigmeu, nosso amigo está de volta. E vai em direção da escuridão e volta com o corpo do mesmo guardião que antes os interrompeu, o guardião tinha uma flecha estocada nas costas, e sussurrou suas últimas palavras: – Fujjjjjaaamm…
os goblins de Luke haviam cercado Pigmeu e Nergal sem que eles percebecem, Nergal ao perceber a situação urra como um verdadeiro urso e com um poderoso golpe arranca a cabeça de um goblin, Pigmeu faz o máximo que pode e tomado pela adrenalina ataca os goblins e com maestria perfura e dilacera os súditos de Luke, quando termina de trucidar o vigésimo ele se vira e percebe que Nergal está coberto por goblins que o mordiam, furavam, socavam, chutavam até que o grande UrsoMan cai, Pigmeu com lágrimas nos olhos numa velocidade extraordinária alcança o machado de Nergal e num único golpe mata os atacantes, sobrando apenas um que ele agarra pelo pescoço e berra: Desgraçados!!! Vocês estão condenados agora. O Goblin mesmo ferido mortalmente, rindo de forma descontrolada diz ao Pigmeu: – Nós somos uma onda… – O que? Pigmeu apertando mais ainda o pescoço do goblin pergunta. – Vocês estarão diante do oceano logo…
Nisso Korac surge dos céus e Pigmeu monta nele, ao alcaçarem o céu Pigmeu consegue ver a horda de goblins liderados por Luke indo em direção à CaveiraCinza.
No castelo da CaveiraCinza, Diana preparava Peter para a batalha.
_Escute com atenção Peter. Você irá travar uma grande batalha pessoal e se fraquejar este mundo perecerá. – Neste momento, Diana se desequilibra e quase cai. Peter a segura em seus braços e vitando a sua queda.
_O que ouve? Você esta bem? – Indaga Peter.
_Os goblins estão vindo e seu mestre e…- Parou como se pensasse duas vezes antes de continuar.
_O que tem seu mestre?-
_Não e importante. Saiba apenas que a hora de diálogos se encerrou, venha vou lhe preparar para a batalha.- Terminando de dizer isto, se desvencilhou dos braços de Peter e saiu andando. Dirigiram-se a uma camara onde vários fornos e caldeirões ardiam no fogo.
_Tome pegue esta espada. – Entregou a Peter uma espada grandiosa cheias de adornos que o colecionador mal conseguiu segurar em suas mão pelo peso.
_E muito pesada. Não posso segura-la. Eu não tenho preparo físico para isto. – Afirmou preocupado já com seus amigos e o desfecho da batalha, já que não era capacitado para isto.
_Realmente. Mas nada que não posso ser resolvido. – Dizendo isto, dirigiu-se a um dos caldeirões e com uma grande colher de metal, colocou o liquido em um frasco de cristal e o entregou a Peter. – Beba. Todo o conteúdo, de uma vez.
_O que e isso?
_Não temos tempo para explicações, beba sem discussões. A cada segundo a possibilidade de seus amigos tombarem ante a batalha aumenta. – Falou autoritariamente a sacerdotisa.
_Ok. Espero que eu não me estrepe neste. – E virou o liquido na garganta. – Eca parece refrigereco.
_Muito bem, comecemos o ritual. – Dizendo isto, começou a dançar ensandecidamente e a cantar uma canção em uma língua desconhecida com palavras que eram apesar de totalmente incompreensíveis ao seus ouvidos, eram muito sensuais.
A euforia durou pouco. Começou a sentir uma queimação primeiramente no estomago, o que foi se espalhando por suas entranhas.
_Algo esta errado Diana, me ajude. Estou queimando. – E dizendo isto seu corpo ficou em chamas. Gritava desesperado, mas não conseguia correr estava paralisado. A dor era insuportável. Pensou :
_Vou morrer! Diacho!!! E eu nem vi o final de Heroes. – Foi seu ultimo pensamento as luzes se apagaram para ele.
Diana olhou para o corpo inerte no chão era um semi-esqueleto coberto por carne e fumegante.
_Sinto muito, mas nada vem sem dor. – Dizendo isto começou a recitar mantras, novamente em línguas desconhecidas, apanhou um punhal, fez um corte em sua mão. E deixou cair algumas gotas de sangue no corpo fumegante que convulsionava. A medida que ela recitava os mantras, a muito esquecidos neste e em qualquer outro mundo das 777 dimensões conhecidas, o corpo começou a se levantar e a carne começou a surgir no corpo. A medida que foi tomando forma de uma criatura viva novamente, emitiu um grito que assustaria o mais corajoso guerreiro deste reino.
E ao final estava constituído novamente. Mas não era mais o frágil Peter que se encontrava ali, agora diante dos olhos de Diana se encontrava um enorme guerreiro nu. Com cerca de 2,10 de altura, com o corpo digno de um halterofilista. Ele agora erguia a espada com uma incrível facilidade. Ergueu a espada a cima do corpo e gritou:
_Eu tenho a força!!!
_O que? – Indagou Diana.
_Nada, piadinha interna. Agora sacerdotisa do caralho que porra foi essa? Podia ter me avisado sua vaca. Isso doeu mais que fazer endoscopia.
_Você agora esta preparado. Mas precisa de um nome de guerreiro que instile medo no coração de seus inimigos. Você se chamará…
_Perai. .- Interropeu Peter. – Quem foi queimado vivo fui eu, então quem vai nomear esta bagaça sou eu. Meu nome de guerreiro será Norris, em homenagem a um “grande” guerreiro de minha dimensão.
_Norris? O que e um Norris? – Indagou a sacerdotiza.
_Significa grande guerreiro ruivo que destroi tudo com seu housequick. Bwahahaha. Agora que tal descolar umas roupitas, tá frio aqui porra!!!
Sem entender muito as palavras de “Norris”, a sacerdotisa se dirigiu a um baú e em seguida lhe entregou uma calção de camurça.
_Se tá curtindo né? Nunca que eu vou me dignar a sair por ai de calças curtas inspiradas no Village People. Me da uma calça ai.
Após alguns momentos, já devidamente trajado o guerreiro apanha a espada pega um escudo na parede e diz a Diana:
_Tá na hora do pau!!!
Little Bell, já não estava mais nada assustada. Biel deu-lhe de comer e beber e enquanto Little Bell comia, a fada começou a lhe explicar.
_Você e uma de nos. E nossa pricesa, você tombou em combate durante a ultima grande batlha contra os goblins e seu espírito foi enviado para aquela dimensão, para resguarda-la. A profecia dizia que quando ouvesse grande nescessidade você voltaria para nos.
Little Bell ouvia aquela historia de maneira desconfiada, mas de alguma maneira aquilo fazia sentido pois sempre se sentia deslocada entre suas amigas.
_Olha pois mais que a ideia me seja atraente. Esta história esta muito fantasiosa pro meu gosto. Você pode provar?
_Sim, eu posso majestade. – Dizendo isso se levantou e saiu do ambiente onde estavam, retorno apos alguns minutos trazendo uma flor semelhante a nossa flor de lotus.
_Segure isto vossa majestade. – Entregou a flor a Little Bell. – Repita comigo, Dievinsel, Dievinsel, Dievinsel, Stanjathansom.
Apos repetir as palavras, ouve uma explosão de luz e quando conseguiu enxergar novamente percebeu que estava flutuando.
_Bem vinda de volta Princesa. – Varias fadas apareciam e apresentavam saudações e reverncias a Little Bell. Enquanto isso ela percebia que estava voando e que agora tinha asas. E como se não bastasse, sua mente era inundada com memorias de sua vida passada, neste momento ela teve conciencia de todos os aconteceimentos e expressou em voz alta.
_Sim eu sei quem sou. Finalmente apos tanto tempo perdida. Meu nome e princesa Aurora.
Ouviram-se gritos de vivas e comemorações. Mas a comemoração não durou muito. Uma fadinha menor do que as outras e voando a grande velocidade entrou pela janela interrompendo a comemoração.
_Majestade, eu vos saudo pelo seu retorno, mas o tempo urge e a Sacerdotiza Diana lhe manda pedido de socorro.
_Qual ea emergência pequena Beija-Flor. – Disse orgulhosa por lembrar-se do nome da fada.
_Os goblins estão atacando o castelo, e tem um novo líder. Um guerreiro Interdimensional que dizem derreotou a terrivel Nefertiti com exterema facilidade. – Ao ouvir isto um calafrio percorreu sua espinha.
_Vamos minhas amadas guerreiras, as batalhas.