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Arquivo de outubro, 2009

28/10/2009 - 06:08

NOS ENCONTRAREMOS NOVAMENTE NO DIA 04/11/2009 – ATÉ BREVE!!!

Amigas (os),

O Germinal ficará sem atualização até o próximo dia 04/11/2009. Seus responsáveis estão participando de um congresso.

Abraços,

O Germinal.

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
24/10/2009 - 13:07

JORNAL O GERMINAL Nº 38 – DESEMPREGO

Editorial

Recente estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que o mercado de trabalho para os jovens brasileiros é marcado pelos altos índices de desemprego e informalidade. De acordo com o relatório “Trabalho decente e juventude no Brasil”, 67,5% dos jovens entre 15 e 24 anos estavam desempregados ou no mercado informal em 2006. O detalhado estudo, que tem como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 1992 a 2006, comprova que o déficit era maior entre as mulheres jovens (70,1%) do que entre os homens jovens (65,6%). O índice também era mais dramático entre os jovens negros (74,7%) do que entre os jovens brancos (59,6%). Já as jovens mulheres negras vivem, segundo a própria OIT, “uma situação de dupla discriminação”, de gênero e etnia. O desemprego e a informalidade afetavam 77,9% das jovens mulheres negras. Segundo Laís Abramo, diretora da OIT no Brasil, se o quadro já era grave antes da eclosão da crise capitalista, ele deve ter piorado na fase atual. Isso posto, destacamos que independentemente do local do globo a que direcionamos uma análise, não é necessário esforço algum para detectar que algumas faixas da população são eliminadas do mercado de trabalho e jogadas na periferia dos direitos sociais.

E AGORA, PARA QUE LADO EU CORRO?

Do ponto de vista do sociólogo francês Didier Demazière, as análises do nascimento ou da invenção da categoria do desemprego privilegiam um período histórico correspondente a um momento de fabricação e de codificação do desemprego por configurações compostas de atores (sindicalistas, governantes, empreendedores, juristas, economistas). Ele destaca que, com efeito, o desemprego é uma forma histórica, pertence a uma época e a um lugar e é uma situação própria de certa condição socioeconômica: aquela do trabalhador assalariado. A substituição da qualificação “falta de trabalho” pela categoria de desemprego ocorre da decodificação da relação salarial.

Outra questão trazida pelo autor diz respeito ao fato de que, até o início do século XIX, desemprego significava uma interrupção de atividade que acarretava a perda do salário por qualquer motivo (um dia de folga é um dia sem trabalho nem salário). O termo “desemprego” (utilizado em sua forma verbal) tinha então uma amplitude muito grande e um significado muito mais amplo do que hoje. Uma vez que o vínculo do trabalhador e da empresa eram fortemente personalizados e não estavam inscritos sob a forma jurídica do contrato de trabalho moderno (como o contrato de locação de serviço, a relação de subcontratação, o trabalho em domicílio, o trabalhado por jornada diária etc.), a descontinuidade do trabalho não era vivida como desemprego, pois os indivíduos viviam na certeza de serem reintegrados na empresa, ficando à disposição das oscilações da produção.

Referendado ainda por Demazière, pois sua análise sobre o tema é completa e permite montar um interessante cenário, acrescentamos que a codificação das relações de trabalho na relação assalariado-empregador acompanha a racionalização e a mecanização da produção industrial. De fato, essas transformações do trabalho levam a autonomizar o tempo de trabalho, isolado das outras atividades, separado no emprego do tempo dos indivíduos, mensurável e controlável. Os empregadores podem então regular e aplainar o volume de trabalho, isolar um excedente e eliminar os indivíduos menos produtivos, reduzir seus efetivos, demitir. A construção do assalariamento provoca uma transformação nas maneiras de chômer (o termo em francês é abrangente e significa abster-se de trabalhar; folgar; descansar). Não se folga mais de maneira intermitente, entre dois períodos de emprego no mesmo estabelecimento; o desemprego torna-se ruptura definitiva do vínculo entre o trabalhador e o empregador, marcando a passagem de uma certa indiferenciação entre a falta de trabalho a uma autonomização da privação de atividade. A gênese do desemprego está, assim, ligada tanto à emergência de uma relação salarial, apoiada no contrato de trabalho, institucionalizada e mais coletiva, quanto às transformações dos modos de produção industrial.

Segundo o autor, as análises históricas centradas no final do século XIX sublinham não apenas como o desemprego é fabricado, mas também como é codificado e inscrito nos quadros normativos relativamente estáveis. A reconstrução dos debates e dos ajustes entre diversas formas de descrição do emprego mostra finalmente como se instaura uma definição normativa (política, legal e administrativa) do desemprego. A categoria do desemprego aparece então, no final desse processo de fabricação, como categoria assimilada, estabilizada, que penetra as concepções comuns de trabalho e do emprego. Essa consolidação da categoria vai impor-se depois da Segunda Guerra Mundial, juntamente com um movimento de planificação econômica cujo objetivo principal é resolver a grande penúria da mão de obra. A constituição de 1946 reconhece a emergência do desemprego moderno, ao definir o desempregado como indivíduo disponível e à procura de emprego, o que implica a afirmação da responsabilidade estatal de garantia de pleno emprego. De dever, o emprego torna-se um direito; da mesma forma, o desemprego também se torna um direito, que se traduz em um estatuto codificado. Esse reconhecimento do desempregado como “sujeito de direito” implica também em enquadramento social.

Conforme avançamos na procura do entendimento do que venha ser desemprego, constatamos que ele é um período de inatividade mais ou menos prolongada, estruturada por uma busca de emprego, socialmente administrada. No entanto, não existe uma relação mecânica entre a experiência dos indivíduos e as normas sociais. As pessoas que estão “correndo” atrás de um emprego, não estão nesta situação apenas por questões individuais, ela é reconhecida como tal, é categorizada, codificada como desempregada. Enfim, retomando a Demazière, a institucionalização do desemprego não significa que ele tenha se tornado uma categoria consolidada; ao contrário, no período de escassez durável de emprego, os contornos da categoria do desemprego continuam a se deslocar, ou até mesmo se obscurecer, e os descompassos entre princípios heterogêneos de categorização ressurgem, como se eles nunca tivessem desaparecidos.

Enfim, retomando a situação da juventude, reconhecemos os avanços nas políticas públicas de geração de emprego para esta parcela da população, porém, elas ainda são insuficientes. O desafio maior consiste em melhorar a qualidade da educação. A pesquisa que citamos em nosso editorial indica que 7% dos jovens brancos tinham baixa escolaridade e que o número mais do que dobrava (16%) entre os jovens negros. Também aponta que dos 22 milhões de jovens economicamente ativos, 30% trabalhavam mais de 20 horas semanais, o que prejudica o seu desempenho escolar. Sobre isso, Laís Abramo diz que há uma espécie de círculo vicioso: o jovem não entra no mercado porque não tem experiência, mas para ter experiência ele precisa estar dentro do mercado.

Em nossa opinião, o problema não reside unicamente na educação, como difundem algumas pessoas/instituições. No Brasil, o avanço da escolaridade do jovem não tem sido acompanhado da melhor inserção e trajetória no mercado do trabalho. E isto é mais um problema a ser resolvido. Uma possibilidade seria o adiamento da entrada do jovem no mercado de trabalho, dando-lhe mais tempo para o estudo. A título de exemplo, nos países desenvolvidos, de cada 10 jovens, seis se encontram em situação de inatividade; no Brasil, sete a cada 10 já trabalham. O debate está aberto.

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É UMA PENA, MAS…

(Disponível em: <wilmarx.blogspot.com> Acesso em 23 de outubro de 2009)

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/10/2009 - 17:49

Globalização e Migração

Ao que chamam globalização, prefiro denominar globocolonização, e resulta de avanços tecnológicos de interação dos meios de comunicação e informação, que permitem o deslocamento, em tempo real, do capital financeiro, com o objetivo de desestabilizar (e descapitalizar) governos que resistem à hegemonia capitalista neoliberal.

No biênio 1950-60, como reação à crise estrutural do capitalismo instaurada no pós-guerra, a globocolonização se impôs em função da reestruturação econômica da hegemonia capitalista. Teve como característica a substituição do modo de produção tecnológico mecanizado pela tecnologia informatizada.

Tal processo, facilitado pelo período conservador Reagan-Thatcher dos anos 80, e o fim da socialismno na Europa do Leste, permitiram a ampla expansão do capital financeiro. O processo globocolonizador legitimou a desconstrução do Estado-Nação, a hegemonização do planeta sob o controle das nações metropolitanas e a supremacia do mercado sobre o Estado.

A economia passou ser tratada como esfera distinta das esferas política e social. O governo Lula ratificou essa autonomia da esfera econômica ao entregar o Banco Central em mãos de um economista filiado ao PSDB, Henrique Meirelles. Criou-se uma interconexão entre as economias nacionais dos países do G8 e daqueles que, como o Brasil, são considerados em vias de desenvolvimento. A recente crise financeira nos EUA e seus reflexos internacionais o comprovam.

Embora a globocolonização favoreça a livre circulação do capital, ela restringe a livre circulação de pessoas. Impede-se a globalização da migração. Nos séculos passados, a migração representou um fator positivo que expandiu o comércio e a economia, permitiu a criação de nações, fortaleceu a urbanização, estimulou intercâmbios sociais e culturais. O sistema capitalista suportou a migração Norte-Sul, sobretudo nos períodos de desemprego pós-guerras (7 milhões de europeus chegaram à Argentina na virada dos séculos XIX e XX) mas, hoje, rechaça a migração Sul-Norte e teme a Leste-Oeste.

Por força do semicolonialismo, o processo migratório tende a crescer. Segundo a ONU, em 1965 os migrantes internacionais eram 75 milhões; 84 milhões em 1975; 105 milhões em 1985; e, em 2000, 150 milhões.

Os avanços tecnológicos das últimas décadas permitiram aos trabalhadores dos países ricos  atividades menos exaustivas; houve melhora nas condições de trabalho; conquista de mais diretos trabalhistas. A classe trabalhadora dos países pobres, entretanto, que extrai e manufatura matéria-prima para os países ricos, se tornou muito mais explorada. O que provocou aumento da migração.

Se hoje existem mais de 4 milhões de brasileiros em busca de trabalho no exterior é por falta de esperança no mercado interno. E não há muro, lei ou polícia que reduza o fluxo migratório enquanto não se romper a dependência do mundo em relação ao G8. Este que se prepare para quando a muralha da China for transposta por hordas de migrantes…

(BETTO, F. Disponível em: http://www.adital.com.br/Site/noticia.asp?lang=PT&cod=42145 Acesso em 21 de outubro de 2009)

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/10/2009 - 14:57

Em algum lugar não muito longe daqui…

(Disponível em: airton.soares.zip.net Acesso em 19/10/2009)

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/10/2009 - 07:10

Testes em Animais (PEA)

Empresas que NÃO Testam em Animais – Atualizado em 18/04/09

Saiba como Incluir ou Retirar sua Empresa na Lista da PEA – Clique Aqui

 Esta lista informa se a empresa Não Testa em Animais, não considerando a composição dos produtos.

Todas empresas Nacionais, que estão nesta lista, informaram-nos, via e-mail, que não realizam testes com animais. As empresas Internacionais, que constam nesta lista, foram investigadas pela Peta.

Para saber quais são os produtos de origem animal Clique Aqui .

EMPRESAS

Nacionais

Internacionais

Empresas Francesas

NACIONAIS

Abelha Rainha (cosméticos)

Marcas: Abelha Rainha

 

Adcos (cosméticos)

Marcas: Adcos

 

Afro Nature (cosméticos e tintura)

Marcas: Afro Nature, Keraseal, Nature Color, PHC, Semi di Lino, Top Fruit

 

Ag Fragrâncias (cosméticos)

Marcas: Ag

 

Água de Cheiro (cosméticos)

Marcas: Água de Cheiro

 

Akla (cosméticos)

Marcas: Pele Macia, Sliven

 

Allumé/Sunshine (cosméticos)

Marcas: Sunshine

 

All Vida (cosméticos)

Marcas: All Vida

 

Amend (cosméticos)

Marcas: Amend

 

Anaconda (cosméticos)

Marcas: Anaconda

 

Anantha (cosméticos)

Marcas: Anantha

 

Antídoto (cosméticos)

Marcas: Antídoto

 

Atelier do Banho (cosméticos)

Marcas: Atelier do Banho

 

Atol (produtos de limpeza)

Marcas: Atol

 

Avora (cosméticos)

Marcas: Avora

 

Bio Extratus  (cosméticos)

Marcas: Bio Extratus

 

Bionatus (medicamentos e alimentos)

Marcas: Bionatus

 

Búfalo (produtos de limpeza)

Marcas: Búfalo, Jet, Bull, Pinho Jet, Soft

 

BuonaVita (cosméticos)

Marcas: Buonavita

 

Bonyplus (tintura)

Marcas: Beauty Color, Bio Shine, Bony Girls, Fructals, Power Colors

 

Cassiopéia (cosmético, produto de limpeza e suco)

Marcas: Auxi, Bio Wash e Veraloe

 

Class (cosméticos e tintura)

Marcas: Bigen, Care Liss, Charming, Essenza e Lightner

 

Clorofitum (cosméticos)

Marcas: Clorofitum

 

Coferly (cosméticos e tintura)

Marcas: Santantonio, Soavi Capelli

 

Condor (higiene oral, vassouras, rodos, esponjas)

Marcas: Condor

 

Contém 1g (cosméticos)

Marcas: Contém 1g

 

Contente (higiene oral)

Marcas: Contente

 

Copra (alimentícia)

Marcas: Copra

 

Cosmética (higiene oral, cosmético)

Marcas: Cosmética

 

Cosinter (cosméticos)

Marcas: Red Aple, Maxi Belle, Maxi Trat

 

Davene (cosméticos) 

Marcas: Davene, Sun Block

 

Driss (cosméticos) 

Marcas: Driss, Empório Bothânico

 

Dr. Tozzi (cosméticos)

Marcas: Dr. Tozzi

 

Ecologie (cosméticos)

Marcas: Ecologie

 

Éh Cosméticos (cosméticos)

Marcas: Éh

 

Embelleze (cosméticos)

Marcas: Afro Hair, Amaci Hair, Fleury, Frizzy Hair, Hair Life, Hannaya, Henê, Idealist, Indian Hair, Lisa Hair, Maxton,  Natucor, Novex, Selise, Sempre Bella, Stillus, Super Relax, Toin, Urban Hair, Yes Color, Young Hair

 

Essence de La Vie (cosméticos) 

Marcas: Essence

 

Esthetic (cosméticos)

Marcas: Belladonna, Esthetic

 

Extrato da Amazônia/Natuphitus (cosméticos)

Marcas: Extrato da Amazônia 

 

Extratophlora (cosméticos)

Marcas: Extratophlora 

Farmaervas (cosméticos) 

Marcas: Farmaervas, Celulan, Toltal Block, Tracta

 

Florestas (cosméticos)

Marcas: Florestas

 

Fri Dog (ração vegetariana para cães)

Marcas: Fri Dog

 

Gotas Verdes (cosméticos)

Marcas: Gotas Verdes

 

Granado (cosméticos, bebês, pets)

Marcas: Granado

 

Guabi (ração para cães e gatos)

Marcas: Biriba, Faro, Fiel, Herói, Natural, Sabor e Vida, Cat Meal, Top Cat, Limpi Cat

 

Impala (cosméticos)

Marcas: Impala

 

Korai (cosméticos)

Marcas: Korai

 

Lavalma (cosméticos)

Marcas: Lavalma

 

L’aqua di Fiori (cosméticos)

Marcas: L’aqua di Fiori

 

Leite de Rosas (cosméticos)

Marcas: Leite de Rosas

 

Ludovig (depilação)

Marcas: Depilsam, Évora, Depi Linea

 

Mahogany (cosméticos)

Marcas: Amyr Klink, Mahogany, Lyoplant, Kevin Nickols

 

Master Line (cosméticos e tintura)

Marcas: Skala e Bell Soft

 

Max Love (cosméticos)

Marcas: Max Love

 

Nasha (cosméticos)

Marcas: Elke, Giovanna Baby, Phytoervas

 

Natura (cosméticos)

Marcas: Natura

 

Natustrato (cosméticos)

Marcas: Natustrato

 

Nazca (cosméticos e tintura)

Marcas: Acqua Kids, Maxi Color, Maxi Liss, Origem, Plusline, Ravor, Sphere

 

Niasi (cosméticos e tintura)

Marcas: Biocolor, Biorene, Risqué

 

O Boticário (cosméticos)

Marcas: O Boticário

 

OX (cosméticos)

Marcas: Ox

 

Prolev (suplementos, redução de peso, energizante)

Marcas: Guaraná, Levedura, New Diet, Sust´Up

 

Rahda (cosméticos, suplementos, higiene oral e pessoal)

Marcas: Rahda

 

Racco (cosméticos)

Marcas: Racco

 

Reserva Folio (cosméticos)

Marcas: Reserva Folio

 

Sabão Mauá (produtos de limpeza)

Marcas: Carícia, Fúria, Landa, Liptol, Mazal

 

Sensória (cosméticos)

Marcas: Sensória

 

Shizen (cosméticos)

Marcas: Lightner, Traty, Essenza, Charming

 

Surya Henna (cosméticos naturais e orgânicos)

Marcas: Surya Henna, Orgânica de Frutas, Amazônia Preciosa, Sapien

 

Terractiva (cosméticos)

Marcas: Terractiva

 

Unisoap (cosméticos) 

Marcas: Francis

 

Valmari (cosméticos)

Marcas: Valmari

 

Vita-a (cosméticos e tintura)

Marcas: Fio & Ton, Guanidina, Keraflex, Nippon, Omega Plus, Texture, Vita-a

 

Vita Derm (cosméticos e tintura)

Marcas: Vita Derm

 

Yamá (cosméticos e tintura)

Marcas: Depil Mist, Fragê, Yamá, Yamafix, Yamasterol

 

Ypê (produtos de limpeza)

Marcas: Holos, Ypê, Tixan

 

Weleda do Brasil (cosméticos)

Marcas: Weleda

 

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INTERNACIONAIS – Fonte PETA. Para ver a lista completa Clique Aqui

 

Abercrombie & Fitch (roupas e acessórios)

Marcas: Abercrombie

 

Ahava (cosméticos)

Marcas: Ahava

 

American Safety Razor (Aparelhos de Barbear e Depilar)

Marcas: Carrefour

 

Amitée (cosméticos)

Marcas: Amitée, CitréShine, ClearLogix, HerbalLogix, SilverBrights, ThickerFuller Hair, ZeroFrizz

 

Amway (suple. vitamínicos, cosméticos, produtos de limpeza) - compra pelo site

Marcas: Anticipate, Artistray, Body Series, Defiance, Glister, Occasion, Wiser, Nutrilite

 

Avalon Natural Products (cosméticos)

Marcas: Alba Botânica, Alba Hawaiian, Avalon, Sanoma, Tisserand, Un-Petroleun

 

Avon (cosméticos)

Marcas: Avon

 

Beiersdorf (cosméticos)

Marcas: Atrix, Basis, Eucerin, Labello, La Prairie, Nivea, 8×4

 

Carlson Laboratories (vitaminas)

Marcas: Carlson

 

Chanel (perfumes, roupas, jóias, cosméticos)

Marcas: Chanel

 

Clarins of Paris (cosméticos)

Marcas: Clarins of Paris

 

Clinique Labs (cosméticos)

Marcas: Clinique

Ecover (produtos de limpeza)

Marcas: Ecover

 

Estée Lauder (cosméticos)

Marcas: Clinique, Donna Karan Beaty, Estée Lauder, Jane, Origins

 

Herbalife (suplementos, vitaminas, controladores de peso, cosméticos)

Marcas: Herbalife

 

L'anza (cosméticos)

Marcas: L'anza

 

Lush (cosméticos)

Marcas: Lush

 

M.A.C (cosméticos)

Marcas: M.A.C

                                                             

Norelco (barbeadores)

Marcas: Norelco

 

Payot (cosméticos)

Marcas: Payot

 

Revlon (cosméticos)

Marcas: Aquamarine, Charlie, Colorsilk, Colorstay, Eterna 27, Flex, Fire & Ice, New Complexion

 

St. Ives (cosméticos)

Marcas: St. Ives

 

The Body Shop (cosméticos) 

Marcas: The Body Shop

 

Victoria Secrets (cosméticos)

Marcas: Victoria Secrets

(Disponível em: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm Acesso em 17 de outubro de 2009)

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/10/2009 - 17:47

Em algum lugar não muito longe daqui…

(Disponível em: simposioeducom.blogspot.com Acesso em 14/10/2009)

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/10/2009 - 06:17

JORNAL O GERMINAL Nº 37 – JOGOS OLÍMPICOS DE 2016

Editorial

O Rio de Janeiro será a sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. A decisão histórica de levar a maior competição esportiva do planeta para a América do Sul pela primeira vez foi anunciada pelo Comitê Olímpico Internacional no dia 2 de outubro, durante a 121ª Assembléia da entidade, realizada em Copenhague, na Dinamarca. Na disputa, considerada a mais acirrada de todos os tempos, o Rio superou Chicago (Estados Unidos), Madri (Espanha) e Tóquio (Japão). Segundo informações presentes no site <http://www.rio2016.org.br>, “os Jogos Rio 2016 serão um evento compacto e de excelência técnica. Esporte, cultura e educação estarão integradas com as atividades da cidade. Legados sociais e esportivos estão garantidos pelo trabalho conjunto com os três níveis de governo. Os Jogos Rio 2016 serão um catalisador do progresso esportivo e social para comunidades do Brasil e de todo o mundo.” Será? E os desvios de verba que podem vir a acontecer? As possibilidades são grandes. E se ocorrer os mesmos problemas que foram percebidos nos Jogos Pan-americanos de 2007? Conhecendo a estrutura nefasta das instituições deste país, é mesmo difícil acreditar na lisura e no bom uso dos recursos públicos para a concretização do “sonho brasileiro”.

UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA OS POLÍTICOS APARECEREM… E TAMBÉM…

Depois da vitória do Rio para sediar os Jogos Olímpicos de 2016, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, no dia 04 de outubro, em Bruxelas (Bélgica), quem tem dito que haverá corrupção nos gastos das obras. Para ele, ficar com esse argumento agora seria colocar o Brasil outra vez no “papel pequeno que alguns querem colocar todo santo dia”. E completou: “Certamente, o povo brasileiro saberá fiscalizar o uso do dinheiro”. Em nossa opinião, este é o grande problema que teremos que enfrentar de agora em diante, lembrando que quanto ao fato específico dos Jogos Olímpicos serem realizados aqui no Brasil, poucas pessoas se posicionariam contra, mas como nosso país enfrenta problemas básicos históricos – salve, a saúde precária, a educação deficitária, o descaso com o meio ambiente… e nossos políticos, a maioria deles corruptos – fica difícil de “engolir” um evento deste porte; é necessário dar um voto de confiança, mas as circunstâncias permitem isso?

Acreditamos que seja importante destacar que o cidadão comum, sem muito potencial para questionamentos, torna-se um espectador de um jogo político-econômico. Quantas pessoas atualmente não se sentem encantadas com o fato do Brasil ser a sede dos Jogos de 2016? Muitas! No entanto, sabemos que no país as condições sociais não são das melhores e que há “coisas” muito mais importantes a serem feitas. Aliás, é evidente que a construção de “templos” modernos, a melhora dos transportes públicos, a questão da segurança poderiam fazer parte de um interessante projeto de intervenção e inclusão social a partir do apelo esportivo representado pela realização de uma Olimpíada e pelo volume de capital envolvido. Um projeto que não se encerrasse em 2016. Entretanto, a possibilidade disso acontecer é pequena; provavelmente, será presenciada a manutenção da lógica de inaugurações, campanhas políticas e corrupção… a lógica do eu fiz/faço.

Assim, se de um lado o que se busca é apenas a visibilidade política e, para isso, se disponibiliza muito dinheiro, do outro lado, o da população mais carente, está cada vez mais difícil até o acontecimento das “peladas” na várzea: a maior diversão dos jovens da periferia. A título de exemplo, tendo como referência a modalidade esportiva futebol, ele, para quem não pode pagar, está cada vez mais escasso, pois os poucos campos disponíveis que restam, estão em estado deplorável. Campeonatos amadores também vão deixando de existir, a não ser quando determinado político disponibiliza algum troféu ou jogo de camisa como forma de se promover… principalmente em épocas de eleições. Centros esportivos municipais são utilizados com a mesma finalidade: eleitoreira. Nossa análise leva a conclusão que o esporte vai mal desde a várzea até o alto nível; das bases à elite; sofre o atleta amador, padece o profissional.

Enfim, há duas correntes, até o momento, que se posicionam a respeito do assunto:

1 – Há quem diga que, apesar de astronômicos, os gastos valem a pena e devem ser vistos como um belo investimento. Uma Olimpíada bem organizada atrairá milhões de reais em turismo, tanto durante sua realização quanto no futuro, pois contribuirá para melhorar a imagem do Brasil no exterior. Além disso, as instalações esportivas serão aproveitadas pela comunidade local, especialmente pela população de renda mais baixa.

2 – Quem afirma que os gastos são descabidos destaca os graves problemas que o Brasil em geral, e a cidade do Rio de Janeiro em particular, têm em todas as áreas fundamentalmente importantes: educação, saúde, segurança, habitação. Argumenta-se que os bilhões gastos nos Jogos Olímpicos poderiam ser melhor empregados em políticas públicas duradouras e acrescentam que a maioria do povo carioca não irá usufruir dos eventuais benefícios trazidos pelo evento “para inglês ver”.

Compreendemos que a questão é polêmica e das mais sérias. Deste modo, resta-nos empenharmos em um movimento no sentido de, ao menos, existir uma maior pressão sobre os que empreenderão o maior evento esportivo já visto em nosso território. Isso poderia diminuir o impacto negativo de um espetáculo que irá acontecer em um ambiente, onde o espetáculo, que a maioria da população presencia, é o descaso dos governantes. Proteste e Sobreviva.

Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/10/2009 - 08:41

Os peixes sofrem?

Os peixes pertencem ao reino animal e, dentro deste, são vertebrados. São seres aquáticos poiquilotérmicos (de sangue frio), que possuem corpo fusiforme, membros em forma de barbatana suportados por estruturas ósseas ou cartilaginosas, e guelras ou brânquias, com que respiram o oxigênio dissolvido na água.

Os primeiros peixes surgiram há cerca de 500 milhões de anos e eram semelhantes as lampreias atuais. Posteriormente, há aproximadamente 400 milhões de anos, surgiram os peixes com esqueleto cartilaginoso. Mais recentemente, há perto de 250 milhões de anos, surgiram os primeiros peixes com esqueleto ósseo. Existem mais de 29.000 espécies de peixes, o que faz deles o maior grupo dos vertebrados, subdividido em:

- Peixes ósseos (Osteichthyes, com mais de 22.000 espécies), a que pertencem as sardinhas, as garoupas, o bacalhau, o atum e, em geral, todos os peixes com esqueleto ósseo;

- Peixes cartilaginosos (Chondrichthyes, mais de 800 espécies), a que pertencem os tubarões e as raias;

- Vários grupos de peixes sem maxilas (antigamente classificados como Agnatha ou Cyclostomata, com cerca de 80 espécies), incluindo as lampreias e as mixinas (peixe-bruxa).

Os peixes encontram-se em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como salgada. Ao contrário da maior parte dos vertebrados, os peixes crescem continuamente durante toda a sua vida, embora a taxa de crescimento diminua acentuadamente após a primeira reprodução.

O sistema nervoso dos peixes

O sistema nervoso dos peixes é complexo e sofisticado. A maioria possui o sentido da visão muito desenvolvido, podendo distinguir cores e comprimentos de onda, desde o infravermelho ao ultravioleta. Contudo, esta capacidade vai diminuindo conforme aumenta a profundidade, em virtude da luz insuficiente. O olfato também é muito desenvolvido em algumas espécies. Os salmões e outros peixes migradores apresentam o fenômeno homing, ou seja, voltam sempre ao rio onde nasceram para se reproduzirem. Está cientificamente provado que estas espécies “memorizam” o odor da água do rio onde nasceram, para um dia poderem voltar. Em muitas espécies, as papilas gustativas não se limitam a cavidade bucal, estão também noutras partes do corpo. Os ouvidos, além de permitirem a percepção de sons, funcionam também como órgãos do equilíbrio. Os peixes tem sistemas organizados de comunicação entre si. Emitem substâncias de alarme em presença de predadores, induzindo a formação de cardumes para confundir os atacantes, ou permitindo a fuga de outros indivíduos da sua espécie. Na altura da reprodução parece haver também comunicação química. Supõe-se que as hormonas libertadas pelos machos induzam a ovulação das fêmeas. Estes animais desenvolveram também receptores químicos ao longo do seu organismo, que lhes permitem detectar as mudanças de corrente da água e as mais delicadas vibrações, indiciadoras da aproximação de predadores.

Afinal, os peixes sofrem?

Pelo acima exposto, e que tem sido consubstanciado por estudos levados a cabo nomeadamente por cientistas Ingleses, a resposta é simples:

Sim, os peixes sofrem.

Enquanto criaturas do reino animal, dotadas de um sistema nervoso central, os peixes possuem um sistema de dor que é anatômica, fisiológica e biologicamente semelhante ao das aves e outros animais. Os peixes reagem a sensações de dor e de prazer e, na verdade, partilham até semelhanças com o sistema nervoso dos seres humanos, já que algumas espécies possuem neurotransmissores como as endorfinas, que induzem a sensação de bem-estar e de alívio da dor. Logicamente, se os seus sistemas nervosos produzem analgésicos naturais, é porque estão predeterminados para sentirem dor.

Os referidos estudos constatam que a morte por laceração dos tecidos, sangramento e asfixia (que caracterizam a pesca) é extremamente cruel, e fonte de grande sofrimento para estes animais, não apenas físico, mas também psicológico. Ao reagirem a dor, os peixes sentem também estresse emocional e apresentam uma série de espasmos e movimentos de contorção muito semelhantes ao comportamento dos vertebrados superiores, como os mamíferos, em iguais circunstâncias. E embora inaudíveis para os seres humanos, alguns peixes emitem sons para exprimir a sua agonia, conforme concluem pesquisas conduzidas por várias universidades dos Estados Unidos.

Sabe-se hoje que os peixes são animais inteligentes e que algumas espécies apresentam fenômenos interessantes ao nível da memória, da capacidade de aprendizagem e até da antecipação do sofrimento. Com efeito, alguns dos estudos feitos constataram que os peixes, não só emitiam uma espécie de grunhido ao serem submetidos a choques elétricos, como grunhiam a simples visão do elétrodo, numa clara antecipação do sofrimento que dessa forma lhes ia ser infligido.

Referências
http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=1193&Itemid=34
http://www.azibo.org/peixesevo.html

(VIEGAS, V. Adaptação: Simone Nardi. Fonte: Centro Vegetariano. Disponível em: http://www.anda.jor.br/?p=22700 Acesso em 10 de outubro de 2009)

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07/10/2009 - 18:39

Em algum lugar não muito longe daqui…

(Disponível em: fontanablog.blogspot.com Acesso em 07/10/2009)

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05/10/2009 - 15:06

Campanha pressiona União Europeia contra a regulamentação da experimentação animal

Enquanto o Conselho de Ministros da União Europeia prepara-se para finalizar as decisões sobre a Diretiva 86/609 que trata da experimentação animal, a campanha Make Animal Testing History pretende apresentar em Bruxelas, onde o conselho estará reunido, um apelo com um número maciço de adesões contra a prática vivisseccionista.

A campanha  Make Animal Testing History é uma liderança no esforço para conseguir uma atualização apropriada da Diretiva 86/609, vigente há 20 anos. Lançada simultaneamente por Dr. Hadwen Trust for Humane Research , Four Paws  e Humane Society International, a campanha inclui uma chamada aos cidadãos europeus para que se reúnam em uma marcha virtual a Bruxelas e já conta com mais de 62.000 participantes Esta marcha visa pressionar os líderes da União Europeia a atualizarem a diretiva estabelecendo, primeiramente, padrões mais humanitários no tratamento dos animais para, como última e legítima meta, abolir definitivamente o uso de animais na pesquisa e prática laboratorial.

Com o final do recesso de verão, aproxima-se o momento em que a diretiva será debatida e revisada pelo Conselho de Ministros, que, posteriormente, negociará com os membros do Parlamento Europeu. O Conselho de Ministros, formado por líderes dos governos da União Europeia, e o Parlamento Europeu, composto pelos eleitos pela população, devem concordar sobre a nova lei para que ela possa entrar em vigor efetivamente. O Parlamento já votou sobre a diretiva em 5 de maio último, deixando os ativistas e simpatizantes da causa abolicionista bastante decepcionados.

Se o processo correr sem maiores problemas daqui para frente, a nova lei europeia poderá ser aprovada até o final de 2009. Por isso a campanha Make Animal Testing History está intensificando seus esforços para conseguir o apoio do maior número possível de cidadãos. Cidadãos não europeus também podem participar e, se você quiser melhorar a estatística do apoio brasileiro na participação da campanha, acesse aqui e junte-se à marcha à Bruxelas. 

A votação

No último dia 5 de maio, o Parlamento Europeu votou as emendas propostas para a Diretiva 86/609, que tem 20 anos de vigência. Quando a comissão europeia lançou o projeto de lei em  novembro de 2008, houve esperança de fazer-se aprovar uma lei que possibilitaria o exercício de uma ciência verdadeiramente contemporânea e progressista. Embora o projeto de lei ainda não fosse o ideal, já apresentava limites claramente compassivos e responsáveis quanto à manipulação e imposição de dor aos animais de laboratório e apresentava transparência e justiça, além de lançar a base para uma legislação que viesse a abolir definitivamente a prática vivisseccionista.

No entanto, com o lobby nada ingênuo e bastante intenso e alarmista da indústria da vivissecção, muitos parlamentares recusaram as emendas que fariam da nova diretiva um orgulho para a Europa e um exemplo para o mundo.

A grande decepção provocada pela votação de maio de 2009 foi ter falhado em garantir uma maior proteção a nossos parentes genéticos mais próximos, os primatas não humanos, mesmo havendo um reconhecimento unânime na ciência sobre a sensciência destes animais. Os parlamentares votaram por continuar dando a cientistas e pesquisadores o uso irrestrito de primatas não humanos em experimentação laboratorial e declararam desnecessária a relação imediata entre esta prática e a sua aplicação à saúde humana. Com esta decisão, negaram a declaração por escrito dada em 2007 na qual se comprometiam, a médio prazo, a votar pela abolição do uso de primatas em experimentos.

Houve, no entanto, também alguns ganhos na votação de maio e a Make Animal Testing History espera que, ao serem agora analisadas pelo Conselho de Ministros, estas tendências voltem a ganhar força. Os parlamentares aceitaram implementar uma revisão bienal dos métodos de uso de primatas em experimento, estudar a possibilidade de eliminar gradativamente o uso de primatas F1 (descendentes de primatas apreendidos na natureza), estabelecer um limite maior ao padrão de dor que se permite aos animais suportarem nos experimentos, além de empreender esforços para desenvolver alternativas humanitárias na pesquisa biomédica.

A porta-voz da campanha, Marie-Claire Mcintosh, declarou que a indústria vivisseccionista usou de todo subterfúgio disponível para dissuadir os parlamentares de seus posicionamentos originais. Embora alguns tenham se mantido fiéis a eles, a maioria votou por uma revisão da diretiva que respalda o sofrimento animal. Ela acrescenta, “está claro que os cidadãos europeus apoiam o futuro da pesquisa e da ciência humanitárias e os parlamentares não corresponderam a estas expectativas. Nós esperamos que, frente ao Conselho de Ministros, a versão original de uma ciência compassiva ganhe força novamente.”

Como os membros do Parlamento Europeu votaram em maio de 2009:

‒ Não haverá limites rigorosos para a reutilização de animais em sucessivos experimentos;

‒ Não haverá restrições para experimentos com macacos que não envolvam a aplicação direta em medicina;

‒ Não haverá o estabelecimento de um caleandário para a eliminação gradativa do uso de macacos ao longo do tempo ou sequer a eliminação gradativa do uso de descendentes de macacos apreendidos na natureza (F1);

‒ Não haverá uma autorização mandatória central tampouco uma avaliação ética e científica de todos os experimentos vivisseccionistas antes de uma licença para o uso dos animais ser emitida (autorização e revisão ética aceita para muitos experimentos em âmbito institucional);

‒ Não haverá revisão ética retrospectiva para quase todos experimentos;

‒ Sim para o estabelecimento de um limite máximo de dor a que os animais podem ser submetidos;

‒ Sim para o uso de fundo governamental na criação de instalações que desenvolvam métodos alternativos de pesquisa;

‒ Sim para a extensão da proteção legal a alguns, mas não todos, animais invertebrados e fetos atualmente usados em laboratório e não protegidos por lei;

‒ Sim para a extensão da abrangência da lei, incluindo pesquisa médica básica com animais, o que significa que todo tipo de experimentação que envolva animais será regulamentada por lei;

‒ Sim para a abolição do uso de grandes primatas, a não ser em situações excepcionais e imprevistas;

‒ Sim para o aumento da divulgação de dados entre pesquisadores que evite a repetição do mesmo experimento ou de experimentos com animais que falharam anteriormente.

Uma grande vitória para a campanha Make Animal Testing History foi o apoio dos parlamentares à criação de instalações com fundo governamental para o desenvolvimento de técnicas alternativas à vivissecção. Atualmente, os esforços europeus nestes sentido concentram-se unicamente na regulamentação de testes de toxicidade que perfazem somente 10% da experimentação animal na Europa. Um investimento maior e uma coordenação que vise preencher esta lacuna será uma conquista imensamente importante para a causa abolicionista.

Mais de 12 milhões de animais são utilizados em laboratórios da Europa a cada ano, num processo que envolve confinamento, dor física, medo e sofrimento.

(Por Adriane R. de O. Grey  – da Redação – Austrália. Disponível em: http://www.anda.jor.br/?p=23915 Acesso em 05 de outubro de 2009)

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