EM ALGUM LUGAR NÃO MUITO LONGE DAQUI…

(Disponível em: www.gato-negro.org Acesso em 30 de maio de 2009)
TRANSFORMAÇÃO SOCIAL: EDUQUE PARA A REALIDADE

(Disponível em: www.gato-negro.org Acesso em 30 de maio de 2009)
Há homens morrendo em todos os cantos do planeta. Mortes horrendas, desnecessárias. E há homens que, enquanto não morrem, assistem ao espetáculo da violência, faces da morte distribuídas por canais de TV, pedaços de corpos disputados por jornais e revistas. É este o programa da família. Crianças acostumadas, desde a mais tenra idade, ao sadismo de seu semelhante.
Será esse o motivo? Eu procuro um motivo que justifique a frieza do homem diante do sofrimento do outro, seja lá que outro for. Foi assim com Sócrates, Cristo, Zumbi, Gandhi, Martin Luter King, Tiradentes, Lennon, garotos arremessados de um trem em movimento e tantos outros que, a seu modo, exerciam ou lutavam pela liberdade e pela paz, mas foram premiados com a cruz, com a faca, com a bala, com a bomba, com a tortura.
Quais são mesmo os motivos? Ainda não sei. Ser humano sem humanidade? É um triste paradoxo. Como se um peixe que não soubesse nadar, como uma águia que se recusasse a voar. Estou perplexa.
Aqui, no Mercado da Cantareira, em São Paulo, acompanhada de meu amigo Christopher, essas interrogações me invadem. Esses porquês.
Como é que esses homens, sem humanidade, vão-se comover com animais amontoados em gaiolas, implorando por socorro, por misericórdia?
Há, por exemplo, um box especializado em venda de animais para rituais religiosos. Há pequenos bodes, cabritos e galos pretos à espera do sacrifício. Os primeiros nem lutam mais pela vida. Chegaram a lutar antes de entrar num caminhão, a milhares de quilômetros daqui. Chegaram a lutar dentro do caminhão – com berros, com chifradas – por ar, por água, por comida. Agora, presos numa cela de azulejos brancos, eles se ferem um aos outros.
Estão cegos, paralisados pelo medo e pela dor. Acaricio a cabeça de um deles, que não reage. Parece um animal empalhado. Só sei que está vivo porque o corpo esquelético, respira.
Uma pessoa se aproxima. Olha os galos pretos, que gritam inconformados. Eles são valentes. Ela escolhe um. O dono do box – um homem branco, gordo, com uma expressão tão fria quanto a de um manequim de loja (terá filhos? Terá um amor?) – o dono do box abre a gaiola e agarra o animal pelas pernas. O galo bem que tenta reagir: grita, bate as asas, imponente. O dono, então, levanta-o e, com precisão, arremessa sua cabeça contra a parede. Não, o bicho não morre. O homem é “bom” no que faz. Deixa-o em estado de choque, entre a vida e a morte. Porque seu novo dono o quer vivo: o ritual exige seu sangue quente.
O funcionário do box, mais falante, diz que tem dó dos bichos. Mas o que se há de fazer? “Nós cuidamos deles, passamos remédio nos olhos feridos. Mas eles se ferem novamente”, explica o rapaz, o erro dos bichos.
Chega? Não. Há também os coelhos. Um deles, cujo valor foi estabelecido em trinta Reais, lambeu meus dedos quando o peguei no colo. Nunca tinha visto isso. Queria levá-lo comigo; entretanto, Christopher me disse que seria um incentivo à continuidade daquele comércio. Não levei. Hoje, sinceramente, arrependo-me.
Eu não queria ver mais nada. Mas ninguém entra num local desses impunemente. É preciso ir ao Mercado Municipal, próximo ao da Cantareira, onde também há animais. Estes, por sua vez, estão todos mortos. São exibidas cabeças de porcos dentro de um freezer transparente com o nome de “Porco Feliz”. E um anúncio grande num outro box, com os dizeres: “temos filhotes de javali”. Sim, tem gente que faz sua ceia de Natal com filhote de javali.
Estou cansada. Não agüento mais ver essas fotos nem escrever sobre o que vi. Eu só espero que as pessoas – nas festas de Natal e Ano Novo – valorizem mais o amor do que cadáveres sobre a mesa, façam mais amor do que rituais sangrentos. Porque a vida nos dá o que damos a ela. Só teremos um ano melhor se plantarmos, uma a uma, as sementes dos frutos que queremos colher.
Eu desejo a todos vocês que saibam semear com sabedoria.
(BERNARDINO, A. Disponível em: http://www.veganpride.com/inicio.asp Acesso em 30 de maio de 2009)


(Disponível em: www.acesso343.blogspot.com Acesso em 28 de maio de 2009)
No Brasil, a taxa de mortalidade materna ainda é considerada uma das mais altas do mundo devido a complicações na gestação, no parto ou no período pós-parto. Segundo dados da Unicef, o país tem taxa de 76 mortes por 100 mil nascidos vivos. Para chamar a atenção da sociedade sobre essa situação, organizações sociais realizam, hoje (28), no Dia Mundial da Saúde da Mulher e de Combate à Mortalidade Materna, diversas ações para cobrar melhores condições de atendimento e de atenção à saúde da mulher grávida.
Na Bahia, em Salvador, as atividades já iniciaram terça-feira (27) e devem prosseguir até a próxima sexta-feira (29). Dentre as ações, estão: sessões especiais, audiências públicas, debates e panfletagens sobre o assunto.
Para Lilian Marinho, integrante do Instituto Mulher pela Atenção Integral à Saúde e Direitos Humanos (Imais), regional Bahia da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, o importante não é trabalhar em cima na quantidade de mortes, mas sim de prestar atenção nos fatores que as causam. “Essas mortes são inaceitáveis”, desabafa.
Prova disso é que grande parte dos riscos da morte de gestantes podem ser constatados antes mesmo da própria gravidez, como síndromes hipertensivas, hemorrágicas e infecciosas. Isso porque a maioria das mortes ocorre entre gestantes de baixo nível social, que não foram assistidas por um programa de planejamento familiar ou pré-natal e, portanto, sem nenhuma assistência médica. “De cada 100 mortes [maternas], 98 são evitáveis”, conclui.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as maiores taxas de mortalidade materna estão em países em desenvolvimento. De acordo com Lilian, o Brasil, além de encontrar-se nessa situação, apresenta desigualdades em termos regionais.
“O número de mortes nas regiões Norte e Nordeste é superior ao das demais regiões”, comenta. Para ela, isso é devido à dificuldade de hospitais e maternidades, mas também à falta de acesso a programas educativos e de planejamento familiar.
Por isso, a intenção das atividades é intensificar a luta das organizações por melhores atendimentos ao pré-natal nas unidades da rede pública, melhoria e humanização da atenção ao parto, garantia de leitos nas maternidades, funcionamento dos Comitês Estaduais e Municipais de Morte Materna, garantia de acesso ao planejamento familiar, dentre outras questões.
(Disponível em: http://www.adital.org.br/site/noticia.as… Acesso em 28 de maio de 2009)



(Disponível em: www.ivancabral.blogspot.com Acesso em 26 de maio de 2009)
Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:A Associação Mundo Sem Guerras (MSG) do Movimento Humanista organiza a primeira Marcha Mundial pela Paz e Não Violência. O movimento pretende estimular uma cultura de paz e percorrerá vários países do mundo.
Os organizadores do evento, Rafael de la Rubia e Thomas Hirsch, dialogaram nesta sexta-feira na transmissora Contato Sul com membros da Associação Mundial de Rádios Comunitárias da América Latina e do Caribe (AMARC-ALC).
A marcha tem o objetivo de denunciar o perigo das guerras com armamento nuclear. Seus organizadores aspiram por “um mundo sem guerra”, onde o diálogo substitua a violência.
Em Contato Sul, de la Rubia e Hirsch assinalaram que não é necessário pensar em armas nucleares para encontrar ações violentas. Explicaram que, pelo contrário, a violência está imersa na vida cotidiana de milhões de pessoas. Por sua vez, os dirigentes humanistas chamaram ao protesto não violento acompanhado da ação. Disseram que uma atitude de valentia consiste em sair das casas e protestar sem agressividade.
A marcha começará na Nova Zelândia, em 2 de outubro de 2009. As Nações Unidas declararam essa data como “Dia Internacional da Não Violência”, por ser o aniversário do nascimento de Gandhi.
A mobilização finalizará 90 dias depois, em 2 de janeiro de 2010, em Punta de las Vacas, na Argentina.
Nas cidades anfitriãs se realizarão fóruns, conferências e eventos que se organizarão segundo as iniciativas que surjam em cada lugar.

Editorial
Conheci Rodolfo por intermédio de seu irmão, que eu havia encontrado durante uma pesquisa que realizei sobre a profissão de atleta de futebol em São Paulo. Foi em um centro de treinamento onde há um trabalho para atletas que se encontram fora do mercado de trabalho (sem clube). “Ele jogou futebol profissionalmente e, além disso, foi excelente jogador. Você deveria entrevistá-lo”, disse Augusto. Efetivamente, após alguns meses, Rodolfo apareceu. Depois de eu explicar a finalidade da pesquisa, ele concordou em ser entrevistado. Eu já havia conversado com Augusto, que ainda brinca de futebol com sua “carcaça” em um espaço debaixo de um viaduto três vezes por semana e vai vivendo de pequenos bicos aqui e acolá. Por esse motivo, eu já sabia o perfil familiar de Rodolfo. De seu antigo treinador, soube que suas vagas fantasias de alcançar uma vida estável por meio do futebol depois de uma interrupção por um longo período – após a vida de atleta, foi instrutor de garotos em uma escolinha de futebol – eram sem esperança, mesmo com todos os que estavam ao seu redor fazendo questão de aparentar que acreditavam na hipótese. De outro conhecido, ouvi dizer que Rodolfo era ligado à malandragem e que realizava pequenos furtos para subsistir; e, como morava na rua, sua vida não era muito boa; assim, sem os delitos, com certeza passaria por privações maiores.
“NÃO QUERO SOBREVIVER, QUERO VIVER”
Como malandro, a vida de Rodolfo consistia, muitas vezes, em chegar furtivamente às situações ou tramar relações de aparência enganadora a fim de tirar proveito mais ou menos extorquindo. Nada mais, nada menos que o famoso “171″, centrado totalmente na lábia. Ele preferia a via da sedução à do constrangimento ou da ameaça física. Aliás, em seu meio, suas atitudes eram legais e reconhecidas. O ilícito e o ilegal, o reprimido e o reprovado (inclusive muitas vezes por aqueles mesmos que estão nisso: “é você quem paga pelo que faz”, filosofa Rodolfo, evocando uma tentativa frustrada de “sedução” em que se machucou ao fugir) são conhecidos e tacitamente tolerados por todos porque são ao mesmo tempo banais e necessários: é preciso sobreviver e fazer os seus sobreviverem. E, pelo fato da escassez material, da insuficiência de “grana” obtida com os bicos, da nem sempre saudável ajuda social, os moradores de rua devem, muitos deles, vez por outra, procurar recursos com algum personagem como este em questão.
Se bem que advertido de sua reputação de “enrolador”, qualidade muito valorizada na sua “área”, fiquei surpreso com sua arte de persuadir, mas mais ainda com sua discrição, pudor até, como que ele me falava de sua região, dos amigos de infância, de suas esperanças e de suas mágoas, da luta sem fim que recomeça todo dia. Percebe-se que ele olha o mundo desencantado e estraçalhado que o encerra de modo quase clínico; ele descreve sem vanglória, sem efeitos inúteis, sem procurar embelezar ou enegrecer. Ele não o reivindica, mas também não o renega. Ele simplesmente está aí: é seu mundo, ele não pode mais. E a consciência que ele tem de estar condenado leva-o a uma lucidez dolorosa que faz com que seja vão apiedar-se de si mesmo.
Nascido na periferia de São Paulo, Rodolfo morou em casas simples até ascender socialmente através do futebol. Em sua curta carreira conseguiu comprar um carro do ano, uma casa para sua mãe e um excelente apartamento para ele, andava sempre com uma garota diferente e roupas da moda. “Sobre os meus amigos de infância? Alguns seguiram a carreira do tráfico e outros foram ficando pelo caminho: mortos por traficantes rivais, pelos próprios líderes por não acertarem alguma dívida, ou ainda mortos ou presos pela polícia”, nos diz Rodolfo, que também relembra que “tudo parecia que caminhava bem na vida do garoto que saiu de um ambiente muito pobre – em todos os aspectos – e alcançou o sucesso”. Porém, em determinada etapa de sua vida, depois de uma vitória espetacular de sua equipe, foi para a noitada, bebeu muito e, no retorno para seu apartamento, sofreu um acidente que lhe impossibilitou de praticar o futebol de alto nível. Teve uma lesão grave no joelho e não houve sucesso nas cirurgias realizadas. Rodolfo viu-se, então, aos 25 anos e no auge da carreira, sem perspectivas na sequência do futebol.
Acerca disso, vale destacar que durante um período de um ano e meio, o ex-atleta conseguiu gastar toda a poupança que guardou durante sua trajetória no futebol – em sua época os retornos financeiros eram bons, mas não chegavam perto dos de hoje. Ele estava fora do mercado da bola, mas não percebeu que seu padrão de vida havia mudado e que a grana não estava entrando, apenas saindo. Solteiro, mais por necessidade do que por escolha, nunca conseguiu um trabalho regular, além da já mencionada curta carreira como jogador e um breve começo como instrutor de uma escolinha. Quando toco no assunto de emprego, me diz: “está difícil, hein.” Rodolfo reluta em falar diretamente de suas atividades e sustenta com insistência frisando a negação de que não se dedica a nenhum tráfico de drogas. No entanto, admite que é difícil ficar sem dinheiro e que, numa sociedade em que o valor de cada indivíduo é estipulado pelas suas receitas, “cada um tem que dar seus pulos independente da situação que esteja… ou então o que já é difícil se torna insustentável.”
Em resumo: nossa análise compreende que Rodolfo não é uma anomalia social ou o representante de uma microssociedade desviante do tipo “local sórdido”; ele é o produto de passagem do limite de uma lógica de exclusão socioeconômica secular que afeta de perto ou de longe as pessoas que foram privadas, durante suas vidas, de direitos básicos. Para elucidar completamente a lógica própria desse universo, a necessidade específica que o habita e de que a atitude de Rodolfo (feita de oscilações rápidas entre um realismo desabusado e um onirismo fatalista) é a tradução subjetiva, é necessário contornar a dupla cilada da leitura miserabilista. Uma leitura que, por um lado, comove e se compadece com o espetáculo da miséria e que, por outro, exalta de forma populista as virtudes e a invencibilidade do dominado e apresenta, como estratégia heróica de resistência, o que em geral não é senão uma tática econômica de autopreservação face uma ordem de dominação tão total e brutal que, afinal, não é mais percebida como tal nem posta em causa.
Nota-se que é necessário ter o ponto de vista que Rodolfo tem de seu ambiente – natural -, pois ali há uma lógica própria, que é organizada dentro de princípios específicos. Que essa população seja vítima da Sociedade de Risco (concebida por Ulrich Beck) ou condensada pela forma hobbesiana da guerra de todos contra todos, neste mundo da penúria e da urgência que, em maior ou menor medida, escapa às regras e aos regulamentos da sociedade dominante, não é qualquer ação que será bem sucedida. Enfim, torna-se necessário que as atitudes perante essa parcela da população transcendam o assistencialismo politiqueiro e chegue à raiz do problema: a oferta dos mesmos direitos para todos. “Você não passa pelo que eu passo. Você não mora na rua. Você não imagina o que é não ter casa ou o que comer… se eu tivesse tido oportunidades de estudo no decorrer de minha vida, “talvez” eu não estaria nesta situação”, disse Rodolfo em uma de nossas conversas. E ele tem razão: com as oportunidades sendo direcionadas para todos, há mais possibilidades de um mundo digno; há mais possibilidades de as pessoas viverem, e não apenas sobreviverem e serem julgadas por algo que (mesmo ilícito) é justificável pelas circunstâncias do meio. O assunto é polêmico e o debate está aberto.




(Disponível em: http://espiritodocotidiano.blogspot.com Acesso em 20 de maio de 2009)
Autor: O GERMINAL - Categoria(s): Sem categoria Tags:O amianto é uma fibra mineral muito resistente e, por isso, bastante utilizada pela construção civil. Entretanto, além de ser um material nocivo ao meio ambiente, possui propriedades cancerígenas. Para discutir sobre as consequências causadas pela fibra, acontece hoje (20), em Curitiba (Paraná), o seminário “Amianto – Rumo à erradicação da catástrofe sanitária do século XX e seus efeitos danosos”.
Com o objetivo de mostrar à sociedade os malefícios causados ao meio ambiente e à saúde das pessoas que têm contato com a fibra mineral, o seminário ainda pretende discutir sobre o projeto de lei que visa à proibição total do amianto em Curitiba.
Ao todo, mais de 42 países já aboliram o uso da fibra, como Chile, Argentina e Uruguai. O Brasil ainda é um dos poucos países que utiliza o amianto. Apesar de ainda não existir uma lei federal que proíba o uso da fibra, Fernanda Giannasi, fundadora da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea) destaca que alguns estados e municípios brasileiros já possuem leis próprias sobre o assunto.
Somente quatro estados brasileiros já proibiram o uso do amianto: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Pernambuco. Embora poucos, Fernanda acredita já ser uma grande conquista, pois as consequências do uso do material “já está sendo debatido e expandido por todo o Brasil”, comenta.
De acordo com a Abrea, a fibra está relacionada a várias doenças, como cânceres e doenças ligadas ao sistema respiratório. Segundo Fernanda, não há estatísticas de quantas pessoas já foram prejudicadas pelo contato com o material, mas afirma que somente uma empresa já reconheceu e indenizou 567 trabalhadores que tiveram danos causados pela fibra.
Para ela, a principal dificuldade em banir totalmente o material está na questão econômica: “O Brasil é o quarto maior produtor de amianto do mundo”, destaca. Além disso, muitas indústrias utilizam a fibra por ser barata e resistente. “A gente espera que as empresas mudem a tecnologia”, comenta.
Segundo a fundadora da Associação, já há vários materiais e tecnologias alternativas para o uso do amianto, como cerâmica, argamassa, além de fibras sintéticas e telhas produzidas com material reciclado.
(Disponível em: http://www.adital.org.br/site/noticia.as… Acesso em 20 de maio de 2009)


(Disponível em: www.grafar.blogspot.com Acesso em 18 de maio de 2009)