EM ALGUM LUGAR NÃO MUITO LONGE DAQUI…


(Disponível em: www.planogeral-marcosrocha.blogspot.com Acesso em 30 de março de 2009)
TRANSFORMAÇÃO SOCIAL: EDUQUE PARA A REALIDADE


(Disponível em: www.planogeral-marcosrocha.blogspot.com Acesso em 30 de março de 2009)
O Senado brasileiro acaba de extinguir 50 das suas 181 diretorias, das quais 70% criadas pelo senador José Sarney (PMDB-MA), ao presidir a Casa entre 2003 e 2005. Esse pequeno corte representa uma economia anual de R$ 4,8 milhões do dinheiro do contribuinte.
Diretorias cassadas não significam diretores desempregados. Perderam apenas o cargo e, com ele, algumas mordomias, como gratificação mensal (variável de R$ 2 mil a R$ 5 mil), uso de celular (conta paga por nós) e a vaga na garagem do Senado.
Entre as diretorias extintas se destaca a Coordenação de Apoio Aeroportuário. Para que servia? Ora, onde já se viu um senador (há honrosas exceções, felizmente) fazer o próprio check-in e aguardar embarque misturado ao comum dos mortais? Nada como dispor de um serviçal atendido por um solícito funcionário da empresa aérea, sem fila nem risco de viajar no assento do meio, enquanto o parlamentar espera confortavelmente instalado na sala VIP.
E ao desembarcar, lá está outro serviçal para aguardá-lo à porta da aeronave, prestimoso em carregar-lhe a pasta, recolher as malas na esteira e encaminhá-lo ao veículo oficial solenemente estacionado em local vetado ao cidadão comum.
Havia uma diretora do Gabinete de Coordenação e Execução (de quê?). Ingressou na Casa como telefonista e, graças à conivência de senadores, chegou à função de diretora. Entre alto salário e gratificações, permitia-se a ela estacionar, na garagem privativa do Senado, um reluzente BMW. Aliás, não era a única diretora do referido gabinete. Havia mais três!
Entre as 50 secretarias extintas, figuravam três Secretarias Técnicas de Eletrônica e, ainda, uma Subsecretaria de Convergências Tecnológicas e uma Subsecretaria de Tecnologia da Informação. Fico a imaginar a que atividades se destinavam tais órgãos. Possivelmente a instalar e reparar equipamentos eletrônicos, como computadores. O que seria “convergência tecnológica”? A padronização de linguagens informáticas ou a sincronização de programas e planilhas?
Chama a atenção que, dispondo de tanta tecnologia, o Senado ainda registre suas sessões por meio de taquigrafia. Não é tempo de gravar discursos e debates dos parlamentares em fitas magnéticas, vídeos e dvds? Continuam em plena vigência as subsecretarias de Registro Taquigráfico, Redação Taquigráfica, Revisão Taquigráfica e Supervisão Taquigráfica. Por que não usar a estenotipia?
Reza um antigo provérbio latino: “Senatores boni viri, senatus autem bestia” (Os senadores são boas pessoas, mas o senado é uma besta). Na verdade, bestas somos nós, que nem sempre somos criteriosos ao eleger nossos políticos. É verdade que, entre os 81 senadores, há aqueles que primam pela ética, não se deixam picar pela mosca azul e até ousam denunciar que a corrupção grassa entre alguns de seus pares.
Agora o Senado conta com 131 diretorias! Entre elas a Secretaria da Polícia do Senado, e as Subsecretarias de Polícia Ostensiva, de Proteção a Autoridades e de Polícia Judiciária. Verdadeiro Exército de Brancaleone! Essa policiada toda investiga, lá dentro, indícios de corrupção, abusos de autoridade, nepotismo e malversação?
O mal do Senado é endêmico na máquina pública: a cultura do Ascone – Assessor de Coisa Nenhuma. Balança-se a árvore dos ministérios, das estatais, dos governos estaduais, das assembleias legislativas, das câmaras de vereadores e das prefeituras, e se constata que há uma legião de funcionários inteiramente dispensáveis, pessoas que ocupam funções inócuas criadas para acomodar apadrinhados de políticos.
O político safado não tem o menor escrúpulo em cavar um emprego público para o cabo-eleitoral, o filho do correligionário, o afilhado da cunhada, a filha do financiador de campanha. E quando a imprensa cumpre o seu papel de fiscalizar como é gasto o dinheiro do povo há senadores que, como disse Jesus, veem o cisco no olho alheio e não enxergam a trave no próprio. Ou seja, acham que o exagero é da mídia, e não de uma Casa parlamentar que se dá ao luxo de empregar aproximadamente 10 mil funcionários (3,4 mil concursados; 3,1 mil comissionados; e cerca de 3 mil terceirizados). Este total representa 123,4 servidores para cada um dos 81 senadores. Tudo pago pelo contribuinte.
O governo nos deve a reforma política. Enquanto não vier, a máquina pública continuará a servir de cabidão para amigos, parentes e aliados de políticos, e bandidos e corruptos disputarão mandatos políticos para gozarem de impunidade e imunidade. Numa República decente, os senadores seriam os primeiros a dispensar foro privilegiado, matricular os filhos em escolas públicas e recorrer ao SUS em caso de problemas de saúde.
Os políticos jamais deveriam se sentir incomodados por prestar contas à opinião pública. É o dever deles.
(BETTO, F. Disponível em: http://www.adital.com.br/site/noticia.as… Acesso em 30 de março de 2009)

Editorial
Seu Armando acorda às 4h da manhã todos os dias. Aos 67 anos, o aposentado que recebe um salário mínimo mal consegue pagar suas contas mensais. Assim, para completar a renda da família – sustenta a esposa e uma neta -, entrega um jornal gratuito próximo ao terminal rodoviário da Barra Funda/São Paulo, região de grande circulação de pessoas que trafegam em direção aos seus trabalhos, colégios e universidades. Basta um simples olhar para perceber que o simpático senhor sente algum desconforto em suas pernas, pois constantemente ele se ajeita na frente de uma pequena bancada em que ficam os milhares de jornais. Sua visão também não está tão boa, mas entrega o jornal de mão em mão para cada pessoa que o procura e, mesmo diante da agressividade – fruto da pressa ou mesmo da má formação das pessoas, que muitas vezes se atropelam e o empurram -, ele não deixa de ser gentil com ninguém. Não sabemos muito sobre sua história de vida, por isso, não podemos estabelecer os fatores que levaram o seu Armando a ter tamanha amabilidade. No entanto, os indivíduos que recebem o seu sorriso, os animais de rua que são alimentados e acariciados por ele e as plantas que recebem água fresca todas as manhãs só têm a agradecer.
GENTILEZA… PARA GERAR GENTILEZA
Algo que nos perturba hoje em dia é a permanência de uma condição de tristeza em várias esferas da vida. Sabemos que as coisas dificilmente caminham como a gente quer, mas não podemos desistir diante dos obstáculos existentes, pois, se fraquejarmos, a possibilidade de nossas metas serem alcançadas diminui: e não é isso que queremos ou desejamos para ninguém. Antes que o leitor se assuste, não estamos querendo dizer nada sobre o alcance de bens materiais, sobre o consumo exacerbado; entretanto, falamos sobre a conquista de uma vida digna e, para isso acontecer, torna-se necessária uma luta diária no sentido de compreendermos o meio em que vivemos, para, a partir daí, procurarmos transformar a nossa vida e a sociedade em que estamos inseridos. Só assim poderemos sonhar com a possibilidade de um mundo melhor. E há um sentimento que não podemos perder de jeito nenhum: a esperança!
Quem acompanha nosso jornal já percebeu que não somos excessivamente otimistas e nem cegos para os problemas. Aliás, sempre procuramos mostrar a realidade como ela transparece aos nossos olhos. Acerca disso, vale destacar que um dos motivos dos leitores entrarem constantemente em contato conosco é o de sugerir temas e situações para serem trabalhadas de forma crítica, possibilitando assim um processo de reflexão dos assuntos que permeiam nosso cotidiano. Isso posto, esclarecemos: o mundo está doente. Porém, existem pequenas ações de pessoas ou grupos que nos faz considerar que ainda é possível encontrar a saída deste labirinto. Seu Armando é uma dessas pessoas! Mesmo estando em uma situação desfavorável, consegue transmitir esperança para os seres que estão ao seu redor. E isso tem um valor imensurável.
Gostaria de deixar bem claro que seu Armando não é nem um personagem “Gente que Faz”. Relembrando: a situação mundial não é boa e as oportunidades são remotas. A propósito dessa questão, o que temos que tirar de lição são as atitudes de um homem que nos faz lembrar um sujeito emblemático – e pouco conhecido – da nossa História: José Datrino, o “Profeta Gentileza”, que tornou-se conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições peculiares sob um viaduto no Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba. Observamos que não vamos contar toda a vida do profeta aqui. Há muitos sites e livros que relatam as passagens de sua vida. Porém, o que vale a pena dar destaque é momento em que surge o profeta.
No dia 17 de dezembro de 1961, na cidade de Niterói, houve um grande incêndio no circo “Gran Circus Norte-Americano”, o que foi considerado uma das maiores tragédias circenses do mundo. Neste incêndio morreram mais de 500 pessoas, a maioria crianças. Na antevéspera do Natal, seis dias após o acontecimento, José acordou alegando ter ouvido “vozes astrais”, segundo suas próprias palavras, que o mandavam abandonar o mundo material e se dedicar apenas ao mundo espiritual. O Profeta pegou um de seus caminhões e foi para o local do incêndio. Plantou jardim e horta sobre as cinzas do circo em Niterói, local que um dia foi palco de tantas alegrias, mas também de muita tristeza. Aquela foi sua morada por quatro anos. Lá, José Datrino incutiu nas pessoas o real sentido das palavras “agradecido” (que utilizava no lugar de “muito obrigado”) e “gentileza” (que utilizava no lugar de “por favor”). Foi um consolador voluntário, que confortou os familiares das vítimas da tragédia com suas palavras de bondade. Daquele dia em diante, passou a se chamar “José Agradecido”, ou simplesmente “Profeta Gentileza”. Acrescentamos que, após deixar o local – que foi denominado “Paraíso Gentileza” – o profeta começou a sua jornada como personagem andarilho. A partir de 1970, percorreu toda a cidade. Era visto em ruas, praças, nas barcas da travessia entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, em trens e ônibus, fazendo sua pregação e levando palavras de amor, bondade e respeito pelo próximo e pela natureza a todos que cruzassem seu caminho. Aos que o chamavam de louco, ele respondia: “Sou maluco para te amar e louco para te salvar”.
Neste percurso, estabelecemos que seria muito bom se a população mundial se virasse para O Outro – e mesmo para o planeta – e disse-se: “sou maluco para te amar e louco para te salvar”. Não o amar sem atitude e muito menos a salvação no sentido religioso, que está em outro plano, muitas vezes discutível, mas sim o amar e o salvar que fortaleçam o próximo; que façam com que ele reflita sobre a sua vida e sobre a sociedade em que está inserido. Enquanto isso não acontece, vamos nos emocionando – e nos inspirando – nas ações de Armando, José e outros que também se ocupam em transformar o mundo, independentemente do foco da colaboração. Enfim, que bom seria se você, que está lendo este jornal agora, levasse para quem quer que fosse, um pouco de gentileza. Nós não precisamos de líderes violentos ou populistas, de crentes intolerantes ou de militantes que perderam o foco e não sabem por que – para que – lutam. A luta é importantíssima, mas precisamos sim, de pessoas gentis – em todos os níveis. Esse pode ser um dos caminhos!



(Disponível em: http://cartuntivismo.blogspot.com/2008_0… Acesso em 24 de março de 2009)
O lamento do bezerro poderia ser choro humano
Aproxima-se a faca gritante cada vez mais
Esta linda criatura deve morrer
Esta linda criatura deve morrer
Uma morte sem razão
E morte sem razão é assassinato
E a carne que você distraidamente frita
Não é suculenta, saborosa ou algo do tipo
É morte sem razão
E morte sem razão é assassinato
E o vitelo que você destrincha com um sorriso é assassinato
E o peru que você fatia festivamente é assassinato
Você sabe como os animais morrem?
Os aromas da cozinha não são familiares
Não são “acolhedores”, “confortáveis” ou algo do tipo
E o sangue sendo frito e o profano odor
É de assassinato
Não é “natural”, “normal” ou algo do tipo
A carne que você animadamente frita
A carne em sua boca
é você saboreando o sabor de assassinato
Não, não é outra coisa, é assassinato
Quem ouve quando os animais choram?
(Disponível em: http://cartuntivismo.blogspot.com/2009/0… Acesso em 26 de março de 2009)

Um estudo divulgado na terça-feira (24) no “Jama” (revista da Associação Médica Americana) aponta relação entre o consumo de carne vermelha e carnes processadas e maior número de mortes por câncer e problemas cardiovasculares. A pesquisa, uma das maiores já realizadas, analisou dados de 500 mil norte-americanos de 50 a 71 anos de idade.
Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas -o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 g a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte.
No caso das doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. “A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta chances de doenças cardiovasculares”, diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração.
Para o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade coronária do hospital Albert Einstein, além da gordura da carne, o problema é o preparo e os outros alimentos que são somados à refeição. “Se a pessoa come um bife à milanesa ou um bife com ovo frito, já estourou de longe a cota de colesterol.”
Além disso, ele alerta para os condimentos. “O sal aumenta o risco de hipertensão arterial sistêmica. Se a carne for processada, é pior porque, além do sódio, geralmente tem óleos para a conservação.”
Câncer – Os riscos de câncer estão principalmente relacionados à forma de preparação de qualquer tipo de carne. Sabe-se que, durante o cozimento em altas temperaturas, são formadas aminas heterocíclicas, substâncias reconhecidamente cancerígenas. As maiores temperaturas são atingidas ao grelhar na chapa e fritar com pouco óleo o alimento. Por esse motivo, indica-se a preparação no forno ou em um cozido.
O churrasco também traz perigo. Durante a preparação, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias também cancerígenas. “A associação é feita principalmente com as carnes vermelhas, porque elas são preparadas mais frequentemente em churrasco ou na chapa”, afirma Fábio Gomes, nutricionista do Inca (Instituto Nacional de Câncer).
Segundo o cirurgião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito estabelecida, inclusive no Brasil. A distribuição geográfica do câncer do intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 por 100 mil habitantes.
Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, importante fonte do mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.
Já as carnes processadas, como linguiças, charque e hambúrgueres, são conservadas com nitritos e nitratos, substâncias, que, no estômago, são transformadas em nitrosaminas, que aumentam as chances de ocorrer um câncer no estômago e no intestino. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que a ingestão de carne (excluindo frango e peixe) não ultrapasse os 300 g por semana.
Como a carne vermelha é boa fonte de ferro, é indicado aumentar o consumo de vegetais folhosos verde-escuros, também ricos no mineral. (Fonte: Folha Online)
(Disponível em: http://noticias.ambientebrasil.com.br/no… Acesso em 26 de março de 2008)
Prefira…


(Disponível em: www.desempregozero.org Acesso em 24 de março de 2009)



(Disponíveis em: www.ivancabral.blogspot.com Acesso em 24 de março de 2009)
Embora a maior parte do mundo esteja avançando em direção à abolição da pena de morte, centenas de execuções continuam sendo aplicadas em todo o mundo. O alerta veio de um relatório publicado hoje (24) pela Anistia Internacional. Segundo o documento, dos 59 países que aplicam pena de morte, apenas 25 registraram execuções em 2008.
O informe, intitulado “Condenações à morte e execuções em 2008″, oferece uma perspectiva geral da pena de morte no mundo e revela que, entre janeiro e dezembro de 2008, pelo menos 2.390 pessoas foram executadas em 25 países do mundo e pelo menos 8.864 foram condenadas à morte em 52 Estados. Em 2008, China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos foram os cinco Estados com a cifra mais elevada de execuções, totalizando 93% das execuções do mundo.
“Anistia Internacional acredita que a pena de morte legitima um ato irreversível de violência por parte do Estado. As investigações têm demonstrado que a pena de morte se aplica frequentemente de forma discriminatória e se utiliza de forma desproporcionada contra as pessoas sem recursos econômicos, as minorias e os membros de comunidades raciais, étnicas e religiosas”, afirma o relatório.
Segundo a Anistia, entre os métodos de execução utilizados em 2008, encontram-se a decapitação, o enforcamento, a injeção letal, a arma de fogo, a lapidação e a eletrocução. Uma das notícias positivas do informe é que, no ano passado, ocorreu novamente uma redução do número de países que utilizavam a pena de morte. Uzbequistão e Argentina aboliram a pena capital para todos os delitos.
Dados regionais evidenciaram 38 execuções realizadas na América: 37 nos Estados Unidos e 1 em San Cristóbal e Nieves. Pelo menos 125 pessoas foram condenadas à morte em seis países: Estados Unidos (pelo menos 111), Trinidad e Tobago (10), Bahamas (pelo menos 1), San Cristóbal e Nieves (pelo menos 1), São Vicente e las Granadinas (pelo menos 1) e Jamaica (1).
“Os informes seguiram demonstrando que o sistema de aplicação da pena capital dos Estados Unidos se caracteriza pela arbitrariedade, a discriminação e o erro. Durante 2008, outros quatro homens foram libertados dos “corredores da morte” após ser demonstrada sua inocência, com o que o número de casos desse tipo produzidos desde 1975 alcançava já mais de 120. Os quatro homens haviam passado mais de um decênio condenados à morte”, ressalta o informe.
A Anistia lembra ainda que, no Caribe, foram realizados inquietantes apelos em favor da retomada das execuções, como resposta aos crescentes índices de deliquência. Na Jamaica, as duas câmaras do poder legislativo votaram a favor de manter a pena capital. Em Bahamas, o primeiro-ministro e outros políticos se comprometeram a realizar enforcamentos. O governo de Antigua e Barbuda propôs leis para permitir a imposição da pena de morte por delitos que implicam o uso de armas de fogo, mesmo que a vítima não tenha morrido.
O informe ressalta também que o Parlamento da Guiana aprovou legislação para impor a pena de morte por pirataria. Os porta-vozes governamentais de Trindade e Tobago, São Vicente e as Granadinas e Santa Lucía se comprometeram a retomar os enforcamentos. “Pelo segundo ano consecutivo, as 12 nações do Caribe de fala inglesa votaram contra a resolução da Assembléia Geral da ONU sobre a moratória das execuções”, declara o documento.
(Disponível em: http://www.adital.com.br/site/noticia.as… Acesso em 24 de março de 2009)


(Disponível em: www.oilita.blogspot.com Acesso em 23 de março de 2009)
1.Prefira alimentos sem agrotóxicos e planeje sua utilização integral – da raiz à semente.
http://www.institutoninarosa.org.br/cc_d… Acesso em 23 de março de 2009)
