ANIMAIS DE RUA
“Quando se é capaz de lutar por animais, também se é capaz de lutar por crianças e idosos. Não há bons ou maus combates; existe somente o horror ao sofrimento aplicado aos mais fracos, que não podem se defender”. (Brigitte Bardot). Os animais são os únicos seres, verdadeiramente inocentes, que são condenados à prisão perpétua, sessões de tortura e pena de morte. Isso acontece muitas vezes porque o ser humano trata o animal como se fosse algo sem valor, não dando a mínima importância à vida. É comum presenciarmos cães e gatos vagando abandonados por todos os lugares em que passamos – são milhões, nas cidades brasileiras. São animais em estado de sofrimento, desnutridos, sujeitos a contrair doenças. Podem causar acidentes de trânsitos ou morrer atropelados. Muitos acabam até sendo envenenados por pessoas cruéis. Pior: eles se reproduzem sem controle, ampliando o drama da população de cães e gatos. Muitos são capturados pela “carrocinha” e levados para o centro de controle de Zoonoses, onde diversos são sacrificados diariamente. Animais domésticos dependem do ser humano. Precisam de um lar, de um dono, de atenção, de carinho, de cuidados – incluindo o controle de natalidade. Ruas, parques, cemitérios não são lugares para descartar cães e gatos. Eles sofrem e podem prejudicar a fauna silvestre. Seja responsável: mantenha seus animais domiciliados. Lembremo-nos sempre que não devemos olhar somente para os animais que estão dentro do nosso portão e aos animais de raça, devemos olhar para os animais de rua, que são nossos também! E, mais importante que tudo isso, é a pessoa que tem um animal dentro de casa, não jogá-lo na rua como se fosse lixo, como se ele não tivesse nenhum valor! Pois, como um dia disse Leonardo da Vinci: “Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e, nesse dia, um crime contra qualquer um deles será um crime contra a humanidade”. Maltratar qualquer animal é crime conforme dispõe a lei federal de crimes ambientais – 9.605/98
