O chá-de-bebê de Becky Bloom
Ai, ai. Até dá um comichão na barriga. Becky Bloom está de volta… Com uma ótima desculpa pra se jogar nos cartões de crédito. A vida de nossa querida Becky Bloom vai muito bem, obrigada! Além de estar trabalhando numa loja como compradora pessoal, ela e Luke estão à procura de uma casa nova (um lugar bem espaçoso, com direito a um closet só para guardar os sapatos!) e…Becky está grávida!!! Nossa amiga gastadora não poderia estar mais feliz – sobretudo porque descobriu que fazer umas comprinhas é ótimo para enjôos matinais. E tudo tem de estar perfeito para o bebê – a decoração do quarto, o carrinho de última geração e a obstetra mais badalada da cidade. Mas surge um probleminha – a doutora famosa nada mais é que uma ex-namorada de Luke. Ao que parece, a gravidez de Becky não vai ser tão tranqüila…
Este é mais um sucesso da série que teve início com Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e conquistou mais de 8 milhões de leitores em todo mundo. Um best-sellers!
O INDIEPOP// Se Edwyn Collins é o pai do indiepop, Dan Treacy é o avô. O álbum And Don’t the Kids Just Love It, lançado originalmente em 1980, representa basicamente tudo que é indiepop. Deixe-me explicar: passando pela capa e encarte, até chegar às canções propriamente ditas, o que encontramos é uma verdadeira aula do “faça-você-mesmo”. Punk sim senhor, mas acompanhado de um grande ‘foda-se’ nas poses do estilo. A tônica é a mesma, ou seja, criar pequenas obras de arte a partir de três acordes em garagens fechadas cheirando a mofo, rapidamente gravá-las do modo mais acessível – e geralmente primário pacas – e lançá-las numa K7 ou compacto de vinil. Centenas de bandas punk fizeram isso em 77. Os Television Personalities só conseguiram prensar os dois primeiros 7”s em 78 (“14th Floor” e “Part Time Punks”, respectivamente). Conseguiram um contrato com a Rough Trade e “…And Don’t the Kid JUst Love Me”, o debut álbum (que não conta com os singles que o precederam) foi lançado em 80. Um clássico.
Autor: cleiton_shelley@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: literatura
