FIM DE ANO, FESTAS, CORRERIA E OUTRAS COISAS.
OLÁ AMIGOS! “Eu voltei, agora pra ficar. Por kaki, kaki é meu lugar.” Não fiquem emocionados, eu também vinha sentindo falta deste espaço que tenho para falar com minha meia dúzia de três ou quatro leitores fiéis. Mas como passou a correria no trabalho – estou em recesso – vou organizar minha vida para continuar a escrever por aqui.
Confesso que a correria me deixou estafado um pouco, além da cobrança no trabalho para alcançar a meta do fim de ano, o frenesí da cidade foi intenso por estes dias. Ví de tudo um pouco, desde camelôs a vender de um tudo para enfeitar e decorar seu natal, a vários tipos de Papais Noéis reforçando o sonho de crianças e adultos de que ele realmente existe. Até papai noel negro eu ví. Estamos evoluindo.
Fico a refletir se as pessoas sabem realmente o significado do natal, ou se elas só estão preocupadas com o consumismo em que virou a data. Até mesmo nos comerciais de tv não se tem outra coisa a não ser que o natal é época de comprar, de consumir, de ter e possuir. Esquece-se do ’ser’. Ser mais humano, ser mais próximo a Deus, ser mais fiel aos ensinamentos de Cristo.
Não sou contra à filosofia de presentear no natal, mas não posso achar normal que o consumismo fique em primeiro plano. Que o verdadeiro espírito do natal possa semear o coração das pessoas, para que elas mudem de atitude. E sejam mais humanas.
Em tempo de natal, amor e caridade; lá em Santa Catarina tivemos um mal exemplo de pessoas que se diziam “voluntárias”. Não posso acreditar que em meio a tragédia que abalou o estado, ainda temos que aturar pessoas sem nenhum escrúpulo. Como conseguem tirar de quem não tem? É preciso punição severa, seja quem for.
Senti que Santa Catarina não está literalmente ilhada somente pelas chuvas, mas também pelo lamaçal da vergonha e do desrespeito ao próximo. Talvez estas pessoas se espelham nos vários casos de corrupção, roubos e desmandos que assolam o país. O covíl de ladrões e toda corja de aproveitadoires não perdem a oportunidade de mamar nas tetas da terra mãe.
É assim desde 1500. É preciso mudar isso, é preciso dar um basta!
Se é tempo de colocar o sapatinho na janela, não posso deixar de citar a sapatada que levou o “fim de carreira” Bush, no Iraque. O sapato foi de um iraquiano revoltado com este senhor, que pensa ser o senhor do mundo, e que não concorda com a subserviência do atual governo iraquiano em relação aos americanos.
E não foi só isso, foi uma atitude de que muitos gostariam de ter em relação ao desmando de Bush em relação ao mundo. Foi para lavar a alma de todos os povos. Foi a derrocada de um governo tirano, tirania esta que só afetou a outras nações. Foi um basta!
Amenidade. Dizem por aí que o ator Silvester Stalone chegou ao Rio de Janeiro para escolher as locações de seu novo filme. Mas o povo que comenta mais não inventa diz que na verdade ele veio para matar a Flora, personagem da novela global. Só mesmo ele para matar a peste.
E mais, dizem também que ele precisaria filmar Rambo 12, 13 e 14 para acabar com a tráfico e a milícia que bagunçam a cidade. Quanto a Rock Balboa, seria contratado pelo César Maia para dar porrada em camelô.
Eu volto.
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FRASE DO BLOG:
“SE PAPAI NOEL FOSSE BRASILEIRO, IRIA AO PARAGUAI. SEU SACO VOLTARIA SEMPRE CHEIO.” – ES TY LING, dono da pastelaria da esquina, mostrando seu verdadeiro espírito de natal.
PIADINHA DO BLOG:
Papai Noel passa de avião sobre a Etiópia e a criançada começa a gritar lá em baixo:
- Papai Noel, Papai Noel!
O bom velhinho vem descendo e a euforia é geral, quando o Barba Branca diz:
- Ho! Ho! Ho! Criança que não come não merece presente. E vai embora.
CAI O PANO. RÁPIDO.
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