27/05/2009 - 23:44
Relações Públicas – a nova era do Governo Marcelo Déda
Ao ler a entrevista do novo secretário de comunicação, ao jornal Cinform, tive uma feliz constatação: a comunicação do governo terá uma nova era, a era das relações públicas. Inteligente, criterioso e muito eloqüente em suas respostas, Cauê deixou transparecer que de todas as facetas e instrumentos da comunicação, o que faz falta hoje ao governo, são estratégias coesas e planificadas, para fazer chegar ao conhecimento dos sergipanos, às ações do chamado governo das mudanças. Um dos projetos que ficarão na história de Sergipe e que merece todos os nossos elogios a Eloísa Galdino é o Mídia Jovem, pois relaciona, interage e dá aos participantes o protagonismo necessário para submergirem de suas duras realidades, o novo secretário garantiu acertadamente continuar o projeto, e a Eloísa é necessário o reconhecimento devido pela atitude da criação. Pois bem, Cauê falou de seu estilo e deixou claro, que seu papel será dar visibilidade às ações do governo, e que abrirá uma nova etapa na comunicação, com uma Secom de portas abertas. Pelas palavras dele, a quem interessar possa, e aos que não conhecem, a Secom lançará mão de ações e estratégias, que terão por base, o que se conceitua de relações públicas, mesmo que não sejam consideradas como tal, mesmo que não sejam reconhecidas como tal. Foi no escopo teórico das relações públicas, que o marketing moderno (comercial ou político) se baseou para estabelecer novas definições de ações. O diálogo, a interação, o relacionamento, a informação, o conhecimento, são interfaces das relações públicas. São suas funções num governo: promover a adequada compreensão pública a respeito das funções das esferas governamentais – Cauê fez bem isso, quando teceu uma profunda reflexão a respeito da compreensão que as corporações do Estado precisam ter neste delicado momento de crise; fornecer informações contínuas sobre as atividades da administração pública – também neste ponto, com muita sabedoria, Cauê disse, “então a gente precisa universalizar essas obras, fazer com que todo povo sergipano conheça”; estabelecer canais de comunicação que ofereçam ao cidadão a possibilidade de influir na política e ação do governo; estabelecer canais de comunicação pelos quais o cidadão possa ser alcançado pelos representantes da administração pública. As duas últimas sempre foram características de governos democráticos e populares, como se faz na sua origem, o governo de Marcelo Déda. Não se pode pensar nesse alcance, se não for por meio de estratégias de relacionamento, pois há muito tempo, a mídia de massa não é tão eficaz, quanto à criatividade e a eficiência de mídias alternativas e diretas. É preciso reconhecer, que em termos de estratégias diferenciadas, as gestões que mais marcaram a Secom foram sem dúvida alguma, a de Carlos Batalha e a da Eloísa Galdino. A gestão de Cauê se estabelecerá, pelo que ele se propõe, como mais um marco. Bom para todos os profissionais da área, pois teremos mais experiências a serem utilizadas em nosso aprendizado. Como profissional das relações públicas, aguardarei atento todas as novas ações, para comemorar e analisar o uso das teorias desta que é sem dúvida, a profissão do século.
Autor: nhrp@superig.com.br - Categoria(s): Notícias
Tags: governo Déda, relações públicas
24/12/2008 - 07:58
Texto: Osmário Santos/Foto: Álbum de famíliaHildemaria Mendonça Barreto nasceu em 1º de agosto 1950, na cidade de Capela/Sergipe.
Seus pais: Hildebrando Góis Barreto, Maria da Purificação Mendonça Barreto.
O pai trabalhou como contador e funcionário público federal atuando no IBGE. Homem sério, honesto, discreto e generoso, passou para a filha o caráter e a responsabilidade em todos seus atos. “Passo para meus filhos que devemos ser sempre sincero, honesto, leal, solidário e ter gratidão”.
Considera a mãe querida na sua vida e heroína. “Herdei muita coisa bela desta mulher, principalmente o amor e sua serenidade”.
A infância aconteceu na avenida Edezio Vieira de Melo, 55, bairro São José, ao lado de pais maravilhosos e irmãos amados e queridos. “Fui uma criança feliz, muito amada, por isso sou o que sou hoje”.
Teve a tia Lalia como primeira professora, quando começou a estudar no Colégio Graccho Cardoso. Reconhece que seus ensinamentos contribuíram para sua formação intelectual e social. Em seguida, faz a continuação do primário no Educandário São Jorge, tendo como diretora dona Iralina e a tia Niralda. Depois se matricula no Colégio Nossa Senhora de Lourdes para fazer o curso ginasial. Desse tempo, lembra-se com saudade de Irmã Rosália e de colegas maravilhosas. “No Colégio Nossa Senhora de Lourdes criei amizades que permanecem até hoje.
Lembro que quando dava o recreio corríamos para jogar vôlei. A querida e inesquecível Irmã Rosa dizia: ‘Já vêm as pimentinhas!’. São lembranças de uma adolescência pura e que jamais esqueceremos”.
No curso ginasial, lembranças com carinho dos professores Aldeci Figueiredo, Hermínia Caldas, Joaquim (matemática) Eloida Caldas, Irmã Yolanda e outros, todos responsáveis pela sua formação religiosa, cultural e intelectual.
Faz o curso clássico no Colégio Atheneu. “Que saudade! Foi lá talvez que vivi a parte mais importante da minha adolescência. Tive colegas maravilhosos e hoje alguns se destacam nas suas profissões, como José Carlos de Oliveira Filho (procurador de Justiça), Osório Ramos Filho (desembargador), Fernando Lins, Geraldo Santana, Lúcia Marilac Diniz, Ana Maria Rosa Santos e outros, todos queridos até hoje”.
Conta que a juventude foi encantadora e diz que foi uma jovem sempre feliz, alegre, amada e muito responsável. Nas férias viajava para Salvador, onde tem até hoje grandes amigos.
Faz o curso de Contabilidade na Tiradentes e Administração de Empresas em Curitiba (já casada). Quando retorna, resolve fazer Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas. “Não tivemos trote (graças a Deus), sou muito sensível para certas brincadeiras”.
Revela que seu tempo na faculdade de Comunicação Social foi um período difícil, pois trabalhava pelo dia na extinta Legião Brasileira de Assistência (LBA), dois filhos pequenos para criar e à noite ia para a faculdade, porque contava com o apoio dos inesquecíveis e amados pais. “A recompensa valeu. Foi uma turma maravilhosa e até hoje nos reunimos. Foi a terceira turma a formar, em janeiro de 1986. Que saudades… Foi um período muito feliz, pois encontrei o verdadeiro amor da minha vida, apesar do destino ter nos separado, mas continuamos grandes amigos. De lembrança interessante trago nossa viagem para Recife, a fim de participarmos de um Congresso Internacional de Comunicação Social, onde trocamos experiências com outros profissionais e trouxemos muito proveito. Fui de uma turma inesquecível: Fátima Campos, Kim Moura, Cássia Santana, Rita Oliveira, Ivaldo José, Messias Carvalho, Sandra Natividade, Everton Campos e outros”.
Hildemaria começou a trabalhar com 12 anos de idade, ajudando o pai no escritório de contabilidade. Aos 15 anos já tomava conta sozinha, pois o pai sofreu um derrame.
Casou, foi embora e precisou desfazer do escritório. “Morei em todo o Brasil e retornei depois de morar cinco anos em Curitiba, onde resolvi fazer vestibular para Relações Públicas e me apaixonei pela profissão. Fui comerciante, proprietária de uma boutique, em seguida fui trabalhar na LBA levada pela Dra. Leonora Barreto Franco, por quem tenho uma grande gratidão e respeito. Depois chegou para a superintendência Maria do Carmo Alves, a quem admiro, respeito, agradeço e amo”.
Quando se forma em Comunicação Social, assume a assessoria da LBA, na gestão de Ana Luiza Valadares. “Ficamos amigas até hoje. A mesma confiou no meu trabalho e me deu a oportunidade de mostrar a minha criatividade e responsabilidade profissional. Com a extinção da LBA vai para o INSS a convite do inesquecível amigo Celso Dantas de Araújo. Depois trabalha na Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro com José Franco no cerimonial. Também foi assessora da querida amiga-irmã Nazaré Carvalho (ex-vereadora). Em seguida, é contratada pela Unimed com o desafio de fundar a Assessoria de Comunicação Social. “Graças à confiança da diretoria, nas pessoas de Dr. Carlos Alberto Barreto de Mendonça, Alvimar Rodrigues Moura e Lúcio Prado Dias, organizamos e tivemos sucesso”. Depois fui para a gerência do programa de atenção ao idoso e deficiente da Secretária de Combate à Pobreza a convite de Maria do Carmo Alves (Deus lhe abençoe sempre)”.
Passagem de professora universitária do curso de Relações Públicas na Unit onde guarda ótimas recordações. “Também fui presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas, secção de Sergipe”.
Recebeu vários prêmios como relações públicas: duas vezes a Medalha Tiradentes, Troféu Pedrito Barreto, três vezes troféu Gente em Styllo, do querido e saudoso Geovan, Troféu Destaque em Brasília e Goiânia pela Associação Brasileira de Relações Publica, troféu Woman’s Club e outros que no momento não se recorda. O mais recente foi no dia 18 de dezembro de 2008, homenagem do programa Outras Palavras, do querido amigo Araripe Coutinho.
Há dois anos está no Ministério Público de Sergipe, trazida pela irmã-amiga Creuza Figueiredo, onde conhece pessoas maravilhosas. “Devido à confiança e o acolhimento de Eduardo Lima Matos e Adélia Pessoa, cheguei onde estou hoje, com o respeito e confiança da procuradora geral Maria Cristina Foz Mendonça, onde de público agradeço por tudo. Sou feliz no Ministério Público, pois o ambiente de trabalho é harmonioso”.
Diz que já teve grandes emoções e felicidades, mas as maiores o nascimento dos seus três filhos e de sua a neta. Também teve várias emoções com perdas que foram a de seu pai, da sua mãe, irmã, cunhado e amigos queridos.
“Fui casada, hoje estou solteira. Tive três filhos maravilhosos: Tatiana, Ângelo Ricardo e Jacqueline, razão do meu viver. Sou feliz, sou amada, tenho saúde, paz, só tenho que agradecer ao meu grande Pai, Jesus Cristo”.
Das pessoas importantes em sua vida: “Hildebrando Góis Barreto, Maria da Purificação Mendonça Barreto, Auxiliadora Barreto Andrade, Anita Mendonça Barreto, Hildebrando Barreto Filho, Maria do Carmo Mendonça Barreto Silva, Rita de Cássia Barreto Menezes, Tatiana Barreto de Jesus Alves, Ângelo Ricardo Barreto de Jesus, Jacqueline Barreto Souza, João Carlos de Carvalho Alves, Fabiana Barreto de Jesus Alves, Clarival Cesar da Silva, Jesa Alves de Araujo Barreto, Messias Carvalho, Maria do Carmo Nascimento Alves, Ana Maria Rosa Santos, Hortência Machado, Nazaré Carvalho, Creuza Figueiredo e Cristina Foz Mendonça.
Autor: nhrp@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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02/12/2008 - 21:49
Um pequeno grupo, acompanhado de vários outros profissionais que estiveram presentes em espírito.
Muitos por compromissos de trabalho, ou familiares, não puderam estar presente.
Mas a certeza que fica é que 2009 será um novo ano. Estaremos mais unidos e mais fortes.
Juntos iremos construir as bases para a profissão do futuro.
Parabéns a todos os profissionais de relações públicas do Brasil!
Participaram: Simone Tuzzo (Assessora de Comunicação da UNIT), Pablo Boaventura (Assessoria de Comunicação do Banco do Estado de Sergipe – BANESE) , Fátima Mota (Crisfarma Distribuidora), Lucilia Novaes (Secretaria Municipal de Saúde), Emanuelle Teles (Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Planejamento), Clóvis Monaretto (Programa Publicidade), Fernanda Roeder (Shopping Jardins), Synara Noronha (Assessoria do G.Barbosa) e Narcizo Machado (Assessor Parlamentar e de Comunicação do Grupo Presidente).
Autor: nhrp@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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02/12/2008 - 20:30
Caros colegas, inicialmente agradeço ao atencioso colega, Pedro Pinto, pela correção. O colega relações públicas faz parte do grupo Horizonte RP, que mantêm o blog, http://www.horizonterp.com.br/blog - confiram.Divulgamos que a data da regulamentação seria 27 de outubro de 1965, na verdade essa data é a de publicação da lei no diário oficial da união, mas que sofreu a ação de um substitutivo, sendo aprovado definitivamente alguns anos depois, veja histórico abaixo:
Em 1965 inicia-se um trabalho de Ney Peixoto do Valle, Presidente do Conselho Nacional da ABRP, e de Domingos Araújo da Cunha Gonçalves, Presidente da Seção Distrito Federal e de outros colaboradores, no sentido de alcançarem a regulamentação.
O projeto de lei da futura regulamentação profissional é publicado no Diário Oficial da União em 27 de outubro de 1965, sob o nº 3.275/65, de autoria do Deputado Federal Herbert Levy. Entretanto, os deputados federais Evaldo Almeida Pinto e Hélcio Manghesani apresentaram um substitutivo.
Em 1966, dava-se a notícia de que o projeto seria encaminhado para a Comissão de Legislação Social da Câmara dos Deputados. Um ano e meio após, o projeto de lei nº 288/66 estava na Comissão de Legislação Social do Senado Federal e esperava-se levá-lo à sanção presidencial, de modo que isto ocorresse, antes do IV Congresso Mundial de Relações Públicas, que iria acontecer em outubro de 1967, no Rio de Janeiro, tendo como temário “Relações Públicas em um Mundo de Transformação”.
Em setembro de 1967, o Projeto-Lei nº 288/66 foi aprovado pela Comissão de Justiça do Senado e encaminhado à Comissão de Educação e Cultura. O presidente da Comissão, Senador Menezes Pimentel, solicitou o parecer do Ministério da Educação e Cultura o que ocorreu com relativa rapidez, graças à atuação do professor Edson Franco, então Secretário Geral do Ministério e membro do Conselho Federal de Educação, que o referendou.
Em 11 de dezembro de 1967, a lei nº 5.377 é publicada e o Brasil conquistou seu marco histórico.
Os dirigentes da ABRP trabalharam exaustivamente e aceleradamente. Surge então, mais um resultado, em 26 de setembro de 1968, com a publicação do Decreto nº 63.283, que regulamentou a Lei nº 5.377/67, como também pela necessária criação dos Conselhos Federais e Regionais de Relações Públicas. Os Conselhos foram criados em 11 de setembro de 1969, pelo Decreto-Lei nº 860 e sua regulamentação aconteceu em 4 de maio de 1971, pelo Decreto nº 68.582/71.
Em 1972, o Brasil, por meio do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas conquista a aprovação do Código de Ética, com disposições reguladoras do comportamento a ser obedecido pelos que exercem a profissão, inclusive enfatizando o respeito aos princípios da “Declaração Universal dos Direitos do Homem” e não permitindo a subordinação da verdade aos interesses ilegítimos.
Com seu pioneirismo evidente, aparece o Brasil com a conquista de 1967 pela regulamentação profissional de Relações Públicas, até então, fato incomum na história. O importante foi o conjunto de esforços de liderança de profissionais que redundou no que se alcançou até hoje, ou seja, a consolidação da estrutura institucional da profissão e da ABRP.
Ademais, a regulamentação e oficialização da profissão de Relações Públicas no Brasil caracterizaram-se pela luta incessante da ABRP no sentido de restringir as práticas contrárias e zelar pela ética profissional, tendo em vista elevar o nível desta atividade para alcançar sua profissionalização.
Nesse sentido, acredita-se que firmaram duas grandes lideranças que contribuíram, decisivamente, para a institucionalização da profissão de Relações Públicas. A primeira foi Ney Peixoto do Valle, que surgiu na década de 1960, e a segunda, Cândido Teobaldo de Souza Andrade, na década de 1970, sem esquecer outros batalhadores da profissão de Relações Públicas. Em São Paulo: Hugo Barbieri, Ubirajara Martins e May Nunes de Souza Rubião. No Rio de Janeiro: Benedito Silva, Evaldo Simas Pereira, Florindo Villa Alvarez, Roberto Doring, Natalino Pereira de Souza, Vilma Vidal e Dante de Lima Vianna. Em Brasília: Domingos Araújo Cunha Gonçalves e Téo Pereira da Silva.
Autor: nhrp@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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02/12/2008 - 20:12
Um pequeno grupo, acompanhado de vários outros
profissionais que estiveram presentes em espírito.
Muitos por compromissos de trabalho, ou
familiares, não puderam estar presente.
Mas a certeza que fica é que 2009 será um novo
ano. Estaremos mais unidos e mais fortes.
Juntos iremos construir as bases para a
profissão do futuro.
Parabéns a todos os profissionais de relações
públicas do Brasil!
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02/12/2008 - 20:12
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Mas a certeza que fica é que 2009 será um novo
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Juntos iremos construir as bases para a
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Mas a certeza que fica é que 2009 será um novo
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Juntos iremos construir as bases para a
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Muitos por compromissos de trabalho, ou
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Mas a certeza que fica é que 2009 será um novo
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01/12/2008 - 23:33
Amanhã, 02 de dezembro, é o dia nacional e municipal dos profissionais de relações públicas. Regulamentada desde 27 de outubro de 1965, exatos 43 anos, as relações públicas é uma profissão relativamente nova e que vive em todo mundo, um processo de amadurecimento e fortalecimento. Aqui em Sergipe os desafios são grandes. Um grupo de profissionais está buscando a reorganização das instituições da profissão, a ABRP/SE e o Conselho de Profissionais, o CONRERP. Em nosso Estado, grandes instituições e grandes eventos em todas as áreas e setores da economia contam sempre com a competência de um profissional de relações públicas. O curso de graduação na área foi instinto, e essa é a maior luta da categoria, encontrar uma instituição de ensino superior, que queira oferecer a população o curso de graduação na área. Uma luta árdua, mas que conta com grandes profissionais para enfrentá-la, afinal profissionais de relações públicas existem para isso também, para encontrar caminhos que levem cidadãos, instituições e a sociedade a superar seus desafios. Em comemoração, profissionais se encontram amanhã, 02 de dezembro, às 12:30 horas, no restaurante New Hakata. Maiores informações, com Narcizo Machado, pelo e-mail, narcizomachado@infonet.com.br.
Fonte: http://www.infonet.com.br/claudionunes/ler.asp?id=80206&titulo=claudionunes
Autor: nhrp@superig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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