Nos Episódios Anteriores…

Maio de 2002 – No extinto fórum do Skank conheço Lilith. Eu estava em Belém-PA; ela em Lorena-SP. Mas a proximidade ideológica era incrível, a não ser porque ela tinha ojeriza ao poliamor.
Janeiro de 2003 – Seis meses de táticas psicológicas convenceram meu pai a me pagar a viagem pra Lorena. Estive um mês com Lilith.
Julho de 2003 – Lilith vem morar em Belém.
Outubro de 2003 – Apaixonada pelo meu amigo Daimon, Lilith precisa tornar-se poligâmica. A transição não foi suave, mas foi completa.
Julho de 2004 – Como o centro de nossas vidas é a ideologia, resolvemos divulgar nossas idéias. O site Suástica Azul entra no ar.
Interlúdio 1 – Lilith se envolve ainda com o sobrinho de Daimon, Allan, que já namorava! A relação era maravilhosa, mas problemática de véspera, e só não foi às últimas conseqüências por causa do que segue. Antes, devo dizer que, até hoje, o Allan não esqueceu.
Janeiro de 2005 – Lilith precisa retornar à São Paulo. Um antigo amor dela parecia querer entrar em nosso universo. E as portas estão sempre abertas. Em Belém, Daimon e eu rumamos para o ápice de nossa amizade.
Interlúdio 2 – Haviam outros dois casais nessa história, envolvidos conosco de formas confusas demais para que eu possa explicar aqui. A coisa durou uns bons anos na amizade, mas eles não tiveram cabeça quando coisas mais quentes começaram a rolar. Nunca ficou claro se eles faziam parte do nosso universo ou não. No vaivém, rolaram ciumeiras por parte dos dois caras. Um até veio me bater! As meninas – eu gostava muito delas – se afastaram de nós por tabela, seguindo seus namorados. Mas uma voltou, como vocês verão a seguir…
Julho de 2006 – Recebo e-mail inesperado da moça. Separada, queria se aproximar do nosso universo outra vez. Foi sobre ela que andei escrevendo nos últimos posts, escritos sete meses trás, antes de este blog parar. Foi uma paixão estranha, pois lá pelas tantas ela precisou voltar a ser “só amiga” e… vai explicar! Naveguei na tempestade da insegurança.
Outubro de 2006 – Após quase dois anos de tentativas frustradas, Lilith consegue dar um jeito de nos trazer aqui pra São Paulo. Porém Daimon estava com o pai doente, e eu vim na frente. Parei de postar, pois quando cheguei aqui não havia micro. Deixei minha paixão em Belém. Escrevi aqui, pouco antes disso: “o tempo apaga o sentimento, o tempo não apaga as idéias.” Se tudo der certo – é muita coisa! – quem sabe, talvez, ela venha morar conosco durante a Copa da África!
Dezembro de 2006 – Daimon se apaixona em Belém (putz!).
Março de 2007 – Daimon desiste de vir pra São Paulo! Lilith e eu nos tornamos unha e carne. Um amor clássico nos envolve, mas sentimos falta de mais gente!
Junho de 2007 – Habemus Machina!

Estamos de volta à web, e isto aqui vai voltar a queimar lenha.
* A “moça” que ficou em Belém recebe cartas minhas quinzenais, mas às vezes acho que ela não dá muita bola.
* Daimon voltou a ser apenas Luiz Júnior. Após 8 anos de idealismo, uma paixão o tirou dos trilhos. Parece que quer casar, trabalhar e esquecer que nós existimos por aqui – não que ele queira mesmo isso, mas sua namorada larga dele no ato se ele ousar dizer o contrário. Hum… Paixão passa. Quem sabe o que o futuro reserva pra Daimon?
* O Allan acabou se distanciando, graças a ocupações universitárias que, enfim, acabaram. Hoje está prestes a se casar, ou não: diz que há 85% de chance (!!!). Estamos trabalhando para abduzi-lo
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Sejam bem-vindos todos outra vez!
por Paralelo, um cadáver virtual agora renascido
Autor: Paralelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: